Decreto do Governo da Bahia amplia oferta de incentivo a energia solar

Em julho, a Bahia recebeu o congresso da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), em Salvador. Na ocasião, o Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, anunciou um decreto para ampliar desenvolvimento da fonte solar no estado. A previsão é oficializar esta novidade até o fim de 2022. Com isso, o Estado busca atrair mais investimentos, gerar mais empregos e renda e criar oportunidades de negócios.

O decreto anunciado tem com objetivo regulamentar a Lei Estadual 13.914, de 2018, e instituir a Política Estadual de Incentivo à Geração e Aproveitamento de Energia Solar Fotovoltaica no Estado. A proposta é criar um programa estadual de incentivo à tecnologia fotovoltaica, com linhas de crédito especiais, disseminação de informações de mercado e celebração de acordos de cooperação, visando pesquisa, incentivos fiscais e financeiros, além da criação de um ambiente ágil, seguro, atraente e competitivo para investimentos na cadeia de valor fotovoltaica.

Democratização      

Segundo o CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia, além de atrair novos investimentos para a região, gerar mais empregos e renda, há também outros a serem considerados como o estímulo ao desenvolvimento de novas oportunidades de negócios.

“O setor está otimista de que o decreto poderá contribuir para democratização da energia solar junta a consumidores residenciais, pequenos negócios, produtores rurais e gestores públicos na Bahia. Assim, a medida deverá ter um papel importante em prol do desenvolvimento econômico, social e ambiental da região. Atualmente, a geração própria de energia solar na Bahia possui 487 megawatts (MW) instalados e já proporcionou mais de R$ 2,6 bilhões em novos investimentos na região, atendendo cerca de 69,4 mil unidades consumidoras no estado”, explicou o CEO, informando ainda que a tecnologia fotovoltaica em telhados e pequenos terrenos gerou mais de 14,6 mil empregos e trouxe uma arrecadação de mais de R$ 640,4 milhões aos cofres públicos”, completa.

O presidente do Conselho de Administração da Absolar, Ronaldo Koloszuk, revelou que “com o compromisso dessa nova política, o estado demonstra novamente seu interesse em democratizar ainda mais o uso de uma fonte de energia limpa e barata pelos consumidores, contribuindo para o aumento da competitividade dos produtos e serviços baianos e alívio no orçamento das famílias, além de ser uma ação alinhada com a agenda ESG”, finalizou.


 Com informações da Secom Governo do Estado da Bahia Foto: Divulgação 

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