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Maçonaria Força e União comemora Semana Farroupilha com festa gaúcha

A Loja Maçônica Força e União de Porto Seguro, promoveu em 16/09/17, a 18ª Festa Gaúcha, em comemoração à Semana Farroupilha – tradição dos irmãos do Sul na Terra Mater do Brasil. Com farto churrasco, trajes e músicas típicas, a família maçônica recebeu centenas de convidados para um almoço característico dos pampas, onde foi servida a tradicional costela assada – resultado de horas de cozimento à beira da brasa viva em valas, ou como tradicionalmente se denomina, ‘costela assada no fogo de chão’.


A festa teve início com a cerimônia cívica, pela manhã, quando foram hasteadas as bandeiras ao som dos hinos do Brasil, Rio Grande do Sul e Porto Seguro. E enquanto se aguardava o almoço, uma boa prosa em animada roda de chimarrão envolvia os participantes, momentos que serviram inclusive para os acertos finais do cardápio, pois foi preparado também pela equipe da Fraternidade Feminina e colaboradores, um saboroso arroz carreteiro, muita salada, frango assado, linguiça, abóbora caramelada – e de sobremesa sagu, doce de leite e o famoso ‘chico balanceado’.


Por que comemorar a Revolução Farroupilha
No Rio Grande do Sul, comemora-se o dia 20 de Setembro em alusão ao ano de 1835, dia em que Bento Gonçalves junto a outros companheiros tomaram de assalto a cidade de Porto Alegre RS, expulsando o então Presidente da Província Fernandes Braga para a região da cidade de Rio Grande. Um ano depois, em 18 de Setembro de 1836, estava proclamada a República Rio-grandense. Ali, em 35, iniciara a maior revolta armada que já se viu em solo brasileiro, que somente se encerrou dez anos depois, em 1846, com um tratado firmado entre o Império e os revolucionários, assinado por dois valorosos Maçons.
Os motivos para tal revolta tinham vários vínculos: sociais, econômicos, políticos, militares etc. E mesmo a Maçonaria não tendo nenhum cunho político atualmente, e ainda, inibindo a discussão política no seu seio, naquele momento serviu como manjedoura da revolução.
“Povo que não tem virtude acaba por ser escravo”. Essa frase é um trecho do Hino Rio-Grandense. A semente libertária dos maçons dos séculos 17 e 18 alastrou-se pelo mundo. A independência do Brasil, como a dos EUA, foi um movimento maçônico. A Revolução Farroupilha, em 1835, veio como repúdio ao despotismo do Império do Brasil. O maçom Bento Gonçalves, foi um dos líderes da Guerra dos Farrapos. Outro maçom, Duque de Caxias, dez anos depois, assinou o armistício que selou a paz no Rio Grande do Sul. O 20 de setembro ficou registrado na história do Rio Grande como “precursor da liberdade”.
Lição de fraternidade
A festa gaúcha realizada todos os anos, traz em seu bojo um objetivo muito maior, ou seja, o de continuar reunindo em torno e em nome da maçonaria, o verdadeiro espirito da fraternidade que une os membros da Loja à sociedade local. Expressão esta de parceria, trabalho e organização. Parabéns à diretoria, à fraternidade feminina e aos irmãos do Sul por nos proporcionarem esses doces momentos de cultura, resgate das tradições e cidadania.
Registra-se ainda a presença ao evento, do Ir Silvio de Souza Cardin, Eminente Grão Mestre do Grande Oriente Estadual da Bahia, além de Veneráveis Mestres e irmãos e cunhadas das Lojas Maçônicas circunvizinhas.


Fonte: Ascom Maçonaria Força e União 

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