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0 # Eleições francesas
17-10-2017 14:56

“A eleição do europeísta Macron, filho real do sistema bancário e das forças da globalização, para a presidência francesa impediu, por um lado, a ativação automática dos procedimentos de decomposição de uma União Europeia que está sob o controle alemão e criou, por outro lado, uma ilusão incrível nos círculos burocráticos de Bruxelas em relação às perspectivas de sua longevidade.
No entanto, uma leitura completa dos resultados das eleições presidenciais francesas não deixa dúvidas. Um segmento importante – precisamente, os 34% - do povo francês, que foi afetado muito menos do que outros povos da zona do euro e da União Europeia pelas políticas neoliberais extremas de austeridade selvagem, expressou a sua aversão à construção europeia burocrática antidemocrática nesta segunda rodada.
E de fato, isso aconteceu através de uma estrutura política de extrema direita com um passado racista estigmatizado que durante anos estava à margem do sistema político francês. Se Mélenchon anti-europeu de esquerda, que não provoca qualquer medo para os franceses, conseguiu passar para a segunda rodada, a eleição de Macron não teriam certeza de que 50% do eleitorado francês votou com eurocepticismo na primeira rodada das eleições.
Em qualquer caso, a União Europeia agora parece uma pessoa que sofre de uma doença incurável, cujos médicos lhe dão mais cinco anos para viver, e porque a UE não pode, de qualquer caso, existir sem a França. É certo, porém, que as políticas anti-populares neoliberais que Macron implementará e que serão ditadas por Bruxelas, basicamente por Berlim, desvalorizarão os direitos sociais e trabalhistas do povo francês e provocarão sua raiva justificada.
Consequentemente, nas eleições presidenciais francesas de 2022, e se a bomba da economia italiana ainda não explodiu - o que é bastante improvável - as forças políticas para explodir a União Europeia, que nunca adquirem um rosto democrático e social, certamente Inverterá o resultado atual das eleições e ganhará por uma grande maioria.
Os alemães, é claro, agora têm todo o direito de desfrutar e celebrar a eleição de Macron que preservarão, mesmo temporariamente , a zona do euro e a União Europeia, de onde ganharam mais, enquanto a maioria dos outros está perdendo. Especificamente , o superávit comercial alemão, que é um fenômeno estrutural e não apenas uma coincidência, certamente se deve à grande competitividade da economia alemã, mas também é escandalosament e reforçado pelo mecanismo de funcionamento do euro, uma vez que a moeda comum não permite a países do déficit da zona do euro para desvalorizar sua moeda, fato que os condena a um círculo vicioso de baixa competitividade e déficits persistentes.
Desde a adoção da moeda do euro, o superávit comercial da Alemanha seguiu uma tendência ascendente frenética. Assim, em 2016, atingiu um nível historicamente alto de 252,9 bilhões de euros, de acordo com as informações oficiais do escritório de estatísticas alemão, quando o superávit comercial de toda a zona do euro no mesmo ano ascendeu a apenas 273,9 bilhões de euros. Isto significa que a Alemanha produz 92,33% do superávit comercial total na zona do euro!
Durante o mesmo período da moeda do euro, e com exceção de alguns anos, o déficit comercial da França registrou tendências geralmente mais crescentes. Assim, em 2016, de acordo com um anúncio de alfândega francês, situou-se em 48,1 bilhões de euros, e a participação de mercado da França na Zona Euro foi significativame nte reduzida - caiu de 17% em 2000 para 13,6% em 2015 e para 13,4% em 2016 - enquanto o déficit comercial no ano anterior (2015) totalizou 45,0 bilhões de euros.
Ao mesmo tempo, a economia francesa enfrenta outros sérios problemas. Como consequência, a dívida pública está em constante expansão e agora representa cerca de 100% do Produto Nacional Bruto. O desemprego, que afeta particularmente os jovens com idade inferior a 25 anos - quase um em cada quatro está desempregado - ficou em 10% da força de trabalho no final de 2016, reafirmando os esforços fracassados do presidente Hollande para reduzi-lo. Ao mesmo tempo, a Alemanha goza de taxas de emprego muito elevadas, uma vez que o desemprego é historicamente baixo, uma vez que não excede 3,9% da força de trabalho.
Há 15 anos, a França e a Alemanha tinham um padrão de vida semelhante. Mas, atualmente, os alemães são um quinto mais ricos, embora ambas as economias tenham recebido a moeda do euro em 2002, com o desemprego em torno de 8% da força de trabalho.
Como consequência, mesmo que a Macron fosse surpreender a todos - o que, é claro, não vai acontecer - e decidiu, com base no peso específico que a França tem como o segundo poder econômico da zona do euro, pressionar fortemente por uma mudança de atitude tanto da União Europeia como da própria Zona Euro, o que melhoraria claramente a economia francesa e, além disso, beneficiaria as economias instáveis dos outros países do Sul Europeu, isso entraria em colapso em um muro enorme e poderoso, a posição rígida e estável da Alemanha. E isso acontece porque os alemães - quem está ao volante do seu país - nunca aceitarão o relaxamento da austeridade e as regras "sagradas" da disciplina orçamentária. Os alemães têm sido mais do que óbvios que desejam usar a Zona Euro para seu benefício e em detrimento de todos os outros, e eles nunca poderão retornar voluntariamente à sua moeda nacional, o Marco, porque isso levaria ao colapso de suas exportações. Os alemães querem ganhar mais e mais, preservando a zona do euro como é durante um longo período de tempo, e eles realmente não se importam se os outros estão perdendo ou mesmo estão sendo destruídos, como é o caso dos gregos.
Portanto, nesta União Europeia, que é dominada e governada pela Alemanha, a noção de solidariedade e ajuda mútua não só não existe, mas foi jogada como lixo na lixeira. Por isso, está sendo provado além de qualquer dúvida de que a realidade não é um ensaio pesado, já que tais ideias foram registradas nos tratados fundadores da então CEE (Comunidade Econômica Europeia), mas sim é cruel e inexorável. Assim, a união de economias poderosas e impotentes e seu apertado abraço através da moeda do euro já provou ser um erro criminal.
Em conclusão, as eleições presidenciais francesas não agitarão os burocratas ricamente pagos em Bruxelas nem os líderes políticos em Berlim que, entregues à sua felicidade e presunção, continuarão a impor aos países da União Europeia políticas extremistas neoliberais de austeridade selvagem que coloca os povos é pobreza e miséria.”

Isidoros Karderinis ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Não à ditadura
11-10-2017 18:10

“Inaceitável que, após tantos anos de luta e vidas sacrificadas para o estabelecimento da democracia, tenhamos que suportar uma minoria desqualificada e inconsequente sugerindo a substituição da atual forma de governo por uma ditadura civil-militar. Tais pessoas desconhecem que existia corrupção generalizada nos governos civis-militares , mas ninguém ousava denunciar ou apurar os fatos, enquanto o milagre econômico foi sustentado por empréstimos estrangeiros e a conivência dos EUA que utilizaram o Brasil como vitrine de um falso sucesso do capitalismo na América Latina. É compreensível o descrédito em nossa democracia representativa com tantos casos de corrupção, mas esse quadro pode ser revertido através de escolhas conscientes por meio do voto e participação ativa ao cobrar os eleitos. Convém lembrar que as antigas ditaduras contaram com apoio irrestrito dos EUA para a instalação e legitimação, diferente da atual conjuntura que necessita de governos democráticos como parceiros ativos no livre comércio e na promoção da paz e dos direitos humanos.”

Daniel Marques ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Carta Aberta à UFSB
04-10-2017 15:14

"Dirijo-me não apenas a estudantes, servidores técnico-adminis trativos e docentes, mas incluo na comunidade da UFSB membros da sociedade, representantes de movimentos sociais, familiares de alunos/as, lideranças políticas, apoiadores e parceiros de nossa instituição. Hoje comuniquei ao Consuni minha exoneração do cargo de Reitor pro-tempore desta Universidade. Escrevo esta carta aberta com o objetivo de explicar as circunstâncias deste ato. Antes farei breve súmula dos antecedentes. Assumi a Reitoria da UFSB em 2013. Convidei colaboradores do tempo em que fui Reitor da UFBA para compor a primeira equipe de gestão. Em conjunto, concebemos seu projeto político-instit ucional, elaboramos a Carta de Fundação e o Plano Orientador, realizamos prospecção do território, discutimos o modelo proposto com a comunidade regional, recrutamos os primeiros grupos de docentes redistribuídos e conduzimos os primeiros concursos de servidores docentes e técnico-adminis trativos.
Reiterando o estilo de gestão com que conduzi o reitorado na UFBA, concentrei-me em aspectos conceituais, políticos e pedagógicos, delegando a outros dirigentes a dimensão administrativa, particularmente o gerenciamento do cotidiano e a gestão de pessoas. Em quatro anos, apesar do contexto adverso, implantamos um modelo de universidade inovador em muitos aspectos: ampla cobertura territorial mediante a criação de uma rede de colégios universitários, regime letivo quadrimestral multiturno, modelo curricular flexível, em ciclos de formação, fortemente integrado à educação básica, com base em pedagogias ativas mediadas por tecnologias digitais. Além disso, o modelo de integração social que praticamos buscou promover ampla inclusão étnico-social, respeito à diversidade de saberes e engajamento da sociedade na governança institucional, com representação política efetiva nos órgãos consultivos e deliberativos da Universidade...
...Ações de evidente sabotagem, inclusive de dentro da equipe de gestão, criaram obstáculos à nossa agenda de integração social. Esse movimento conseguiu, por exemplo, cancelar o Congresso Geral da UFSB previsto para o ano passado (inviabilizando o II Fórum Social neste ano), além de boicotar tanto inovações curriculares de maior potencial inclusivo e quanto a articulação com a educação básica. Concluída a eleição dos decanos das unidades universitárias, tomei a iniciativa de recuperar a pauta deliberativa que estava bloqueada, solucionando mais de dois terços das pendências identificadas. Nesse momento, membros da equipe gestora revelaram seu distanciamento da orientação político-instit ucional do projeto. Alguns desses movimentos revelaram oportunismo, ameaçando desestabilizar a gestão da universidade, comprometendo a própria viabilidade institucional do projeto da UFSB...
...Notem que o suposto básico dessa proposta é o cancelamento de entradas no BI-Saúde, por seis anos seguidos, já no próximo processo seletivo. De fato, a proposta atrasa e reduz a oferta de vagas no segundo ciclo para as turmas seguintes à de 2014, prejudicando particularmente as coortes de estudantes que entraram no BI-Saúde entre 2015 e 2017. Em 2018, após a entrada dos 57 estudantes não classificados do ano anterior, restarão apenas 23 vagas para a turma concluinte de 2016. Mantendo-se o patamar de oferta de 80 vagas, observe-se, em vermelho, o déficit anual provocado pelo escalonamento da entrada nos anos seguintes daqueles que não se classificaram no processo seletivo do respectivo ano de conclusão do primeiro ciclo. O déficit cresce proporcionalmen te, favorecendo os poucos que entraram primeiro e prejudicando aqueles que se agregariam posteriormente. No caso em pauta, com o aumento da turma de entrada no BI, já em 2019 anular-se-ia a entrada para a turma de 2015.2, com um déficit de quase 100 vagas...
...Que efeitos pedagógicos lances de oportunismo, ambição e desonestidade terão sobre nosso alunado e sobre a sociedade, nesta instituição? Desmontar um projeto contra-hegemôni co de universidade crítica, popular, transformadora? Desconstruir uma proposta porque incomoda profundamente os que querem o mínimo legal, aqueles que pretendem ficar na zona de conforto para fazer um pouco mais do mesmo? 4 Ao apresentar o projeto da UFSB, nos mais diversos foros e audiências nacionais e internacionais, com frequência me perguntavam sobre a viabilidade política de um projeto como o nosso, já que propostas semelhantes foram duramente reprimidas em duas oportunidades na história brasileira. Também me questionavam como seria possível construir o novo com pessoas formadas nas velhas práticas, com matrizes mentais antigas. Creio que as respostas que dei foram equivocadas. Frente à primeira questão, dizia: não é mais o mesmo momento, os projetos anisianos enfrentaram ditaduras; hoje o Brasil é diferente, somos uma democracia que se consolida a cada dia...
...Não explicito os problemas internos da instituição, mas deixo claro o caráter unilateral dessa decisão, pois não se trata de cargo colocado à disposição da autoridade que me nomeou. Essa carta foi objeto de discussão com a equipe de gestão mais próxima, quando firmamos um pacto pela governabilidade a fim de que essa exoneração não traga prejuízos à instituição. Gostaria de finalizar declarando que tomo essa decisão sem ressentimentos, sem rancor, com o desejo firme de que nossa jovem instituição cresça e consiga ser tudo o que para ela sonhamos. Continuo UFSB, nesse tempo de carreira que tenho, para consolidar alguns projetos em andamento, colaborando com o que puder para engrandecer nossa instituição. Agradeço a todas e todos os que têm ajudado a construir o que fizemos de melhor. Despeço-me com saudações universitárias anisianas, esperançosas.
Itabuna, Porto Seguro, Teixeira de Freitas, 29 de setembro de 2017
Naomar de Almeida Filho Professor Titular Universidade Federal do Sul da Bahia."

Naomar de Almeida Filh ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Reforma trabalhista
02-10-2017 14:49

“A reforma trabalhista que se materializa por meio da promulgação da Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017, a vigorar a partir de 11/11/2017, tem sido alvo de inúmeras críticas, sob a perspectiva de vilipêndio a direitos supostamente adquiridos pelos trabalhadores. As vozes mais altivas contra a reforma trabalhista, com tal discurso, buscam atrair para o Direito do Trabalho um princípio que a doutrina e a jurisprudência não reconhecem e que se volta ao Direito Ambiental, qual seja, o princípio do não retrocesso. Os princípios consagrados do Direito do Trabalho são: a aplicação da norma mais favorável, o in dubio pro operario, a proteção ao hipossuficiente e a primazia da realidade.
A meu juízo, a reforma trabalhista não fere nenhum desses princípios. Muito pelo contrário, em algumas normas se verifica inclusive o enaltecimento expresso, como, por exemplo, a previsão do parágrafo único do artigo 10-A, da CLT. Segundo o novo dispositivo, quando se tratar de modificação fraudulenta do contrato social, com intuito de burlar o pagamento de verbas trabalhistas, permanece a responsabilidad e do sócio retirante.
Ora, é um engano pretender dissociar o Direito do Trabalho do contexto socioeconômico e fechar os olhos ao próprio dinamismo da relação capital x trabalho em um mundo globalizado. Nele, desponta o gigante asiático, crescendo a níveis exorbitantes e impondo ao Ocidente mudanças de paradigmas, além da busca de alternativas disruptivas para rivalizar no comércio internacional, proteger suas divisas mais importantes e manter aceso o mercado interno, a ponto do representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, afirmar que o sistema econômico chinês é uma ameaça “sem precedentes” ao sistema comercial mundial.
De fato, não se trata do velho discurso polarizado de socialismo versus capitalismo, pois o diálogo atual exige que sejam flexibilizadas certas regras, não raras vezes, em velocidade superior ao que se notava décadas antes, pois a revolução tecnológica e o “big data” possuem esse poder disruptivo. A França, modelo seguidamente copiado de socialismo democrático, nos dias atuais, pelo seu Presidente Emmanuel Macron, pretende estabelecer uma reforma de regras trabalhistas, inclusive para permitir a negociação direta entre funcionários e patrões, semelhante ao que foi aprovado aqui no Brasil. Portanto, não é isolada a iniciativa tupiniquim, considerando a perspectiva global. E, por outro lado, tal como aqui se reforma, também há uma contrapartida na França com outros direitos, como o aumento do percentual de indenização por cada ano trabalhado na empresa.
Quero dizer, com isto, que o exame há de ser feito no conjunto (como os operadores do Direito preferem chamar de uma interpretação sistemática), para concluir que há muitas benesses aos trabalhadores na reforma trabalhista que, sopesadas na balança da relação de trabalho, contribuirão fortemente à manutenção dos empregos e à criação de novas vagas – circunstância esta que estará sempre a depender, por óbvio, da conjuntura política e econômica que o país atravessar. Não se pode perder de vista também a necessária modernização do estatuto, datado de 1943, para que se possa alcançar o progresso e o desenvolvimento das novas tecnologias, as quais impactam de sobremaneira as relações de trabalho, a fim que não fiquem reguladas ao sabor da jurisprudência e ofereçam segurança e confiabilidade aos trabalhadores, aos empresários e aos investidores.
Diga-se de passagem, a jurisprudência vem desenhando um papel tão importante que muitas das soluções jurídicas estabelecidas de forma interpretativa pelos Tribunais Regionais do Trabalho e consagradas também no Tribunal Superior do Trabalho foram incorporadas, literalmente, ao texto da reforma. Mas, necessariamente , a modernização estampada na legislação era algo previsível e, até mesmo, salutar, ante o impacto da automação, como dissemos, a contemplar, por exemplo, o teletrabalho e o trabalho intermitente — a fim de diminuir a ociosidade — e a modulação do trabalho em regime de tempo parcial.
Significativas e inolvidáveis melhorias, introduzidas a partir da flexibilização das regras de negociação — sem perder de vista o caráter de irrenunciabilid ade — alcançaram, entre outras, a possibilidade de pacto de cláusula compromissória de arbitragem, a extinção do contrato por mútuo acordo e a negociação, pela representação dos empregados, de forma a prevenir conflitos. Cada vez mais se conclama à participação dos trabalhadores nos resultados das empresas e, para confirmar essa tendência, algumas regras foram flexibilizadas, inclusive para atenuar a tributação e, com isso, representar um retorno de produtividade, tais como prêmios, abonos e a exclusão do caráter salarial das diárias.
Concluo por prever, mais do que afirmar, que a reforma trabalhista advinda com a Lei nº 13.467 certamente promoverá um ambiente de maior segurança jurídica e, porque não dizer, maior responsabilidad e contratual. Ainda, novos paradigmas de relacionamento deverão ser construídos entre os sindicatos e as empresas voltados muito mais para a prevenção dos conflitos e apaziguamento das relações, em detrimento das milhões de causas trabalhistas que assoberbam nossos tribunais.”

Hugo Horta ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Dia Internacional do Turismo
27-09-2017 18:36

“Em 27 de setembro em todo o mundo celebramos o Dia Internacional do Turismo. Em nosso município, Porto Seguro, temos muito o que celebrar nesta data. Contamos com grandes desafios, mas os êxitos superam as dificuldades. Somos um dos principais e mais desejados destinos turísticos do país, região berço do Brasil! Vários lugares fantásticos irmanados: sede, Arraial, Trancoso e Caraíva. Nossas centenas de empreendedores no turismo há anos trabalham com afinco e competência para satisfazer mais de 1,5 milhão de turistas que recebemos anualmente. Temos milhares de pessoas ocupadas, gerando o sustento das suas famílias com a atividade turística. Estamos numa região declarada Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco e nossos recursos naturais geram experiências incríveis. As parcerias público-privada s funcionam de verdade e essa aliança entre setor público e poder privado tem feito a diferença para, pouco a pouco, resolvermos problemas e aproveitar os nossos pontos fortes.
É um dia para refletir sobre o quanto precisamos fazer para sermos destinos turísticos cada vez melhores... Mas um dia, principalmente, para ter muito orgulho de viver e ser feliz nestes lugares tão especiais para os brasileiros. Feliz Dia Internacional do Turismo!”

Richard Alves – Secretário de Turismo ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Uldurico Jr homenageado
26-09-2017 17:58

“O deputado federal Uldurico Junior (PV/BA) recebeu em seu gabinete, na Câmara dos Deputados, o presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais da Bahia (SINPRF-BA), Fábio Serravalle, que o entregou uma homenagem em reconhecimento ao apoio e dedicação que o parlamentar tem prestado contra o fechamento dos postos policiais no território do Extremo Sul da Bahia.
O deputado Uldurico Junior vem atuando fortemente em prol do fortalecimento dos Policiais Rodoviários Federais da região. O parlamentar aproveitou o encontro para reafirmar o seu comprometimento em destinar, no próximo mês, emendas parlamentares que deverão ser utilizadas na reforma de postos policiais e para a compra de automóveis que irão contribuir com o aumento do policiamento nas rodovias de Eunápolis e de Teixeira de Freitas.”

Golden Assessoria de Comunicação ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # O Extremo Sul da Bahia e a sua guerra desconhecida
25-09-2017 19:34

“A Segunda Guerra Mundial foi um dos maiores fenômenos da história humana. Como afirmou o historiador Eric Hobsbawm, foi quase certamente uma de ‘nossas maiores catástrofes’. O conflito inspirou uma grande produção historiográfica , através da qual os historiadores se esforçaram para compreender as dimensões dos impactos da guerra sobre as diversas partes do mundo, nos mais diversos âmbitos de nossas organizações sociais. Isso fez com que o tema fosse amplamente debatido e se tornasse recorrente na cultura pop, através do cinema, quadrinhos, séries televisivas, música, literatura, dentre outros.
A guerra não ficou restrita aos territórios europeu, africano e asiático. Em 1942 o seu teatro de operações alcançou o litoral brasileiro, através do torpedeamento de dezenas de embarcações da nossa marinha mercante. Os ataques deixaram um saldo de mais mil mortos, dos quais mais de 90% eram civis. O Brasil, devido à chamada ‘agressão nazista’, declarou guerra à Alemanha e Itália, em agosto de 1942 e enviou uma Força Expedicionária composta por mais de 25 mil homens, que combateu os alemães na campanha da Itália, entre 1944 e 1945 – desse contingente fizeram parte recrutas convocados nas cidades de Belmonte, Porto Seguro e Caravelas. O Brasil foi o único país da América do Sul a enviar tropas regulares para lutar na Europa.
Mas esse é um tema bastante conhecido dos brasileiros, embora pouco aprofundado nas grades curriculares da Educação Básica e mesmo nas graduações em História das diversas universidades nacionais. Nos países Aliados, grupo dos vencedores da guerra, liderados pelos EUA, Grã-Bretanha e União Soviética, se construiu uma grande memória nacional em torno dos exércitos que combateram no conflito. No Brasil, ao contrário, nossos heróis de guerra amargaram o cruel silenciamento de suas memórias. Foram, inclusive, proibidos de utilizarem seus uniformes, exibirem suas medalhas ou quaisquer outras coisas que remetesse à sua participação na guerra. Essa situação somente começaria a mudar a partir da década de 1970, quando sob o governo militar, promoveu-se uma política de recuperação da memória dos nossos ex-combatentes, no contexto de exaltação do patriotismo, feito pelo regime ditatorial brasileiro.” (Continua na próxima edição).
O que talvez o caro leitor não saiba é que o Extremo Sul da Bahia foi diretamente envolvido na Segunda Guerra Mundial e que a cidade de Porto Seguro vivenciou um dos mais violentos e traumáticos episódios da Segunda Guerra Mundial em nosso litoral. Ao anoitecer do dia 2 de março, de 1943, passava ao largo da costa de Porto Seguro o navio Afonso Pena. Por volta das 19h00, a embarcação foi alvejada por um torpedo disparado pelo submarino italiano Barbarigo. O ataque deixou um saldo de 125 pessoas mortas e 117 à deriva. Uma parte dos sobreviventes chegou às praias do município, onde foram resgatados. Outros foram salvos em alto mar por um navio petroleiro dos Estados Unidos. Os marinheiros da embarcação, antes de resgatar os náufragos, precisaram atirar nos tubarões que, num funesto cortejo, acompanhavam os botes dos sobreviventes. Um espetáculo bizarro que mais parece um roteiro de cinema, cuja credibilidade é assegurada pelo cruzamento dos depoimentos das vítimas, concedidos à diversos jornais da época, que cobriram o evento. De acordo com “seu” Cazuza, residente no Arraial d’Ajuda, contemporâneo do fatídico destino do Afonso Pena, nos dias que se seguiram ao ataque partes da carga do navio chegou às praias locais. Este relato completa o cenário de horror deixado pelo infame ataque do Barbarigo. O evento marcou de tamanha forma o imaginário dos moradores do município, que até hoje a história sobrevive ao tempo, sendo transmitida quase que exclusivamente através da tradição oral. Embora de longe o mais traumático, o ataque ao Afonso Pena não foi o primeiro evento a envolver os moradores de Porto Seguro na terrível guerra. No dia 19 de agosto de 1942, a barcaça Jacira foi atacada nas proximidades de Itacaré, pelo submarino alemão U-507. De acordo com o senhor Vicente Lima Bezerra, morador de Belmonte, a embarcação pertencia a Manoel Rodrigues, um armador de Porto Seguro. A presença dos submarinos na costa do Extremo Sul e os mencionados ataques, forçaram o governo a criar medidas para proteger a região. Dessa forma, um destacamento com mais de mil soldados foi distribuído entre as cidades de Belmonte, Porto Seguro e Caravelas. Entre 1943 e 1945, os habitantes regionais tiveram suas rotinas alteradas pela presença dos militares, que no âmbito das estratégias defensivas, proibiam luzes acesas durante a noite, exigiam identificação dos moradores quando estes transitavam entre os distritos e praticavam exercícios bélicos em nossas praias. Os ataques de submarinos e a presença dos militares fizeram com que os moradores da região vivenciassem um verdadeiro clima de guerra. Esse é um tema novo em nossa historiografia, que só recentemente começou a ser estudado. Aos poucos, a nossa ‘guerra desconhecida’ está sendo relembrada, ampliando nosso conhecimento sobre a história local e nacional, através do maior enfrentamento bélico travado pela humanidade.”

Tharles S. Silva ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # O futuro e o desemprego
20-09-2017 12:42

“O ritmo de fechamento de postos de trabalho diminuiu no primeiro semestre de 2017, com a economia no fundo do poço, após uma queda de mais de 9% do PIB per capita e mais de 14 milhões de desempregados, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A taxa de desocupação ficou em 13,7% no primeiro trimestre deste ano (em 2014, chegou a 6,5%) e em 13% no segundo, primeira queda estatisticament e significativa desde 2014. O mercado de trabalho brasileiro tem quase 104 milhões de pessoas, 90,2 milhões de ocupados ou empregados e outros 13,5 milhões de desempregados.
No desemprego medido pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (DIEESE/Seade/p arceiros regionais), realizada nas regiões metropolitanas, as taxas continuam altas, mas há alguma diferença no comportamento do desemprego. A RM Salvador apresentou, em junho, desemprego em alta, com taxa de 24,9%; a RM Porto Alegre tem taxa de desemprego muito menor e estável, na casa de 11%; na RM São Paulo, o maior mercado de trabalho metropolitano, o desemprego é de 18,6% e, no Distrito Federal, de 19,9%, as duas áreas com redução das taxas.
Além da queda do ritmo de fechamento de postos de trabalho, os indicadores refletem a criação de vagas temporárias na agricultura e o aumento do número de trabalhadores autônomos, por conta própria e assalariados sem carteira assinada.
O travamento da economia torna a situação de desemprego duradoura. O tempo médio de procura por trabalho (segundo a PED) é de 60 semanas na RM Salvador, 43 semanas na RM São Paulo e 37 semanas na RM Porto Alegre.
Em resumo, o desemprego estaciona, mas em elevados patamares, deixando como resultado o desalento diante de extenso e tortuoso tempo de procura para encontrar vagas precárias no setor informal (autônomos e assalariados sem carteira).
E o futuro ainda pretende entregar três pacotes com presentes bomba para os trabalhadores. O primeiro será aberto em novembro, quando a reforma trabalhista entrar em vigor para, em um mercado de trabalho debilitado por uma economia em recessão, brindar os trabalhadores com múltiplas formas precárias e, agora, legais de contratação, de arrochar salários, reduzir direitos e benefícios.
O segundo presente reserva para 2017 e 2018 uma economia andando de lado, escorregando no limo da recessão. Os trabalhadores serão ainda mais pressionados pelo desemprego e, desesperados, submetidos “à livre escolha” de aceitar os novos postos de trabalho precários, abrindo “livremente” mão dos direitos.
O terceiro presente virá no centro da profunda desnacionalizaç ão da economia (a venda dos ativos de um país que está barato). O capital internacional imputará uma modernização tecnológica na base dos ativos adquiridos, aumentando a produtividade das empresas, com tecnologias que desempregam e ajustes estruturais do custo do trabalho permitidos pela reforma trabalhista – a produtividade espúria ganhará legalidade.
Ao Brasil está sendo imposto um caminho para experimentar um processo de vertiginosa mudança do padrão produtivo, uma imensa concentração de riqueza e acentuada extensão da pobreza, resultado de uma soberania reduzida à servidão ao capital financeiro.
Será preciso lutar, sustentar a democracia na raça, para que os brasileiros e brasileiras deem, pelo voto, outro destino ao país. Será preciso jogar esses presentes no lixo da história e retomar, com altivez, a tarefa que cabe a uma nação: conduzir o desenvolvimento do país para promover desenvolvimento econômico e social que gere bem-estar com qualidade de vida e sustentabilidad e ambiental para todos.”

Clemente Ganz Lúcio ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # “O ‘distritão’ e a reforma política
12-09-2017 13:41

“O Brasil espera até o final de setembro para saber o que nossos ilustres deputados farão com a ‘batata quente’ em que se envolveram: a reforma política. Na minha opinião, não vai dar em nada. Vai ficar tudo ‘como dantes, no quartel de Abrantes’. Melhor. Contrariando Tiririca, ‘pior do que está, fica’ se fizerem o que estão pensando.
A propósito, precisamos questionar se os deputados têm esse direito. Só tenho ouvido uma voz clamar nesse deserto, a do jurista Modesto Carvalhosa que não se cansa de colocar que, na democracia, só o povo tem poder constituinte, na forma de plebiscito, para alterar regras constitucionais de sua representação no Congresso. Em outras palavras eles estão decidindo como deverão ser eleitos e reeleitos. O fim da picada!
Como diz o meu amigo Dr. Carvalhosa, ‘reforma política é reforma constitucional, na medida em que altera os próprios fundamentos da Carta Constitucional. Não pode ser confundida com emenda constitucional’ . E mais: ‘o Congresso não tem poderes constituintes permanentes. O poder constituinte do Congresso cessou quando da promulgação da Carta Magna em 05 de outubro de 1988’. (Estadão, 23.08.17).
Uma das maluquices na pauta em Brasília é o chamado distritão, modelo que elege os candidatos mais votados para os pleitos proporcionais - vereador e deputado. Ninguém se preocupa com o fim da fidelidade partidária. Estão preocupados em negociar seus votos!
No distritão vence o mais votado. Distritão é aumentativo de distrito, palavra que não agrada os deputados. No distritão, o Estado seria um grande distrito! Deputados com muita grana, garimpam votos pelo Estado inteiro e depois da eleição, dão uma banana para os eleitores.
Com o distritão o vai e vem entre as siglas ficaria à vontade, pois, após a eleição o deputado poderá mudar livremente de um partido para outro, sem compromisso com ninguém, pois entenderá que foi eleito sozinho. Isso dá margem para a ideia da candidatura avulsa, que ninguém quer discutir.
Tanto o TSE como o STF entendem que o mandato pertence ao partido e não ao candidato. Desde 2015, entretanto, o Congresso alterou a Lei dos Partidos Políticos e criou a tal ‘janela de 30 dias’ para a migração entre as legendas. Com o distritão não existirá mais janela! A porta ficará aberta para sempre, exceto se o eleito for obrigado a permanecer no partido até o final do seu mandato, vedando-se a mudança para outro em caso de desfiliação.
A reforma política precisa ser completa em todos os sentidos. Não podemos continuar com um Código Eleitoral de 1965 que vem sendo remendado eleição após eleição, fechando e abrindo arestas que visam sempre beneficiar os eleitos. Precisamos que a reforma seja baseada em alguns pontos vitais para o momento, já que não se fala em Constituinte.
Entendo que é de vital importância baratear o custo das campanhas milionárias. Precisamos acabar de vez (estão querendo ressuscitar) o financiamento das campanhas por empresas. Não existe lei que regulamente, fiscalize e impeça a corrupção, o achaque, a extorsão, o ‘troca-troca’.

O financiamento público já existe com o Fundo Partidário (800 milhões por ano) e o horário político na TV e rádio, até mesmo em anos que não se tem eleição. Uma vergonha! Os partidos deveriam ser sustentados pelos seus adeptos, isto é, por aqueles que comungam da mesma ideologia daquela agremiação. Mas como falar em ideologia num país que tem 35 partidos oficializados e mais 65 na fila esperando para se tornarem oficiais?”

Gilson Alberto Novaes ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Não à importação de leite
04-09-2017 16:49

“É necessário incentivar e valorizar a produção de leite nacional para garantir o emprego dos produtores rurais do nosso país e trazer mais dignidade e confiança para as famílias”.

Uldurico Júnior ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # A internauta militante
18-08-2017 15:33

"A moça tem um cortejo de seguidores e funciona, naquele grupo, como uma professora de História do Brasil que preferisse o Paleolítico. Ataca as Grandes Navegações, as usinas hidrelétricas, o capitalismo e o "brutal bloqueio" norte-americano a Cuba. Ela descobriu que os coxinhas tiraram a Dilma para "botar o Temer lá" porque ele é o chefe da quadrilha e a Dilma ia estourar o ponto. A cada frase dessas, a galera esgota o estoque daquelas figurinhas "emojis" com palmas, socos, braços musculosos, polegares erguidos, sorrisos e corações. Juro que vi até um burrinho, mas foi coisa de alguém que clicou errado.
Na opinião dela, o Temer tem que sair. É um imperativo moral. Tão imperativo moral quanto a prisão de Sérgio Moro, a absolvição imediata de Lula em todos os processos, a execução de Eduardo Cunha, a volta de Dilma, a proscrição da Rede Globo e a capitalização da Carta Capital em joint venture com o BNDES. Posta diante da questão - "Tirar o Temer para pôr quem?" - ela estufa o democrático busto e pede eleições gerais.
Grande ideia! Para funcionar, há que: 1º) mudar a Constituição; 2º) alterar todos os prazos já definidos; 3º) redigir e aprovar as leis complementares necessárias para regrar o pleito; 4º) feito isso, esperar que o TSE redefina as muitas questões que lhe cabe normatizar a cada eleição; 5º) obter do governo a liberação dos tais R$ 3,6 bi ditos imprescindíveis ao financiamento público da campanha. Sobre o fulano que vai presidir a República durante esse tempo eu só sei que se não for "companheiro" a tal internauta estará na rua com um cartaz "Fora fulano".
Se o Congresso Nacional abraçar a solução proposta pelo elevado discernimento político da moça, é certo que a eleição fora de prazo vai acontecer realmente fora de prazo, lá por 2020. Fica a dica para Maduro, que está muito a fim de evitar uma eleição direta censitária.
Por falar nisso, ela é fã do Maduro. Encanta-se com aquele jeito de Mussolini de opereta e com o vocabulário "bolivariano" de 500 palavras. E está indignada (deve ter ouvido orientações de Gleisi Hoffmann) com as críticas que os coxinhas fazem ao camarada ditador da Venezuela sem terem ido lá para ver o que "realmente está acontecendo". No post seguinte, de modo coerente, recomendou ler o que se escreve lá fora sobre o Brasil.
Tentei explicar que a Câmara dos Deputados não julgou e menos ainda absolveu Michel Temer; esclareci que cabia àquela Casa apenas definir se convinha ou não ao país que o presidente viesse a ser julgado pelo STF naquele momento. E afirmei que novos fatos ou diferentes circunstâncias poderão, no futuro, recomendar decisão diferente. Foi a conta! Recebi um página inteira de emojis malcheirosos e fui bloqueado. Não consegui dizer que em 2005 e 2006, quando estourou o mensalão e a Orcrim se tornou conhecida, 33 pedidos de impeachment de Lula foram protocolados e arquivados na Câmara dos Deputados. Nenhum de parlamentar. Por quê? Os políticos sabiam que havendo eleição logo adiante, um processo de impeachment complicaria a cena eleitoral, administrativa e econômica. As responsabilidad es criminais seriam tratadas na Ação Penal 470, no devido tempo e no foro adequado. O que de fato aconteceu. Quem quer o circo pegando fogo está noutro lugar e com a vida ganha."

Percival Puggina ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # A carreira de Neymar
14-08-2017 14:31

"Há uma máxima no futebol que diz: “Em time que está ganhando, não se mexe!” Talvez esta mesma lógica é muitas vezes equivocadamente adotada por vários profissionais em suas carreiras, ou seja, estou numa organização/emp resa que é destaque em sua área de atuação, tenho um bom salário, sou reconhecido em minha profissão e tenho bons relacionamentos , por que mudar? Por que trocar o certo pelo duvidoso?
E o que podemos dizer então de Neymar, que há pouco estava em um dos maiores times do mundo, com um salário acima da média até mesmo para os melhores profissionais da sua área, com um bom reconhecimento do seu trabalho e ainda com várias amizades no clube? Se você estivesse no lugar dele, mudaria? Ainda mais para uma empresa de expressão menor? E o caso do Paris Saint Germain, time grande na França, mas, com bem menos expressão internacional do que o Barcelona.
Será que Neymar errou? Estava insatisfeito ou com problemas que muitos não sabiam? Será que foi por causa de dinheiro.
Nenhuma das alternativas anteriores. Acompanhamos não apenas a maior transferência do ponto de vista financeiro de um jogador de futebol da história, mas, sim, o maior acerto de todos os tempos de um jogador em sua carreira na história do futebol mundial. Para entendermos o tamanho do acerto que Neymar, fica mais fácil à luz do modelo dos 3 “R’s” da motivação profissional. Este modelo se baseia em outros estudos realizados por especialistas, bem como, na experiência profissional do autor.
O primeiro R é o da Razão. Adaptado do círculo dourado de Simon Sinek, a razão é o “motivo”, “porque” cada um de nós faz o seu trabalho. E isto, não é fácil descobrir e validar, como o próprio estudo de Sinek apresenta, boa parte dos profissionais não tem clareza exata do “porque” fazem o seu trabalho, o que os inspira. Geralmente os que se destacam, tem!
Fica claro no caso de Neymar que é um profissional movido a desafios e, o projeto apresentado a ele pelo novo clube, é talvez um dos maiores desafios de sua carreira. O que poderia “paralisar” muitos, foi justamente um dos principais combustíveis para a decisão dele, pois tem clareza de que é um profissional movido a desafios (sua razão, seu porque) e precisa de grandes desafios para “performar” em alto nível, como se espera dele e como ele mesmo se cobra.
O segundo R é o do Reconhecimento. Conforme Mário Sergio Cortella, o reconhecimento é um dos principais fatores que influencia na motivação dos profissionais. Ninguém questiona se o Neymar era reconhecido no Barcelona, mas o fato a ser analisado é se o reconhecimento que ele tinha era suficiente para ele, ou mesmo, se era o que ele esperava depois dos anos e resultados obtidos. Ainda segundo Cortella, não é apenas a questão de promover elogio pelo elogio e, sim, reconhecer o profissional na medida adequada para que ele tenha a energia para continuar a atuar em alta performance e, esta é a realidade de profissionais do nível de Neymar, sempre obtendo resultados diferenciados;
O terceiro R é o do Relacionamento, e para verificarmos este, podemos levar em conta o estudo que tem como responsável Robert Waldinger professor da Harvard Medical School, o qual ao longo de 75 anos acompanhando a vida de 724 homens ano após ano e, tentando entender o que mais os fazem felizes, identificou que o principal causador da felicidade era: bons relacionamentos . Sejam eles, no ambiente de trabalho, amigos ou família. Ter e manter bons relacionamentos está entre as principais causas de felicidade das pessoas.

É claro que Neymar não tinha um ambiente ruim ou hostil no Barcelona, longe disto, mas, por outro lado, também terá um excelente ambiente do ponto de vista de relacionamentos , com pessoas que já conhece, tem empatia e por isto gosta e, convive antes mesmo de chegar ao clube, o que no mínimo é um agente facilitador para a decisão e impulsionador para o sucesso no médio e longo prazo.
Neymar é uma pessoa e profissional muito acima da média, até mesmo pela maturidade que precisou ganhar numa velocidade muito grande, pode-se chegar à conclusão de que cercado de profissionais como ele é, uma decisão como esta de carreira é mais fácil, porém, no caso de Neymar ele chegou a contrariar a opinião do pai, responsável por sua carreira e, este é um exemplo de que ele realmente é uma pessoa e profissional muito acima da média dos excelentes jogadores.
Ele mostrou ao mundo nesta decisão de mudança na carreira o seu mais belo gol até o momento e, que em time que está ganhando e bem, pode-se sim mexer para melhorar ainda mais."

Alexsandro Nascimento ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Conteúdo educativo na internet
08-08-2017 13:07

“Nossos deputados e senadores possuem tempo e dinheiro para votar leis absurdas e na maioria das vezes visando aumentar a arrecadação ou dificultar com burocracias inúteis. Entretanto, raramente agem promovendo a educação, o lazer e a saúde. É notória a ausência de políticas públicas para a disseminação de conteúdos educativos nas mídias brasileiras, enquanto a internet, como mais abrangente ferramenta de informação, é subutilizada por seus usuários que a utilizam para entretenimento ou a disseminação de inutilidades em redes sociais e ignorada pelo poder público como formadora de cidadãos atuantes. Acredito que seja fácil a criação de uma simples lei obrigando todos os provedores de internet a disponibilizare m gratuitamente o acesso a conteúdo educativo, principalmente nas redes móveis que cobram por consumo de dados, tornando extremamente oneroso ao estudante de baixa renda o acesso aos conteúdos de que necessita.
Existem tecnologias que permitem distribuição por assuntos nos sites de internet, através dos provedores de acesso, basta vontade política para implementar. Lembro que as eleições já se aproximam e nossos deputados e senadores devem atentar ao fato de os eleitores já não mais se conformarem com o pão e circo e já estão fartos dessa atuação política deprimente, desprezível e indigna de comentários.”

Daniel Marques ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Bullying: quando o seu filho é o agressor
07-08-2017 15:02

"Bullying é uma prática que ocorre nas escolas e tem ganhado um olhar específico dos profissionais da Educação com o objetivo de combater e instruir os professores e equipe pedagógica e também os responsáveis. Nessa perspectiva, é importante ressaltar o trabalho ao combate e prevenção de quem agride e de quem é agredido.
Os olhares da Educação por vezes se dá mais relacionado a vítima, mas e o agressor? Como é realizado o acompanhamento e até mesmo as orientações? Pois esse sujeito precisa ser analisado pelo pedagogo, psicólogo e demais profissionais, caso necessário. O agressor deve ser visto como uma pessoa que tem em sua maioria, uma satisfação em machucar, denegrir, depreciar e agredir o outro por vários motivos, sejam eles de cunho racial, por alguma deficiência, classe social, religião, etnia, gênero e outros.
O papel da escola é de agir imediatamente, pois para a Instituição não importa o motivo e sim como será encaminhado e tratado o agressor, o qual pode demonstrar uma personalidade que requer uma intervenção do pedagogo e psicólogo com o intuito de conhecer, compreender e orientar os professores e colegas a lidar com as situações diversas. Para a escola, não é relevante observar os alunos apenas na sala de aula, mas é válido acompanhá-los a todo o momento em que eles estiverem na escola.
O trabalho do pedagogo e do psicólogo deve ser muito próximo dos responsáveis para que haja uma relação próxima de ambos os lados e assim à comunicação seja feita de maneira adequada. As orientações e os combinados feitos pelos profissionais devem ser seguidas de modo criterioso pelos responsáveis, pois o agressor nem sempre deixa explícita sua vontade ou atitudes em machucar o outro seja verbal ou fisicamente e os prejuízos psicológicos para a pessoa que pratica o bullying também devem ser tratado com máxima cautela."

Ana Regina Caminha Braga ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Futuro dos jovens
28-07-2017 17:34

"Que os jovens são os mais afetados pelo desemprego nas crises não é novidade, mas as estatísticas crescentes reforçam a urgência de se encontrar uma solução que abra perspectiva de algum tipo para a nova geração. Especialistas estão destrinchando os dados da Pnad, segundo os quais a taxa de desocupação geral foi de 13,7% no primeiro trimestre, enquanto na faixa dos 18 aos 24 anos saltou para 31,8% -- e desses, quase 30%, ou seja, 6,6 milhões não estudam nem trabalham.
Reportagem da revista Veja se debruça exatamente sobre o risco dessa desocupação elevada e remete a um estudo do economista Till von Watcher, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (Ucla) que avalia os efeitos da crise dos EUA nos anos 80, com taxa de desemprego da ordem de 11%, sobre os jovens que ingressavam no mercado de trabalho. No início dos dois anos de recessão, a remuneração dos novatos caiu 60%. Nos 20 anos seguintes, quem tinha curso superior conseguiu chegar à média salarial do mercado, mas os que haviam cursado apenas o ensino médio (completo ou não) ainda ganhavam menos do que os contratados antes e depois da crise. Alguns resultados: maior nível de pobreza e busca por assistência social.
No Brasil, caso a tendência se repita, as consequências poderão ser mais graves, pois, além da fragilidade da educação, 70% do total de jovens pertencem a famílias de renda média ou baixa – seguramente os que deverão abandonar em maior número os estudos e engordar, no futuro, o contingente de subqualificados e subempregados. Não se pense que o fenômeno nem-nem se restrinja às classes C, D e E, com 38% de seus jovens de 19 anos não estudando e nem trabalhando, pois nas classes A e B esse número é de 18%. Para medir os efeitos da crise e da falta de políticas públicas para educação e inserção profissional dos jovens, basta verificar que, em 2005, os percentuais de nem-nem eram de 16% e 7%, respectivamente . É um drama a ser enfrentado por toda a sociedade."

Luiz Gonzaga Bertelli ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Barracas de praia
27-07-2017 15:25

"Excelente matéria ['Barracas de praia começam a se readequar para evitar demolição']! Que bom que tudo está se encaminhado de forma legal e com projetos sustentáveis.A natureza agradece!"

Rosa Massaranduba ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Uma lei da cultura política dominante
20-07-2017 14:27

“Mais uma vez, a Câmara Municipal é protagonista de novo imbróglio político em Porto Seguro. Agora a polêmica é causada pela publicação da lei 1374/2017, que considera as barracas de praia da cidade como patrimônio cultural municipal. Proposta pelo vereador Evaí Fonseca e aprovada novamente por unanimidade pelos edis, a lei foi contestada pelo Conselho Municipal de Cultura por se “configurar um equívoco” uma vez que não respeita o rito processual estabelecido pela legislação federal e estadual para o tombamento de bens culturais. Contrariando o apelo dos conselheiros e dos agentes culturais do município, a prefeita Cláudia Oliveira sancionou a lei e demonstrou novamente que não tem conhecimento e nem compromisso com as políticas públicas de cultura.
Mais que um problema legal, a lei carrega consigo alguns problemas políticos. O primeiro é um verdadeiro vício de origem. A lei sancionada pela prefeita não atende a interesse público no campo do direito cultural. Na verdade, ela atende a interesse específico de alguns proprietários de barracas que viram no instituto do tombamento mais uma estratégia para defesa de seus negócios. Sem entrar no mérito da questão do papel das barracas de praia na vida econômica da cidade, o que fica patente é que a pressa em aprovar a medida – desrespeitando toda legislação que exige estudos e critérios para o tombamento – tem como motor a dinâmica da contenda judicial que precisa de imediata resolução frente decisão da audiência realizada na Justiça Federal de Eunápolis em novembro do ano passado.
Ademais, a lei pode ser interpretada como um deboche para quem luta pelo direito à cultura. Tombada pelo IPHAN na década de 1970, a cidade de Porto Seguro nunca formulou uma política de preservação e promoção do seu patrimônio material e imaterial. O descaso foi sempre tão grande que o poder público nunca se preocupou em regulamentar o tombamento federal, criando um polígono de preservação e proteção dos bens culturais ou instituindo um órgão municipal responsável pela política de patrimônio cultural. Ao seguir essa tradição de descaso, a atual administração sanciona uma lei que despreza todo o rico e diversificado acervo de bens materiais, imateriais e naturais existente na cidade para priorizar a classificação das barracas de praia enquanto patrimônio cultural.
Não resta dúvida que o problema das barracas de praia precisa ser resolvido. Uma possível demolição repentina desses equipamentos causaria danos terríveis para inúmeras famílias de trabalhadores e trabalhadoras de Porto Seguro. Mas, certamente, a resolução desse problema deve se limitar à legislação ambiental e às regras de ocupação do solo. Não deve, portanto, comprometer a política cultural – que ainda precisa ser entendida como uma prioridade pelo poder público municipal.”

Chico Cancela ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Orla loteada
25-07-2017 03:48

"O que essa administração fez foi lotear a orla da cidade e sem controle, certamente se tornou a orla mais feia, bagunça e sem lei de todo o Brasil.
Uma rodovia federal é usada em seu acostamento para: venda de todo tipo de produto, aluguel de carros, estacionamento de ônibus e veículos, ponto de táxi, aluguel de quadriciclos, feira de produtos diversos e passarela para festas. Qual lugar do mundo isso acontece? Existe lei federal de trânsito ou não? Ou não vale para Porto Seguro e Cabrália?"

Reni Lima ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Mais leitura e menos jogos eletrônicos
19-07-2017 19:23

"No universo infanto-juvenil , a leitura deixou de ser uma necessidade dando lugar assustadorament e aos jogos eletrônicos. As famílias modernas permitiram que a rotina tecnológica na vida dos pequenos ganhasse força e, hoje, enfrentam dificuldades no combate de tal.
As crianças e adolescentes não podem deixar suas vidas sendo guiadas por pequenos aparelhos, como meio de divertimento e prazer. Esse elemento deveria ser secundário e não o fundamental. Com isso, temos uma geração mais cansada e preguiçosa para pensar, pesquisar e refletir.
Por outro lado, a leitura é o eixo que leva os jovens para o espaço do imaginário mais fecundo, revelando uma criatividade muito mais rica e plena do que os videogames. Estes jogos desconcentram as crianças e jovens do hábito da leitura e estudos, pois muitas horas são gastas nesta distração.
Não que eles sejam desnecessários. Com equilíbrio, é possível encaixar tudo na rotina deles. Mas quando eles acabam sendo vitais, fazem com que os mais jovens deixem de lado algo grandioso em suas vidas, a experiência que é ler um livro. Objeto que tem o poder de levá-los para o reino da riqueza imaginativa.
Não podemos negar que os jogos eletrônicos trabalham com o lúdico, brincando também com a imaginação. Porém, a literatura é capaz de ir onde os videogames nunca alcançam. A leitura, por exemplo, permite que cada um crie uma imagem mental da história de maneira diferente. Os jogos já apresentam o que eles querem mostrar, já nos dá algo pronto.
Na hora da escolha, as crianças e adolescentes optam pelo caminho mais fácil, os videogames. Os pais e professores devem ser uma luz, os orientadores que levem os pequenos a trilharem um caminho mais rico em significados, em que a leitura e o que ela pode proporcionar, ou seja, o universo mágico da invenção, da criação, tornando estes seres inventores e desbravadores de mundos possíveis e impossíveis.
Cabe a eles, escolherem uma via mais engrandecedora para suas vidas, o mundo mágico da literatura, que os jogos eletrônicos não comportam em sua inteireza. Somente a literatura revela, mostrando o outro lado do lúdico, que é o questionamento. Ela é capaz de nos fazer pessoas melhores, pensadores melhores e cidadãos melhores.
Portanto, vivamos mais a leitura e menos os videogames. Isso não é um movimento contra a tecnologia e os jogos. Não. Mas um alerta para que esses elementos se tornem secundários e não o principal das vidas de nossos filhos. Que os pais saibam ter equilíbrio com as crianças em relação aos jogos, utilizando-os pela própria arte do jogo e do prazer, algo que descontraia estes pequenos. Portanto, que as nossas crianças possam valorizar mais os momentos de estudos e de leitura."

Alexandra Vieira de Almeida ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Impostos sobre cadeira de rodas
19-07-2017 13:38

“Participei de uma ação comunitária para adquirir uma cadeira de rodas motorizada para um jovem carente e quando finalmente conseguimos adquirir fiquei horrorizado ao observar na nota fiscal que metade do valor é para o pagamento de impostos. É inconcebível que nossos gestores públicos sejam insensíveis a ponto de tributar produtos essenciais para os deficientes. É publico e notório sermos um dos países com maior carga tributaria e corrupção do mundo e a menor contrapartida, portanto é injustificável e desumano explorar pessoas já abandonadas pelo Estado. Até quando nosso povo aceitará calado tanta infâmia?”

Daniel Marques ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Segurança na orla
18-07-2017 15:29

“Tenho residência em Porto Seguro. Acho que o poder público precisa acordar e investir na orla norte, como mais segurança, guardas municipais na praia (minha filha e esposa já foram assaltadas na orla), limpeza da praia diariamente, com coleta seletiva do lixo, construção do calçadão na orla com iluminação de led. São investimentos simples, que dão resultado.”

Nivaldo Noé de Mendonça ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Dentro quem?
17-07-2017 14:45

“Para os petistas e interessados no PT, o impeachment de Dilma foi golpe, e a condenação de Lula foi “lamentável e um ataque à democracia”. Estes gritam virtualmente: #foratemer e #foraaecio. Para os ‘tucanos’ (PSDB) e para ele mesmo, Aécio foi preso injustamente já que ele é inocente. Estes gritaram virtualmente: #foradilma. Para os peemdebistas, ativos e passivos, a denúncia contra Temer é vazia, inepta, não preenche requisitos legais. Estes gritaram e gritam virtualmente: #foradilma e #foralulaantesq ueentre.
Quem deve cair fora eu já entendi...
Os outros 32 partidos políticos do Brasil tem interesse em responder a minha pergunta: #dentroquem?”

Rodrigo Marcel Queiroz Lima ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Alerta no ar
14-07-2017 19:43

"A evolução tecnológica não tem poupado a população de problemas há muito tempo presentes no nosso cotidiano. A revolução industrial foi prodigiosa em novos métodos de manufatura, mas também contribuiu para aumentar a poluição atmosférica. Infelizmente, ainda convivemos com resquícios desse tempo, que trazem perdas para a saúde das pessoas. Um relato recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou que 92% da população global vivem em regiões com níveis de qualidade do ar acima dos limites mínimos estabelecidos pela entidade.
Infelizmente, a poluição atmosférica persiste no país e está nos mesmos patamares de 2010, ano que o Brasil começou a implementar as metas com as quais se comprometeu em 2009, em Copenhague (COP 15). A proposta era cortar as emissões desses gases entre 36,1% a 38,9%. Dados recentes do Sistema de Estimativa de Emissão de Gases de Efeito Estufa (SEEG), do Observatório do Clima, mostram crescimento de 3,5% na emissão de gases do efeito estufa em 2015 em relação a 2014.
O resultado dessa exposição frequente causa aproximadamente 3 milhões de mortes anuais, sendo 90% desses óbitos registrados em países de baixa e média renda. O documento da OMS afirma ainda que 92% das mortes são provocadas por doenças não comunicáveis como cardiovasculare s, derrame, doença obstrutiva pulmonar crônica e câncer do pulmão. O ar poluído afeta principalmente populações mais vulneráveis como crianças e idosos e também aumenta os riscos de infecções respiratórias graves.
Os sistemas de transporte ineficientes, combustível doméstico e queima de resíduos, usinas de energias movidas a carvão e atividades industriais em geral são as principais fontes de poluição apontadas pelo estudo da OMS.
No Brasil, os efeitos da poluição têm como referência pesquisas realizadas com a orientação do professor Paulo Saldiva, do Departamento de Patologia da Universidade de São Paulo (USP). Segundo estudos realizados na cidade de São Paulo, se tivéssemos uma redução de 10% da poluição na capital paulista, poderíamos ter evitado 114 mil mortes por doenças respiratórias e cardiovasculare s entre os anos 2000 e 2020.
O município tem instrumentos que podem reverter esse panorama nos próximos anos. A Lei de Mudanças Climáticas da Cidade de São Paulo, por exemplo, que entrou em vigor em julho de 2009, estabeleceu medidas para reduzir em 30% as emissões de poluentes atmosféricos para os quatro anos consecutivos do início da lei. Infelizmente, muito pouco foi adotado até o momento. Uma das regras da nova legislação previa a troca dos veículos do transporte público movidos a diesel por ônibus com fontes energéticas sustentáveis.
Precisamos enfrentar a poluição do ar como um problema grave, principalmente nas regiões metropolitanas do país. As condições atmosféricas são causadoras de graves problemas de saúde. Melhorar a qualidade do ar é investir em prevenção e redução do gasto com tratamento de milhares de brasileiros."

Luiz Roberto Gravina Pladevall ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Nota Sinart
13-07-2017 13:57

“A SINART – Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico Ltda., operadora do Aeroporto Internacional de Porto Seguro, por Concessão Regulamentar do Governo do Estado da Bahia, sente-se honrada em poder informar à Comunidade Aeroportuária (empresas aéreas e prestadoras de serviços), à Aeronáutica – DTCEA – Destacamento de Controle do Espaço Aéreo local e ao público em geral da cidade de Porto Seguro, que conforme teor da “Portaria nº 2.276 de 05 de julho de 2017 emitida pela SAI - Superintendênci a de Infraestrutura Aeroportuária, da Agência Nacional de Aviação Civil, resolveu pelo seu Artº. 1 – Conceder o Certificado Operacional do Aeroporto nº 024/SBPS/2017 à Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico Ltda. – SINART, operadora do Aeroporto de Porto Seguro/BA (SBPS) (...)
I – Geral
II – Restrições a classes e tipos de aeronave: não aplicável
III – Restrições a serviços aéreos: não aplicável
Artº. 3 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação."

Carlos Rebouças ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Nota de repúdio
07-07-2017 19:35

“O Conselho Municipal de Políticas Culturais de Porto Seguro vem a público expressar que, reunido em sessão ordinária em 20/06/17, apreciou o projeto de lei 014/2017, de autoria do vereador Evaí Fonseca, que tem por objetivo elevar à condição de Patrimônio Cultural do Município as barracas de praia instaladas na orla.
Após a discussão, os membros do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Porto Seguro decidiram unanimemente repudiar veementemente a aprovação da referida lei pela Câmara Municipal de Vereadores de Porto Seguro.
Elencamos os seguintes fatores para justificar esse repúdio.
Debilidade total do projeto: não existe legislação municipal vigente sobre patrimônio cultural, e o projeto apresentado não encontra qualquer conexão e/ou amparo mínimo nas seguintes leis que regulamentam o tombamento de patrimônio cultural: Lei Estadual nº 8.895, de 16 de dezembro de 2003, que institui as normas de proteção e estímulo à preservação do patrimônio cultural do Estado da Bahia; decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937 - Lei nacional do patrimônio cultural.
Por não realizar de antemão e nem prever qualquer tipo de estudo que justifique a conclusão do tombamento e/ou registro das barracas de praia, este projeto coloca-se em desacordo com as normas legais vigentes.
Ausência de estudos sobre o tema: reconhecidament e as barracas de praia da orla possuem grande impacto econômico e social no município; mesmo assim, isso não configura motivo suficiente para a declaração em lei de que estas devam ser tombadas e/ou consideradas patrimônio cultural.
Outrossim, a escolha de bens de natureza material ou imaterial que possam vir a compor o patrimônio cultural de Porto Seguro que sejam alvo de inventário, estudos e debates precisa envolver a sociedade, cujo bem, saber, memória esteja sob análise. Todas essas etapas são o rito comum de um processo de reconhecimento de patrimônio cultural, seja federal, estadual ou municipal. Essas etapas inexistiram no processo do projeto de lei em questão.
Cabe ressaltar que a redação e aprovação desse projeto de lei, apesar de configurar um equívoco, apresenta a oportunidade para iniciar com responsabilidad e e publicidade um debate aberto e democrático sobre a instituição de uma política municipal de patrimônio, que estabeleça regras claras que atendam aos interesses legítimos da população.
Os membros do Conselho Municipal de Políticas Públicas para a Cultura lamentam o descaso para com as leis 1.117/2013 e 1.118/2013, respectivamente as leis do Plano Municipal de Cultura e a Lei do Sistema Municipal de Cultura, além de uma clara falta de política de governo, que estabeleça a legislação e os trâmites para a condução de processos ligados ao patrimônio histórico e cultural do município. Tudo isso somado, infelizmente, resulta na publicação desta nota de repúdio. Nós do Conselho Municipal de Política Cultural de Porto Seguro, comprometidos com a defesa e o desenvolvimento dos campos da Arte e da Cultura, recomendamos a Excelentíssima Senhora Prefeita Cláudia Oliveira que vete este projeto de lei.”

Rode Pereira ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Por uma escola que leia o mundo
03-07-2017 18:23

"A Câmara de Vereadores de Porto Seguro reverteu, no último dia 28 de junho, o equívoco da aprovação da lei que autorizava a leitura da Bíblia Sagrada nas escolas do município. Atendendo à recomendação da Procuradoria do Estado, os parlamentares confirmaram o juramento que fizeram à Constituição e revogaram a lei 1376 ao reconhecer sua notória inconstituciona lidade. Se, por um lado, a polêmica revelou a inversão de prioridade por parte dos edis – que poderiam aproveitar o cargo para propor políticas públicas que efetivamente enfrentem os graves problemas da educação no município, por outro, também revelou a falta de preparo técnico do poder legislativo – que não elabora com o rigor necessário os pareceres técnicos das comissões estatutárias, especialmente da de Constituição, Justiça e Redação Final. Ao fim e a cabo, ficou o aprendizado de que a participação da sociedade civil no acompanhamento das atividades da Câmara é fundamental para garantir mais transparência, democracia e legitimidade no exercício do poder.
Infelizmente, o debate sobre a questão se transformou numa verdadeira guerra santa. Talvez, esse tenha sido o caminho mais fácil escolhido pelos que querem confundir política com religião. É importante que fique claro: não se tratava de um julgamento do cristianismo, nem de defesa de posição anticlerical. Tratava-se de compreender que a profissão de fé é um direito privado e deve ser exercido no seio da família e no interior da comunidade religiosa. A escola, enquanto instituição pública e espaço de formação crítica e humanista, não deve se transformar em campo fértil para o proselitismo, devendo, isso sim, se constituir num ponto de encontro, respeito e contemplação da diversidade cultural que caracteriza a sociedade brasileira. Aliás, aqueles pais que querem uma instrução religiosa para seus filhos têm o direito de matriculá-los nas escolas confessionais, que são legalmente autorizadas a professar determinadas crenças religiosas.
Convencidos de que estão num (incompreensíve l) embate espiritual, alguns vereadores, lideranças religiosas e degenerados jornalistas aproveitaram o momento para destilar ódio, reafirmar preconceitos e deslocar o debate para o lado religioso. Aproveitando-se do monopólio da fala no parlamento ou da manipulação de um equipamento de comunicação comunitário, chegaram ao ponto de chamar as religiões afrobrasileiras de demoníacas, de classificar os islâmicos como terroristas e de incitar a população ao descumprimento da Constituição. Sem perceber, ao fazerem citações de versículos bíblicos em suas falas, eles demonstraram como o uso da bíblia na sala de aula poderia se transformar em puro proselitismo, uma profissão de fé dos professores convencidos em evangelizar seus alunos fazendo uso da sua autoridade na interpretação seletiva do texto sagrado – que, por sinal, é bastante ampla e diversificada no próprio campo do cristianismo com grandes divergências entre católicos, ortodoxos, presbiterianos, protestantes históricos, pentecostais, neopentecostais , etc.
Mais que incentivar essa desnecessária batalha, poderíamos aproveitar o momento para discutir os verdadeiros problemas que atingem as escolas de Porto Seguro. Por que não propor uma audiência pública para debater a falta de professores, os problemas de infraestrutura e a política curricular? Por que não fazer dessa audiência pública um espaço privilegiado para discutir os desafios das escolas no enfrentamento ao extermínio da juventude nas periferias de nossa cidade? Por que não ouvir a população sobre as demandas de políticas públicas ao invés de fazer leis com motivações puramente religiosa e eleitoreira? Fica, enfim, uma proposta para superarmos o imbróglio."

Chico Cancela ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Testemunhas de Jeová
24-06-2017 13:49

"No cenário internacional, o mundo foi surpreendido por duas notícias conflitantes envolvendo as Testemunhas de Jeová na Rússia:
Primeiro, a Suprema Corte da Rússia condenou em 20/04/17 as Testemunhas de Jeová sob falsas acusações com "extremistas". Além do fechamento e confisco dos prédios da filial e seus lugares de adoração, cada uma das mais de 170 mil Testemunhas de Jeová no país pode ser processada criminalmente por professar a sua fé. Em resultado disso, já houve mais de 40 ataques contra as Testemunhas de Jeová em varias partes da Rússia. As Testemunhas são conhecidas no mundo inteiro pelas suas atividades pacificas e educativas, promovendo a leitura e estudo da Bíblia.
Segundo, em contraste, em 31/05/17, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, condecorou o casal Valeriy e Tatiana Novik, duas Testemunhas de Jeová de Carélia, com a ordem "Glória dos Pais". A cerimônia aconteceu na véspera do dia Internacional da Criança. Esse prêmio é dado para pais com vários filhos e que se destacam em fortalecer a instituição da família e na criação de filhos. Eles também devem ser bons exemplos em formar uma família socialmente responsável, manter um estilo de vida saudável e garantir o bom desenvolvimento da personalidade dos filhos. Além de cuidar da saúde e do desenvolvimento educacional, físico, espiritual e moral deles.
David A. Semonian, um porta voz das testemunhas de Jeová da sede mundial, disse: 'Esperamos que essa atitude do Presidente Putin seja levada em consideração no em 17/07/17, quando a Suprema Corte da Federação Russa vai analisar a decisão de fechar o Centro Administrativo das Testemunhas de Jeová na Rússia'."

Manfred Arno Bôer ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Agricultura e preservação
22-06-2017 18:22

Em nossos boletins divulgamos os estudos envolvendo a dinâmica da atribuição, uso e ocupação das terras no Brasil. Dentre esta temática, ganhou destaque o papel da agricultura na preservação da vegetação nativa no Brasil. A dimensão da área preservada pela agricultura foi revelada através das análises dos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Ao todo, mais de 4 milhões de imóveis, envolvendo centenas de milhões de polígonos, foram analisados por procedimentos de geoprocessament o pela equipe do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica da Embrapa, que desenvolveu, testou, validou e aplicou um procedimento inédito de tratamento destes dados.
Todos os métodos empregados, tanto em geoprocessament o como nos procedimentos estatístico-mat emáticos, bem como os resultados numéricos e cartográficos obtidos para cada microrregião, estado, região e país, estão disponíveis na página "Agricultura e Preservação Ambiental". Os produtores preservam em seus imóveis mais de 174 milhões de hectares de vegetação nativa, ou seja, 20,5% do país. Todas unidades de conservação juntas protegem 13%.
Esperamos que os estudos desenvolvidos possam ser utilizados como uma ferramenta estratégica na tomada de decisão.

Evaristo Eduardo de Miranda ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Regularização de ambulantes
12-06-2017 14:35

"Visando reconhecer e priorizar as pessoas que efetivamente trabalham nas barracas da Passarela do Descobrimento e adjacências, o Requerimento Nº 134/2017, proposto pelo vereador Evaí Fonseca (PHS) durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Porto Seguro de 01/06/17, foi aprovado por unanimidade e promete representar um marco para a categoria, já que irá oportunizar àqueles que precisam, de fato, do espaço para garantir seu sustento. Trata-se do processo de regularização dos documentos de concessão.”

Ascom – Vereador Evaí Fonseca ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Dia da África
07-06-2017 17:12

"Obrigada ao Jornal do Sol pela publicação da matéria maravilhosa sobre as comemorações do Dia da África."

Miriam Silva ( Responder | Responder com citação | Citar
+2 # O direito à liberdade de expressão
31-05-2017 18:58

“Após décadas de luta, nosso país instituiu o Estado Democrático de Direitos, assegurando o usufruto a direitos sociais e individuais, a liberdade, segurança, igualdade, justiça, o bem-estar e o desenvolvimento como valores supremos de nossa sociedade, preconizados na nossa Constituição Federal de 1988 (CF/88).
O art. 5º da Carta Magna expressa que ‘todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade’ e estabelece os termos para o exercício dessas garantias. Dentre eles, o inciso IX deixa claro: ‘é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemen te de censura ou licença’.
Ora, em tempos de 'pseudodemocrac ia', de evidenciação dos ataques ao patrimônio público nacional, de golpes de toda natureza ao Estado brasileiro, o direito à liberdade de expressão volta a ser ameaçado. Já não é possível expressar ideias, convicções, questionamentos ou discordâncias quanto aos procedimentos jurídicos, administrativos e/ou políticos, sem logo receber (ou sofrer) ameaças: vou processá-lo ‘por perseguição’, ‘por assedio moral’, ‘por dano à imagem’ etc, impondo o silêncio pelo medo e coerção ao invés do debate e da argumentação.
Coagir, ameaçar, tentar impedir o direito à liberdade de expressão, isso sim é, pela lei, um crime! E, em um Estado Democrático de Direitos, ninguém deveria estar acima da lei! Do pequeno trabalhador a mais alta autoridade do judiciário, legislativo e/ou executivo, todos os brasileiros e brasileiras devem estar submetidos à lei, tal como afirmou uma certa autoridade do pais: ‘Quanta falta de responsabilidad e em relação ao Estado de Direito. O Estado de Direito é aquele em que não há soberanos, todos estão submetidos à lei’. O único limite à liberdade de expressão, portanto, é um outro direito.
Há, portanto, em nossa sociedade, a necessidade urgente de se distinguir, direito, de privilégios, ou afundaremos mais uma vez a nossa jovem democracia no nosso velho patriarcalismo. "

Reginaldo de Souza Silva ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Carta dos vigilantes ao povo da Bahia
30-05-2017 19:46

"Nossa greve é contra o deboche e humilhação dos patrões da vigilância. Os vigilantes da Bahia, profissionais qualificados, registrados na Policia Federal, que tem a responsabilidad e de cuidar e proteger a sua vida nos bancos, escolas, hospitais, parques, museus, teatros, shoppings, indústrias, órgãos públicos, etc, iniciaram uma greve desde quarta-feira, dia 24/05/17, fundamentalment e, contra o deboche e a tentativa de humilhação. Somos cerca de 30 mil profissionais, mães e pais de família, conhecidos por todos pela nossa honra e honestidade.
Para proteger a vida dos outros, pagamos muitas vezes com a nossa própria vida! Já os donos das empresas recebem em media pelo nosso trabalho R$ 6.000 e nos pagam um mísero piso de R$ 1.002. Para nos humilhar, após quatro meses de tentativa de negociação respondem com uma proposta de aumento de R$ 10 reais. Isto mesmo: dez reais! Para completar a maldade, insistem em fazermos trabalho extra nas folgas ou prorrogar a jornada de 12 horas para 13, 15, 20 horas por dia. Isto é escravidão!
A estas propostas indecentes e indignas respondemos firme: Não! Não nos restou alternativa senão a greve. Sabemos que sem bancos, agencias do INSS e outras instituições fechadas, homens, mulheres, aposentados e você cidadão, tem prejuízos. A culpa é dos patrões da vigilância e seus contratantes.
O Ministério do Trabalho chegou a convocar uma nova rodada de negociação para o terceiro dia da greve, que poderia ter abreviado o movimento. Mas os patrões fugiram e pediram para adiar para o sétimo dia (30/05/17 - terça-feira), castigando ainda mais a população.
Queremos trabalhar, mas não aceitamos deboche e humilhação. Somos trabalhadores honestos, dignos e merecemos valorização e respeito. Contamos com seu apoio e solidariedade."

Jefferson Fernandes - Sindvigilantes/Bahia ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # A aposentadoria e a prudência
29-05-2017 18:26

“Na polêmica sobre a reforma da Previdência, uma voz é pouco ouvida: a do jovem que recém ou ainda não ingressou no mercado de trabalho e está fora da categoria contribuinte do INSS, embora talvez seja os mais fortemente atingidos, a longo prazo, por qualquer tipo de decisão, saiam ou não as mudanças. Se aprovadas as alterações, ele terá de planejar uma carreira mais longa para ter direito à aposentadoria. Em caso negativo, poderá até ter o benefício inviabilizado ou prejudicado, a se confirmarem as previsões do colapso do sistema previdenciário brasileiro, no formato em que está. Por exemplo, especialistas lembram que o País está no fim da benéfica janela demográfica (mais trabalhadores ativos do que aposentados) e citam pesquisa do IBGE, segundo a qual em 2030, serão 41,5 milhões de aposentados, ou seja, um em cada cinco brasileiros.
Pesquisa recente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que, entre os 54% contrários à reforma, 63% estão na veemente faixa dos 35 aos 54 anos de idade. Nenhuma surpresa, já que serão um dos primeiros a sofrer os efeitos da reforma, com idade limite em 65 anos e mais anos de contribuição. Já a geração dos 18 aos 30 anos parece mais bem informada e mais previdente: seis em cada 10 se prepararam para a aposentadoria, seja pagando o INSS de forma autônoma, seja com poupança ou previdência privada.
Que conclusão tirar rápido recorte da polêmica que envolve a chamada reforma-mãe da recuperação da economia? Na nossa opinião, seja qual for o desfecho – e, como diziam os antigos, cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém –, o melhor é os jovens se envolverem no debate e começarem a entender que, daqui para a frente, seria bom rever o comportamento em relação ao dinheiro, visando à formação das reservas necessárias para garantir o futuro que desejam. Sugestão essa preventiva e válida também para os pais preocupados em melhorar e financiar a preparação dos filhos para o ingresso e/ou o sucesso no mercado de trabalho.”

Luiz Gonzaga Bertelli ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # A delação premiada
24-05-2017 19:22

“Uma prática da justiça tem se tornado um assunto habitual entre os brasileiros e tomou conta dos noticiários: a delação premiada. A expressão jurídica, que pode ser entendida como ‘uma troca de favores’, encontrou espaço no centro do debate político do país. Esse destaque veio em razão dos inúmeros casos em que foi adotada nos últimos tempos, e ganhou ainda mais visibilidade por meio da Operação Lava Jato, a maior investigação sobre corrupção no Brasil em ação desde 2014.
A Lava Jato, e tudo que envolve seu nome, desperta nos brasileiros grande interesse, incluindo ao que tange a metodologia jurídica, que gera cada vez mais debates sobre sua ética, inclusive entre os operadores do direito. Dentro do judaísmo, através da literatura do Talmud e das leis da Torá, é possível encontrar uma profunda reflexão sobre o assunto, que são de caráter atemporal, válidas para o passado, presente e futuro.
A delação premiada, que se tornou tão popular na operação Lava Jato, é baseada na negociação entre pessoas envolvidas em um crime e as autoridades, com objetivo de facilitar as investigações dos oficiais da lei. A visão do judaísmo não pretende defender ou criticar nomes ou nichos da sociedade, mas apenas avaliar se a delação premiada é admissível pela Torá.
Para o desembargador Fausto De Sanctis, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), um dos defensores da lei que regulamentou a delação premiada no Brasil, o que a medida realiza é a busca pela verdade. Porém, os 10 Mandamentos são claros ao pregar: ‘Não darás falso testemunho contra teu próximo’ e, ainda nesse campo também ensinam ‘Não dê ouvidos à maledicência. Não acompanhes o mau para servir de falso testemunho’.
De acordo com esses trechos, a Torá não aceita qualquer indivíduo como testemunha. Principalmente, se ele for um “Ed Chamas”, ou seja, alguém envolvido em um caso de roubo, pois, é necessário manter a ficha limpa durante toda a vida. Mas por que a rigidez sobre esse assunto?
Em casos assim, é nítido o interesse do delator na causa de anular ou aliviar sua pena, portanto, como acreditar na isenção de seu depoimento? De acordo com a Lei Judaica, esse tipo de testemunha, motivado pelos fatores da delação, será capaz de produzir mentiras, invenções e transmitir informações seletivas.
Quando essa prática jurídica foi levada a Israel, trazida da Europa, o ex-Grão Rabino Chefe, Mordechai Eliahu z’l e o ex-Rabino Chefe da Corte de Israel, Abraham Shapira, concluíram que os depoimentos obtidos por meio da delação premiada não são kosher, quer dizer, não são apropriados, não tem validade, porque o depoente é suspeito de atuar em benefício próprio ou de outros envolvidos no caso.
Essa análise nos faz questionar: como podemos acreditar nos testemunhos obtidos dessa maneira? Até que ponto deve-se considerar as falas dos delatores como verdade?
A Lei do Talmud é sensível à causa educacional, e para uma sociedade que valoriza o resultado, e não o processo, a Lava Jato é um sucesso. Mas será que não seria importante se questionar: os fins justificam os meios?”

Rabino Samy Pinto ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Renovação de assinatura
18-05-2017 18:41

“Prezado Alex. Conte com a renovação da assinatura do Monte Pascoal Praia Hotel. Parabéns pelo trabalho desenvolvido.”

Orlando Almeida ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Mais Rally do Village
12-05-2017 15:37

“Muito boa a crônica ‘Rally do Village’ do Marco Bressan. Parabéns a ele e ao Jornal do Sol pela publicação.”

Jeferson Morgado ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Rally do Village
08-05-2017 23:36

“Foram abertas oficialmente as inscrições de pilotos, carros e caminhões para o I Rally do Village! São admitidos somente pilotos experientes e carros, ou caminhões, com tração integral.
A primeira e única etapa terá largada a partir do cruzamento entre a rua das Hortênsias e a rua das Margaridas, no Village I. Os pilotos deverão enfrentar, logo no começo, o trecho mais complicado: ultrapassar a rua das Margaridas! Nessa rua, o barro escorregadio utilizado pela prefeitura em 2016 para tampar uma enorme e histórica cratera criada pelo rio de água que, a cada chuva, a invade, irá selecionar logo os potenciais vencedores do rally.
No cruzamento seguinte, o percurso desvia, em direção sul, na rua dos Hibiscos, que encontra-se em condições levemente melhores. E, enfim, dobrando a quadra, o trajeto passa pela rua dos Lírios, que apresenta um antigo calçamento todo esburacado. E volta pela rua das Hortênsias chamada de: “a região dos lagos”.
O tempo recorde dessa etapa é de um caminhão carregado com 12 m3 de areia que entrou pela rua das Margaridas, atolou, desistiu e, enfim, fez a volta do percurso ao contrário, ficando novamente atolado na rua das Margaridas. O tempo final foi de duas horas e cinquenta minutos (e não é brincadeira!). O tempo só não foi pior porque foi chamado um outro caminhão gigante para rebocar e desatolar o concorrente.
Nota para os participantes: a inscrição será recusada caso o veículo não tenha tração 4x4. Por favor, não insistam! Um carro 4x2 não passa pela Rua das Margaridas! Os carros dos moradores ficam estacionados há semanas nas ruas adjacentes, por causa da condição degradada em que se encontra a mesma. Nas últimas duas semanas, oito caminhões e mais de 10 carros ficaram atolados nessa rua!
Nota para os visitantes: agradecemos antecipadamente os visitantes, se puderem recolher o lixo gerado por lanches ou bebidas, depois da competição, sendo que sempre, por causa do estado da rua, o caminhão do lixo passa nas ruas laterais e somente uma vez por semana retira o lixo da rua das Margaridas. É aconselhado uso botas e um bastão para apoiar-se e para não escorregar e cair na lama.
Participações e suportes: nenhum por parte da Prefeitura Municipal de Porto Seguro/BA.
Localização: a 600 metros da Arena Axé Moi.”

Marco Bressan ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Doação de brinquedos
05-05-2017 17:50

“Para nós, do Estúdio Zero Produções, o dia 27/03 foi muito especial, após campanha realizada entre os ensaios fotográficos com a arrecadação de brinquedos. Os clientes que doassem um brinquedo recebiam gratuitamente mais quatro fotos. Entregamos para a creche Lar Amor da Criança, no Parque Ecológico, os frutos da nossa promoção. Foi muito gratificante e emocionante ver no rosto de cada criança a felicidade de ter tantos brinquedos para seu divertimento.
Agradecemos à direção da creche que nos recebeu com tanto carinho e cordialidade. Obrigado principalmente aos nossos clientes que participaram com tanta satisfação e pela confiança sobre a destinação do material arrecadado, pois sem eles nada disso seria possível. Com o sucesso da realização, em breve estaremos lançando mais uma campanha fotográfica, aguardem.”

Wanely Luconi ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Temer e o pacote do veneno
29-04-2017 15:48

“O Governo Temer, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), juntamente com representantes das indústrias de agrotóxicos, fazendeiros e grandes produtores elaboraram uma proposta de Medida Provisória (MP), pacote do veneno, que altera a lei 7.802 de 1989 para permitir o uso de agrotóxicos proibidos nos EUA, UE, China e classificados como carcinogênicas, teratogênicos (que causam malformação de fetos) e mutagênicos.
O Brasil já é o maior consumidor mundial de agrotóxicos e cada brasileiro consome em média 5 litros de veneno por ano. É óbvio que os lucros dos produtores, do governo e das empresas a curto prazo não compensarão os prejuízos que o uso desses agrotóxicos trarão futuramente. Os custos para os tratamentos de saúde, auxílios-doença s ou as aposentadorias por invalidez nunca compensarão todos esses riscos, pois se fossem seguros estariam liberados em outros países.
Ministério Público, Anvisa, entidades civis e religiosas, ruralistas e consumidores devem unir forças para impedir essas mudanças que trarão prejuízos incalculáveis para a nação brasileira e ecossistemas."

Daniel Marques ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Lava-Jato e as campanhas
29-04-2017 15:31

“Que os políticos tentem sobreviver depois de um tsunami de denúncia é compreensível. Não dá para engolir é a imprensa, com carinha de espanto, tentando fazer as pessoas apoiar essa gente que tomou as instâncias de governo de assalto.
Mesmo havendo denúncias e fortes indícios de que Congresso Nacional e Palácio do Planalto tornaram-se um balcão de negócios, onde se vende a legislação ao gosto da empreiteira, eles estão sempre ouvindo os “analistas” para dar uma forcinha, sabe-se lá a que custo, a essas milícias governamentais.
Nesses momentos críticos usam demais o clichê de que “não se vive sem político ou sem a política”. Disso ninguém discorda. Uma coisa é viver sem política, outra bem diferente é viver sem larápios do dinheiro público.
Ainda querem aprovar o financiamento público para campanhas eleitorais. É preciso reforçar que os candidatos já possuem certa notoriedade junto ao público. Também é preciso acabar com essa visão de que as campanhas devem ter gastos astronômicos. A tese de que os bilhões de dinheiro público para as campanhas têm por objetivo os candidatos sem recursos é pura falácia para dar dinheiro aos renomados. Em síntese, a população tira o dinheiro do remédio para ser enganada com propagandas mentirosas.
Outra defesa enfática e até raivosa é de que a população não deve vaiar os homens que tiraram até a água do povo para se locupletar. Esquecem-se do período de campanha quando eles invadem a casa das pessoas sem pedir permissão nem com autorização prévia.
Já os cidadãos não podem ir à frente das casas deles para demonstrar sua insatisfação. Se os gritos fossem de apoio, as imagens seriam capas de revistas e de jornais. E os gritos seriam manchete de abertura de noticiários de televisão.
E essa corda do abismo moral não para de esticar. Enquanto para a sociedade é péssimo saber que não sobra um político para apagar a luz, para eles isso é alentador, como se manifestou Lula numa emissora de rádio. Por essa lógica, a falha só é grave se for exceção, e cometida por poucos, quando se torna regra passa a ser virtude."

Pedro Cardoso da Costa ( Responder | Responder com citação | Citar
-1 # 100 dias de governo
27-04-2017 20:02

"O segundo mandato da prefeita Cláudia Oliveira (PSD) à frente da Prefeitura Municipal de Porto Seguro chega aos cem dias. Se, por um lado, o período pode ser considerado ainda insuficiente para um balanço mais profundo de suas ações governamentais, por outro lado, o fato de não ter existido mudanças significativas no alto escalão da administração municipal nem ter sido alterado o bloco partidário de sustentação do governo permite, com maior facilidade, observar as continuidades e descontinuidade s da gestão da prefeita. Nesses mais de três meses de segundo mandato, a população de Porto Seguro conviveu apenas com mais do mesmo: um governo antidemocrático , submisso aos interesses de meia dúzia de empresários e caracterizado pela omissão e descaso diante das reais demandas da cidade.
A grande marca do modo de governar de Cláudia Oliveira continua sendo a de um “governo de gabinete”. A ausência de participação da sociedade na definição dos rumos da cidade resulta numa inversão das prioridades governamentais, inviabilizando a possibilidade de resolução dos principais problemas existentes. Um exemplo dessa distorção foi o orçamento publicado no mês de janeiro que destinou mais recursos para o Gabinete da Prefeita do que para as pastas de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca, Desenvolvimento Econômico e Esporte e Lazer. Lamentavelmente , referendando essa inversão de prioridades, temos visto a passividade dos vereadores na Câmara Municipal, que, ao invés de expressarem a voz da população, se submetem a uma lógica de subserviência ao poder executivo.
A negação ao direito à cidade também se destacou como marca desses primeiros dias de segundo mandato. Os problema de mobilidade urbana são agravados frente a opção da prefeita de manter um transporte coletivo caro, ineficiente e controlado pelos empresários do setor, de protelar a discussão ampla e sistêmica sobre a regulamentação do transporte alternativo e de negligenciar a precarização e a qualificação dos agentes municipais de trânsito. A crise da segurança pública faz da cidade a 14ª mais violenta do país e a prefeitura não se empenha em priorizar o enfrentamento do extermínio da juventude negra nas periferias e do clima de medo instalado nas ruas, propondo políticas públicas que diminuam as desigualdades sócio-territori ais, que gere mais trabalho e renda para população, que promova mais cultura, esporte e lazer para os jovens e que fomente a criação e dinamização de espaços públicos de sociabilidades. O sentimento de abandono e descaso é generalizado e tem se expressado na falta de manutenção das praças e equipamentos públicos, na falta de profissionais da educação para o início do ano letivo, na falta de planejamento na organização dos eventos ou na falta de explicação para a “extinção” da secretaria de esporte. Até mesmo as obras de infraestrutura que se espalhavam pela cidade na véspera da eleição estão paradas, revelando que não passavam de mera estratégia eleitoral (também conhecido como abuso de poder econômico).
Ao fazer esse balanço, o PSOL de Porto Seguro confirma sua posição de oposição ao governo de Cláudia Oliveira. Ao mesmo tempo em que se diferencia da oposição de direita, representada pelo PMDB de Ubaldino Jr. e o PPS de Roberta Caires, que atuam na lógica da velha política personalista, clientelista e fisiologista, sem grandes divergências programáticas com a atual gestão de modo que até os vereadores que conseguiram eleger em suas coligações (Van Van, Renivaldo, Rodrigo e Bolinha) não demoraram a compor a base do governo. Por fim, convidamos aqueles que acreditam em outra cidade possível e necessária a ingressarem em nossas fileiras, organizando e mobilizando a população para construirmos uma Porto Seguro mais justa, democrática e sustentável."
Direção Municipal do Partido Socialismo e Liberdade

Francisco Cancela ( Responder | Responder com citação | Citar
+1 # Falta de respeito
07-04-2017 17:12

“É uma vergonha a falta de respeito da Caixa Econômica Federal com seus clientes e pessoas que necessitam sacar o bendito FGTS. Depois de ficar três horas na fila, me disseram que o sistema estava fora do ar. Porque não avisam as pessoas que estão queimando no sol lá fora e as deixam por horas pra depois falar isso? Isso é só uma pequena amostra do que acontece nesse país onde o cidadão só tem direito a ‘ficar na fila e esperar’ com cara de idiota. Depois, a funcionária simplesmente te diz: ‘venha outro dia’. Ou seja, pegar mais fila e mais espera e quem sabe o sistema estar fora do ar outra vez.”

Célia Figueiredo ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Salário mínimo para os políticos
03-04-2017 22:01

“Em tempos de Operação Lava Jato e tantos desdobramentos de investigações, denúncias, delações premiadas, investigações de toda sorte, estou lançando uma ideia inusitada, irônica, mas que não deixa de ser uma aposta para passar o Brasil a limpo, preservar instituições e favorecer, em primeiro e em todos os planos, as pessoas, o povo, a base que sustenta a nação. É uma espécie de projeto de lei, ou estatuto, como queiram.
O Estatuto do Político Brasileiro propõe, dentre outras medidas, que qualquer político, eleito ou indicado para cargos de ministro, conselheiro e que tais, recebam apenas um salário mínimo mensal, claro, com todos os acréscimos e descontos legais, cumpram oito horas de trabalho de segunda a sexta-feira e, aos sábados, peguem no batente até o meio dia. Além disso, deverão tais autoridades andar de ônibus comum, como todo mundo, comer marmita na hora do almoço, usar o Sistema Único de Saúde, etc.
Abaixo, segue o texto integral da proposta, que já foi enviada para muitas das autoridades que devem cumprir o estatuto, até agora sem qualquer resposta.
ESTATUTO DO POLÍTICO BRASILEIRO
Dá nova redação a qualquer lei anterior que estabeleça valores de salário, remuneração, subsídio, gratificação, verba parlamentar, ajuda de custo, penduricalho, etc para políticos, nos municípios, estados, União e Distrito Federal. Dispõe sobre alguns direitos dos políticos.

Art. 1º - Todo e qualquer político, seja Vereador, Prefeito, Deputado Estadual, Deputado Federal, Governador, Ministro de Estado, Senador e Presidente passa a ter como salário, remuneração, subsídio, gratificação, verba parlamentar, ajuda de custo etc o mesmo valor que um trabalhador comum recebe, ou seja, um salário mínimo nacional, sem qualquer acréscimo. O órgão público a que o político estiver vinculado fará depósito relativo ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS, na forma da lei.

§ 1º - Do salário serão descontados Vale Transporte, INSS e outras vantagens que forem negociadas.
§ 2º Serão acrescidos, na forma da lei, valores relativos a Salário Família e outras que a lei determinar.
§ 3º Os políticos terão direito a Carta Social – postagem de cinco cartas por mês, ao preço de R$ 0,01 (hum centavo), direito a concorrer à "Minha Casa, Minha Vida", Bolsa Família, e outras vantagens concedidas a famílias de baixa renda, devidamente comprovados através de certidões, declarações, documentos etc.
§ 4º Os políticos terão direito a um mês de férias a cada doze meses efetivamente trabalhados, com acréscimo de 1/3 do salário mínimo e ao décimo terceiro salário, ao final de cada ano.
§ 5º Os políticos terão direito ao Salário Família, calculado na forma da legislação em vigor.
§ 6º Os políticos não podem fazer leis ou regulamentos que beneficiem a si, parentes ou a amigos.
§ 7º Os políticos serão avaliados pela produção de leis, regras, regulamentos, debates em prol do país, e terão descontados do salário valores a serem estipulados em lei complementar se houver qualquer discussão inócua, debate de assuntos sem importância e propositura de leis que piorem a situação dos brasileiros.

Art. 2º. Nenhum político terá carro oficial nem despesas de transporte paga com dinheiro público.
Paráfrafo Único - A segurança privada de políticos está terminantemente proibida. Todos os políticos terão a proteção da polícia, igual aos demais cidadãos.

Art. 3º. Nenhum político terá qualquer ajuda de custo, seja moradia, correio, viagens de avião ou de qualquer outro meio de transporte, ajuda para gabinete, funcionário, comida, paletó etc.

Art. 4º. Nenhum político terá foro privilegiado, ou seja, não serão julgados pelos Tribunais Superiores. Qualquer crime cometido será investigado pelas polícias militar e civil, e serão presos nas delegacias públicas e presídios comuns, sem direito a cela especial.
Art. 5º. Nenhum político poderá viajar para o exterior, pois seus salários não serão suficientes para este tipo de viagem.
Art. 6º. Nenhum político poderá comer em restaurantes de luxo. Cada um terá que levar para o trabalho sua marmita, quentinha, marmitex ou similar.
Art. 7º. Nenhum político poderá usar serviço de saúde ou plano de saúde particular, devido ao alto custo. Cada um receberá o Cartão Cidadão, para utilizar os serviços do Sistema Único de Saúde – SUS. Em caso de tratamentos ou cirurgias de alto custo, deverão entrar na fila de regulação ou, caso sejam recusados, têm o direito de entrar na justiça para pedir liminares. Estão proibidos de usar taxi, uber ou outros serviços especiais de transporte.
Art. 8º. Nenhum político poderá utilizar avião nem veículos de luxo. Eles deverão usar os ônibus comuns, e para isso receberão vale transporte que será descontado do salário mensal.
Art. 9. Nenhum político poderá trabalhar menos que um trabalhador comum, ou seja, deverão bater ponto às 8hs, terão intervalo para comer a quentinha às 12hs, descansarão um pouco e voltarão ao batente às 14hs, devendo sair do serviço às 18hs. Não terão direito a hora extra, portanto, não podem permanecer no recinto após o expediente.

Parágrafo Único - Todos os políticos terão obrigação de trabalharem de segunda a sexta-feira, nos horários já citados, e aos sábados até o meio dia, descansando aos domingos.

Art. 10º. Todos os políticos serão revistados na entrada e na saída do trabalho, nos moldes das leis vigentes, como acontece com trabalhadores comuns.

Art. 11º. Todos os políticos deverão sofrer baculejo nos ônibus, como os demais cidadãos brasileiros, durante blitzes das polícias.

Art. 12º. Todo político deverá passar pelas mesmas situações que pessoas comuns nas abordagens policiais de rotina.

Art. 13º. Todos os políticos devem matricular seus filhos em escolas públicas, sem qualquer privilégio.
Parágrafo Único - Qualquer tentativa de matricular filhos e/ou dependentes em escolas particulares, escolas de idioma, viagens de intercâmbio cultural ou similares, será severamente investigada e punida, na forma da lei.


Art. 14º. Todos os políticos devem morar em residências comuns, pois seus salários não serão suficientes para residir em condomínio de luxo, hotéis, mansões, paraísos, ilhas particulares etc.

Art. 15º. Todos os políticos que tiverem doenças graves, crônicas e incuráveis terão direito a receber remédio de graça nas farmácias populares, como os cidadãos de bem da nação.

Art. 16º. Todos os políticos terão direito à aposentadoria digna, de um salário mínimo mensal, após 49 (quarenta e nove) anos de contribuição ininterrupta, ao completarem 65 (sessenta e cinco anos de vida). Aqueles que conseguirem comprovar as contribuições receberão 51% do salário mínimo, mais 1% por cada ano de contribuição, sendo vedada qualquer aposentadoria que ultrapasse o salário mínimo.
Parágrafo Único - Aos políticos fica vedado contribuir para Previdência Privada ou qualquer tipo de investimento similar, devido ao seu salário ser o mínimo e não sobrar para despesas desnecessárias. Qualquer tentativa de ingresso em planos de previdência que não seja o oficial será investigada e punida.

Art. 17º. Aos políticos é vedado receber e/ou pagar vantagens, em dinheiro ou bens, materiais ou serviços, em qualquer época, nas campanhas, nas eleições ou no exercício do mandato, sob pena de prisão e perda do direito ao salário e à aposentadoria, bem como devolver aos cofres públicos, com juros e correção, todos os valores recebidos a título de salário ou aposentadoria.

Art. 18º. Aos políticos é vedado ter acesso a horário gratuito em qualquer meio de comunicação, mesmo via internet ou redes sociais, para fazer campanha ou propaganda de suas realizações. A campanha deverá ser feita de porta em porta, sem alarde, sem colagem de cartazes ou banners, sem atrapalhar o sono e sossego da população, sem troca de favores, promessas de favorecimento etc.

Art. 19º. Os direitos e deveres não previstos neste estatuto serão analisados por uma comissão, sem prazo para conclusão.

Art. 20º. Esta lei entra em vigor na data da sua publicação.

Sala das Sessões do Congresso Nacional, 1º de abril de 2017

Valdeck Almeida de Jesus ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Carne fraca
23-03-2017 21:26

"Surpreendente e assustador que a maior operação da história da polícia federal brasileira tenha sido justamente contra a adulteração de carnes em plena vigência da operação lava-jato envolvendo os fornecedores que abrangem todo o território nacional e exterior.
Particularmente, deixarei de consumir produtos dessas empresas e devolverei os que não tenha consumido. Revoltante comprar esses produtos caros e famosos confiando que são saudáveis e higienizados quando na realidade deveriam ter ido para o lixo.
Ainda mais revoltante é saber que os funcionários públicos envolvidos só serão afastados, o ministro da justiça e agricultura continuarão em seus cargos e os únicos punidos serão os consumidores. Ler as reportagens chega a dar náuseas, sendo inevitável pensar nas crianças e idosos consumindo produtos altamente cancerígenos, misturados a papelão e produtos químicos diversos com conivência da vigilância sanitária.
Em outros países os terroristas agem com um propósito e fazem questão de assumir os atos e demonstrarem os motivos, mas no Brasil o povo vota nos seus terroristas que agem ocultamente matando silenciosamente milhares de pessoas no mundo inteiro apenas para obterem maiores lucros. Existem discussões acirradas sobre as reformas necessárias ao desenvolvimento do Brasil, mas em realidade esquecemos que primeiramente precisamos reformular nossos conceitos sobre caráter, ética, dignidade e principalmente amor ao próximo. Nossa crise é de caráter."

Daniel Marques ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # SESC de Porto Seguro
23-03-2017 21:14

"O SESC de Porto Seguro terá recreações e restaurantes para seus associados ou será apenas unidade escolar? Grato."

Pedro Luiz Paulino ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Top Drag 2017
17-03-2017 18:40

"Nós, da Uothy Produções, gostaríamos de agradecer ao Jornal do Sol pelo seu apoio ao concurso Top Drag Porto Seguro 2017. Que maravilha ver que o Concurso está tendo muita visibilidade. Parabéns. E não se esqueçam: dia 08 de abril, no Centro de Cultura, o Top Drag 2017!"

Gleidson Miranda ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Village 1 esquecido
16-03-2017 19:34

“No dia 16 de março, após uma chuva de 10 minutos, um caminhão maior que 10 m, carregado de ferragem, em baixíssima velocidade, não conseguiu transitar com segurança na enlameada rua das Margaridas, no Village I, e acabou batendo num carro estacionado.
As causas são sempre as mesmas: o rio de água que alaga essa estrada após cada chuvinha e a péssima condição da rua, que nem calçamento esburacado tem. Com sorte ninguém se machucou, porém o carro atingido teve um grande prejuízo e por pouco o caminhão não derrubou o muro de uma casa.
Se um caminhão tão pesado não consegue ir reto, podem imaginar as dificuldades de quem tem um carro comum, sem tração nas quatro rodas, ou uma motocicleta. Isso acontece há décadas, numa estrada que se encontra a 600 m da Arena do Axé Moi, no meio da região turística da orla de Porto Seguro. Que boa imagem que passamos aos turistas que ficam hospedados por aqui!
A situação do Village 1 e do Riacho Doce são semelhantes: os grandes residenciais e hotéis calçam particularmente as estradas dos próprios perímetros. Os outros moradores estão na lama, com as ruas envenenadas das águas dos esgotos.
Antes da eleição de 2016, um vereador, em seguida eleito, veio para verificar a situação e fez muitas promessas, falando de projetos de escoamento das águas e de calçamentos das ruas. Os moradores acreditaram nele, sendo que foi o único que apareceu na última década e ele ganhou muitos votos no bairro. No entanto, nada mudou.”

Marco Bressan ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Políticos tradicionais
16-03-2017 18:25

“Os políticos tradicionais não dão a mínima para o povo. Mesmo assim, o povo continua votando nos mesmos hipócritas! O resultado disso é o excesso de encargos que temos para manter a ilimitada ganância desses falsos líderes.
E, a cada ano, passamos à beira de uma possibilidade de guerra civil interna, como, por exemplo, as manifestações de 2015 contra e a favor do governo Dilma Rousseff. Já não há mais espaço para dizermos que a maioria não sabe votar. O que tem ficado evidente é que muitos estão votando de acordo com seu verdadeiro caráter.
Ou mudamos o voto e nossas práticas, ou não mudaremos o Brasil."

Professor Iranildo Lira ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Brasil em queda livre
13-03-2017 20:04

“Quando analisamos a estrutura de um país, procuramos ter a percepção de um quadro pluralista que abranja as questões sociais, morais, econômicas e políticas. Depois do Carnaval, festa que provavelmente anestesiou os problemas da nação, sinto-me indignado, para não dizer perplexo, em relação ao que é hoje o Brasil em todos os sentidos, e penso, em uma mistura de receio e desesperança, no que poderá ser este país daqui a uns anos.
Do ponto de vista social e moral, vivemos uma era em que o reflexo da corrupção − segundo os petistas relegada a nós como uma “herança maldita”, mas desta feita deixada por eles mesmos − influência, numa cadeia degradante, todas as virtudes que um povo deve ter.
A violência perpetrada por marginais sem o menor pudor em cometer homicídios por motivos torpes cresce a cada dia. Nossa legislação é fraca demais para coibir a bandidagem que, no âmago do seu desrespeito às Leis e instituições, se ampara no exemplo corrupto da política para legitimar seus desideratos.
Já no campo econômico, que norteia o futuro de todas as segmentações acima elencadas, temos a notícia de que o Brasil, em uma lista de 38 países, teve o pior Produto Interno Bruto (PIB) em 2016, segundo ranking de desempenho da agência de classificação de risco brasileira Austin Rating, ou seja, o nosso PIB caiu 3,6% em relação ao ano anterior, sendo que a economia já havia recuado 3,8%! Essa sequência de dois anos seguidos de baixa só foi verificada no Brasil nos anos de 1930 e 1931. Vejam a que ponto chegamos!
Com efeito, o nível de pobreza da população aumentará e, pela lógica esquerdopata, quanto mais pobres existirem, mais os partidos de esquerda terão voz e mais nos afundaremos. Fala-se muito em “choque de gestão”, mas entendo que precisamos de “choque de indignação” pelo legado que nos foi deixado, tanto do ponto de vista moral como do econômico, assim também como um “choque na legislação penal”, vez que do contrário perderemos o controle de absolutamente tudo que nos resta.
É triste observarmos a pouca mobilização da população, haja vista as imensas aglomerações no Carnaval e a despolitização nas demandas que exigem a real e verdadeira mobilização nas ruas. Isto posto, a esperança reside nos novos políticos e na punição severa e exemplar dos antigos, as velhas raposas do planalto, descobertos pelas investigações da Operação Lava-Jato. A verdade é que estamos em queda livre, sob os efeitos da gravidade, e de uma outra gravidade pior, chamada gravidade da moral e da ética...”

Fernando Rizzolo ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # SAT aciona Aragon
03-03-2017 17:20

“Recentemente, chegou ao conhecimento desta diretoria jurídica o fato ocorrido com a empresa Aragon acerca da realização de eventos festivos durante o feriado carnavalesco, que dada a sua magnitude e extensão causou diversos danos de natureza moral e financeira a diversos moradores e empresários do distrito de Trancoso.
Em tempo, vale ressaltar que esta diretoria jurídica já vem se ocupando, e atualmente está em fase de ajuizamento, duas ações civis públicas em face do Município de Porto Seguro, não com o cunho de atender a questões pontuais, como o citado evento, mas sim objetivando compelir a autoridade municipal a atender as demandas recorrentes do nosso distrito.
Por outro lado, esta diretoria, buscando corresponder aos urgentes anseios da comunidade de Trancoso, disponibilizará no dia 06/03/17, a partir das 10 horas, o seu staff a fim de ajuizar ações indenizatórias individuais para todos aqueles que tenham sofrido danos de natureza moral e material.
Para tanto, é necessário o comparecimento do interessado na sede da Sociedade Amigos de Trancoso - SAT - no dia e horário acima citados portando:
a) cópia do documento de identidade e comprovante de residência (em caso de pessoa jurídica, a última alteração contratual - somente sendo possível para aquelas empresas constituídas na figura de EPP ou ME);
b) qualquer meio de prova do dano sofrido. Sendo de natureza moral (perturbação, incômodo, insônia, etc.), servirão como prova vídeos e fotos, além de nome e qualificação completa das eventuais testemunhas a serem ouvidas no processo (máximo de três). Sendo o dano de natureza patrimonial (dano material), a prova documental do prejuízo causado, ou seja, cancelamento com devolução de valores de reservas, cancelamento de reservas sem devolução de valores, gastos de ressarcimento de hóspedes insatisfeitos, etc.
Vale lembrar que o ajuizamento de uma ação indenizatória, para que se tenha chances reais de êxito, é imprescindível a apresentação de provas do dano sofrido”.

Ricardo Fortuna - Diretoria Jurídica SAT ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Paz positiva
22-02-2017 21:35

“De acordo com o Institute for Economics & Peace (IEP), conceituado órgão de pesquisas com sedes na Austrália, Estados Unidos e México, que quantifica a paz e seus benefícios pelo mundo, uma definição de paz é a situação existente pela ausência da violência ou do medo da violência. O medo da violência é chamado de Paz Negativa, ao passo que a Paz Positiva é baseada em oito pilares, que criam o ambiente favorável para o florescimento da paz sem medo da violência em um país:
- Ambiente empresarial sólido
- Alto nível do capital humano (educação, competência, etc.)
- Baixos níveis de corrupção
- Livre acesso à informação verdadeira
- Bom relacionamento com os vizinhos
- Aceitação dos direitos dos outros
- Bom funcionamento dos órgãos governamentais
- Melhor distribuição de recursos
O IEP mede a paz no mundo há dez anos e divulgou em 2016 o seu décimo relatório chamado Global Peace Index (Índice Global da Paz), onde infelizmente conclui que o mundo piorou nos últimos dez anos. O impacto econômico da violência mundial em 2015 foi de US$ 13,6 trilhões ou seja 13,3 % do PIB. Isso equivale a US$ 5 por dia de cada habitante do mundo. É um gasto absurdo, que se tivesse outra orientação, poderia trazer a paz ao mundo nas próximas gerações. Só para termos uma ideia, uma redução de 10% no impacto econômico da violência anual, produz o equivalente a toda exportação de comida do mundo, neste mesmo período. É preciso reverter esse processo nos países que só aumentam a violência no mundo e fatalmente vão causar a nossa destruição ou a do planeta. Isso não é impossível, pois existem países que já estão com um alto índice de Paz Positiva, ao passo que outros pioram a cada ano. É só seguir o exemplo daqueles que deram certo, semear agora e colher no futuro. Esse relatório analisou 163 países e concluiu que os melhores em termos de Paz Positiva são a Islândia, a Dinamarca, Áustria e Nova Zelândia. Já os piores são Síria, Sudão, Iraque e Afeganistão. O Brasil está em 105º. lugar, perto dos Estados Unidos, que aparece em 103º. O Japão aparece em 9º. lugar. Esse Índice Global da Paz é um estudo bem amplo, com reconhecimento mundial, que mostra claramente a estupidez do ser humano em viver na violência".

Célio Pezza ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Polícia Militar
22-02-2017 21:32

“Existirá no trabalho diário contra o crime, na segurança da população e patrimonial, na linha de frente, algum político, profissional de imprensa, um juiz, um promotor? O coronel, o major, o capitão, e o tenente, se não houvesse sargentos, cabos e soldados teriam grandes dificuldades na linha de frente. Nas favelas, becos, periferia, campos de futebol, festas populares, na guarda dos presídios, nas madrugadas frias ou quentes, quem está na linha de frente?
No Brasil em 2017 temos aproximadamente 202 milhões de habitantes e, aproximadamente , 425,2 mil policiais militares e 117,6 mil policiais civis, ou seja, um PM para cada 473 habitantes e um policial civil para cada 1.790. Em algumas regiões do país há uma enorme diferença entre o efetivo policial e a população, ou seja, um policial para quantos habitantes? Regiões: Sul 49.430 (1 - 583), Nordeste 109.341 (1 - 510), Sudeste 186.219 (1 - 454), Norte 42.129 (1 - 403), Centro-Oeste 38.129 (1 – 393).
Pode ser que parte dos políticos, da imprensa, muitas sensacionalista s, outras irresponsáveis, acreditem que policiais vivem de brisa. Sabem eles que em serviço essencial não se pode ter greve. Esquecem eles que por detrás das fardas estão homens e mulheres. Na policia militar 10% e na civil 26,5% são mulheres. Todos sabemos do regime disciplinar, dos riscos e desvalorização constantes que a profissão vem sofrendo nos últimos anos. Quem quer ouvi-los? O que tem sido feito de suas reivindicações?
Em alguns estados policiais militares, como o Espírito Santo, tem seus familiares na luta por melhorias salariais e condições de trabalho. Dia e noite acampados nas portas dos quartéis, procuram dizer aos governantes, a população, que esta difícil sobreviver. Vão ao trabalho e não sabem se retornam! Afinal é lutar ou morrer.
No ano de 2016, no Rio de Janeiro, 390 policiais foram baleados, 111 não resistiram. Nesta luta, 363 eram PMs, 22 eram policiais civis, 4 eram policiais rodoviários federais e 1 era policial federal. Destes, 233 estavam de serviço, 132 estavam de folga, 21 eram reformados, dois eram aposentados e um era recruta. Do total, 136 foram atingidos em áreas pacificadas. Na Bahia foram 23 mortos. Os policiais além de lutar para garantir a segurança de todos, ha muito precisam lutar para não morrer.
Sabemos da cultura militar de mantê-los como reservas das forcas armadas, das condições de trabalho, das dificuldades na seleção e formação dos quadros. Do outro lado, apontam, que 3022 pessoas, oito por dia, foram assassinadas por policiais militares (9. Anuário de segurança publica, Folha São Paulo, 03/10/15). Mas, não apontam como se dará a valorização e a garantia das condições de trabalho.
Porque grande parte da população e da mídia teima em não enxergar a triste realidade das condições de trabalho e valorização, em dizer que não podem fazer greve, não podem deixar a população descoberta. Porem, não conseguem explicar porque resta ao Policial Militar: Lutar ou Morrer?
Ao comemorarmos 192 anos de criação da corporação no estado da Bahia, melhor seria que, cada um de seus integrantes fosse recebido em casa com saúde e segurança, ao invés de uma medalha por bravura post mortem”.

Reginaldo de Souza Silva ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Reforma da Previdência
22-02-2017 21:28

“É um equivoco inominável do Governo Michel Temer ousar aumentar a idade mínima para aposentadoria, sobretudo dos trabalhadores rurais. O Brasil possui uma das mais altas cargas tributárias do planeta e oferece o mínimo em contrapartida, bastando observar que mais da metade do valor das aposentadorias ou benefícios sociais retornam ao governo na forma de impostos.
Óbvio que o presidente e seus ministros que já aposentados com salários 30 vezes maiores do que o cidadão comum defendam o sacrifício do pobre para manutenção de suas mordomias.
Simples diminuir o déficit da previdência através da cobrança das dividas bilionárias das multinacionais, estatais e reduzindo as aposentadorias milionárias.
Recordo que é decepcionante a atuação da grande bancada evangélica e maçônica presentes no Congresso e no Senado Federal que abandonaram seus preceitos nobres e esqueceram daqueles que os elegeram na certeza que lutariam por liberdade, igualdade. fraternidade, justiça e temor a Deus.
Próximas eleições tais políticos serão esquecidos nas urnas e teremos renovação séria e compromissada com nobres ideais”.

Daniel Marques ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Programação do Carnaval
18-02-2017 14:58

“Todo ano a programação sai em cima da hora. Viajo para Porto Seguro e adorava as atrações da Passarela, mas de uns anos pra cá tem sido muito repetitivo. Talvez, seja por isso que a prefeitura enrola tanto, pois são sempre as mesmas coisas todo ano.”

Tainan Gomes Brandão ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Carta de Apresentação À Sociedade
18-02-2017 14:01

“Prezados Senhores e Senhoras,
O distrito de Santo André, situado no território municipal de Santa Cruz Cabrália- Bahia está inserido na Área de Proteção Ambiental Estadual chamada APA Santo Antônio que foi criada no final da década de noventa (1996) e abrange a faixa litorânea dos municípios de Santa Cruz Cabrália e Belmonte, entre a foz do rio João de Tiba e a foz do rio Jequitinhonha.
Esta Área de Proteção Ambiental –APA é um tipo de unidade de conservação de uso sustentável e foi criada pelo governo estadual da Bahia, com participação de governos municipais, para “assegurar o disciplinamento do uso do solo e sua ocupação, bem como, a adequada proteção dos recursos naturais”.
A APA Santo Antônio apresenta ecossistemas de grande importância: manguezais, restinga, brejos, várzea, mata ciliar, Mata Atlântica e recifes. Estes ecossistemas são protegidos por vários instrumentos legais: Plano de Manejo da APA, Código Florestal, Política Estadual de Recursos Hídricos, linha de preamar, IPHAN e outros.
Como decorrência de uma série de conversas e reuniões, pessoas interessadas em poteger e incentivar o desenvolvimento sustentável para o distrito, se uniram e formaram um grupo chamado “Resoluções Ambientais APA” composto por mais de 50 pessoas do Distrito de Santo André e redondezas que chega a representar 5% da população local.
As pessoas que compõem o Resoluções Ambientais APA são formadores de opinões na região e em outros estados (líderes comunitários, representantes de populações tradicionais, empresários, jornalistas e artistas), empresários, profissionais liberais de diversas áreas (arquitetura, engenharia, biólogia, medicina, sociologia, pisicologia, direito, etc.) e gente que deseja o desenvolvimento sustentável: o crescimento de uma região considerando a proteção ambiental e inclusão social.
O grupo Resoluções Ambientais APA é aberto, sem filiações partidárias, sem compromissos religiosos, sem líderes. Seu objetivo é veicular informações e mobilizar moradores, frequentadores e amigos de Santo André para:
(i) Oportunidad es de negócios sustentáveis, cursos, formações e treinamentos;
(ii) Ações comunitárias de uso consciente da água, coleta de lixo seletiva, educação ambiental, proteção e preservação de fauna e flora protegidos, etc.;
(iii) Normas e regras ambientais aplicáveis ao terriotório da APA;
(iv) Atentarem à existência de empreendimentos e empreendedores potencialmente poluidores.
O braço executivo do Resoluções Ambientais APA é a Comissão de Meio Ambiente que pode ser contactada pelo seguinte endereço eletrônico: comissaomeioambiente2016@gmail.com .
Atenciosamente".

Grupo Resoluções Ambientais APA - GRA APA - ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Sobre meus alunos e minhas alunas
04-02-2017 15:16

"Foram tantas manhãs e tardes juntos, tantas tarefas, leituras, escritas, reescritas, criações, filmes, músicas, jogos, brincadeiras... Começo a refletir sobre o fazer pedagógico e o resultado de minha ação e atuação junto a eles e elas.
O programa é claro, orienta que ao final do ano letivo os alunos têm de ser capazes de ler com fluência e desenvoltura, com compreensão e criticidade. Também que sejam capazes de realizar operações matemáticas, a partir do uso das quatro operações, de maneira autônoma, fazendo uso do cálculo mental e de alguns algoritmos relacionados a essas operações (vale dizer que esses são apenas alguns dos muitos objetivos propostos).
Até aqui, tenho procurado, seguindo o programa, ensinar-lhes sobre humanidade, respeito (a si e ao outro), cooperação, tolerância, cuidado, gentileza, altruísmo, amor próprio. Tenho recorrido, além do dicionário (vendo ao pé da letra o significado de cada uma dessas palavras) das situações do dia a dia da sala de aula, do pátio ou mesmo do ambiente onde eles vivem (já que são da mesma comunidade) para o estudo e reflexão acerca do comportamento, das atitudes, das reações e relações de cada um - consigo e com o outro.
Tem sido uma árdua tarefa, a despeito das muitas adversidades, ao mesmo tempo que tem sido gratificante. Já não são os mesmos, nem era de se esperar que fossem. Cresceram, tanto em tamanho quanto em atitudes. São meninos e meninas que têm sonhos, pequenos ou grandes, mas sonhos. E quem sou eu para medir sonhos?
Têm "voz" e lutam para ter "vez". São crianças que não curvam suas cabeças para a imposição, elas pensam, questionam, debatem, argumentam. Eu também não sou a mesma professora do início do ano, impossível ser. Aprendi, e aprendi muito!
Descobri junto com eles sobre o viver, sobre a dureza que é ser criança e adolescente numa comunidade pobre e numa sociedade tão injusta, tão cruel, onde falta tanto para elas e eles. Para muitos, falta o essencial - comida, cuidados básicos, carinho.
Convivi com a dureza de aprender em meio aos problemas, os mais variados e terríveis problemas, pelos quais eles passam. Mas eles são fortes, são guerreiros e guerreiras, vão vencendo, vão seguindo. E lá na frente, quando encontrar alguns deles, ou todos eles, que tenham se tornado homens e mulheres felizes e realizado(a)s. Aí sim, esse ano letivo terá valido a pena!"

Joelma Martins ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Desperdício de alimentos
03-02-2017 21:25

“Custo de vida e inflação tem ligação direta com o desperdício, mas parece que não, por que o que desperdício de alimentos fica invisível, ninguém vê. Essa economia invisível do desperdício, quando olhamos para as estatísticas, ficamos estarrecidos com a brutalidade desses dados.
A batata é considerada a cultura alimentar mais importante do mundo, depois do arroz e do trigo. No Brasil, produzimos cerca de três milhões e setecentos mil toneladas de batatas. Agora, você sabe quanto se joga fora das batatas brasileiras? Mais de 380 mil toneladas de batatas anualmente vão para o lixo.
Só o que jogamos fora de batatas todos os anos por desperdício seria suficiente para alimentar a demanda de importação existente de todos os países do leste da África, Ásia Central, América do Sul, ou ainda do Leste Asiático.
Você tem a dimensão do custo dessa indústria do desperdício para a sociedade brasileira e planetária? Significa meio ambiente, água, ciência, trabalho, esforços que simplesmente terminam no lixo. E sem dúvida encarecem a vida, contribuem para a inflação e a diminuição da produtividade e da qualidade de vida de um povo.
O Brasil joga no lixo todo ano mais de 380 mil toneladas de batatas. As causas estão na produção de produtos fora de padrão, maus hábitos de consumo, estética, tempo do processo entre a produção e o consumo.
Agronegócio consciente integra o produtor e o consumidor. O desperdício causa prejuízo, inflação e fome para uma em cada 10 pessoas vivas no mundo. Pensem nisso”.

José Luiz Tejon Megido ( Responder | Responder com citação | Citar
0 # Aquecimento global
03-02-2017 21:20

“Estamos vivendo a era do aquecimento global e o consequente desequilíbrio do clima do ecossistema e da biodiversidade. Doenças extintas ressurgem, mananciais secam, geleiras derretem, entre outros prejuízos irreparáveis da ação do homem na natureza. Apesar de todos
as evidências e do perceptível calor que experimentamos no cotidiano existe uma parcela da população que desperdiça recursos naturais,exager a no consumismo e propagam uma teoria da conspiração infantil considerando que o aquecimento global é mentira e serve a interesses
empresariais e governamentais. Há 20 anos diziam que o clamor em prol da natureza era coisa dos ecochatos, mas atualmente esta óbvio que a nossa sobrevivência depende de nossas atitudes e capacidade de reciclar, reutilizar e reduzir o consumo".

Daniel Marques ( Responder | Responder com citação | Citar

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