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Fisio

IBGE registra as piores taxas de desemprego desde 2012

O IBGE publicou números recentes da taxa de desocupação no Brasil, após Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD). No primeiro trimestre de 2017, a taxa foi estimada em 13,7% , com altas de 1,7 ponto percentual frente ao último trimestre de 2016 (12,0%) e de 2,8 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre 2016 (10,9%). Segunda pesquisa, essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica, desde 2012.
A população desocupada chegou a 14,2 milhões e bateu o recorde da série histórica, crescendo cerca de 3,1 milhões de pessoas em relação a 2016. Naturalmente, o número de pessoas ocupadas caiu. De 88,9 milhões para 87,6 em relação ao primeiro trimestre de 2016. Os números são os piores desde o primeiro trimestre de 2012. O número de empregados com carteira de trabalho assinada também recuou em 2016, registrando o menor contingente de trabalhadores com carteira assinada já observado na série histórica da pesquisa.
Alta apenas no rendimento médio de empregados domésticos e públicos
O rendimento médio real habitual (R$ 2.110) no primeiro trimestre 2017 se manteve estável em relação ao ano anterior. Mas em relação ao trimestre anterior (outubro a dezembro de 2016), o rendimento médio real habitual teve alta para apenas para empregados no setor público (1,9%) e para trabalhadores domésticos (1,7%). Em relação ao mesmo trimestre de 2016 (janeiro/março de 2016) apenas os empregados no setor público apresentaram variação positiva (4,3%). Nas demais posições registrou-se estabilidade nos períodos analisados.
Queda na iniciativa privada
A categoria dos trabalhadores por conta própria (22,1 milhões de pessoas) registrou estabilidade em relação ao último trimestre de 2016. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve queda (-4,6%, ou seja -1,1 milhão de pessoas).


Fonte: IBGE

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