Esquilo é resgatado na Orla Norte de Porto Seguro

 

No dia 13/11/19, uma bióloga entregou à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema) um esquilo da Mata Atlântica. O animal foi encontrado próximo a uma barraca de praia na Orla Norte, onde estava sendo capturado por um gato. De acordo com a informação, a bióloga conseguiu resgatá-lo, solicitando o apoio da Sema. O esquilo já foi encaminhado para o Cetas, onde deverá receber os devidos cuidados antes de retornar ao seu habitat.

De acordo com o Departamento de Fiscalização Ambiental da secretaria, além de esquilo, o animal possui nomes curiosos como acutipuru, caitité, caticoco, caxinganga, caxixe, caxinguelê, caxinxa, caxinxe, coxicoco, cutia-de-pau, serelepe, papa-coco, quatiaipé, quatimirim e quatipuru. Em caso de ameaça, o primeiro instinto dele é permanecer imóvel. "Quando a situação parece mais segura, o esquilo corre para a parte mais alta de uma árvore em busca de abrigo", explica o chefe da Fiscalização, Macxuel Capeche.

De hábitos diurnos e muito ativos, passam seu tempo nos troncos e galhos de árvores. Para saber quando estão por perto, basta prestar atenção ao ruído que fazem ao comer seus alimentos preferidos, coquinhos e sementes.

"Lembramos que de acordo com a Lei Federal 9605/98 Art. 29, matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida prevê a pena de detenção de seis meses a um ano, e multa", salienta o fiscal.


Fonte: Ascom PMPS

Parque de Abrolhos é reaberto para visitação

 

Unidade de conservação reabriu dia 08/11/19, depois dos esforços de limpeza



O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) reabriu, dia 08/11/19, o Parque Nacional Marinho de Abrolhos, na Bahia, depois de suspender a visitação desde o dia 03/11. Segundo o chefe do Parque de Abrolhos, Fernando Repinaldo Filho, não foi encontrado fragmento de óleo em Abrolhos. Ele ainda disse que os vestígios de óleo identificados no sábado, 02/11, não produziram impacto negativo direto à fauna e à flora do Parque de Abrolhos.

Até o momento, mais de 3.800 militares da Marinha do Brasil (MB), 30 navios, sendo 26 da MB e 4 da Petrobras, 20 aeronaves, sendo 9 da MB, 6 da Força Aérea Brasileira (FAB), 3 do Ibama e 2 da Petrobras, além de 5.000 militares e 140 viaturas do Exército Brasileiro (EB), 140 servidores do Ibama, 80 do ICMBio e 440 funcionários da Petrobras atuam nessa grande operação. De acordo com o levantamento feito pelo Ibama, foram contabilizadas, aproximadamente, 4.300 toneladas de resíduos de óleo retirados das praias nordestinas, até o dia de hoje. A contagem desse material, não inclui somente óleo, mas também é composta por areia, lonas, EPI e outros materiais utilizados para a coleta. O descarte é feito pelas Secretarias de Meio Ambiente dos Estados.

O ICMBio informa que, caso a população aviste óleo nas praias, deverá discar 185 e informar.


Fonte: ICMBio - Foto: Enrico Marcovaldi

Fiscais de Meio Ambiente resgatam animais silvestres

 

No dia 29/10/19, a equipe de Fiscalização Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Porto Seguro resgatou quatro animais silvestres. Três deles são jabutis, entregues de forma espontânea. O quarto, um luís-cacheiro, foi resgatado na estrada que liga o bairro Frei Calixto à Orla Norte da cidade.

De acordo com os fiscais, populares paravam os carros para não atropelar o animal. E a equipe de fiscalização, que passava no momento, resgatou e encaminhou o bicho para o Cetas, Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama.

A equipe de fiscalização da Sema atua na prevenção e combate a crimes ambientais como o comércio de animais silvestres, desmatamentos, queimadas, poluição de mananciais, pesca predatória, dentre outros. Denúncias podem ser feitas através do plantão do disk denúncia pelo telefone (73) 99158-1735 ou 3012-8554.


Fonte: Ascom PMPF

Devido às ações de remoção do óleo, ICMBio suspende visita em Abrolhos

 

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) determinou, no dia 03/11/19, a suspensão da visitação por três dias no Parque Nacional dos Abrolhos, depois que foram identificadas pequenas manchas de óleo na unidade de conservação neste sábado, 02/11. A medida se dá para não atrapalhar as atividades de prevenção, controle e remoção do óleo e minimizar possíveis danos à saúde dos visitantes, ressaltou o presidente do ICMBio, Homero Cerqueira.

As manchas foram localizadas na praia norte da Ilha de Santa Bárbara, uma das cinco que forma o Arquipélago dos Abrolhos, na Bahia. O Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), formado pela Marinha do Brasil, Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), informou a remoção dos pequenos fragmentos de óleo, que foi feita por equipes e navios da Marinha, juntamente com o ICMBio. No domingo (3), não foram identificadas novas manchas de óleo. Os navios de patrulhamento da Marinha estão monitorando as praias do Arquipélago dos Abrolhos.

GAA – Grupo de Acompanhamento e Avaliação

De acordo com o levantamento feito pelo IBAMA, foram contabilizadas, aproximadamente, 4.000 toneladas de resíduos de óleo retirados das praias nordestinas até domingo. O descarte desse material é feito pelas Secretarias de Meio Ambiente dos Estados. Foram empregados 15 navios, 7 aeronaves, 3 drones, 70 viaturas e mais de 2.350 militares e 170 servidores do IBAMA, ICMBio e ANP no monitoramento e limpeza das praias nordestinas. Até o momento, mais de 3.370 militares da MB, 27 navios, sendo 23 da MB e 4 da Petrobras, 14 aeronaves, sendo 3 da MB, 6 da Força Aérea Brasileira (FAB), 3 do IBAMA e 2 da Petrobras, além de 5.000 militares e 140 viaturas do Exército Brasileiro (EB), 140 servidores do IBAMA, 40 do ICMBio e 440 funcionários da Petrobras atuam nessa grande operação.


Fonte: Ascom ICMBio - Foto: Marinha do Brasil

AGU comprova adoção de medidas para enfrentar vazamento de óleo no litoral

A Advocacia-Geral da União (AGU) demonstrou na Justiça Federal de Sergipe que a União adotou as providências cabíveis para enfrentar o vazamento de óleo nas praias do Nordeste. A decisão reconheceu que a União já havia acionado e colocado em andamento o Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas (PNC), conforme é necessário neste tipo de acidente ecológico.

A atuação ocorreu no âmbito de ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF) para questionar as medidas adotadas pelo governo federal para enfrentar o vazamento. Nela, o MPF pedia que a União implementasse em 24 horas o plano.

No entanto, a AGU comprovou que o PNC já está em andamento e que mesmo antes do acionamento do plano, durante os primeiros sinais do acidente ambiental, os órgãos e entidades públicas federais já estavam adotando uma série de providências. Entre elas, o monitoramento diário das manchas de óleo, a coordenação dos trabalhos de limpeza, o recolhimento de amostras de óleo e resíduos das praias atingidas, análise do óleo e análises do tráfego marítimo.

A Justiça intimou o MPF a especificar, no prazo de 15 dias, quais outras medidas poderiam ser tomadas para enfrentamento do vazamento de óleo, além das que já foram especificadas e implementadas pela União.


Fonte: Ascom AGU

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