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Fisio

Parece que foi ontem - Novembro 2014

Incêndio destrói seis barracas em Cabrália
Eram 3 horas da madrugada de 15/11/2014, quando o nativo de Cabrália, Suném, acordou com taubilhas em chamas caindo sobre seu corpo. Teve tempo apenas de gritar por socorro e fugir pelo telhado. Em poucos minutos, a barraca que acabara de construir na praia de Arakakaí, móveis, eletrodomésticos e todo o estoque de bebidas para o Verão viraram cinza diante de seus olhos. A fúria do vento sul que soprava levou consigo as chamas que incendiaram outras seis, das oito barracas de praia vizinhas. Justo quando todos se preparavam para a temporada que se aproximava.
Além da barraca, cuja construção nem havia conseguido pagar ainda, ele perdeu R$ 200 em dinheiro, e assim como os demais barraqueiros, viu o fogo consumir todos os seus documentos, roupas, geladeira, freezers, fogões, estoque de mercadorias, tudo. O incêndio reacendeu também a discussão em torno da velha polêmica sobre a cobertura de piaçava, exigida pelo IPHAN e a proibição do uso de telhas de cerâmica na Orla de Porto Seguro e Cabrália.

Pesquisa aponta 226 moradores na Favela da Paz

Uma pesquisa realizada pelo Movimento de Defesa, na época presidido pelo empresário Euclides Senna, em parceria com o CRA (Centro de Recursos Ambientais), indicou que a Favela da Paz, localizada no bairro Campinho, possuía 54 “residências”, abrigando um total de 226 moradores, dos quais 50% eram crianças. Eram os primeiros passos na preparação para a remoção das famílias, que ganhavam até um salário mínimo, não possuíam Carteira de  Trabalho e moravam em palafitas e barracos de madeira, fazendo suas necessidades diretamente no mangue. A favela, situada sobre o mangue e às margens do rio Buranhém, está hoje totalmente urbanizada.

Lançado livro sobre Museu Aberto do Descobrimento


O livro “O Brasil Renasce Onde Nasce” - um verdadeiro atlas sobre o Descobrimento do Brasil - foi lançado em novembro de 2014, pela Fundação Quadrilátero, que idealizava a instalação do Museu Aberto do Descobrimento, como parte das comemorações dos 500 anos da chegada dos portugueses no Extremo Sul da Bahia. A obra, de 240 páginas, foi lançada com toda a pompa no Museu Ipiranga, em São Paulo, na Feira do Livro de Frankfurt e também na Torre de Belém, em Lisboa – Portugal.
Com tiragem de 4 mil exemplares e custo de R$ 170 mil, o livro foi patrocinado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Coordenada pelo antropólogo Roberto Pinho, a obra é resultado de um minucioso trabalho de pesquisa pelas bibliotecas, arquivos, editoras e museus do Brasil e da Europa. A extraordinária combinação de fotos, textos, gravuras e mapas proporciona um mergulho na alma e na cultura de Porto Seguro e do Brasil.

Juizado de Pequenas Causas é informatizado


Em novembro de 2014 foi inaugurado o sistema de informatização do Juizado de Pequenas Causas de Porto Seguro. Três microcomputadores 386-DX de 40 mhz, três impressoras Rima e um editor de texto passaram a funcionar, acelerando os trabalhos do juizado. Na época, os técnicos apontavam alguns benefícios das “modernas” máquinas: rapidez na digitação das queixas, facilidade de correção, acesso instantâneo da informação e rápido acompanhamento dos processos. 

Banco do Brasil sofre primeira tentativa de assalto
Uma tentativa de assalto à agência do Banco do Brasil, dia 13/11/2014, por volta das 20 horas, mobilizou equipes das polícias Civil e Militar, que cercaram a entrada da agência, em Porto Seguro. O vigia ouviu o barulho de vidros se quebrando dentro da agência e quando entrou se deparou com dois assaltantes tentando atravessar a janela, um deles com um revólver na mão. O vigia disparou três tiros contra eles, mas assim mesmo ambos fugiram imediatamente, utilizando a mesma escada que haviam colocado no terreno vizinho. Dá pra imaginar a fragilidade da construção.

Feira do Arraial ganha área no Parque Central
Depois de passar pela praça Brigadeiro Eduardo Gomes e pela praça do Cemitério, finalmente a feira do Arraial d´Ajuda ganhou uma área definitiva no Parque Central. A partir daí os feirantes passaram a batalhar junto à Prefeitura para conseguir a instalação de água, luz e a construção de boxes e de dois banheiros. Na época, a reclamação dos moradores quanto ao problema da falta d´água no Arraial era uma constante.

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