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Fisio

Quadrilha de Porto Seguro morre em confronto a PM de Minas Gerais


Quatro homens acusados integrar uma quadrilha de roubo a bancos e facção criminosa de Porto Seguro foram mortos em confronto com a Polícia Militar de Minas Gerais. A operação, realizada em 07/11/17, em Almenara, Vale do Jequitinhonha e nas proximidades do município de Rubim.
A quadrilha formada por Bachel, Diego, Léo e Brauw, mortos no confronto, é acusada de participar de assassinatos de dois agricultores de Porto Seguro. Outros dois acusados foram presos. Um deles foi baleado e outro, de nome Rodrigo Cardoso Florêncio, conhecido como Buzu, fugiu. Segundo a polícia, ele teria matado o agricultor Antônio Rodrigues de Almeida, 58, em Santa Cruz Cabrália. As investigações apontam ainda, que o fazendeiro gaúcho Normélio Paim, 71, morto na própria fazenda, em Porto Seguro, foi assassinado pela quadrilha. O crime chocou a cidade, onde o fazendeiro morava desde 2007 com a família.
A quadrilha, que também é acusada de roubar a caminhonete de um produtor do evento de ciclismo Brasil Ride, em outubro, estava prestes a executar um roubo a banco, de acordo com informação da polícia. A perseguição policial levou a quadrilha a se esconder na mata.
Com os criminosos, a polícia encontrou armamento pesado, como fuzis e metralhadoras, além de muita munição, coletes à prova de balas, bombas e máscaras pretas do tipo brucutu.

PM de Porto Seguro se posiciona sobre boatos de toque de recolher

Sobre áudios com boatos divulgados via WhatsApp, sobre fechamento do comércio no chamado "Complexo Baianão", em virtude de luto pela morte dos criminosos, o Comando do 8° BPM esclarece que foram adotadas medidas especiais no sentido de continuar garantindo o sagrado direito de ir e vir da população de bem, dentre elas o aumento do patrulhamento, ponto de bloqueio e ações de inteligência com vista à prevenir e reprimir quaisquer ação que tenha como objetivo se contrapor a ordem pública.
O Comando adverte que os que forem identificados espalhando boatos, serão tratados no mais absoluto rigor da lei. Sendo as ações policiais intolerantes, implacáveis e, se necessário, com uso da força contra a grupos ou pessoas que tentem espalhar medo na comunidade.
Às pessoas de bem, a PM sugere que evitem postar áudios que por ventura reflitam massagens oriundas de interesses criminosos, que servem apenas como meio de difusão de interesses favoráveis à propagação do medo. A PM salienta que as ações especiais de policiamento permanecerão até quando necessário, e 24h por dia.

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