Inscrições para o Enem 2019 encerram em 17/05

Encerram no dia 17/05/19 as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019. Dentre as novidades, a indicação, no ato da inscrição, da necessidade de uso de aparelhos que facilitem a participação de surdos, deficientes auditivos e surdocegos. O sistema de inscrição criado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para a 22ª edição do Exame é mais interativo e tem inovação também no formato de chat com orientações diretas sobre todo o processo. A taxa é de R$ 85,00 e o último prazo para pagamento é no dia 23/05.

A interface também é mais amigável e o sistema permite upload opcional de foto do participante. Para auxiliar os interessados, o Inep preparou um passo a passo da inscrição, com descrição de todas as etapas. As inscrições ficam abertas até 23h59 do dia 17/05/19, na Página do Participante, que pode ser acessado pelo endereço https://enem.inep.gov.br/participante/#!/. Deve ser considerado o Horário de Brasília – DF.

Inclusão

O exame traz outras novidades neste ano. Pela primeira vez, inscritos surdos, deficientes auditivos e surdocegos poderão indicar no sistema, durante a inscrição, o uso do aparelho auditivo ou de implante coclear, o que lhes facilitará a participação em condições adequadas. Em relação à segurança, outra inovação fará com que, neste ano, qualquer emissão de som de aparelhos eletrônicos, ainda que desligados e guardados em envelope próprio, leve à eliminação imediata de seu portador, para coibir eventuais tentativas de fraude. A revista prévia em todos os lanches levados no dia de aplicação está garantida e também visa maior segurança. Na aplicação, também é novidade o espaço para rascunho no final do caderno de questões. Ele será pautado para rascunho da redação e sem pauta para os cálculos.

As provas serão aplicadas em 11 mil locais, nos cerca de 1.700 municípios brasileiros. Os interessados em fazer o Enem precisam se inscrever, inclusive quem solicitou a isenção da taxa de inscrição. Para os pagantes, a taxa de inscrição no valor de R$ 85 deve ser paga até 23/05. Até 17/05 o participante poderá atualizar dados de contato, trocar o município de provas, mudar a opção de Língua Estrangeira e alterar atendimento especializado e/ou específico. Após essa data, nenhuma informação pode ser alterada. As provas serão aplicadas em dois domingos, em 3 e 10 de novembro.

Informações aos participantes

O Sistema Enem reúne todas as ações relacionadas ao Enem 2019, desde a solicitação de isenção, justificativa de ausência, inscrição, acesso ao cartão de confirmação da inscrição (com informação do local de prova), até o acesso aos resultados. Outro canal de informações à disposição dos participantes é o Aplicativo do Enem, que tem os dados da inscrição, cronograma e alertas, e por onde também é possível conferir o local de prova quando o cartão de confirmação for divulgado, em outubro. Após o exame, o participante tem acesso ao gabarito e até ao resultado. Além disso, o Sistema Enem traz todo o cronograma, dicas para antes, durante e depois da prova e as perguntas frequentes, que permitem ao participante acompanhar todas as etapas e informações necessárias. Na Página do Enem – Portal do Inep o participante ainda encontra toda a legislação do Exame, as provas e gabaritos de edições anteriores, a matriz de referência, a Cartilha do Participante – Redação no Enem e outros documentos.

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é realizado anualmente pelo Inep, autarquia do Ministério da Educação (MEC). Em 21 edições, já recebeu quase 100 milhões de inscrições. O Enem avalia o desempenho do estudante viabiliza o acesso à Educação Superior – por meio do Sisu, Prouni e Instituições Portuguesas – e a financiamento e apoio estudantil, via Fies. Os dados do Enem também permitem autoavaliação do estudante o desenvolvimento de estudos e indicadores educacionais. O Exame é aplicado em dois domingos e tem quatro provas objetivas, com 180 questões, além de uma redação.


Fonte: Portal G1

UFSB participa de ato em defesa das instituições federais de ensino

No dia 13/05/19, a reitora da UFSB, profª. Joana Angélica Guimarães, e o vice-reitor, prof. Francisco Mesquita, participaram do ato em defesa das UFES e IFES na Assembleia Legislativa do Estado. Reitores e vices reuniram-se na UFBA com a bancada parlamentar baiana, com manifesto apoio às instituições federais de ensino superior.

Além dos deputados, fizeram-se presentes comitivas das universidades e institutos técnicos federais baianos. Na oportunidade, a casa manifestou apoio às instituições federais de ensino frente ao corte de 30% estabelecido pelo MEC. "Não é possível defender um projeto de nação sem defender as universidades públicas", disse a Deputada Olivia Santana (PCdoB), propositora da atividade na Assembleia Legislativa da Bahia.

A manifestações dos Reitores e Reitoras foi unânime contra o corte, prejudicial não apenas para as instituições, mas para a comunidade de forma geral. Para o Reitor da UFBA, Prof. João Salles, "não se trata só de uma questão orçamentária, o momento é um divisor de águas, pois cada um de nós está sendo desafiado em sua biografia a defender a universidade, bem de todos".

Segundo a Profª Joana Guimarães, será forte o impacto na região sul da Bahia, se o corte persistir. "A grande maioria dos nossos estudantes são da região. Eles se deslocam das cidades do entorno para estudar na UFSB. Eles também fazem girar a economia dessas cidades. Defender a universidade é defender também a Bahia", afirmou.

O estado da Bahia conta, atualmente, com seis universidades federais: Universidade Federal da Bahia (UFBA) , Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e  Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), além de dois institutos técnicos federais, o Instituto Federal da Bahia (IFBA) e o Instituto Federal Baiano (IF Baiano). A UFSB é a mais nova instituição de ensino superior federal criada na Bahia, em 2013.


Fonte: Ascom UFSB

Audiência pública busca soluções para crise da UNEB em Eunápolis

A Câmara de Vereadores de Eunápolis vai realizar uma audiência pública, no dia 15/05/19, às 8h30, para discutir problemas relativos à crise financeira das Universidade do Estado da Bahia bem como a inserção do Campus XVIII na comunidade regional e a construção da sede própria do Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias.

A audiência foi convocada pelo presidente da Casa, Jorge Maécio (PP), atendendo ao pedido de docentes e discentes da instituição. O tema da audiência é “O Papel da UNEB em Eunápolis e na Costa do Descobrimento”. Ao final, será elaborada uma Carta de Intenções, resultado dos debates, para ser entregue ao governador do Estado, Rui Costa (PT), e ao presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Nelson Leal (PP).

Participações

Foram convidados ao debate sobre os problemas enfrentados pela instituição, o diretor do Campus XVIII, professor Wilson Araújo, representantes do corpo docente e discente da própria universidade, prefeitos e presidentes de Câmaras dos municípios da Costa do Descobrimento, promotores de justiça, secretários municipais, deputados estaduais, representações sindicais, imprensa e várias associações e instituições da sociedade civil.

Para o diretor do DCHT-Campus XVIII, professor Wilson Araújo, “é preciso destacar o papel importante da universidade no desenvolvimento econômico e intelectual da região, uma vez que além de formar mão de obra especializada para a educação e o turismo da Costa do Descobrimento, grande parte do montante investido nos programas da instituição e dos recursos adicionais dos próprios alunos aquecem o comércio de Eunápolis, através dos contratos de aluguel de imóveis e da compra de vários serviços”.

Documento

Por fim, o presidente Jorge Maécio afirmou que a Câmara de Vereadores de Eunápolis vai entregar ao presidente da Assembleia Legislativa da Bahia e ao governador do Estado um documento assinado por todos os parlamentares e representantes das instituições regionais para reivindicar a construção da sede própria da UNEB na cidade.

“Vamos convocar a própria universidade, a Câmara de Vereadores e a sociedade civil organizada para cobrar do governador do estado, compromisso com a UNEB”, finalizou Maécio.

Instalada há 20 anos na cidade, o DCHT-Campus XVIII funciona de forma precária em antigas instalações do escritório da Veracel S/A, no Bairro Stela Reis, cedido por meio de comodato.


Fonte: Rose Marie Galvão (DRT 219-BA)

UFSB abre inscrição em componentes curriculares em vagas não preenchidas

 

A Pró-Reitoria de Gestão Acadêmica lançou mais um edital para inscrição especial em componentes curriculares (CCs) em vagas não preenchidas. Dessa vez, o certame é para o quadrimestre 2019.2 e visa a oferta de estudos ao público interessado, que receberá, ao final, declaração comprobatória do(s) CC(s) cursado(s), com a respectiva carga horária e nota obtida. Os registros acadêmicos do estudante em Inscrição Especial serão mantidos pela UFSB, inclusive para efeito de aproveitamento curricular em caso de o estudante vir a se tornar discente regular.

O candidato deverá se cadastrar por meio de endereço eletrônico, nos dias 16 e 17/05/19, indicando os CCs de seu interesse, sendo no máximo de oito (08), fazendo a escolha do Campus no qual deseja cursá-los, com atenção aos possíveis conflitos de horários.

As vagas disponíveis serão preenchidas pelos candidatos na seguinte ordem de classificação: professoras/es do Ensino Básico; pessoas vinculadas a instituições parceiras da Universidade; participantes de ações afirmativas e programas de integração social da Universidade; estudantes regulares de Instituições de Ensino Superior; portadores de diploma de curso superior; portadores de diploma de ensino médio ou equivalente

Para mais informações, acesse o Edital Nº11/2019.


Fonte: Ascom UFSB

Audiência pública discute inclusão da temática indígena na rede estadual de ensino

O ensino da história e da cultura indígenas será reforçado no currículo do ensino público baiano. Para a concretização da iniciativa, o Conselho Estadual de Educação da Bahia (CEE/BA) realizou uma audiência pública no dia 07/05/19, com o intuito de colher contribuições para o projeto de Resolução sobre o Ensino da História e da Cultura Indígena nos Currículos da Educação Básica, no Sistema Estadual de Ensino da Bahia.

A proposta discutida no auditório do Instituto Anísio Teixeira (IAT) é desmembrar as Resoluções CEE nº 23/2007 e nº 48/2008 e elaborar uma resolução específica para incluir nos currículos das escolas públicas e privadas o estudo da temática indígena, atendendo à Lei nº 11.645/2008. A secretária de Promoção da Igualdade Racial, Fabya Reis, destacou que a audiência pública ajuda a aprimorar o espaço de construção democrática. “Destaco também esse movimento legítimo hoje dos povos indígenas aqui na capital, reverberando a sua pauta de reivindicação. Nós vamos avançar cada vez mais, governo, sociedade civil e seus povos dialogando em processos democráticos. Essa audiência considera não somente o aspecto cultural, mas repercute em outras dimensões da vida, como por exemplo, a questão dos territórios indígenas, que vem forte nas pautas de reivindicações”.

O professor e cacique Val Tupinambá, de Olivença, da região sul da Bahia, compareceu acompanhado de parentes e conterrâneos. “A nossa proposta é que a ciência indígena faça parte do currículo. Nós, povos indígenas, também estamos nos formando, estamos ocupando espaço nas universidades, estamos fazendo ciência. Então, queremos trazer para a educação a ciência que aprendemos com os mais velhos. Precisamos de materiais didáticos adequados a cada povo da Bahia, incluindo língua, tradição e religiosidade.  Com essa adequação da legislação, a partir dessa audiência pública, a gente espera que a lei que determina a inclusão da temática indígena na grade curricular seja realmente adotada”.

A conselheira e cacique Jesuína Tupinambá diz que, na Bahia, há 22 povos indígenas reconhecidos e outros seis em processo de reconhecimento étnico. “Esta inclusão da história e da cultura indígena na grade curricular da educação é uma bandeira do movimento indígena. É importante que a sociedade baiana tenha conhecimento da imensa diversidade cultural que nós temos no estado, e que está presente também entre os povos indígenas. Com esta iniciativa da audiência pública, nós acreditamos que poderemos contribuir mais, e o governo vai investir em políticas públicas para atender estas demandas, de formação de professores, produção de material didático, e outros elementos”.

A presidente do Conselho Estadual de Educação, Anatércia Contreiras, informou que da audiência sairão as contribuições apresentadas pelos povos indígenas, professores, universitários e outras representações. “Essas contribuições serão apresentadas ao Conselho pleno para uma nova resolução que tenha um resultado mais efetivo nas escolas. Atualmente os temas indígenas são tratados apenas de forma residual, em datas específicas, como o 19 de Abril, sem o tratamento adequado e sem considerar a importância do índio para a formação da sociedade brasileira. O que se busca é o reconhecimento da importância do índio para a formação da sociedade brasileira”.  

Educação Escolar Indígena

Na Rede Estadual de Ensino existem 27 unidades escolares indígenas e 48 anexos, segundo dados da coordenação da Educação Escolar Indígena da Secretaria da Educação. A resolução CEE/BA Nº 23/2007 estabelece normas complementares para a inclusão no Sistema Estadual de Ensino, das disposições da Lei nº 10.639, de 9/1/2003, que altera a Lei nº 9.394, de 20/12/1996, e dá outras providências. A resolução CEE/BA Nº 48/2008 complementa a Resolução CEE nº 23, de 12 de março de 2007, para atendimento à Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008, que determina a inclusão das temáticas indígena e africana na grade curricular do ensino básico.


Fonte: Ascom GOVBA  - Fotos: Elói Corrêa

 

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