La Torre Resort revisa Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

O La Torre Resort de Porto Seguro começou o processo de revisão de seu Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. “Nesta revisão estaremos, inclusive, estudando novas alternativas de destinação de resíduos diversos como papel, papelão, eletrônicos, pilhas, baterias e outros resíduos perigosos”, informou a coordenadora do processo Roberta Casseb, auditora interna de A&B do La Torre que está atuando em parceria com o Consultor Ambiental da Ambiental Bahia, Luiz Antônio Ramalho Caldeira.

O primeiro objetivo da revisão é o levantamento de dados sobre quantidades e tipo de resíduos gerados pelos diferentes setores do resort. O gerenciamento de resíduos sólidos tem a finalidade de minimizar os impactos causados pelo lixo. No Brasil a PNRS-Política Nacional de Resíduos Sólidos exige que estabelecimentos elaborem um PGRS que é obrigatório nos processos de licenciamento ambiental e para a emissão de alvará de funcionamento.

O programa demonstra a capacidade técnica de dar uma destinação final, preservando o meio ambiente, de resíduos sólidos. Manejo, acondicionamento, tratamento e destinação final são indicados no documento. No caso de um hotel, o gerenciamento deve levar em consideração o impacto de seus resíduos na região de funcionamento.

Além dos hotéis, outros empreendimentos são obrigados por lei a elaborar seus PGRS, de acordo com a lei federal 12.305/2010, dentre eles os que produzem resíduos sólidos nos setores da saúde, portos, agricultura, construção civil, indústria e saneamento básico. De acordo com os técnicos o correto gerenciamento dos resíduos sólido permite aumentar os lucros. “O custo do cuidado é sempre menor que o custo do reparo”, ressaltou Luiz Antônio Ramalho da Ambiental Bahia.


Fonte: Mídia Mutá

 

 

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