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Fisio

Produção industrial baiana cresce 7,2% de junho para julho

Em julho, a produção industrial da Bahia, descontados os efeitos sazonais, teve aumento de 7,2% frente a junho, melhor resultado nessa comparação desde agosto de 2016 (9,6%).
Nesse confronto, a Bahia teve o maior crescimento da produção industrial dentre as 7 regiões com resultados positivos, das 14 pesquisadas pelo IBGE. A indústria baiana também cresceu bem acima da média nacional (0,8%).
Das 7 regiões que apresentaram queda na produção industrial em julho, frente a junho, os destaques foram para Espírito Santo (-8,3%), Rio de Janeiro (-5,9%) e Amazonas (-3,1%).
Frente a julho de 2016, a produção industrial baiana também apresentou forte crescimento (7,7%) e o melhor resultado dentre as 15 regiões investigadas. Foi o primeiro aumento da produção industrial no estado, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, desde fevereiro de 2016 (11,6%) e o melhor mês de julho nesse confronto desde 2013 (14,5%).
No país como um todo, a produção da indústria cresceu 2,5% em julho de 2017, frente a julho de 2016, com resultados positivos em 10 regiões. Dentre as quedas, destacaram-se as de Pernambuco (-5,8%), Rio de Janeiro (-5,0%) e Espírito Santo (-4,4%).
No acumulado até julho de 2017, a produção industrial da Bahia ainda se mantém em queda (-5,2%), mas com forte desaceleração em relação a junho (-7,2%), influenciada pelo resultado positivo de julho.
Nessa comparação, a indústria no estado vem acumulando perdas desde junho de 2016 e ainda tem o pior resultado dentre as regiões pesquisadas, bem abaixo da média nacional, que já é positiva em 0,8%. No acumulado em 2017, a indústria cai em 4 das 15 áreas investigadas.
Considerando-se os 12 meses encerrados em julho, a indústria baiana acumula queda de –6,4%, também a mais intensa dentre as regiões e bem mais profunda que o recuo nacional (-1,1%).
Entretanto, também nesse indicador houve forte desaceleração do recuo em relação ao acumulado até junho (-8,6%) - principal ganho de ritmo entre as regiões.
A produção de derivados do petróleo e biocombustíveis, veículos e celulose puxam a produção industrial baiana para cima em julho. Na comparação julho de 2017 / julho de 2016, o crescimento de 7,7% do setor industrial da Bahia foi resultado do desempenho positivo de 8 das 12 atividades pesquisadas.
As principais influências positivas vieram dos os avanços nos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (16,2%, puxados por combustíveis como a gasolina e o diesel); veículos automotores, reboques e carrocerias (20,7%, puxados pelos automóveis) e celulose, papel e produtos de papel (30,1%, puxados pela celulose).
Esses três setores haviam apresentado quedas em junho, sendo que o de coque e derivados de petróleo teve, em julho, seu primeiro resultado positivo desde fevereiro de 2016.
Por outro lado, a principal influência negativa para a produção industrial baiana em julho veio da metalurgia (-23,7%), que manteve a sequência de quedas iniciada em agosto de 2016.

No acumulado no ano de 2017 (-5,2%), 6 das 12 atividades industriais pesquisadas na Bahia continuam em queda, com destaque também para o recuo no setor de metalurgia (-38,3%), além da redução na fabricação de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-10,6%).

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