Começa a campanha de vacinação contra o sarampo em Porto Seguro

Teve início, no dia 07/10/19, a campanha de vacinação contra o sarampo, em Porto Seguro. Está sendo realizada em todas as unidades de saúde e tem previsão de ocorrer em duas etapas, com a finalidade de imunizar dois públicos distintos. A primeira etapa vai até dia 25/10/19 e tem como público-alvo crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade. A segunda etapa está prevista para o período de 18 a 30/11, e será direcionada a adultos na faixa-etária de 20 a 29 anos.

O dia D de vacinação para as crianças está marcado para 19/10, das 08h às 16h. A vacina está disponível nas 30 Unidades Básicas de Saúde. Pais ou responsáveis pelas crianças devem levar os pequenos ao posto mais próximo de casa para imunizá-los. Pessoas acima de 50 anos que estejam em dúvida sobre a imunização também devem procurar os postos para orientação e se necessário, se vacinar.

Segunda Fase

A segunda etapa da campanha (18 a 30/11), tem como público-alvo adultos na faixa-etária de 20 a 29 anos, que não estão com a caderneta de vacinação em dia, sendo o Dia D marcado para 30/11.

Estimativa

De acordo com a Secretaria de Saúde do município, a meta é vacinar 95% das crianças na faixa prioritária e adultos. Para isso, estão sendo formadas equipes multidisciplinares nas salas de vacinação que abrangem todas as unidades de saúde. Ao todo, 14.456 crianças e 25.853 adultos pertencentes aos públicos alvos devem ser vacinados.

Segundo a coordenadora de imunização Samarina Botelho, apesar dos esforços empreendidos nos últimos anos, casos de sarampo têm sido reportados em várias partes do mundo e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), muitos países permanecem endêmicos para o sarampo, principalmente aqueles com baixa cobertura vacinal e bolsões de não vacinados. “Os pais e responsáveis são os principais aliados no processo de manutenção da eliminação dessas doenças, por isso recomendamos a participação deles neste empenho coletivo ao levar as crianças nas unidades de saúde, com a caderneta de vacinação para registro da imunização".

Fonte: Ascom Secretaria de Saúde/PMPS

Hospital Luís Eduardo forma equipe de brigadistas

Colaboradores do Hospital Regional Deputado Luís Eduardo Magalhães, administrado pelo IGH, em Porto Seguro participaram recentemente do curso de Brigada de Incêndio. O curso foi ministrado por bombeiros do 6°GBM, e teve o objetivo de preparar os colaboradores da unidade hospitalar para a prevenção e o combate inicial de incêndios.

Os participantes do curso receberam treinamento envolvendo técnicas de evacuação das áreas, de primeiros socorros e controle emocional, no intuito de capacitá-los para colocarem em prática ações que devem ser tomadas em casos de ocorrência no hospital.

 

Segundo o tenente Santana, do Corpo de Bombeiros, a brigada de incêndio é imprescindível dentro de um hospital, para preservar as vidas e os bens da instituição. "É ela quem age diante de situações como as de princípio de incêndio, na prestação de socorro em caso de desmaios ou outras ocorrências que necessitem de primeiros socorros, coordena a evacuação da edificação em casos de acidentes e também é responsável por ações preventivas, como checagem dos extintores, das saídas de emergência e afins. Nosso foco é sempre a prevenção, mas caso haja necessidade, agora a brigada IGH está apta para agir”, disse

Ao todo, 60 colaboradores receberam treinamentos práticos e teóricos, passando a formar a brigada de Incêndio IGH. "Esta ação se constitui em um grande passo no que tange tanto as questões normativas, quanto principalmente a segurança dos usuários do hospital. São quase 600 circulantes diariamente transitando ou sob nossos cuidados e a partir de agora, teremos Brigadistas aptos a atuarem de forma precisa em caso de necessidades de contingências, prevenção e combate a incêndio”, afirmou Thaís Fraga, diretora do hospital.

 


Fonte: Ascom HRDLEM

Conscientização da esclerose múltipla ressalta a importância do diagnóstico

Data foi estabelecida por meio da Lei nº 11.303, de 11 de maio de 2006, para dar visibilidade à doença neurológica

que afeta 40 mil pessoas no Brasil e 2,5 milhões em todo o planeta

 

No primeiro semestre de 2016, o estudante de fisioterapia Manoel Feitosa Neto, então com 21 anos, começou apresentar problemas de visão depois de uma cirurgia no maxilar. Após alguns exames, foi diagnosticado com esclerose múltipla no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE), filiado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). “Após o início do tratamento, passei a levar uma vida normal”, enfatiza.

A esclerose múltipla é uma doença neurológica inflamatória crônica. Desde 2006, comemora-se o Agosto Laranja, por conta do Dia Nacional de Conscientização da Esclerose Múltipla, no penúltimo dia do mês. Segundo o chefe do Serviço de Neurologia do HC-UFPE, Márcio Andrade, “esta é uma doença complexa e de diagnóstico difícil. Oferecer um tratamento e acompanhamento especializado para os pacientes com essa doença é, com certeza, muito importante”.

No tratamento, há os medicamentos imunossupressores, que reduzem a eficiência do sistema imunológico, impedindo o ataque ao sistema nervoso. Há ainda os imunomoduladores, como o tomado por Manoel Neto. Ele recebeu treinamento da equipe do HC-UFPE e aplica em si próprio, semanalmente, o medicamento distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Tomo o medicamento e a cada cinco meses vou ao HC para acompanhamento. Fiquei internado cinco dias no HC e minha vista direita está estabilizada, reduzida em apenas 30%”, completa.

É importante também tratar dos sintomas, como os urinários e a fadiga. A neurorreabilitação, por exemplo, colabora na adaptação e recuperação e na prevenção ao longo do tempo de deformidades físicas. Entre as terapias de neurorreabilitação, estão: psicologia, neuropsicologia, fisioterapia, arteterapia, fonoaudiologia, fisioterapia, neurovisão e terapia ocupacional. “Por orientação médica, comecei a praticar atletismo, minha vida hoje é melhor do que antes da doença”, afirma Manoel.

O Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG), outra unidade filiada à Ebserh, possui um serviço especializado na área. O Centro de Investigação em Esclerose Múltipla (Ciem) atende a cerca de 45 pessoas por semana. De acordo com o coordenador do Ciem, Marco Aurélio Lana, o Centro tornou-se referência internacional devido à “abordagem multidisciplinar e ao emprego das mais avançadas estratégias terapêuticas, além de sua estrutura de funcionamento, integrando profissionais da saúde de diversas áreas, seus protocolos de tratamento e suas pesquisas científicas”.

Saiba mais

De causa desconhecida, a esclerose múltipla não tem cura. Os pacientes podem apresentar sintomas como fadiga intensa, depressão, fraqueza muscular, alteração do equilíbrio da coordenação motora, dores articulares e disfunção intestinal e da bexiga.

Há cerca de 35 mil portadores da doença no país, segundo a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem). A maior quantidade de casos se dá no Hemisfério Norte e em países escandinavos. A doença pode provocar lesões cerebrais e medulares, e acometem “predominante mulheres, pessoas brancas, de 20 a 40 anos e que vivem em regiões frias, distantes da Linha do Equador”, esclarece Rosana Scola, chefe do Serviço de Doenças Neuromusculares e Desmielinizantes da Unidade de Neurologia e Psiquiatria do Complexo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (CHC-UFPR), também filiado à Ebserh.

A forma mais comum da doença é a Esclerose Múltipla Remitente Recorrente (EMRR), cuja evolução se dá em surtos nos quais os sintomas ocorrem subitamente, deixando sequelas ou não. Essa forma é diferente do que ocorre na Esclerose Múltipla Primária Progressiva (EMPP), que evolui sem surtos, mas com sintomas progressivos acumulados. Já a Esclerose Múltipla Secundaria Progressiva (EMRR) evolui com sintomas lentos e progressivos.

“Os pacientes com surtos são atendidos inicialmente pelo atendimento de emergência e posteriormente na especialidade, para dar continuidade as orientações. Atendemos também as intercorrências de pacientes, como os surtos na forma remitente recorrente”, relata Rosana Scola. O CHC-UFPR é referência no tratamento da doença no estado, por onde passam cerca de 20 pessoas por semana.

Percebendo os sintomas, deve-se procurar um médico neurologista, para se buscar um diagnóstico já que há uma série de doenças inflamatórias e infecciosas com alguns sintomas semelhantes. “O diagnóstico é realizado por meio de um exame neurológico detalhado realizado por um especialista e auxiliado com exames de Imagem e do líquido cefalorraquidiano”, ressalta Franciluz Bispo, neurologista do Hospital Universitário da Universidade Federal do Piauí (HU-UFPI), unidade da Rede Ebserh que também é referência no estado em Neurologia, atendendo portadores de esclerose múltipla do meio-norte do Brasil.


Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social da Ebserh

Vacinar é o único meio de evitar o sarampo

 

A única maneira de evitar o sarampo é por meio da vacina. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta a vacina tríplice viral, que é segura e protege contra todos os genótipos do sarampo circulantes no mundo. Todos as vacinas e soros disponíveis nas unidades públicas de saúde passam por rigoroso controle da qualidade até chegar às mais de 36 mil salas de vacinação do país e à população. A certificação da vacina é de responsabilidade do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), unidade técnico-científica da Fundação Oswaldo Cruz.

A proteção conferida pela vacina é validada pela realização de ensaios clínicos que demonstram que a vacina é capaz de imunizar contra as doenças na população avaliada. A Anvisa participa desse processo e é responsável pela aprovação e liberação do produto para utilização no país.

Para a eficácia da vacina, a pessoas precisam tomar todas as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação: duas doses a partir de 12 meses a 29 anos de idade; e uma dose para a população de 30 a 49 anos de idade. Atualmente há ainda a recomendação do Ministério da Saúde de aplicar uma dose extra, a chamada ‘dose zero’ em crianças de seis meses a 11 meses e 29 dias. Esse público está mais suscetível a casos graves e óbitos. A cobertura de proteção das crianças vacinadas é de cerca de 93% para a primeira dose e de 97% para a segunda dose.

As vacinas contendo o componente sarampo, em geral, provoca pouca reação. Os eventos adversos mais observados são febre, dor e rubor no local da administração e exantema. As reações de hipersensibilidade são raras. Entretanto, os benefícios da imunização são muito maiores que os riscos dessas reações temporárias. Além de avaliadas e aprovadas por institutos reguladores muito rígidos e independentes, o acompanhamento de eventos adversos continua acontecendo depois que a vacina é licenciada, o que permite a continuidade de monitoramento da segurança do produto.

Pessoas alérgicas

Pessoas com alergia à proteína do leite de vaca (lactolabumina) e crianças menores de 9 meses devem ser vacinadas com a tríplice viral dos laboratórios Fiocruz/Bio-Manguinhos ou Merck Sharp Dohme (MSD).

Pessoas com história de reação anafilática a doses anteriores devem ser vacinadas em ambiente adequado para tratar manifestações alérgicas graves (atendimento de urgência e emergência)


Fonte: Agência Saúde

Agosto Dourado estimula o aleitamento materno

Agosto é o mês mundial do Aleitamento Materno e, com a finalidade de intensificar a  relevância desse assunto para a sociedade, a Secretaria de Saúde de Porto Seguro, por meio do Programa Saúde da Criança, desenvolverá de 01 a 31/08, em todas as unidades de saúde da família, ações educativas enfatizando os benefícios da amamentação, que esse ano aborda o tema "Empoderar as famílias favorecem as mulheres que amamentam".

O secretário de saúde, Kerrys Ruas, ressalta a realização das ações de atenção integral à gestante e ao recém-nascido na rede de Atenção Básica, em todas as unidades de saúde da família, como parte estratégica do cuidado assistencial do SUS.  "O Agosto Dourado é um dos mecanismos de incentivo promovidos pelas equipes de saúde, que visa fortalecer o aleitamento materno, principalmente por mobilizar as mães a ofereceram aos seus filhos o alimento mais essencial, prevenindo doenças, além de representar o envolvimento singular entre mãe e filho, fortalecendo o vínculo emocional", garante.

Benefícios essenciais

Considerada estratégia de maior impacto capaz de salvar a vida das crianças menores  de 5 anos em todo o mundo, além de reduzir a mortalidade por causas evitáveis, a amamentação também reduz casos de desnutrição, diarreia, infecções respiratórias, hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade. Com orientação preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é reforçada a importância do leite materno para o desenvolvimento das crianças até dois anos e exclusivo até os seis meses de vida.

Para a diretora do programa saúde da criança, Tatiane de Oliveira Fonseca Cangussú, a proposta do novo tema é encorajar a participação inclusiva de toda a família no decorrer do período gestacional, parto e pós parto, a fim de  evidenciar os múltiplos benefícios obtidos da amamentação, tanto para a criança, quanto para o fortalecimento do vínculo familiar.

Temas discutidos

Diversos assuntos serão intensificados pelas equipes de saúde, durante o Agosto Dourado, sendo destacada a necessidade da amamentação as crianças na primeira infância; estimular gestantes, família e sociedade sobre o reforço do aleitamento no intuito de proteger, viabilizar e apoiar a nutrição nos 6 primeiros meses de vida do bebê; orientações sobre as técnicas corretas de amamentação, desconstruindo mitos e tabus.

 


Texto: Secretaria Municipal de Saúde - Ascom PMPS

© 2019 - Jornal do Sol - Informação com Credibilidade