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# Consciência na pandemiaSoll Roq jornaldosol@gmail.com 03-03-2021 20:45
“Sou a favor da conscientização do povo. Ainda dá tempo educar, ensinar respeito. Nossa Secretaria de Saúde só fala do protocolo. Eu concordo, mas o uso da máscara, evitar aglomerações, ensinar higiene ao povo também irá evitar contágio.
Se a máscara não fosse viável, Europa, Japão e China não estariam usando. Há de convir que ninguém sabe como lidar com o vírus. Lockdown é o extremo para um povo relapso. Não acredito que essa medida do governador seja por preocupação ímpar da população, mas às vezes, as atitudes se salvam sem querer, não é?
Acho necessária a medida pelo descaso da população, porém volto a falar: tudo isso seria desnecessário se mostrássemos preocupação e cuidado. Cuidado com o outro. E esse outro está dentro de nossas casas. É isso que penso.”
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# PEC da impunidadeDaniel Marques 27-02-2021 13:22
"Vergonhosa a atitude da Câmara dos Deputados que, ao invés de solicitarem urgência para adquirir vacina contra covid-19, ocupam a tribuna para amenizarem os processos contra o baixo clero representado por Flordelis e Daniel Silveira, apenas para agradar o presidente Bolsonaro. Ainda pior é o fato de estarem criando uma PEC da impunidade que visa blindar os deputados em suas ações antiéticas e criminosas. Inacreditável que a sociedade brasileira aceite que o plenário mais caro do planeta utilize tempo, recursos e pessoal apenas para livrar seus pares das garras da lei.
Arthur Lira começa sua presidência na Câmara aceitando tudo que existe de pior na política brasileira e contrária aos princípios constitucionais, éticos e morais. Resta-nos aguardar que nas próximas eleições o povo escolha somente novos representantes."
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# Parabéns, Oliver!Gilson Costa 26-02-2021 22:16
“Fico muito feliz em ler a análise de nosso jovem presidente da ABIH, Oliver Abade (conheci na barriga da mamãe amiga Jane). Também creio, Oliver, que vamos superar toda esta curva e onda misturadas com uma pitada muito apimentada de pavor. Nossa região da Costa do Descobrimento, para mim, tem seus atrativos muito peculiares que atraem para este nosso destino, que está classificado como 3° Polo Turístico Brasileiro. Vamos sim, sair dessa e avançar de forma significativa.”
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# GratidãoCarlos 24-02-2021 17:18
"Dizer da segurança que nossa querida Porto Seguro viveu nesses últimos cinco anos... Ao nosso comando maior, tenente-coronel Anacleto França Silva, nosso muito obrigado! O Senhor te abençoe e te proteja, ao senhor e à sua família! Feliz missão lá em Teixeira de Freitas.
Agora, olha o que de bom o Covid-19 nos proporcionou: a reforma e ampliação do quartel general da nossa honrada PM. Até que, enfim, o governador lembrou do nosso batalhão."
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# O sertão e sua genteThiago Valeriano 23-02-2021 17:02
“A chuva custa chegar... Quando chega, traz alegria vista e ouvida entre as pessoas que conhecem de perto o sertão, de tantas e tantas cousas em comum. O que é, senão a cultura de nossa gente?! Cultura ‘um tantinho assim' mista com gosto de sabedoria popular. Se é verdade ou não, cada ‘causo', lorota ou estória, depende do bom senso tanto de quem conta, quanto de quem ouve formando, por sua vez, um registro vivo de grandes e boas memórias.
Gente que vai, gente que chega, traduzindo em palavras ‘como é o sertão’ na sua essência, pela qual temos excelentes motivos para ‘dar-lhe o devido valor’. Felicidade e tristeza andam de encontro com cada experiência, donde este ou aquele indivíduo tem a oportunidade de contá-la por ‘mais de uma vez'. Quem será?! Ah, o bom nordestino fiel à sua crença e aos seus costumes.
A paisagem do sertão (como um todo) pode parecer a mesma mas, acreditem... Guardam segredos e desvendam outros tantos! Uma terra de muitos encantos, cuja beleza tem preço, ‘pago e bem pago' pela virtude. Se falta água, a esperança sobra. Se tem esperança, um dia vai ter água para sobrar. Desde que o mundo é mundo existe fartura ‘sempre de contra' da miséria. Esta última é má, como má é a reputação daqueles que seguram ou desviam o dinheiro público em desfavor do bem-estar geral. Saltam-nos à vista problemas do tipo corrupção, na moda antiga de se dizer, atrapalhando o progresso que tarda ou nunca chega, ao seu destino certo. Tem nome? Sim, mazela. Por outro lado, o povo, aquela parte sofrida da ‘casta', trabalha, e trabalha muito, com direito de sonhar e construir um futuro melhor. Este sim, merece nosso respeito.”
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# Parabéns Afonso!Alethea Costa aletheacosta@gmail.com 17-02-2021 18:30
"Muito legal ver um morador nativo aqui da vila ganhando destaque por seu empreendedorismo em esporte!"
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# Salvou a irmãAdilson de Negreiros adilsonnegreiros@gmail.com 13-02-2021 13:22
“Os irmãos moravam em cidades próximas. Trocavam mensagens pelo celular. Nos últimos dias, as mensagens cada vez mais raras. Ele insistia: “tudo bem, Alzira”? Ela respondia, timidamente “sim”.
Gustavo ensimesmado.
Não podia dizer para o irmão que era agredida. Sabia que ele viria tomar satisfações. Outro motivo: Luiz Carlos, violento por natureza. Diversas vezes ameaçou matá-la. Conhecia bem o jeito do irmão: pessoa humilde, de boa-fé. Não podiam mexer com seus brios. Aí, se transformava. A irmã mais e mais introspectiva. Ele, agora, tinha certeza: algo grave acontecendo com ela. Sábado à tarde, Gustavo foi lá. Sem avisar. Pôs o revólver por dentro das calças, a camisa por cima, escondendo.
Luiz Carlos na sala, vendo televisão. Ao ouvir a campainha, foi conferir: ele, o irmão. Pensou logo: “não pode ver Alzira: olho quase fechado, o corpo coberto de hematomas”. Perguntou alto, para intimidar a visita:
- O que você quer? – o braço na frente para impedir que Gustavo entrasse.
Gustavo empurrou-o com força. O outro cambaleou pela sala, caiu sentado no divã. Já, Alzira aparecendo. O irmão, atônito:
- O que foi isso, mana?
Alzira muda, abaixou a cabeça. Não respondeu. Não precisava. Ele entendeu. Pegou Luiz Carlos pela camisa; arrastou-o até o quintal. Olhou o agressor nos olhos:
- É valente para bater em mulher? Briga comigo.
Luiz Carlos, mudo. Medo nos olhos. Como não reagisse, Gustavo deferiu-lhe violento soco no rosto. Luiz Carlos caiu, cuspindo sangue.
Alzira, da área de serviço, observando.
Quando se levantou, Gustavo empurrou-o para dentro de casa. Fez com que o outro se sentasse. Então, apontou o revólver. Bem no meio da testa. Luiz Carlos aos prantos
- Não me mate, por favor, não me mate!
- Cala a boca, fdp! - pediu que a irmã se aproximasse. Ordenou:
- Agora, pede perdão para ela.
- Perdão, Alzira!
- Mais alto!
- Perdão, Alzira – repetiu, quase gritando.
- Agora, beije os pés dela. Os dois.
A arma sempre apontada para o meio da testa. Quando Luiz Carlos pensou que o inimigo ia relaxar – estava abaixando a arma - Gustavo atirou. Na perna.
Estampido, sangue, gritos de dor:
- Você me acertou! Ai, você me acertou!
O irmão:
- Me dê o seu celular, Alzira! – Era uma ordem.
Alzira entregou o aparelho. Gustavo recebeu-o e, ato contínuo, ofereceu para Luiz Carlos:
- Pegue! Ligue para a polícia!
O outro, gemendo (dor, ou aquela ordem?).
Como Gustavo insistisse, ele pegou o celular. Disse:
- Vou ligar pra minha mãe me levar pro o hospital.
Quando acabou de ligar, brusco, Gustavo tirou o celular da mão dele. Murmurou:
- Amanhã, nessa mesma hora, vou voltar. Se ainda estiver aqui, atiro na outra perna.
Antes de sair, olhou para a irmã:
- Se precisar de mim, ligue!”
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# Cota de gasolinaAscom Lia Arigatô 12-02-2021 18:30
“Acho que devo uma explicação aos amigos que confiam no trabalho de Lia Arigatô, e porque não aderiu à renúncia da cota de gasolina. Há muitos anos, quase 20, Lia atua na causa animal com recursos próprios. Gastou todas economias que tinha de reserva, cerca de R$ 1 mi.
Passou a utilizar sua aposentadoria, mais os lucros da pousada na causa animal, que é sua grande paixão. Suas contas em duas clínicas de veterinária somam de R$ 10 a R$ 12 mil mensais.
Os recursos financeiros nunca batem. Daí surgiu a ideia de se candidatar, procurando uma forma de melhor ajudar a causa. Os resgates, assistência a animais, abrangem uma extensão territorial muito grande, e precisamos sim, dessa cota de gasolina. Embora a função de vereador seja a de legislar, infelizmente nessa causa abraçada tem muito que se executar.
Obrigada pela compreensão!”
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# AgradecimentosElfany Reis 06-02-2021 17:41
“Saibam que apreciamos muito o trabalho do Jornal do Sol e reconhecemos a importância da informação na nossa região. Assim como podemos contar com vocês, podem nos acionar quando oportuno para contribuir com esse renomado meio de comunicação. Precisamos muito do apoio da mídia local para que compreendam que temos uma universidade federal aberta à comunidade, totalmente gratuita e de excelência.”
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# Excelente matéria!Flávio Araújo Vieira 04-02-2021 17:08
"A educação de Porto Seguro merece respeito. Esperamos resposta da prefeitura para nossa comunidade. Os gestores nos representam ou não? Queremos respostas!"
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# Queremos trabalhar!Sandra Moreira 04-02-2021 17:06
"O prefeito de Porto Seguro desobedeceu a liminar em que determinava que os servidores empossados entrassem em exercício. Recorreu em Salvador, e teve seu pedido indeferido pela desembargadora. Até onde quer chegar o prefeito, com esse desgaste e desobediência à lei?"
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# Nossos direitosLuís Souza 04-02-2021 17:04
“Esse é o desejo dos profissionais da educação empossados no dia 14 de dezembro de 2020, mas devido a politicagem praticada pelo gestor municipal atual, nos vemos no centro dessa verdadeira jornada pela busca do simples direito (garantido através da aprovação no último concurso) de trabalhar.
Fomos colocados em algumas situações como se fôssemos inimigos dos cidadãos do município, sendo que o concurso teve abrangência nacional e muitos já vinham se preparando não só para esse, como para outros certames. Pois é fato o desejo da imensa maioria da população brasileira em se tornar um servidor público, independentemente se na esfera municipal, estadual ou federal, para assim poder obter a tão sonhada estabilidade e poder proporcionar melhores condições de vida para sua família.”
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# Maravilhoso trabalho!Pedro Sérgio Félix 03-02-2021 19:09
"Parabéns a todos os envolvidos nesse rico projeto e trabalho. Principalmente ao artista que encantou com sua habilidade e primor" - sobre a reforma da Escadaria da Santa, na Ladeira da Santa, no Arraial d'Ajuda.
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# Uma mão lava a outraThiago Valeriano Braga 01-02-2021 17:53
“Manual 'super didático' traz assunto Covid-19 como algo que pode de ser encarado por todos desde que seguidas medidas de prevenção tipo uso de máscara protetora facial, álcool em gel e lavada de mãos com água e sabonete comum. Trata a questão no item 'biossegurança' tanto individual quanto por grupo. Espera-se que o material possa circular pelas escolas cariocas (rede pública e participar de ensino) e, certamente, por todas as unidades escolares do país. O Ministério da Educação (MEC) deu o seu ‘aceite'. Já disponível na versão digital!”
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# Sustentabilidade e a biocapacidadeMaria Tereza Umbelino 29-01-2021 18:26
“Um dos autores mais celebrados da contemporaneidade, Nassim Nicholas Taleb, merece nossa atenção no momento histórico que vivemos. 'Os cisnes negros' (título do seu livro mais traduzido e transformador), brota nos noticiários de uma tal forma que aqueles brancos são os que parecem sobrenaturais. Quem, em setembro do ano passado, acreditaria que seríamos vitimados por uma epidemia tão semelhante àquela que marcou o primeiro quinto do Século XX? Há apenas um mês, haveria quem acreditasse que uma unidade da Federação, o Estado do Amapá, ficaria tanto tempo às escuras e nem sequer seria capaz de realizar o processo eleitoral?
A realidade concreta das mudanças climáticas já é inegável. A hipótese do aquecimento global é - e deve ser, como toda boa hipótese científica - questionada e questionável, mas a pauta que temos em mãos é outra. Já está muito bem estabelecido cientificamente o impacto que a espécie humana causa sobre o planeta com seus modelos de produção e padrões de consumo.
Há esperança, entretanto. É possível reverter este impacto, tornando-o positivo. Não é, necessariamente, um problema, nós utilizarmos dos recursos naturais, pelo menos a princípio. Os problemas estão em abusarmos destes recursos e não estabelecermos mecanismos que garantam sua renovação ou substituição; a iniquidade do acesso e da distribuição dos bens agregados na sociedade, o que é uma consequência direta da pobreza e da concentração de renda, e também uma das causas da miséria e não tratarmos adequadamente dos resíduos da produção, do transporte e do consumo destes mesmos bens.
Estes três apontamentos são interdisciplinares por excelência. Por um lado, precisamos de uma sociedade comprometida, de uma comunidade científica atuante e de uma comunidade de negócios dinâmica, inventiva e adaptável. Por outro, precisamos de servidores públicos, políticos dispostos e transparentes em sua atuação. Com estes elementos posicionados, a diversidade ideológica é mais que saudável para a construção do Brasil do presente e dos próximos séculos.
Eu não acredito que o mundo vai ser melhorado pela intervenção humana, a natureza joga em campo próprio e por suas próprias regras. Creio, todavia, que podemos melhorar nosso modo de interagir com o mundo e como participamos de seus ciclos e dinâmicas. É a isto que tenho dedicado minha carreira e minha vida: o propósito de um Brasil fortalecido frente aos reveses da fortuna, e capaz de desfrutar melhor quando ela estiver ao seu favor.
Não somos capazes de controlar o futuro - nem de alterar o passado, efetivamente, mas podemos fazer as melhores escolhas no presente. Nisso, a conservação dos biomas do mundo, entre eles as tropicais como a Amazônia, é fundamental. É preciso encararmos o ambiente saudável, por exemplo as florestas e geleiras, como riquezas potenciais estocadas e como produtor dos bens intangíveis de que nossas vidas dependem. Nesta ótica, o homem é guardião das riquezas que protege. Não renuncia a elas, mas trata de outro modo.
Sustentabilidade não é um ponto matemático hipotético em uma utopia fiscal estéril das finanças verdes. Sustentabilidade é o índice objetivo que mede a capacidade de sustentação de cada uma das sociedades humanas frente a calamidades, emergências e pandemias. Trocando em miúdos, isto é o significado da palavra biocapacidade.”
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# Indignação totalRosely Lang rosedeaugusto@gmail.com 22-01-2021 18:34
“Fui hoje ao posto da feirinha e pedi o cronograma de vacinação em Porto Seguro. Os atendentes riram na minha cara. Perguntei o porquê. Disseram que nem eles foram vacinados...
Eu falei: “Como assim? Vi no jornal a foto da primeira vacinada...”
_ “Pois é. Não temos nada, não sabemos de nada, ninguém informa nada!”, responderam.
Que palhaçada é esta?”
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# TurismoRosalvo Junior rjunior@bol.com.br 19-01-2021 21:32
"Estive esta semana em Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália. Fiquei extremamente constrangido. Em pleno verão, muita gente nas duas cidades e, pasmem, nenhum salva-vidas nas praias. Assim, como vão cobrar melhorias no atendimento ao turista e nem o básico esses prefeitos fazem?
Cheguei a sugerir ao gerente de uma barraca que ele mantivesse no estabelecimento algumas boias com cordas amarradas para qualquer eventualidade. Ele quase me chamou de besta! Garantiu que o novo prefeito eleito de Porto Seguro iria povoar as praias com homens para esse fim. Mas, nos dias que por lá fiquei, o que eu assisti foi pessoas tentando salvar outras que se aventuravam nas águas e as ondas as levavam.
Sugeri também a construção da ponte para Arraial d'Ajuda, e ele me disse que o povo de Porto Seguro não quer e nem precisa disso. Ou seja: fiquei com a impressão de que turista em Porto Seguro e região é coisa apenas para explorar, e mais nada."
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# Arte depredadaProdução Jernhy Consorti 16-01-2021 00:10
“A prefeitura de Porto Seguro, por meio da administração de Trancoso, retirou, dia 15/01/21, a fonte e as mesas instaladas em praça pública, contempladas por meio de edital público. As obras foram confiscadas e levadas para depósito, onde foram abandonadas e depredadas.
As intervenções artísticas foram resultado do edital público Porto Mais Cultura - Intervenções Artísticas, que concedia espaços públicos para que os artistas instalassem suas obras. Foram 10 espaços contemplados: Muro de Caraíva, Praça de Trancoso, Praça São Brás, Escadaria d’Ajuda, Praça da Bandeira, Muro do Colégio Municipal, Praça do Trabalhador, Escadaria do Fortim, Escadaria da Cidade Histórica e Praça do Trabalhador.
Esse edital foi custeado por verba pública federal e creditada à Secretaria de Cultura e Turismo, com apoio operacional do município, para amparar a classe artística cultural por conta da pandemia. Todo o processo tramitou embasado na Lei Federal n° 14.017 que conta com regulamentação federal, estadual e municipal.
Todos os editais foram aprovados em comissão específica para execução do Plano de Trabalho da Lei Aldir Blanc, proposto pela Superintendência de Cultura, da Secretaria de Cultura e Turismo de Porto Seguro e aprovado pelo órgão federal. Vale ressaltar que o processo e as entregas ainda estão em fase de prestação de contas à esfera federal.
O material, com obra da artista Neusa Maria Consorti, conhecida como Jernhy Consorti, mosaicista que mora há 34 anos em Trancoso, foi retirado da pracinha da entrada do Quadrado, no Bosquinho. A ação foi realizada sem nenhum comunicado e, até o momento, os responsáveis não informaram o motivo da ação contra o nosso patrimônio público.”
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# Arte depredada IIHelô Soares maria2015soares1@gmail.com 16-01-2021 13:04
"Um desrespeito com a artista, com a lei, patrimônio público e com cidadãos!"
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# Esclarecimento NaturalleAscom Naturalle 14-01-2021 21:46
“Com referência à reportagem ‘Catadores impedidos de trabalhar fazem protesto em frente ao lixão’ publicada neste site no dia 29/12/2020, a Naturalle Tratamento de Resíduos esclarece o seguinte:
O protesto dos catadores não foi ‘em frente ao portão do lixão onde trabalham’, como afirma a matéria, mas no acesso à Central de Tratamento e Valorização de Resíduos (CTVR) da Naturalle. A unidade começou a receber, no final do ano passado, os resíduos do município de Porto Seguro e isso gerou insatisfação por parte dos catadores, que não aceitaram o fim do lixão. Além disso, a empresa não recolhe o lixo de Eunápolis e Santa Cruz Cabrália, como informa a matéria.
A CTVR da Costa do Descobrimento é a solução para a destinação correta dos resíduos produzidos na região e obedece a todas as exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos e os dispositivos previstos pela legislação ambiental.
Uma CTVR é uma moderna obra de engenharia criada para a disposição ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos, como orgânicos, inertes, hospitalares e recicláveis. Enquanto os lixões contaminam o solo, os rios, atraem vetores de doenças e causam mau cheiro, a CTVR é um equipamento seguro, que atende à legislação ambiental, preservando a flora e a fauna por meio de técnicas modernas de engenharia, impedindo a contaminação do solo e dos aquíferos.”
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# Covid-19 em 2021Fernanda Fontanezi 12-01-2021 18:56
“Longe de todas as expectativas, iniciamos o ano de 2021 ainda na luta contra a Covid-19. Pudemos observar que a esperança trazida pela melhora no número de casos observada a partir de agosto de 2020 gerou uma sensação de segurança para uma parte importante da população brasileira.
Segurança para retomar suas rotinas diárias, visitar vizinhos, parentes e amigos, e, principalmente, para afrouxar os cuidados instaurados e cientificamente comprovados para a diminuição da circulação do vírus na sociedade.
Ou seja, a falsa ideia de que o fim da pandemia se aproximava fez com que muitas pessoas deixassem de usar máscara e de evitar aglomerações ou, até mesmo, reduzissem os cuidados com a higiene das mãos.
Felizmente, hoje, podemos dizer que os profissionais da saúde desenvolveram uma boa expertise no tratamento dos pacientes com Covid-19, fazendo com que reduzíssemos o tempo de permanência em UTI e o número de intubados, quando comparamos o período atual aos piores meses da pandemia no Brasil. Além disso, temos a nosso favor muito mais informações sobre tratamentos confiáveis do que havia em março e abril do ano passado.
Mas o vírus continua aqui, entre nós. Por mais que tenhamos melhorado nossos indicadores de qualidade no tratamento da infecção, não temos cura, a vacinação ainda não é uma realidade para os brasileiros e, portanto, as infecções e os óbitos continuam a ocorrer.
As únicas medidas que temos para impedir a propagação do vírus são as descritas acima, que vêm sendo sistematicamente sub-rogadas por uma parcela da população. Como resultado, vemos o aumento no número de casos confirmados desde meados de novembro de 2020 e, muito pior, o aumento também no caso de óbitos em decorrência da doença.
Estamos cansados, sim, desta pandemia, mas isso não faz com que ela desapareça. Precisamos manter as medidas de propagação para impedirmos que esse aumento se torne exponencial, como aconteceu no segundo trimestre de 2020.
Precisamos evitar o colapso do sistema de saúde antes de conseguirmos vacinar entre 85% e 95% da população, para, assim, adquirirmos a imunidade de rebanho e evitarmos a circulação do vírus.
As férias de janeiro trazem um grave temor para os que lidam com a infecção diariamente. Observamos que houve afrouxamento nas medidas de segurança durante as festas, e estamos apreensivos que isso não só se propague durante as férias, mas que piore. E que retornemos ao que vivemos no início desta pandemia, com as mais de mil mortes diárias, o colapso do sistema de saúde em alguns Estados e a Covid-19 vencendo a batalha diariamente.
Por isso, a comunidade médica faz um forte apelo. Até que tenhamos a vacinação em massa, devemos nos manter em quarentena, utilizando as medidas de precaução e cuidando não apenas de nós, mas de toda a população suscetível ao agravamento da infecção.”
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# A vacina chegouVladimir Cunha dos Santos 31-12-2020 16:03
“Depois de 1 milhão e 800 mil mortes no mundo, depois de 9 meses de pesquisas com gastos de bilhões de dólares, envolvimento de milhares de pesquisadores, enfim veio a notícia mais esperada do ano na mídia internacional: a vacina chegou! Esta foi a manchete em todos os jornais e noticiários de rádio e televisão no planeta.

Comentaristas comemoraram a façanha da ciência que, em tempo recorde, conseguiu produzir as várias vacinas disponíveis contra o Covid-19, o conhecido Coronavírus, causador de doenças que atacam os pulmões, rins, coração e levam à morte e deixam sequelas aos que sobrevivem. O Brasil entra na casa dos 200 mil mortos, perdendo apenas para os Estados Unidos com seus mais de 340 mil mortos. O mundo todo, somando todos países, chegou ao final do ano de 2020 com 82 milhões de infectados pelo vírus, e 1,8 milhão de mortes. A chegada dessas vacinas é um alento para as famílias na Terra.

Primeiramente, a Rússia começou a vacinar em final de novembro, com a Sputinik 5, contestada pelo mundo ocidental que só considerou a primeira vacinação a dos ingleses, no início de dezembro. Depois vieram Estados Unidos, Canadá, Arábia Saudita, Chile, México, Costa Rica, Alemanha, Espanha, Itália, Bélgica e demais países do bloco Europeu, Argentina e mais 40 países que ainda em 2020 estavam vacinando seus habitantes.

Porém o Brasil, considerado o gigante da América do Sul, de riquezas exuberantes e cientistas renomados, sequer tem seringas suficientes para a vacinação. Nenhuma das quatro vacinas candidatas foi autorizada pelo órgão federal fiscalizador a ser aplicada e nenhum estado possui autonomia para comprar vacinas e aplicar nos seus cidadãos que movem a economia e a vida. Enquanto isso os números de dezenas de milhares de novos infectados e centenas de novas mortes crescem, lotando hospitais e causando dor física nos pacientes e dor espiritual nos familiares que sofrem perdas de entes queridos. É um caos anunciado que aumenta após as aglomerações irresponsáveis nas festas de Natal e virada de ano. Comemorar o quê? A sobrevivência?

Enfim, a humanidade é assim: com parcelas de egoísmo e também de solidariedade. Mas com a chegada das vacinas, que no Brasil devem começar as aplicações em fins de janeiro e início de fevereiro, resta a esperança de dias melhores e o final da pandemia até o meio do ano novo. Mesmo que no Brasil a questão da vacinação tenha entrado em debate político e ideológico, devemos entender que só a vacina salva este cenário de milhares de mortes. Não importa se a vacina é russa, chinesa, inglesa, americana, alemã, o que importa é que todos devemos tomar, como já fizemos em muitas outras ocasiões desde os tempos de crianças, contra o sarampo, a meningite, paralisia etc. Agora é contra o Covid-19. Está chegando a nossa hora, vamos entrar na fila e arregaçar a manga, antes tarde do que nunca. Porém a prevenção continua, com uso de máscara ao sair nas ruas e entrar em locais fechados, lavar as mãos toda hora e usar álcool em gel 70° após tocar nas coisas.

Quando chegar a vacinação aqui no RS, bora lá no postinho!”
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# Aposentada por invalidezLúcia Maria de Paula 18-12-2020 17:26
“Não sei se o senhor vai ler, mas, mesmo assim, eu quero deixar o meu desabafo. Infelizmente, por não termos o 13º salário, pois foi adiantado - até agora não entendi porque - não vai sair o 14º salário. Estão fazendo uma campanha enorme para tal, e eu acredito. Mas os aposentados vão ter um Natal simples. Eu, particularmente, estava aguardando com fé que saísse, pois surgiu um problema odontológico, que não sei como vou resolver. Eu agradeço e peço desculpa pela minha sinceridade.”
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# Verão UíkiUíki Parracho 09-12-2020 17:32
“Felicidade é o que importa e tudo vai dar certo! O Uíki Parracho se reinventa, dia após dia, na missão de promover experiências mágicas nesse lugar encantador por natureza: Arraial d’Ajuda.
Mais do que nunca, momentos inesquecíveis requerem empatia, consciência, amor pelo próximo e um novo olhar para o coletivo. É por isso que, prezando pelo seu bem-estar e da comunidade, nesse momento, decidimos por não realizar a programação especial do Verão Uíki. O distanciamento social é uma necessidade que precisa ser respeitada por todos.
Compreendemos a sua vontade de virar esse longo ciclo pulando as sete ondinhas, recarregando as energias e assistindo ao nascer do sol, na esperança de que 2021 nos traga boas notícias. E Arraial te espera! Pousadeiros, restaurantes, comerciantes, taxistas, cozinheiros, garçons, pescadores, entre tantos, estão preparados para recebê-los.
Venham com o astral lá em cima, mas não se esqueçam de respeitar a nossa vila! É hora de fazermos da máscara moda, de levarmos à sério quando nos dizem para manter as mãos limpas e de criarmos novas maneiras de demonstrar afeto. É hora de curtir a praia com os amigos do jeito certo, sem aglomeração, tendo cuidado com todos e consigo, não fazendo poluição sonora e jogando o lixo no lixo. Se tem sol, se tem mar, se tem praia, melhores dias Verão! Os tickets adquiridos serão 100% ressarcidos.”
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# Nada de festasRui Costa - Governador da Bahia 05-12-2020 17:31
“Quero reafirmar que não será permitida nenhuma festa de final de ano em dezembro. Passei hoje para o secretário de Saúde e vou pedir ao secretário de Segurança Pública que faça o monitoramento das redes sociais para qualquer bar, qualquer barraca, qualquer ente comercial que esteja chamando festa no mês de dezembro e janeiro, a polícia atue preventivamente, que faça notificação desse ente comercial, avisando que não será permitido; e a polícia fará o bloqueio de entrada desses estabelecimentos.
Nós não permitiremos festa nenhuma, em nenhuma quantidade. O limite que está no decreto de evento com 200 pessoas não se refere a festa, se refere a evento comercial, religioso, mas não evento festivo, onde as pessoas vão estar lá consumido bebida, dançando, todo mundo junto. Isso não será permitido, e a polícia atuará preventivamente e nós notificaremos.
Eu determinei hoje ao secretário de Saúde que monte uma estrutura junto com Secretaria de Segurança para fazer o rastreamento, o monitoramento de redes sociais, além das divulgações de mídias, para identificar essas supostas festas que estão sendo chamadas para o mês de dezembro, repito, seja em bares, boates, restaurantes, barracas, qualquer estabelecimento não será permitida a festa. A vida humana é mais importante do que o faturamento nas festas e é melhor segurar a festa agora do que ter que fechar estabelecimentos que geram emprego e renda para a população.”
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# O voto dos idososPercival Puggina 23-11-2020 18:41
“Entre as tantas contradições do direito positivo brasileiro, o voto do cidadão realiza a proeza de ser, ao mesmo tempo, direito e dever. O cidadão tem o direito de votar, concedido à sua cidadania brasileira, e tem a obrigação, na mais tolerante hipótese, de encenar na cabine um arremedo de votação, fazendo-o de modo nulo ou em branco.
O mesmo, porém, não vale para os maiores de 70 anos, dispensados do dever. A partir dessa idade o sujeito ganha alforria, está livre da multa por descumprimento do dever. É como se a lei lhe dissesse: “A democracia passa muito bem sem seu voto, senhor”. Convenhamos que tal norma é tão idiota quanto a que torna obrigatório o voto do pior dos eleitores, aquele que vota a contragosto, de qualquer jeito, em qualquer sujeito, sem reconhecer a importância do que faz.
A história de sucessivas civilizações contém inúmeros exemplos de valorização da opinião dos idosos. A humanidade entrou pelo século XX incorporando no seio das famílias a tradição do aconselhamento pelos mais velhos, num reconhecimento do valor da experiência e da sabedoria acumulada. Abandonar essa tradição e vencê-la integra a agenda daqueles que querem derrubar, desde seus fundamentos éticos e práticos, a civilização ocidental. Recupere-se, então, uma importante e descuidada noção: o domínio dessas sutilezas que compõem o cotidiano da geração digital, ante as quais tropeçam os dedos e os neurônios dos idosos, está longe de ser sabedoria.
Os conselhos dos anciãos incluem-se entre as primeiras formas de organização espontânea das sociedades primitivas, substituindo a razão do mais forte pela dos mais sábios e experientes. No antigo Egito, os anciãos eram honrados e consultados mesmo após a morte. Eles estão mencionados em livros do Antigo Testamento. Integravam a organização política de Esparta, denominados Gerúsias, e daí advêm os atuais senados. Também em Roma, nos mosteiros medievais, na Revolução Francesa (após a derrota dos jacobinos) os anciãos cumpriram importante papel. Foi nessa natural tradição que se inspiraram os constituintes da Filadélfia para criar o senado dos EUA e o Brasil para instituir nosso próprio senado em 1824. Tudo isso sem esquecer algo pitoresco: foi a associação entre idade e sabedoria que fez valer ao judiciário britânico o uso das perucas brancas, vigentes durante séculos, até 2007.
Diante de tantas e tais evidências, proporcionada no decurso de milênios, o desinteresse pelo voto dos idosos se revela rematada tolice. No último pleito, talvez em função da pandemia, a abstenção em Porto Alegre chegou a um terço dos votantes. A esses eu digo que no domingo passado, valendo-nos do horário prioritário dos idosos, minha mulher e eu tivemos mais facilidade e agilidade para votar do que em qualquer outra ocasião. Saímos convencidos de que se alguém pode ir ao supermercado, certamente estará mais bem resguardado numa rápida chegada à sua seção eleitoral no horário apropriado.
Aos que estão dispensados da obrigação, lembro: vocês são eleitores altamente qualificados por sua experiência, pelo que testemunharam na história vivida, pelo Brasil que conheceram e pelo Brasil que conhecem. Ele precisa de vocês.”
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# Eleições 2020Kadu Torres 18-11-2020 19:31
"Boa noite! Como acesso a votação de todos candidatos a vereadores?
Parabéns pelo brilhante, indispensável, profissional, técnico e imprescindível trabalho jornalístico na cobertura das eleições 2020. Você mobilizou toda cidade. Foi um show!"
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# Abstenção de votosGuilherme Rodrigues 18-11-2020 19:01
“Olá bom dia! Gostaria de sugerir uma pauta sobre a abstenção de votos nesta eleição. Acredito que vocês são o único jornal realmente imparcial da cidade e que este assunto é importante para a reflexão de nossa sociedade. Obrigado e parabéns pelo trabalho.
Não sei se o juiz eleitoral faz alguma classificação das justificativas (assim como os médicos fazem com o CID de atestados para justificar afastamento), mas este seria um caminho para investigar. Penso em algumas possibilidades:
Votos Brancos exerceram seu direito, entendo que descartaram as opções que se candidataram. Votos nulos podem também não ter escolhido alguém ou não sabiam operar a urna e tiveram o voto anulado por erro de digitação.
Já na abstenção: viagem - ausentes por estarem fora do município; medo ou precaução da pandemia (estas pessoas são grupo de risco e optaram não se expor – inclusive é o caso de minha esposa que está gestante de 38 semanas); desânimo com a política - novamente se apresentaram candidatos que já foram prefeitos ou representam grupos que estão no poder executivo há muito tempo.
Transferência de município: eleitores que já não residem em Porto Seguro, mas não transferiram seus títulos, ou até nunca residiram aqui. Com o cadastramento da biometria, podemos comparar se a quantidade que se absteve é equivalente a quantidade de eleitores que não fizeram o cadastramento biométrico, pois teriam que apresentar um novo comprovante de residência.
Eleitores fantasma: acho muita teoria da conspiração. Qual seria a vantagem se não votaram?
Além de tentar traçar o motivo do não comparecimento, acho importante traçar o perfil destas pessoas (faixa etária, escolaridade, faixa salarial) e também a abstenção por zonas (que ainda não saiu no TSE) para entender quais seções tiveram maior número e de qual região da cidade são estes eleitores.
Se você pegar os dados da eleição de 2016, tivemos quase a mesma quantidade de abstenção como neste ano (19.631 pessoas). Já para presidente em 2018 foram 15.922. Os dados estão no link: https://www.tse.jus.br/eleicoes/estatisticas/estatisticas-eleitorais
Não tenho interesse político, não sou vinculado a qualquer organização. Como sou jornalista, também sou curioso. Meu intuito é mesmo provocar uma reflexão sobre o assunto e a curiosidade de saber quem são essas pessoas.”
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# Porto Seguro e a terceira idadeAlexandre Carvalho 17-11-2020 19:04
“Porto Seguro não está preparado para a longevidade da população. O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon lançou a segunda edição do Índice de Desenvolvimento Urbano para a Longevidade (IDL), que tem como objetivo avaliar o preparo de 876 municípios brasileiros para a longevidade da população.
Porto Seguro está presente no estudo, que é composto pelos 300 municípios brasileiros com maior número de habitantes analisados. De acordo com os resultados, que levam em consideração 50 indicadores, o município não apresenta preparo satisfatório para a longevidade.
‘O papel do IDL é ser uma ferramenta prática que contribua diretamente para que os gestores públicos desenvolvam políticas que melhorem a qualidade de vida nas cidades. Da mesma forma, é um importante aliado para que a sociedade conheça de forma objetiva a realidade de seus municípios e, com isso, possa escolher melhor os seus próximos representantes, principalmente em um ano de eleição municipal’, explica Henrique Noya, diretor-Executivo do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. O estudo completo pode ser acessado pelo site melhorescidades.org.”
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# Treino de swimrunAna Maria Cerqueira 09-11-2020 17:45
"Parabéns, Porto Seguro e todos os atletas e organizadores, por esse evento maravilhoso! Com certeza muitos outros virão!"
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# “Estrupo?”Rodrigo Marcel promarcel@msn.com 04-11-2020 18:34
“Estamos diante de uma celeuma que engorda sem saúde, porque se alimenta da indignação, ignorância, e do poder das redes sociais. Não existe o termo estupro culposo, nem no código penal, nem na jurisprudência, nem na doutrina jurídica, muito menos nos autos desse processo ou no pedido de absolvição feita pelo Ministério Público.
O que constou é ausência de dolo (intenção) por não ser possível, por parte do réu, a identificação de vulnerabilidade da vítima. Ou seja, a forma como a vítima se portava não deixava claro o seu não consentimento ou consentimento. Tudo na mais perfeita lei e ordem, não é?!
Entretanto, o vídeo compartilhado por mídia oportunista, mostra também uma verdade. Uma audiência onde o tratamento degradante e humilhante contra uma das partes do processo (a vítima, mulher) foi feito, ou por omissão ou ação, por aqueles que operam a justiça e o bom senso, não necessariamente nessa mesma ordem. Aí eu te pergunto: como provocaríamos uma reflexão com relação a um fato desse?
Com um textão como o meu aqui, ou com uma expressão fictícia, memeática e muito bem empregada como estupro culposo?! Calem-se técnicos! Dissimulem os ideológicos! Mas todos aqueles que se sentirem atingidos, propaguem! Compartilhem e deem conhecimento ao que existe e ao que não existe!”
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# Centelha divinaAdilson M. de Negreiros 27-10-2020 18:26
“Quando Deus nos colocou no mundo – ou, se preferir, quando nossa mãe nos deu à luz – éramos seres puros, inocentes, a consciência imaculadamente branca. O bebezinho foi crescendo, virou criança, depois adolescente e, finalmente, ficou adulto.
Pronto para encarar a vida, com seus anseios, vicissitudes, incertezas. E liberdade. A liberdade de agir, de pensar, de fazer. Deus nos deu o livre arbítrio para construirmos o nosso próprio destino. Alguns homens – a maioria - escolhem o caminho do bem. Do amor, da caridade, do bom senso, da arte. Outros, escolhem o caminho do mal.
Há homens – verdadeiros luminares da história - que, além de escolherem o caminho do bem, fizeram a diferença. Deixaram para nós, mortais, um legado de transcendental importância. Tão importante mesmo, que a obra que deixaram se perpetua através dos séculos. A humanidade está repleta (felizmente) de gênios desse quilate.
Beethoven compôs a maioria de suas obras, surdo. Dostoievski teve vida atribulada. Era epiléptico. Viciado em jogo. Pagava suas dívidas com livros, hoje, obras primas da literatura universal. Escrevia freneticamente porque estava devendo. Vincent Van Gogh foi e é, até hoje, figura das mais influentes da arte plástica. Morreu pobre. Não vendeu um único quadro quando em vida. Hoje, apenas um de seus quadros vale milhões de dólares.
E assim como esses expoentes, milhares de outros, homens e mulheres mudaram o mundo para melhor: Anita Garibaldi, Santos Dumont, Madre Tereza de Calcutá, Antônio Carlos Jobin, Irmã Dulce, Elis Regina, Oscar Niemeyer etc.
Tudo na vida tem verso e reverso. Dois lados: o bonito e o feio, o bom e o mau, preto e branco, frio e calor, virtude e estupidez.
Carlos Lacerda, ex-governador do extinto estado da Guanabara, hoje estado do Rio de Janeiro, dizia: “Há homens que não merecem uma resposta, outros nem mesmo um olhar”.
Vou citar um deles que, aos olhos da humanidade, não merece nem mesmo um olhar. É ele, Bashar Al Assad, presidente da Síria. Ditador, governa seu país desde o ano 2000. Sucedeu seu pai, que por sua vez, governou a Síria por longos trinta anos. Vai fazer 10 anos que o país sofre uma guerra civil. Quatrocentos e cinquenta mil mortos, metade dos quais civis. Dentre eles, muitas crianças. A ONU estima que 7,6 milhões de pessoas se refugiaram em outros países, para fugir do conflito.
O país – devastado pela guerra - está em ruínas, quase virando pó, mas o governante se agarra com unhas e dentes ao pouco que resta do país. Esse faz o mundo ficar mais feio. E mais triste.”
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# Obrigatoriedade de vacinaçãoDaniel Marques 26-10-2020 18:10
“Há 116 anos, opositores do presidente Rodrigues Alves usaram a obrigatoriedade da vacina contra a varíola para uma tentativa de golpe militar e assim conseguiram uma revolta popular com saldo de 30 mortos, presos e destruição. Hoje vemos o presidente Bolsonaro dizer que é contrário a vacinação obrigatória contra a Covid-19, que já é o maior desafio para a humanidade do século XXI, por motivos incompreensíveis.
É público e notório que o Brasil elegeu um presidente com a mentalidade medieval, mas é inadmissível que o Senado, a Câmara e demais representantes da sociedade ignorem medidas genocidas e contrárias ao desenvolvimento econômico e social do Brasil. Basicamente, o direito à liberdade não é absoluto a ponto de estar acima do direito à saúde das outras pessoas; e muito menos o governo tem o direito de destruir campanhas centenárias e caríssimas feitas por médicos, enfermeiros e agentes de saúde que através da vacinação evitaram doenças e despesas futuras a previdência e a sociedade. Extremamente desagradável conviver em uma sociedade ignóbil que precisamos defender o óbvio.”
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# Parabéns, Jornal do Sol!Gracielle Teixeira 23-10-2020 22:10
“Cheguei até o Jornal do Sol através de uma pesquisa no Google. Estava procurando informações sobre o Carnaval de Porto Seguro, quando encontrei o site do Jornal do Sol. E entrei no site para buscar informações sobre minha pesquisa. Encontrei lá as informações que eu queria, e, desde a primeira vez que encontrei as informações que queria, nunca mais deixei de entrar no site... Sempre que quero saber algo sobre Porto Seguro, é o primeiro lugar que procuro. Gosto muito do Jornal do Sol, sempre com notícias interessantes! Parabéns!”
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# Plogging InstitutoSebastião Gama Júnior 16-10-2020 18:17
"Deveria existir em cada cidade um Plogging, que se assim fosse, em apenas um ano ninguém jogaria lixo no chão ou nas ruas. Todos cuidariam do seu próprio lixo. Seria uma revolução mundial de educação ambiental. Vamos imitar as boas atitudes e boas ações saudáveis para que salvemos a humanidade, o planeta, os animais, a fauna marítima, a flora etc. E nos educar para sempre, buscando saúde, qualidade de vida e sustentabilidade."
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# Programa socialJúlio César Cardoso 10-10-2020 19:02
“O Brasil, indubitavelmente, é a terra onde os gestores públicos (políticos) são exímios engenheiros ou arquitetos de encontrar soluções milagrosas. Para eles não existem trincheiras intransponíveis que a engenhosa fábrica do jeitinho brasileiro não possa solucionar. São as famosas jabuticabas só existentes aqui.
Pois bem! Quando a corporação político-administrativa-governamental deseja obter um resultado favorável aos seus projetos ambiciosos e que tenham repercussão no âmbito político, não importam os métodos a serem aplicados, desde que os fins justifiquem os meios empregados.
A ex-presidente Dilma Rousseff teve o seu mandato cassado por causa das famigeradas pedaladas fiscais, praticadas em seu governo. Agora, é o governo Bolsonaro tentando surfar na mesma onda ao acenar aporte de R$ 40 bilhões para o novo programa social do governo, o Renda Cidadã, cujos recursos teriam como uma das fontes de financiamento a rolagem dos pagamentos dos precatórios constantes na proposta orçamentária de 2021, que prevê pagamento de R$ 55 bilhões de precatórios (valores provisionados após sentenças definitivas na Justiça). Caso isso seja aprovado, estaremos diante de um verdadeiro calote da União perante os seus credores.
Quando o Estado brasileiro reclama dos sonegadores fiscais, dos devedores que deixam de adimplir as suas obrigações pecuniárias para com a nação, o mesmo modus operandi é praticado pela União e por demais entes federativos.
Causa estranheza que o nosso Judiciário se omita no seu dever de fazer cumprir uma decisão judicial, ou seja, que os precatórios sejam efetivamente pagos aos seus credores. Assim, é crime de responsabilidade o Governo Federal limitar o pagamento de precatórios previsto no Orçamento da União. Ademais, o fato traz insegurança jurídica.
E o impacto negativo do anúncio do governo ao programa Renda Cidadã pôde ser observado no Índice Bovespa que fechou em queda de 2,41%, destoando da tomada dos mercados no exterior. Como só acontece, o governo não apresenta proposta de redução dos gastos públicos, mas deseja financiar programa social com dinheiro alheio."
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# Retomada Axé MoiKassia Luana 10-10-2020 18:51
"É com imenso prazer que compartilho que, no próximo dia 1° de dezembro, o Complexo de Lazer Axé Moi retomará suas atividades."
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# Delegacia digitalJosé Reinaldo Lemos Porto 03-10-2020 11:10
“Estou em Itabuna há cerca de um mês em tratamento de saúde. Minha casa no Arraial d’Ajuda foi arrombada e eu não consegui registrar boletim de ocorrência na delegacia. Pedi que dois funcionários meus fossem à delegacia do Arraial d’Ajuda. Uma senhora que faz a limpeza da casa e um rapaz que cuida de reunir a correspondência. Eles foram prestar uma queixa a meu pedido, seguindo minhas instruções.
Na delegacia, uma funcionária que é de fora de Porto Seguro se recusou a registrar queixa por duas vezes. Eles não foram atendidos. Praticamente enxotados da porta da delegacia. Por duas vezes disseram que procurasse a Internet para fazer a queixa virtualmente. E que eu, o proprietário do imóvel, tinha que estar presente. E meus funcionários disseram que eu estava em tratamento em Itabuna. Então, na delegacia me orientaram a fazer pela Internet. Na verdade, isso é falta de vontade de trabalhar e falta de tato com as pessoas. Acho que a funcionária da delegacia está angustiada, a angústia faz parte do ser humano.
Tenho 77 anos. Os moradores mais antigos do Arraial d’Ajuda me conhecem. Já fui vereador em Porto Seguro por duas vezes, residente em Arraial. A casa fica na antiga rua do campo, no Centro mesmo. Os ladrões arrombaram tudo, levaram a cozinha e só não levaram fogão e bujão devido ao peso. Uma sacola de carpinteiro cheia de ferramentas, um faqueiro banhado de prata, jogo de panelas de alumínio, roupas de cama, pratos, capas de colchão, aparelho da parabólica. Só não levaram minhas roupas porque eu trouxe tudo para Itabuna, já que não sabia quanto tempo ficaria por aqui. Isso aconteceu em 15 de setembro.
Mandei consertar o que foi quebrado, botar reforço, tábuas, arame farpado. E aqui minha filha tem um computador e conseguiu entrar no endereço eletrônico da delegacia digital e consegui registrar a queixa, mas eu não tenho boletim. Se por acaso a polícia prender um ladrão com as coisas que foram roubadas, como posso reivindicar os meus pertences? Não tem nenhum registro. Acho que essa denúncia vai para Salvador e ‘quando passar a pandemia’, daqui a um ano, aí pode mandar para Porto. Tudo agora é depois da pandemia...”
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# Decisão do ConamaDaniel Marques 01-10-2020 18:41
“Absolutamente retrógrada e destrutiva decisão do Conama desprotegendo restingas, manguezais e permitindo queima de lixo tóxico em fornos industriais. Restingas e manguezais são berçários naturais de 80% das espécies de importância econômica, atenuam a erosão, protegem o litoral, servem de filtro biológico, retenção de sedimentos e combatem o aquecimento global. Por outro lado derrubou uma regra do ano de 1999 que proibia queima de lixo tóxico em fornos usados para a produção de cimento, contrariando a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) que estabelece que seja feito em ambiente controlado para evitar danos à saúde da população.
Desnecessário ser especialista para saber que a região dos fornos que queimam lixo tóxico será contaminada, inclusive gerando prejuízo às empresas e seus funcionários. É incompreensível que a sociedade brasileira e suas instituições permaneçam alheios a destruição de nossas maiores e mais valiosas riquezas, apenas para permitir que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ‘passe a boiada’. Em última análise, somos nós a boiada que caminhamos para o abatedouro, liderados por presidente Bolsonaro e sua sanha destrutiva que nenhuma vantagem traz ao Brasil.”
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# Sugestão aos candidatosKadu Torres 29-09-2020 19:37
"É urgente construir e equipar com materiais e professores um ginásio de esportes para que as crianças, estudantes, juventude e a população em geral possam praticar natação, danças, olimpíadas, amistosos, jogos de vôlei, basquete, futsal, handebol, atletismo 100m, 200m, 1500m, salto em altura, em distância, enfim, praticar todos esportes para o desenvolvimento e saúde do bairro.
Esses esportes só vemos nas cidades dos outros e TV. Essa é uma das ideias para prefeitos e vereadores tomarem como bandeira e se comprometerem a realizarem com recursos próprios, parcerias, empresários, emendas ou governos, não importa de onde venha a verba, o imprescindível é fazer.
Sei que uma cabeça pensante poderá abraçar essa ideia e colocar a cidade onde o Brasil nasceu no mesmo patamar das outras que já contam com seu ginásio de esportes desfrutam e são felizes."
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# Ponte sobre o BuranhémVinícius Parracho 23-09-2020 19:21
“Ouvi hoje uma história de que tem candidato defendendo a ideia de ponte no Rio Buranhém. Recebi de algumas pessoas inclusive me perguntando qual a minha opinião.
Como o tema é antigo e já estudamos e debatemos muito sobre ele, seguem algumas considerações para que sejam levadas em conta antes de cairmos em conversa mole de período eleitoral, afinal, o que não falta é gente com solução simples para problema complexo buscando ganhar voto:
A ponte é um ponto positivo na velocidade da travessia, isto é fato. Com uma ponte você vai atravessar mais rápido. Entretanto, este é o único ponto positivo a ser considerado e ele inclusive não fará sentido em pouco tempo, como demonstraremos a seguir.
Vamos agora aos pontos negativos:
1. Impactos ambientais irreversíveis - As obras para construção de pontes envolvem grandes movimentações de terra, mudança significativa nas margens e no fundo do rio. O Rio Buranhém já sofre consideravelmente com o assoreamento, o que intensificaria o processo, exigindo obras de dragagem, o que condena todo um bioma e suas espécies;
2. A ponte teria um custo muito elevado - A ponte Ilhéus-Pontal, que recebeu a justa homenagem de Ponte Jorge Amado, levou 6 anos para ficar pronta, custou aproximadamente 100 milhões de reais e cobre um trecho de rio de 128 metros. A ponte em si, com suas estruturas de entrada e saída e estruturação no solo das margens, aumenta seu tamanho em 4 vezes. No Rio Buranhém, que possui em sua foz a distância de mais de 600 metros, poderíamos estimar o custo entre 300 milhões de reais até meio bilhão. Importante lembrar que o orçamento público da cidade de Porto Seguro para o ano inteiro é de aproximadamente 400 milhões;
3. É possível pensar em alternativas à travessia - Com o investimento que seria realizado na tal ponte, seria possível implementar no litoral sul uma série de estruturas que tornariam desnecessárias as travessias dos moradores. Um hospital de qualidade pode ser construído por um preço médio de 20 milhões, uma subprefeitura não custa nem 1; um SAC para atendimentos ao cidadão idem. Uma boa parceria com agências bancárias pode também resolver exigências do sistema financeiro;
4. Piora no tráfego de veículos - A ponte aceleraria e facilitaria a travessia, o que, por sua vez, aumentaria o fluxo de veículos nos distritos que já sofrem demasiadamente com o trânsito na alta temporada. Estimativas conservadoras dizem em um aumento de até 400% no número de veículos nas ruas, o que causaria um caos no tráfego urbano. As consequências mediatas seriam ainda a ampliação de ruas históricas com a consequente descaracterização, amplas zonas de estacionamento ocupando espaços públicos importantes, aumento do número de acidentes, aumento da poluição do ar;
5. Diminuição do estímulo ao transporte público - O uso do carro particular já é desestimulado em diversos destinos turísticos do mundo. Com a ponte, mais pessoas optariam pelo uso irrestrito do veículo particular em detrimento do transporte público. O Poder Público precisa sim olhar melhor para a nossa mobilidade urbana e para as opções de transporte público, oferecendo transporte barato, confortável e seguro e gerando uma gama de empregos diretos e indiretos. Além disso, precisa desestimular que os turistas utilizem seu carro particular para circular nos distritos. Um destino turístico que quer ser sustentável precisa diminuir a influência do carro e pensar nas pessoas e nos transportes limpos;
6. Prejudicialidade do turismo - O perfil turístico dos destinos do litoral sul garantem um posicionamento diferenciado no mercado do turismo nacional e internacional. A grande riqueza de Porto Seguro é ter em apenas um território diversos perfis de destino, com diferentes públicos. A busca por vilas históricas, preservadas, sossegadas e com meio ambiente preservado são exigências dos visitantes que procuram o litoral sul. A criação da ponte transformaria os destinos, homogeneizando suas estruturas e fazendo dos distritos meras continuações do mercado já existente da orla norte de Porto Seguro, que tem extrema relevância, mas que já cumprem seu papel. Transformar todo o município em resorts all-inclusive que privatizam praias não nos parece uma boa estratégia;
7. Desconsidera o avanço tecnológico - Já está disponível no site da Uber (https://www.uber.com/br/pt-br/elevate/) o sistema de drone tripulado para transporte de passageiros. A promessa é de que o sistema passe a funcionar efetivamente em 2024, chegando com alguns anos de atraso nos países da América Latina. Isto significa dizer que, dentro de alguns anos, há grandes chances de termos cidadãos comuns se transportando pelo ar, e isso não é ficção científica. Todo o vultoso investimento em uma ponte vai ser completamente desnecessário se dentro de pouco tempo esta tecnologia estiver disponível. Um candidato que se diz empreendedor deveria estar mais antenado nas tendências mundiais de mercado incluindo sustentabilidade e transporte por drones. A demora para a construção de uma ponte (a de Ilhéus demorou 6 anos e é 4 vezes menor pelo menos) pode fazer ela ser inaugurada em conjunto com a chegada da tecnologia e fotografarmos de cima o belo elefante branco.
Poderia listar mais alguns pontos, afinal, o tema não é novo. Mas alguns candidatos se aproveitam do período eleitoral pra ganhar votos apresentando soluções mágicas para problemas complexos.
Importante ressaltar que o serviço da balsa precisa passar por muitas melhoras, mas com certeza construir uma ponte não é uma delas.”
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# Amor pela Terra MaterCícero Sena 18-09-2020 19:58
“Diferente da maioria das cidades, a chegada em Porto Seguro por terra, mar ou ar é um espetáculo cênico. Se a primeira impressão é a que fica, você será conquistado indelevelmente para o resto da vida. O acesso é por uma colina com espetacular vista panorâmica semelhante a um cartão postal do paraíso. Erigida de frente para o mar, ora azul turquesa ora verde esmeralda, a histórica e ancestral cidade se espraia ao longo da costa e bordeja o Rio Buranhem até seu poético encontro com o mar, em cujas águas singraram a esquadra Cabralina na epopéia do Descobrimento.
Redescoberta nos meados da década de 70, com a chegada da rodovia BR-367, a bucólica vila que vivia ensimesmada, descobre sua ancestral vocação de receber bem o turista, iniciada no histórico ano de 1.500. Em inusual ato de bom senso, o governo federal, na inauguração da rodovia, transforma a cidade em Patrimônio Nacional, mediante decreto de tombamento, e instala um escritório do IPHAN. Estou convicto de que o tombamento e a consequente restrição construtiva preservou o Sítio do Descobrimento das mazelas e aberrações onipresentes nas cidades brasileiras.
A cidade não é a Meca do turismo de lazer por acaso. Suas belezas naturais deslumbram o mais exigente turista. A paisagem na cidade sede e nos vários distritos atende o paladar de "tribos" de qualquer gênero ou faixa etária. Ao contrário das cidades litorâneas, em que predomina a monocultura dos belos coqueiros, em Porto Seguro, ao longo da Costa encontra-se, de forma surpreendente, exuberante vegetação original da Mata Atlântica, em uma apoteose verdejante que ilumina as pupilas e alegra o coração.
Com a vedação de construção com mais de dois andares, a vegetação é soberana no solo e no céu, predominando em todos os locais, sobretudo na encosta que serpenteia os 60 km de borda marítima, criando, de um lado, aprazível moldura de verdejante bosque, e do outro, o mar com cálidas ondas beijando a praia.
Os turistas das grandes cidades se encantam e ficam maravilhados com a overdose de natureza pura. Surpreende-me que ainda não criaram para venda, embalagem para viagem de "endorfina" by Porto Seguro. A cidade conta ainda com um Parque Nacional Marinho e três grandes parques florestais: Monte Pascoal, Pau Brasil e Estação Veracel.
Se as belezas naturais já não fossem suficientes para elevá-la à categoria de uma das mais belas do país, a abençoada cidade possui belíssimo casario colonial, tanto na parte baixa como no intocável Centro Histórico, com o marco do Descobrimento e suas ancestrais igrejas e museus. O parque hoteleiro é composto de centenas de charmosas pousadas e modernos e ecológicos hotéis. A vista da Orla Norte do mirante da Cidade Alta é de tirar o fôlego, com o visual das recortadas enseadas, que ao longo dia têm no mar uma miríade de cores.
Se o acaso ou o destino decide nossa vida, Porto Seguro pode ser um paradigma. Ela foi a primeira cidade do país a receber oficialmente turistas no longínquo ano de 1.500 e contemporaneamente, é uma das poucas que vivem exclusivamente dessa atividade, o que a tornou a maior especialista no Brasil e no mundo nesse segmento. O turista tem atividades intensivas de lazer de dia e à noite, e ainda pode escolher ao longo de uma semana visitação de atrações infindas. Há barracas de praias tranquilas ou de agito. À noite há opções de verdadeiros shows nas grandes cabanas de praia ou roteiro gastronômico nos variados restaurantes da cidade ou na idílica noite do Arraial d'Ajuda e Trancoso, com MPB e Jazz.
A despedida de Porto Seguro normalmente é acompanhada de lágrimas. E a melancolia de quem parte só não é maior pela convicção de que haverá um breve retorno. É surpreendente a quantidade de turistas que voltam nas férias por sucessivas décadas. É um amor sem fim com admirável fidelidade.
Transcorridos 45 anos da minha primeira visita, a bucólica imagem e a emoção sentida persistem intocáveis na alma e no coração.”
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# A crise e a lagostaPercival Puggina 17-09-2020 17:05
“A Crise é uma espécie de primeira mandatária na política brasileira. Ela não emite ordens. Antes, se impõe pela simples presença. Sempre incômoda e multiforme, são de sua natureza, entre outros, fatores políticos, econômicos, sociais, institucionais, ecológicos ("My lungs are burning!", lembram?).
Nossa experiência republicana pode ser contada pela sequência das crises que se sucedem sem que as causas sejam adequadamente removidas. Num dos capítulos do meu livro "Pombas e Gaviões", examino nossa proverbial capacidade de descrever com palavras ásperas as dificuldades nacionais e distribuir culpas aos adversários sem jamais atacar as causas. Está tudo errado, mas não mexe, escrevi, para sintetizar tão estável relação com problemas que afetam a nação, perceptíveis até mesmo numa leitura transversal da história da República.
Algo tão repetitivo suscita, inclusive, artifícios de linguagem, analogias, para tornar menos aborrecida a descrição, especialmente quando em forma de texto. Por isso, nos habituamos a falar da beira do precipício, do fundo do poço, da luz no fim do túnel, do gato subindo no telhado... Às vezes, a crise cria contornos especialmente ameaçadores e a referência vai ser buscada no padecimento de países vizinhos.
Modernamente, as analogias ganharam um toque poético com a utilização da imagem dos cisnes negros. Estimulado por elas, imaginei um fato acontecido não sei quando, nem onde, nem com quem. Mas sei que um ancestral nosso fez essa experiência. Em busca de algo para comer, esse homem primitivo, desapetrechado, mergulhou num beira-mar rochoso. O único ser vivo possível de capturar era um crustáceo morador daquelas águas. Tinha a casca grossa, assustadoras pinças, várias patas e antenas. Uma nada apetitosa lagosta. O que ele descobriu, atacando-a a pedrada, hoje faz a fortuna de uma cadeia produtiva que se encontra com consumidores nos banquetes do STF.
Menciono essa muito provável e remota ocorrência porque, não raro, as oportunidades estão escondidas onde parecem inimagináveis. Mas o fato é que muita gente está atravessando as dificuldades deste ano. Se ele lhe parece desalentador, resista. Não permita que lhe tome a esperança. Não admita que ao estrago já feito se some a frustração da derrota definitiva. Não perca o brilho nos olhos. Tenho tido bons exemplos disso. Donos de bem sucedidos restaurantes fecharam a porta e foram para o telefone atender pedidos e levá-los aos clientes. Não é improvável que ali onde está o problema esteja também a solução, em águas fundas ou rasas, mas ao alcance da mão."
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# Pré-candidato a vice-prefeitoNeilton da Cruz 02-09-2020 18:50
“Minha trajetória de vida foi construída na luta. Estou nas trincheiras de muitas labutas desde a década de 1990. Nesse longo período, militei nos movimentos ligados à educação e, concomitantemente, também participei da luta político-partidária. No início, como estudante do Ensino Médio, depois como professor da Rede Municipal de Educação. No começo da primeira década do século XXI, ajudei a criar a Associação dos Trabalhadores em Educação de Porto Seguro (ATEPS), da qual fui Diretor Financeiro e de Educação e Cultura. De 2012 a 2019, fui Diretor/Presidente da Delegacia Sindical Costa do Descobrimento: APLB-Sindicato da Educação (composta por cinco cidades – Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Itagimirim, Itabela e Guaratinga).
Hoje, escolhi construir outra luta. Vou disputar a Prefeitura de Porto Seguro. E acredito que a pré-candidatura de Chico Cancela simboliza a constituição de uma alternativa que representa o povo comum, a classe trabalhadora que, historicamente, luta para conquistar e garantir seus direitos, incluindo o direito à vida. Nesse sentido, compor esta luta com Chico Cancela, significa manter o compromisso que tenho travado há quase duas décadas e meia: a luta pela igualdade e em defesa dos direitos sociais.
Noutras palavras, aceitar ao convite de ser pré-candidato a vice-prefeito é, na realidade, manter o compromisso de, com o PSOL, criarmos uma alternativa para que o povo de Porto Seguro não precise continuar votando em representantes de interesses estranhos, na maior parte das vezes, inversos, ao da classe trabalhadora.
Chico é uma pessoa que, desde muito novo, assumiu seu compromisso com a luta da classe trabalhadora. Essa questão de se posicionar, a partir de uma tomada de decisão consciente, partindo do princípio de sua origem de classe, é fundamental para fazer o enfrentamento necessário.
Ao aceitar construir esta alternativa, teremos, pela primeira vez na história da cidade, uma chapa majoritária formada por dois professores. Teremos uma alternativa formada por dois trabalhadores que, sendo eleita, poderá transformar, de forma radical, a realidade do município de Porto Seguro, a partir da participação e das necessidades do povo trabalhador.”
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# AgradecimentoMônica Rezende 01-09-2020 17:44
"Venho agradecer a postagem de esclarecimento. O Jornal do Sol, com essa atitude democrática, demonstra sua responsabilidade com a informação."
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# Mangueiro da SantaLuiz Fabiano Santanna Vargas 01-09-2020 17:09
“O ‘Bah! Condomínio’, por meio de seu representante legal, vem a público esclarecer as inverídicas informações que circularam nos últimos dias nas redes sociais sobre imóvel particular de sua propriedade:
- O imóvel em questão está localizado na Estrada do Arraial D´Ajuda, no bairro Quintas do Arraial, no Distrito de Arraial d´Ajuda, na cidade de Porto Seguro, próximo ao Ecoparque e vizinho ao Mangueiro da Santa.
- Não é verdadeira a informação de que o citado imóvel seja de propriedade da Diocese de Eunápolis, responsável pela área vizinha denominada de Mangueiro da Santa.
- O imóvel foi adquirido pelos atuais proprietários em 26 de outubro de 2017, e registrado em 20 de janeiro de 2018, portanto, estão na posse e domínio do bem há quase três anos.
- Antes disso, o imóvel foi adquirido pelo Dr. Theóphilo Epaminondas Ottoni, já falecido, por meio de carta de aforamento em 1997, registrado em 1999, bem como, dez anos depois, resgatou a enfiteuse da área e, consequentemente, a propriedade definitiva do imóvel, cuja legalidade já foi definitivamente decidida por meio de mandado de segurança, em âmbito local, e no Tribunal de Justiça da Bahia.
- O empreendimento possui todas as autorizações/licenças dos órgãos competentes (Secretaria Municipal e IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) para a execução de suas obras, que estão respeitando os limites estabelecidos na legislação.
- Portanto, a área ocupada pelo empreendimento ‘Bah! Condomínio’, demarcada há mais de 30 anos, inicialmente com cercas e, posteriormente, com muro, é diversa da área de propriedade da Diocese de Eunápolis, denominada de Mangueiro da Santa.
Assim, feitos esses necessários esclarecimentos, o ‘Bah! Condomínio’ ressalta que repudia, veementemente, o uso político que algumas pessoas estão tentando fazer sobre o caso, e que, caso haja alguma irregularidade, deverá ser questionada pelos meios próprios e decidida no âmbito do Poder Judiciário.
O ‘Bah Condomínio’ adotará todas as medidas legais, judicial ou extrajudicialmente, para proteger sua propriedade e sua posse, não admitindo que atos de violência sejam praticados contra seus funcionários ou prepostos, bem como contra seu patrimônio e a honra de seus proprietários.
Porto Seguro, Distrito de Arraial d´Ajuda, 31 de agosto de 2020.”
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# Ciclismo e cidadaniaRenata Tardin 27-08-2020 17:07
“Vivemos num mundo onde o carro sempre foi sinônimo de poder, riqueza, conquista! Este poder está diretamente relacionado ao tamanho do veículo. Sempre foi assim! Uma pirâmide inversa: o caminhão é privilegiado ao ônibus, que é ao carro, que é à moto, que é à bicicleta, que é ao pedestre. Na realidade, deveria ser o contrário!
Respeito aos mais frágeis seria a postura correta! Felizmente em alguns países essa pirâmide é vista e respeitada ao contrário. Por ter educação no trânsito e uma infraestrutura perfeita para os ciclistas, na Holanda o uso do capacete não se faz necessário! A bicicleta é o meio de transporte mais popular e mais democrático do mundo.
Em cima da bike, somos todos iguais e pertencemos a uma só comunidade: ciclista! Se tem um lado positivo desta pandemia, com certeza é o lugar que a bicicleta está ocupando: seja como opção para evitar os transportes públicos super lotados, seja como opção de atividade física frente às academias fechadas e outras opções de atividades esportivas proibidas, seja como forma de evitar o sedentarismo e melhorar a saúde física e mental. E tantos outros pontos positivos, como promover a cidadania e o sentimento de pertencimento quando ocupamos os espaços públicos das cidades promovendo um trânsito mais tranquilo, sem poluição sonora e mais seguro.
Porém, sem uma atuação incisiva do Poder Público, nada disso será possível. E continuaremos culpando uns aos outros na difícil escolha em quem devemos jogar no buraco do acostamento. Sim, porque em nossa cidade, recapearam a pista, mas mais uma vez ignoraram o acostamento. Se a sua opção for jogar o ciclista neste acostamento cheio de buracos, as chances dele morrer serão enormes!
Chega de ignorar o óbvio! Sejamos todos, ciclistas e motoristas: humanos, conscientes, sensíveis e orgulhosos! Precisamos não apenas de uma campanha de conscientização dos ciclistas e motoristas para o respeito mútuo. Mas ciclovias e ciclofaixas não apenas na Orla Norte, mas também no anel viário, Avenida do Trabalhador e nas principais avenidas do Centro e dos bairros, fazendo várias ciclovias interligando todo o município e seus distritos para o bem de uma cidade mais próspera e mais humana. Somente assim sairemos na frente na corrida pela retomada do turismo!”
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# Matéria muito boa!Vera Ruiz 27-08-2020 16:52
"Parabéns a toda a equipe do Jornal do Sol, sempre apoiando a nossa Associação Ciranda da Vida! Conto sempre com o apoio de todos para a divulgação. Gratidão!"
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# Coisas do destinoAdilson M. de Negreiros 26-08-2020 19:09
“A gente nunca sabe se o menino que nasceu em berço de ouro vai ser um futuro morador de rua, ou se, ao contrário, um garotinho de origem humilde vai ser um futuro presidente da república? Não dá para saber. O futuro a Deus pertence.
E Carlos Eduardo Ramos que o diga. Dudu – como carinhosamente o chamávamos - não era nem muito rico nem muito pobre. Ele tinha um outro tipo de riqueza: era inteligente. Muito inteligente.
Na pequena cidade onde morávamos, não tinha faculdade. Teve que ir para a capital. Arranjou emprego em um banco e, à noite, foi estudar Direito. Queria ser advogado. Formou-se. Fez concurso, foi ocupar uma chefia no Superior Tribunal de Justiça.
E assim, foi galgando degraus, rumo ao sucesso. Vida bem encaminhada, só faltava, agora, constituir uma família. Casou-se. Todos previam um futuro brilhante para o jovem cuja maior riqueza, repito, era a inteligência. O QI bem acima da média de nós, mortais.
Quando Elaine - a esposa – anunciou a gravidez, a opinião de todos foi unânime: a felicidade deles agora seria completa. Não foi o que aconteceu. Sem uma razão, sem um motivo – por mais corriqueiro que fosse – começou a beber. Muito. ‘Todas’. Não demorou muito, virou alcoólatra. Tempos depois, foi para uma casa de recuperação. Ficou internado mais de quatro meses. Parecia curado, teve alta. Logo, porém, a recaída. Voltou pela segunda vez.
Pouco antes de ser internado pela terceira vez, fui visitá-lo. Eu morava em cidade um pouco distante. Liguei antes, Elaine atendeu. ‘Amanhã eu passo aí’, disse para ela, e desliguei. Na manhã seguinte, dez e trinta, acionei a campainha, Elaine atendeu. Após as formalidades de praxe, perguntei pelo Dudu e Elaine disse: ‘vou chama-lo’. Demorou para aparecer o meu querido amigo.
Os acontecimentos marcantes de nossas vidas, sejam eles edificantes ou negativos, ficam gravados indelevelmente em nossas memórias. Naquela manhã ensolarada de terça-feira, eu vi uma dessas cenas que, até hoje, oito anos depois, continuam vivas em minha mente. Dudu, meu querido amigo, encurvado feito um homem de 80 anos – ele tinha 46 - passos vacilantes e arrastados, veio se aproximando. Aí, eu vi que a devastação daquele ser era total: as mãos tremiam, como se estivéssemos sob uma temperatura de dez graus abaixo de zero. Mas o sol brilhava forte, lá fora.
Logo depois Elaine apareceu com uma xícara contendo um líquido com cor de guaraná. Era whisky. Em dois goles, Dudu tomou tudo. E quase que de imediato, as mãos foram se acalmando, os passos menos vacilantes e – incrível – até a lucidez voltou ao normal.
Na terceira internação, o médico foi, como se diz na gíria, curto e grosso. Disse para Dudu: ‘Ou você para, você ou morre’.”
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# Caos para trabalhadoresSinticesb 25-08-2020 17:29
"Os trabalhadores da empresa Emissão, nas cidades de Alcobaça, Caravelas e Itamaraju, paralisaram suas atividades laborais em função do descaso da empresa com os funcionários. A diferença do salário de 2019 para o salário de 2020 até o momento não foi paga. O Ticket refeição é pago sempre em atraso e as férias não estão sendo remuneradas no ato. São quase 300 trabalhadores nesta situação. Vale lembrar que a empresa presta serviço à Embasa, órgão do governo Rui Costa. Se permanecer esta situação, vamos procurar o governador para resolver, já que a empresa não se pronunciou até agora. Unidos somos fortes. Sinticesb, junto com os trabalhadores da Emissão.”
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# Parabéns ao Plogging!Edcarlos Silva 18-08-2020 17:57
“A todos do Plogging Porto Seguro e munícipes desejo uma boa ação de conscientização acerca do descarte correto, e da diminuição do plástico nos rios e mares.
Um grande abraço a todos vocês, e vamos juntos! Pernambuco está junto com vocês.”
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# Novo normalConceiyção Montserrat 17-08-2020 19:21
“Refletindo sobre este termo ‘novo normal’ tenho a sensação de que estas palavras significam ‘houve uma interrupção e que tudo continuará da mesma forma’, após a pandemia. Mas não é verdade! Não queremos que tudo seja ‘normal’ após todas as experiências que tivemos e o quanto crescemos emocionalmente e pessoalmente!
Queremos que tudo seja reformulado, melhorado, que tenha uma evolução em nossas atitudes, proporcionando ao entorno uma qualidade superior à que estava antes desta pandemia, favorecendo nosso equilíbrio e atenção às questões que nos incomodam e que possamos evoluir com tudo isso.

Ter um olhar mais humano, dedicando mais tempo ao que nos faz bem. Tendo uma conduta mais equilibrada e a cada dia, que nossa evolução caminhe mais e mais... Queremos poder olhar para trás e ver com olhos firmes que este processo serviu para nos fortalecer, para evoluirmos, trazendo a cada um de nós uma palavra chamada ressignificar.
É desta forma que vejo tudo hoje pois, algumas coisas que antes usávamos como condução social, hoje perdeu totalmente o sentido e o porquê! Atitudes que antes tinham propósito, hoje se perderam completamente e tudo mudou para melhor.
Tivemos que nos reinventar, trocar nossos hábitos, mudar nossos comportamentos e com isto vieram novas descobertas, aprendizados, crescimento pessoal e profissional. Portanto, acredito que mudamos para melhor e não vamos voltar ao ‘normal’ após tantas experiências e vivências.
Ressignificamos nossas vidas, nossos trabalhos, a maneira de atender nossos clientes e prestar nossos serviços! Com isso, nos tornamos pessoas melhores, com olhar mais atento as nossas qualidades e capacidades, onde pudemos nos superar, crescer emocionalmente mesmo tendo ao nosso entorno todas as adversidades físicas e emocionais, com quantidades absurdas de informações e situações angustiantes e limitadoras, fomos fortes e resilientes para superar tudo e todos.
Aprendemos que juntos somos mais fortes e que cada um possui uma capacidade de superação maior que imaginava. Então acredito que devemos criar uma palavra que defina este novo momento após a pandemia, que não seja ‘normal’, mas sim, um recomeço, uma fase para aplicar tudo que aprendemos e crescemos e possamos utilizar isto de forma saudável.
E você, consegue compreender o ressignificado em sua vida?”
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# Nota de RepúdioEquipe de Jornalismo da Rádio Porto Brasil FM 17-08-2020 19:01
“A assessoria do ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio, juntamente com a assessoria do deputado Jânio Natal, impediram a Rádio Porto Brasil FM de participar da audiência técnica e pública em prol da retomada do turismo realizada hoje em nossa cidade. A equipe de jornalismo, composta pelo radialista e repórter-fotográfico Aelson Souza Cardoso e o radialista Tarcizo Vieira, apresentador do programa Porto Brasil Notícias, foram impedidos de participar do evento.
Fomos recebidos pelo cerimonial do ministro normalmente, e depois foram exigidas as credenciais emitidas pelo Ministério do Turismo para termos acesso ao evento. Nossa equipe alegou que não recebemos nenhum comunicado da exigência de credenciamento para o evento. Estranho que todos os pré-candidatos a vereadores e lideranças políticas do pré-candidato a prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal, estavam presentes e não notamos as mesmas exigências para os mesmos. A assessoria do ministro, após longa conversa com os organizadores locais, não permitiu, de forma alguma, a nossa entrada no evento, mesmo com as apresentações dos DRT.
Repudiamos este ato de censura em um momento crítico para o País, especialmente para Porto Seguro, que depende exclusivamente do turismo. Fomos impedidos de exercer nosso papel em um evento público e com uma figura pública tão importante para Porto Seguro que é o Ministério do Turismo. Ficou a dúvida se seria esse o fundamento principal do evento: ‘Retomada do Turismo’.
Não compactuamos com a censura e tão pouco perseguição política. Com muita tristeza, emitimos esta nota e declaramos que, nesse momento de pandemia, não existe adversário político para a emissora, e sim um problema mundial – uma pandemia de coronavírus.
Continuaremos a exercer nosso papel com muita responsabilidade, apesar de tamanha decepção com o deputado e o ministro do Turismo, que além de estar em uma missão oficial, paga pelo povo brasileiro, tendo seu deslocamento com uma aeronave militar da Força Aérea Brasileira, se ergueu a uma ação notoriamente política com o deputado, deixando de convidar segundo a assessoria de comunicação da Prefeitura Municipal de Porto Seguro, até as autoridades municipais (prefeita Cláudia Oliveira, secretário de Turismo e secretário de Saúde).”
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# Milícias no BrasilGerson Luiz Buczenko 01-08-2020 13:57
“A palavra milícia já faz parte de nosso vocabulário cotidiano, em função de uso já bastante disseminado pelos meios jornalísticos. Essa popularização, no entanto, não é menos importante. Ela revela um quadro complexo que impacta na vida de milhares de brasileiros, seja por medo e submissão às ações da milícia, seja pelos crimes praticados pela mesma.
A milícia é uma organização composta de pessoas, geralmente, agentes e ex-agentes públicos da área de segurança, voltada para a prática de crimes de toda a ordem. Segundo o sociólogo José Claudio Alves, a milícia teve origem durante a ditadura militar no Brasil, especialmente, no Rio de Janeiro quando proliferaram grupos de extermínio na Baixada Fluminense. Com o passar do tempo, tais grupos passam a interagir com outros grupos de influência política, seus membros ocupam funções importantes, alguns são eleitos para cargos no legislativo, além de obter apoio de alguns “simpatizantes” em outras esferas da vida pública e civil.
Assim, a partir dos anos 2000, as relações entre agentes públicos e a milícia passa a ser algo recorrente, facilitando suas ações de grupo de extermínio e ainda, de controle paramilitar de regiões empobrecidas, nas quais a figura do Estado não se faz presente. Nessas regiões, tudo é controlado pela milícia, desde o acesso à água potável, energia elétrica, tevê a cabo, funcionamento do comércio e até mesmo alguns serviços públicos, como postos de saúde e escolas públicas sofrem com as imposições da milícia.
Essa condição ensejou um exemplo nefasto que tenta se repetir pelo país, com ações do crime organizado voltado para o tráfico de drogas, contrabando, roubo de cargas, de caixas eletrônicos, entre outros. Sabe-se que as ações do Estado, no âmbito federal e estadual têm tido certo êxito no combate a essas organizações, porém há uma série de fatores que acabam por prejudicar a prevenção e combate ao crime organizado de forma permanente, que vão desde a facilidade de corrupção de agentes públicos, chegando à proximidade de pessoas que ocupam cargos públicos de relevância no cenário brasileiro.
Dessa forma, mesmo com ações pontuais do Estado, o poder das milícias no Brasil ainda permanece. Concorre para isso o quadro de precariedade da Segurança Pública de uma forma geral e a corrupção, combinadas com as relações ambíguas e delicadas de agentes públicos com membros da milícia, por vezes, alguns agentes públicos são componentes da milícia. Como exemplo, temos o caso Marielle Franco que ainda anseia por maiores esclarecimentos.”
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# E o turismo?Emerson 29-07-2020 19:25
"Estou com passagens compradas, muita saudade do mar. Teremos reabertura dos serviços de praia em agosto?"
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# UTI Covid no NeuroccorAscom Neuroccor 24-07-2020 21:21
“Na próxima segunda-feira, 27/07/20, o Hospital Neurocor, em Porto Seguro, inaugura dez leitos de Terapia Intensiva dedicados a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) com o diagnóstico de Covid-19. Inicialmente prevista para abrir ontem (22/07) o único motivo para a postergação da abertura foi o atraso na conclusão da obra por parte da construtora.
O apoio do Governo do Estado à abertura dos leitos de UTI em Porto Seguro foi fundamental, inclusive com o empréstimo de equipamentos, incluindo respiradores. A contratação da operação foi garantida com recursos do tesouro estadual, autorizados pelo Governador Rui Costa, através do Secretário Fábio Vilas-Boas, a quem agradecemos.
Lamentamos que o deputado Jânio Natal tenha vindo a público fazer uso político do atraso na abertura dos leitos sob nossa responsabilidade. A equipe do Neuroccor vem trabalhando dia e noite para cumprir o compromisso com o Governo e a população de Porto Seguro. Ao tempo em que repudiamos a fala do Deputado, lamentamos a sua falta de compreensão dos desafios do cenário atual, cuja consequência é a produção de conteúdo não condizente com a realidade dos fatos.
Reiteramos o nosso compromisso com a excelência no atendimento e agradecemos a oportunidade por contribuir com o SUS, por meio da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).”
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# E a ciência?Professores do Uninter 23-07-2020 19:37
“Durante este período de pandemia, muito tem se escutado falar sobre a Organização Mundial da Saúde (OMS), suas recomendações e posições frente a Covid-19. Vamos entender um pouco melhor as responsabilidades compartilhadas.
Em 2005, foi aprovado o Regulamento Sanitário Internacional (RSI), entre a OMS e seus Estados membros. Este regulamento define responsabilidades frente aos eventos inusitados de saúde pública, cabendo aos estados membros desenvolver, fortalecer e manter as capacidades exigidas no RSI e a mobilizar os recursos necessários para colaborar ativamente entre si e com a OMS, em conformidade com as disposições regulamentadas.
Alguns países, entre eles o Brasil, tem cogitado deixar a OMS neste período, devido a divergências de posições frente a esta crise. Semanas atrás, a organização fez uma recomendação, e depois voltou atrás no seu posicionamento, motivos que fizeram a população, líderes e a comunidade científica questionarem a posição da OMS.
No RSI, a OMS tem responsabilidade de consolidar as informações, implementar medidas, promover a cooperação para a atualização de suas normas e padrões e coordenar as atividades, com o objetivo de garantir a aplicação de medidas para a proteção da saúde pública e o fortalecimento da resposta mundial quanto à propagação de doenças no âmbito internacional.
O RSI estabelece a instituição de um Cadastro de Peritos, por indicação de estados membros e organizações intergovernamentais, que definem, estudam e buscam as melhores medidas a serem adotadas. Para falarmos do papel da OMS neste momento, precisamos também entender qual é o papel da ciência.
É fascinante aquela imagem do cientista de cabelos arrepiados, jaleco branco surrado, vários recipientes com líquido borbulhante e um ar de que tudo é possível. Saibam que isso não é ciência. É fantasia! Sim, cientistas usam jaleco em seus laboratórios e sabem muito sobre um determinado assunto ou área, mas não são donos da verdade. Cientistas sempre buscam a verdade.
A ciência tem como princípio o querer saber, e para isto, o cientista faz perguntas: Por quê? Como? Quando? Com que frequência? Qual intensidade? Entre outras que irão apresentar diversas respostas que serão postas a prova, mostrando que não é um acontecimento ao acaso. Enfim, na ciência busca-se através das respostas, da observação e da análise do que foi feito, verdades que podem ou não confirmar premissas prévias.
O que você espera da ciência? A cura para a Covid-19? A ciência te dará a cura, porém, por ser algo muito novo, ela ainda está na fase do ‘como?’, ‘quando?’, ‘com que frequência?’. Vidas estão sendo perdidas e infelizmente não há como acelerar mais os trabalhos, mesmo que recordes tenham sido batidos nos últimos três meses. Genoma sequenciado, formas de diagnóstico determinadas, mecanismo de infecção descrito, inúmeros grupos de pesquisa trabalhando em novos fármacos, empresas também com o mesmo investimento e por fim, sim, teremos rapidamente uma vacina.
No momento, o principal problema é o imediatismo, o ‘fakevírus’ de redes sociais e o excesso de informações desnecessárias e imprecisas. Neste momento, melhor seria uma ampla campanha informando à população: ‘parem, protejam-se, estamos trabalhando por vocês, assim que conseguirmos definir o medicamento e produzir a vacina, avisamos o quanto antes, assinado, A Ciência’. Seria manchete nos dois primeiros dias. E depois? As pessoas e a mídia teriam paciência para esperar o trabalho da ciência?
Os últimos acontecimentos sobre a produção científica, OMS e profissionais que seguem e os que não seguem a ciência, deixaram a população com pulgas atrás da orelha. Para alguns, a ciência perdeu a credibilidade. Para outros, a coisa está ‘enrolada’ demais. Isso mostra que as pessoas não aprendem sobre ciência na escola ficando restrita aos que entraram no ensino superior. Por não ser ainda uma realidade para muitos, a grande população não entende como ela funciona. Se existe um problema, este não é da ciência e sim das pessoas.
A dinâmica científica funciona assim: depois de uma pergunta ou hipótese, iniciam-se os testes e experimentos; depois os resultados devem ser analisados; os cientistas chegam a uma conclusão, publicando uma comunicação científica do seu estudo e resultados em uma revista; a revista apresenta ao mundo o que foi pesquisado; o mundo agora vai analisar e tentar reproduzir; neste momento podem surgir outros cientistas contestando o estudo mostrando que houve falhas ou todos mostram que estão de acordo e que de fato algo novo surgiu.
Publicações são contestadas todos os anos, faz parte esse alto nível de exigência no que é produzido e isso mantem o controle da qualidade de produção científica. Muito foi comentado nos últimos dias sobre a publicação da Lancet e o pedido de desculpas dos cientistas. Só para deixar claro, isso é ciência. Nós cientistas, não torcemos pelo grupo A ou pelo grupo B, queremos neste momento que apresentem algo eficaz para nosso problema, se foi mostrado que houve erro, de forma digna usa-se o ‘desculpe’ e a ciência continua seu trabalho.
O grande público, por não conhecer como funciona, de forma equivocada culpa qualquer coisa, inclusive a ciência. Usa seus smartphones para dispersar informações falsas, inúteis e nada científicas. Seu smartphone é fruto da ciência, lembre-se disso! As pessoas querem algo simples, fácil, eficiente e isso não é obtido pela ciência. Será esse o motivo de tanta desconfiança e bagunça ultimamente?
A OMS usa a ciência para atender seus objetivos, que são melhorar a equidade na saúde, reduzir os riscos, promover estilos de vida e ambientes saudáveis e responder aos determinantes subjacentes da saúde. Tem um papel fundamental neste momento, reunindo informações, colaborando com pesquisas, entre outros feitos para que o mundo possa enfrentar essa pandemia. Ressaltamos que estados membros também estão falhando quando há competição por insumos essenciais, quando não realizam vigilância adequada de seus países, e não fornecem informações de forma transparente. Percebemos que será necessária uma revisão do RSI com a Covid-19.
Este é um momento em que tudo pode virar uma bola de neve, os ignorantes usam a ciência como escudo, as pessoas acreditam nos ignorantes, eles cometem erros e depois cobram da ciência. Já temos problemas demais pela nossa precária educação, se continuarmos apedrejando a ciência injustamente, iremos incentivar cada vez menos futuros jovens a entrar e contribuir. Todos perdem, inclusive a ciência!”

Benisio Ferreira da Silva Filho
Vinícius Bednarczuk de Oliveira
Ivana Maria Saes Busato
Curitiba/PR
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# Parábola da vaquinha e a pandemiaOdilon Medeiros 15-07-2020 18:32
“Ainda na época da minha segunda graduação, conheci uma estória que tem uma relação direta com o que estamos vivendo nesse momento: trata-se da parábola da vaquinha. Antes, contudo, quero pedir desculpas ao autor da obra por não o citar aqui e vou explicar a razão: não consigo lembrar o seu nome. Fiz até pesquisas, mas nada encontrei. Se alguém conhecer a estória e souber o nome do autor, peço que me informe.
Creio que você está curioso para conhecer o caso, não é mesmo? Então vamos a ele. De uma maneira reduzida, a estória relata o seguinte caso: Um mestre e seu discípulo faziam as suas andanças espalhando sabedoria pelo mundo. Chegaram em uma região muito pobre. Nela só havia uma família, igualmente pobre. O mestre perguntou ao proprietário do local como eles sobreviviam. E assim, soube que no local havia uma vaquinha que produzia três litros de leite por dia. Um desses litros era direcionado ao consumo da família e os outros dois, trocados por mantimentos em uma cidade próxima.
Ao saírem, e sem que o dono da vaquinha soubesse, o mestre mandou o seu discípulo empurrar o animal em um precipício e esse assim o fez, e seguiram o caminho. Os anos passavam, mas o discípulo não se perdoava pelo ato que tinha cometido. E assim, resolveu voltar ao local para pedir desculpas à família. Chegando lá, encontrou tudo diferente: uma bela casa muito bem mobiliada, com jardim, carro na garagem, pessoas bem alimentadas e bem vestidas. Surpreso, o discípulo perguntou o que tinha acontecido e soube que, com a morte da vaquinha, eles procuraram novas atividades e isso trouxe o progresso da família.
Fiquei pensando nessa estória e me questionei: será que o corona vírus não pode ser o tal "mestre" que está "matando" a nossa vaquinha, ou seja, o nosso negócio? Será que não estamos sendo obrigados a sair da zona de conforto que estávamos? É possível fazer essa relação? Observo que as empresas que se reinventaram, em tão pouco espaço de tempo, são aquelas que efetivamente estão conseguindo não apenas sobreviver: algumas estão até conseguindo crescer!
Isso comprova que o agora pode ser uma grande oportunidade de crescermos. Busco sempre encontrar algo positivo nas mais difíceis experiências que vivo. Assim, penso que é o momento de nós nos reinventarmos. De fazermos um novo começo. Um começo estruturado, adequado ao novo momento.
Com todo o respeito às pessoas que foram vítimas deste vírus e aos seus familiares, quis trazer essa reflexão. O meu intuito é tão somente tentar ajudar os empresários a mudarem um pouco o foco. A encorajá-los a encontrar algo positivo, pelo menos no lado profissional, em situação tão delicada, como essa que estamos vivendo no momento. Espero que assim eu seja entendido e que a cura chegue rapidamente.”
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# ParábulaJúlio César Cardoso juliocmcardoso@hotmail.com 29-07-2020 22:26
"Odilon, a sua abordagem tem receptividade, pois nas intempéries, sempre a civilização encontrou alternativa positiva de superar a dificuldade. Assim são as guerras que, embora tragam destruição, reconstroem cidades e países com nova arquitetura urbana e modelos de desenvolvimento. E os exemplos são amplos.
O Japão foi arrasado durante a Segunda Guerra Mundial e depois reconstruiu a infraestrutura e a economia do país. Hoje é a terceira potência econômica mundial.
Temos a Alemanha, reconstruída após as guerras. Berlim, 1945, foi transformado em ruínas fragmentadas. A Alemanha ressurgiu das cinzas e hoje é a terceira potência econômica da Europa."
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# Covid-19 e liberação do comércioJúlio César Cardoso juliocmcardoso@hotmail.com 26-06-2020 22:15
"Ninguém, sinceramente, gostaria de estar no lugar de prefeitos e governadores para administrar, agradando a gregos e troianos, o comportamento da população e o funcionamento dos estabelecimentos comerciais, escolas etc, diante da gravidade da Covid-19.
Encontrar o ponto de equilíbrio - eis a questão – que atenda ao interesse das fontes produtoras de riquezas responsáveis pelo mercado de trabalho sem comprometer as medidas recomendadas pelas autoridades mundiais de saúde no combate ao coronavírus, é uma questão desafiadora ainda sem solução.
Liberar as atividades sem pareceres técnicos dos profissionais da saúde favoráveis, quando a doença ainda está em escala ascendente, representa uma grande irresponsabilidade.
Sem a colaboração efetiva da população, as consequências de agravamento da epidemia tendem a se estender no tempo, comprometendo a rede pública de saúde, como também a privada, sem condição de dar pronto atendimento aos doentes.
A situação é gravíssima. Nos últimos cinquenta anos, qual foi a epidemia que ceifou tantas vidas, em tão curto espaço de tempo? Segundo o Ministério da Saúde, em 26 de fevereiro ocorreu o primeiro caso de coronavírus no Brasil.
É relevante registrar que só no Brasil mais de 1,2 milhão de pessoas já foram infectados e mais de 54 mil indivíduos foram a óbitos, em tão pouco tempo.
Atentem: 54 mil vidas perdidas por coronavírus representam populações inteiras de muitas cidades, ou um estádio do Maracanã repleto de torcedores.
Ou você é daqueles empedernidos, recalcitrantes, que não acreditam na doença e compartilham a falsa ideia de que se trata apenas de uma gripezinha badalada pela mídia interessada em derrubar o governo, mesmo diante de evidente quadro dantesco de multidão de enfermos e mortos no planeta?
Ou você só irá se conscientizar da doença quando alguém de sua família mais próxima – pai, mãe, filho, filha, esposa, esposo etc – for atingida e estiver no sufoco de não encontrar hospital e aparelho respirador para amenizar a agonia moribunda?
Se, por meios pedagógicos, são impossíveis convencer a população dos cuidados contra o coronavírus - relaxamento no uso de máscaras ou usá-las de forma inadequada, aglomeração de pessoas em qualquer ambiente etc-, só resta como alternativa, para minimizar a proliferação da doença, a adoção de medida radical e desagradável: multar os transgressores e sujeitá-los às demais cominações legais."
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# ComprometimentoMárcia Gomes 24-06-2020 17:16
"Eu, como turista e com intenção de viajar para Porto Seguro, espero que todos os envolvidos e dependentes do turismo, tenham consciência e comprometimento em fazer dar certo essa abertura das atividades turísticas, constantes no Decreto 10.867/20.
Respeitar as regras, com responsabilidade, só trará benefícios à cidade, pois conquistar esta abertura e lá na frente regredir é mostrar imaturidade e falta de entendimento da importância que o turismo tem no sustento de famílias inteiras, numa cidade como Porto Seguro."
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# Liberdade de ofensasFernando Rizzolo 18-06-2020 17:47
“Uma das características da nossa Constituição de 1988 é a determinação da liberdade de expressão, principalmente nos incisos IV e IX do artigo 5º. Poderíamos dizer que foi um grande avanço, pois vínhamos de um regime militar em que a censura estabelecia o cerceamento do livre expor das ideias. Contudo, uma observação deve ser avaliada em um contexto não apenas político, mas na esfera social em que se davam as relações interpessoais nos últimos anos do regime de exceção até os dias de hoje.
Para nos aprofundarmos no conceito social muito influenciador a partir dos anos 80, temos que traçar duas vertentes, uma na esfera cultural, na qual se esboçava a liberdade de não mais aprisionar as crianças em uma educação mais rígida ou mais antiga, seguindo os novos preceitos da psicologia, que preconizava liberdade em excesso às crianças, e outra ampliada pela televisão, que, através das novelas, mostrava jovens desrespeitando seus pais e até contestando sua educação. Na época, costumava-se dizer de forma jocosa que ‘os psicólogos defendiam que todos problemas dos jovens eram advindos da educação dada pelos pais’, jargão que se utilizava para justificar inclusive no inconsciente coletivo dos pais que foram reprimidos, ou tiveram uma ‘educação antiga’, que as regras mudaram, que o caminho certo para a felicidade futura dos filhos era deixá-los fazer o que quisessem, para não serem ‘traumatizados’.
Criamos, assim, uma geração de mimados, inseguros, contestadores sem fundamentos, que, com o advento da Constituição de 1988, que consagra a liberdade de expressão, tiveram seu comportamento legitimado por nada menos que a Carta Magna.
Foi assim que, ao surgir um governo de direita, que faz uso de palavrões, xingamentos e propõe o politicamente incorreto, ocorreu uma explosão que subverte preceitos constitucionais, levando ao desrespeito por parte dos jovens da geração nascida a partir dos anos 70 com relação aos mais velhos.
E é com esse pensamento, com essa reflexão político-social que engloba todo um histórico de desrespeito às instituições, aos pais, aos que pensam diferente, que a direita canalizou essa força histórica de educação não opressiva para a novidade explosiva: culpar a esquerda, desrespeitar as instituições, xingar autoridades e até ameaçar membros do Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição, último baluarte da defesa do Estado Democrático de Direito.
Nessa ‘balbúrdia’ generalizada, foi necessária então uma investigação por parte do STF sobre as fake news, uma vez que todos sabemos que o STF é composto por pessoas de notável saber jurídico, defensores da Constituição, juristas renomados que se dedicam ao labor da manutenção do devido processo legal e que jamais poderiam ser ameaçados, ultrajados, desrespeitados, num verdadeiro atentado à democracia do nosso país.
Portanto, quando alguém grita na frente da casa de um ministro ou de uma autoridade, como se dizia antigamente, ‘a culpa é dos psicólogos, pois não podemos contrariar as crianças’. Com todo respeito aos psicólogos e sublinhando aqui que não concordo com essa afirmação leviana que se fazia outrora não só no Brasil, pois talvez seja ela mesma o motivo de o Brasil precisar hoje se sentar no divã e iniciar um processo de ‘livre associação’, obviamente não a tal associação criminosa, tão em moda nesse nosso pobre país.”
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# TSE julga chapa Bolsonaro/MourãoPercival Puggina 09-06-2020 16:37
“Estabilidade política? Conheço só de ouvir dizer. Os períodos menos inseguros ou operando com alguma estabilidade, desde que observo a política brasileira em meus 75 anos, têm sido momentos de transição para uma instabilidade vindoura, certa como o inverno gaúcho que se aproxima. Em analogias gastas pelo uso, temos experimentado ‘bolhas’ de estabilidade, efetuado voos de galinha. São períodos durante os quais material explosivo vai sendo acumulado nas relações políticas e sociais e permanece à espera de uma ignição. Ou de um alfinete que acabe com a bolha. Ou de uma receita que precise da galinha.
O atual período de instabilidade, por exemplo, iniciou no ano de 2013 com os ‘vinte centavos’ nas passagens de ônibus e, de lá para cá, resistiu a todos os discursos que se empenharam em fazer crer que o Brasil era um reino de príncipes perfeitos, solidez institucional e convicção democrática lavrada em granito. Não vou chover nesse charco, mas já são sete anos de crise.
Quero avançar mais na questão da instabilidade, da qual o momento presente enche o palco com atores políticos institucionais e extra institucionais que brincam de Salomé querendo a cabeça de Bolsonaro. Mesmo aqueles congressistas viajantes no eterno trem da alegria do centrão, que se aproximam do presidente, gostariam de vê-lo pelas costas, não se metendo nos seus negócios, pois era assim - que diabo! - que a banda vinha tocando desde 1985.
Não bastasse isso, começam a chegar ao plenário do Tribunal Superior Eleitoral ações que tratam da cassação da chapa Bolsonaro/Mourão na eleição de 2018. São cinco oportunidades para derrubar o governo. Cinco! Fico imaginando a dificuldade do cidadão, que foi às urnas e decidiu com seu voto aquele pleito, em entender como as campanhas eleitorais podem estar sendo revisitadas e reexaminadas um ano e meio depois! Como se sabe, em presença de alguma ilegalidade grave, a chapa será cassada e nova eleição, convocada. Se uma decisão assim ocorrer antes do fim deste ano, haverá nova eleição na Terra Brasilis; se depois, a eleição será indireta pelo Congresso. Ou seja, será presidente quem construir maioria com o centrão...
O TSE já se defrontou com uma ação assim, há exatos três anos, quando julgou a chapa Dilma/Temer acusada de grave ilegalidade. A presidente fora cassada pelo Senado (31/08/2016) e o mandato de Temer iria até 31 de dezembro de 2018. Com a nação em suspense, o TSE decidiu decidir; se absolvesse a chapa, Temer completaria o ano e meio de mandato restante; se a condenasse, haveria eleição de um novo presidente pelo Congresso. O ministro Herman Benjamin, relator do caso, estava tão convicto da culpa da coligação que dramatizou assim a situação: "Quero dizer que tal qual cada um dos seis outros ministros que estão aqui nessa bancada, eu como juiz me recuso ao papel de coveiro de prova viva". Contados os votos, foram dados quatro pela absolvição e três pela condenação. Por um voto Temer se manteve na presidência da República.
Tudo de acordo com a Constituição. O que está mais errado é nosso sistema de governo que coloca todas as fichas na eleição de uma pessoa, e o modelo institucional que lhe dá o poder com uma das mãos e tira com a outra. Também isso, como quase tudo no sistema, é ótimo para quem gosta de viver perigosamente. Eu não gosto.”
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# SolidariedadeMárcia Gomes 04-06-2020 19:52
"Sou do Rio de Janeiro e não vejo a hora de poder viajar para Porto Seguro e curtir muito esta cidade. Quero me solidarizar com os moradores de que tudo que está sendo feito é necessário para que as coisas voltem ao normal.
Força galera!! Em breve, se Deus quiser, estaremos aí curtindo essa paisagem linda, esta cidade alegre e bela."
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# Combate às fake newsAlexsandro Ribeiro 04-06-2020 19:44
“Não é perseguição ou censura à liberdade de expressão, mas sim a contundente luta contra a indústria das fake news. As ações do Supremo Tribunal Federal (STF), as denúncias de entidades da sociedade civil, e até as medidas tomadas por pequenos grupos digitais são respostas necessárias contra um mal que vem contaminando a saúde da boa informação.
A tecnologia e os meios de comunicação são as lentes que usamos para contemplar a realidade do mundo. A quantidade imensa de acontecimentos diários relevantes para nossa vida e a importância de ter uma boa filtragem e seleção dos fatos, a distância entre onde eles ocorrem e onde vivemos são fatores que reforçam nossa dependência dos meios. Quando interesses escusos e quadrilhas começam criminosamente a alterar o grau ou opacidade desta lente e vidas entram em risco, é importante entender a gravidade de uma curtida e de um compartilhamento na rede.
A distorção de valores se acentua no desabafo presidencial de que a imprensa que o defende é perseguida. Se defende, não é imprensa. Este não é o papel do jornalismo, defender interesses de indivíduos, mas sim o de lutar pela verdade e atender ao interesse público. Esta mesma ideia patrimonialista da imprensa e dos meios é que respalda a ideia de que o que me conforta ou o que me reafirma é que é a verdade. O resto, é plano de “esquerdalha” para dominar o mundo. Neste enredo ficcional, o que não é ilusão é o resultado de reenviar para seus pares um vídeo mentiroso ou uma “notícia” que distorce a realidade.
Não há inocência no compartilhamento de um vídeo que causa o linchamento e a morte de uma mãe de família, no boato que faz com que idosos caiam na lábia de quadrilhas e percam a pouca aposentadoria que recebem, nas fake news que fazem com que as pessoas se automediquem e se exponham à morte, na mentira que desonra a imagem de indivíduo e causa o suicídio.
Os exemplos reais da brutalidade são muitos, e estão ao acesso de qualquer pesquisa na internet. Não é só uma brincadeira quando coloca a ciência e o campo da saúde em descrédito, promovendo um cenário de desinformação que ceifa a vida de milhares de pessoas. Também não é válido ou moralmente defensável só porque concordamos ou por ser vantajoso em uma discussão na internet. O “reenvio” irresponsável é um gatilho que destrói os sonhos e a vida de famílias.
É contra este tipo de abominação e contra quadrilhas das fake news, que curiosamente mantêm relações escandalosas e execráveis com grupos que estão em diversos governos, que são urgentes medidas reais de coação e combate. Questionável ou não, do ponto de vista jurídico a competência do STF para deflagrar investigação sobre o tema, fato é que ação escancara os agentes públicos, os atores e influenciadores digitais e os financiadores que estão coadunados com a desinformação e com os interessados em tirar proveito do caos promovido com as fake news.
Na prática, o que se reforça é que o direito de se manifestar não corre longe à obrigação de se responsabilizar pelo discurso que opera. Além disso, se para uns a medida atende interesses corporativos para responsabilizar quem macula a imagem de uma das mais importantes instituições democráticas do país, para outros, o mérito também reside em dar cara, nome e endereço eletrônico de quem cria a desinformação e mantém e alimenta a rede de robôs que propaga fake news.
Da mesma forma, mas com ferramentas distintas, vemos surgir ações na sociedade civil como a Sleeping Giants, que vem desvendando uma das faces mais absurdas das estratégias de alimentação do mercado das fake news, que é sua forma de sustento. Sites que surgem com a única função de promover a desinformação são financiados por grandes empresas, algumas delas, pasmem, de administração pública, como o caso do Banco do Brasil.
A simples ação de ir às redes sociais e publicar nas páginas destas empresas que elas estão financiando fake news tem gerado um impacto imenso na rede, e atacando na fonte das quadrilhas. Absurdo, em meio a isso, é perceber, no caso do Banco do Brasil, um esforço do governo, a partir da secretaria de comunicação, e de familiares da presidência, em remar contra a maré e continuar “aplicando” recurso público nestes sites de propagação de mentiras.
A única coincidência entre a deflagração dos inquéritos do STF e das denúncias da Sleeping Giants é a simultaneidade. De resto, são medidas que, quer seja no seio do poder público judiciário quer seja na sociedade civil, demonstram que a guerra contra as fake news e as quadrilhas que atuam em meio ao caos da desinformação não pode ficar apenas no discurso, e deve ganhar ares de concretude. O resultado imediato e palpável, neste momento, é o de fazer recuar os que acham que podem escrever e compartilhar o que bem entendem na rede sem que a Polícia Federal bata na porta das suas casas às tanta de uma manhã qualquer; ou ainda que as empresas que se preocupam com a imagem institucional retirem o respaldo financeiro dos sites de desinformação.
Num amanhã possível, o resultado que se espera é que a repercussão promova uma legislação mais efetiva para criminalizar tais atos, e que a sociedade deixe de enfrentar com normalidade o compartilhamento de “notícias falsas”. Em alusão ao mote da campanha presidencial dos EUA na década de 1990, que escancarava o eixo importante daquela disputa de urna, "It's the economy, stupid", a tônica da atualidade em meio à pandemia de desinformação é “É o combate às fake news, estúpido!”
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# Salvem os médicos!Marli Lima Rabelo 03-06-2020 18:35
"Minha cirurgia foi feita aí no HRDLEM, dia 17/02/20. Fui muito bem tratada. Dr George e equipe são pessoas maravilhosas! Por favor, paguem os médicos!"
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# Ajuda aos animaisOng Anjos dAjuda 28-05-2020 17:11
"A Ong Anjos d'Ajuda, estabelecida em 2013 em Arraial d'Ajuda, existe com o objetivo principal de proteger os animais de maus tratos e abandono. Para isso acontecer, tentamos agir combatendo a alta taxa de natalidade de animais que já estão abandonados, cruzando livremente nas ruas. Essa Ong, entidade sem fins lucrativos e composta por moradores de Arraial e parceiros voluntários nas áreas vizinhas (Vale Verde, Trancoso, Porto Seguro) está buscando apoio para seguir com suas atividades.
A Ong vem organizando diversos mutirões de castração onde cerca de 100 animais são castrados por dia, além de convênios com algumas clínicas veterinárias e com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) onde conseguimos castrar mais alguns animais mensalmente. Nossos esforços têm sido reconhecidos pela comunidade arraiana, que observa uma redução do número de animais abandonados.
No presente momento, com a pandemia do Covid-19, todos os funcionários da Secretaria da Saúde estão sendo solicitados para atuar em diversos setores na contenção da propagação do coronavírus, bem como no tratamento de casos suspeitos e positivos. Com isso, as cirurgias de castração animal estão suspensas. Nós entendemos a situação emergencial que estamos vivendo, mas temos que olhar o quadro completo. Se as fêmeas em cio continuarem a cruzar, todo o nosso trabalho vai se perder. Cada fêmea que cruza produz de 5 a 10 filhotes a cada 6 meses. Infelizmente, a Ong não possui recursos financeiros para custear a castração em clínicas veterinárias.
Assim, viemos requerer a população os devidos cuidados para que consigamos reduzir a proliferação de animais nas ruas e evitar a fome de animais errantes além de solicitar ajuda à população através dos seguintes pontos:
- Toda fêmea em cio deve permanecer presa, longe de machos para evitar a gestação indesejável. Lembrem-se de que os mutirões de castração estão suspensos. Se for possível, leve seu animal para castrar nas clínicas particulares;
- A população deverá notificar a Ong quando observar uma cadela em cio na rua. Vamos fazer o possível para retirá-la da rua e levá-la para castração em clínica particular;
- Pedimos a todos que nos ajudem comprando nossas rifas ou doando recursos em prol das castrações. Como os eventos estão suspensos, não podemos organizar almoços e jantares beneficentes, bingos, festa junina e outros, onde angariamos recursos para as castrações. No momento, nossa maior fonte de arrecadação são as rifas que divulgamos através da nossa página do Facebook (Ong Anjos d’Ajuda). Graças a vários voluntários, recebemos as seguintes doações para rifar nos últimos tempos: um celular, aromatizador de varetas, mala de viagem, vestido, pizza etc.
- Pelo menor número de restaurantes e barracas abertas, vários animais perderam seus locais de alimentação. Assim, coloquem uma vasilha limpa com água fresca e ração na rua, em local sombreado;
- Na possibilidade de cada um, deixem pago no pet shop de sua preferência, 1 kg ou mais de ração para a Ong em Arraial d’Ajuda. Nós contamos com o apoio de todas as lojas de ração na cidade e recolhemos essa ração para repassar aos nossos colaboradores que alimentam cães de rua ou que dão lar temporário;
- Como não possuímos canil ou abrigo específico, contamos com parceiros que cedem suas casas (lares temporários) e cuidam dos animais resgatados (em sua maioria, cães e gatos), até que se recuperem, sejam esterilizados e encaminhados para adoção. Para viabilizar a estruturação de áreas em dois lares temporários na zona rural de Arraial, tornando-as seguras para seguirem com o trabalho de resgate e cuidado de animais, estamos aqui humildemente solicitando o auxílio de materiais de construção.
Listamos o material de que necessitamos. Caso alguém possa nos doar algum desses itens podem entrar em contato conosco: 15 telas de plástico que imitam cerâmica (1,0 x 2,30); tela verde de 50 metros x 1,5m de altura; 500 blocos de cimento; 13 sacos de cimento; 10 sacos de filito; 20 mourões de eucalipto de 2,50 metros; tela de alambrado grosso (verde ou natural prata), de 2m de altura: 180 metros; tela de alambrado verde, 1,50m de altura: 10 metros; mourões de eucalipto tratado, de 2,20m de altura, espessura mínima de 8 a 10 cm: 75 unidades; areia: 1,0 m3.
Contamos com a ajuda da população para dar continuidade a nossas ações. Qualquer ajuda é bem-vinda. Muito obrigado."
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# Uso da cloroquinaSociedade Brasileira de Cardiologia deborah@dehlicom.com.br 23-05-2020 19:09
“O Ministério da Saúde, no âmbito de suas atribuições, publicou novas orientações para tratamento medicamentoso precoce de pacientes com diagnóstico de COVID-19, infecção causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).
A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) não recomenda o uso da Cloroquina e Hidroxicloroquina associada, ou não, a Azitromicina, enquanto não houver evidências científicas definitivas acerca do seu emprego.
No entanto, para os pacientes que optarem pela realização do tratamento, orienta que, desde que resguardada as condições sanitárias necessárias para minimizar o risco de contágio de profissionais de saúde e outros pacientes, que sejam realizados eletrocardiogramas a fim de avaliar a evolução do intervalo QT, de forma a subsidiar o médico quanto a pertinência de se persistir no tratamento. Para tanto, a Telemedicina pode ser uma alternativa viável para suportar essa iniciativa.
Por fim, a SBC, com base em seus propósitos sociais estará sempre à disposição para contribuir com as autoridades sanitárias do país na adoção de políticas públicas de interesse da sociedade brasileira”.
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# Comunicado Axé MoiAssessoria de Imprensa Axé Moi contato@axemoi.com.br 21-05-2020 00:28
“Caros amigos. Desde o dia 20 de março o Complexo de Lazer Axé Moi, assim como todos os restaurantes e barracas de praia de Porto Seguro, está fechado temporariamente, em cumprimento do decreto da Prefeitura Municipal de Porto Seguro. O fechamento faz parte do conjunto de medidas para inibir o crescimento da pandemia do Covid 19.
O Axé Moi está preparado para retomar suas atividades, assim que passar essa pandemia e quando as autoridades julgarem seguro. Voltaremos levando alegria a todos os nossos clientes, como fazemos há mais de 25 anos. Até breve!”
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# Violência contra jornalistaFederação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão 18-05-2020 22:06
“No Domingo, 17/05/20, durante cobertura no Palácio do Planalto, em manifestações de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, a jornalista Clarissa Oliveira foi atingida na cabeça por uma bandeira do Brasil, carregada por uma das manifestantes. Além disso, os populares presentes no ato voltaram a atacar verbalmente os profissionais de imprensa que realizam seus trabalhos.
A Fenaert lamenta profundamente os ataques, repudiando toda e qualquer atitude que prejudique a coleta e apuração de informações relevantes e de interesse público. Reitera também o compromisso com a segurança e integridade dos profissionais de imprensa, que desempenham papel fundamental durante a cobertura da pandemia mundial de coronavírus e seus desdobramentos políticos, econômicos e sociais.”
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# As eleições municipaisGaudêncio Torquato luciana@gtmarketing.com.br 11-05-2020 16:34
"Coisa inédita: teremos eleições este ano para as prefeituras e câmaras de vereadores e o grande evento parece coisa sem importância. Compreensível. O Covid-19, esse bichinho invisível, joga todos os outros temas no baú do esquecimento. É claro que, um pouco mais adiante, o pleito estará na mesa dos candidatos, eis que se trata de construir a base do edifício político, composta por 5.570 prefeituras e cerca de quase 60 mil vereadores.
Que não haja dúvidas. As eleições se darão este ano, mas não na data marcada de 4 de outubro, pois os candidatos e seus cabos eleitorais ainda estarão se recuperando do caos pandêmico, sendo mais provável pensar em 15 de novembro. Será uma campanha mais rígida em muitos aspectos, a começar pelo fim das coligações proporcionais. Ou seja, não veremos vereador sendo puxado pela força dos votos somados de parcerias entre siglas.
O termo rigidez se aplica a outros aspectos. No campo dos recursos financeiros, por exemplo. O dinheiro mais curto exigirá campanhas objetivas, sem rodeios, equipes restritas, sem a parafernália das mobilizações do passado. A campanha encontrará um eleitor com posicionamentos diferentes da moldura tradicional.
Qual seu perfil? Difícil apontar todos os componentes que influenciarão o sistema cognitivo das pessoas, mas é possível pinçar valores que permearão as escolhas. A começar pela carga de sentimentos sofridos no desenrolar da pandemia que assolou o país, cuja extensão poderá chegar ao final do ano. Esse danado de vírus veio para ficar. Todos, uns mais, outros menos, carregarão as marcas do susto, do medo, da angústia, da depressão, cujos efeitos impregnarão o nosso modus vivendi. Até nossas crianças continuarão a recordar os angustiantes tempos em que tinham de usar máscaras.
Como esta bagagem emotiva se fará presente no instante em que eleitoras e eleitores estarão diante da urna eletrônica? Provável resposta: escolher o perfil que melhor traduza o resultado da equação Custo x Benefício. Resultado que não significa dinheiro, bens materiais, apesar de ainda abrigarmos um contingente que vota sob esta teia. Refiro-me a outro tipo de valor: qualidade, seriedade, zelo, preparo, disposição, compromisso, inovação, despojamento, simplicidade, modéstia, coragem, contra os velhos padrões, avanço. P. S. O capitão Bolsonaro foi eleito com essas bandeiras e está mostrando ser da velha guarda. Até sua conduta no comando da luta contra a pandemia será lembrada.
Quem pode encarnar esse acervo? Qualquer cidadã ou cidadão que, sob a equação Custo x Benefício, seja a(o) mais próxima(o) do eleitor. Este posicionamento valerá tanto para o voto no prefeito(a) ou no vereador(a). Constatação: é forte a impressão de que as mulheres serão bem votadas. Ganharam bom espaço na expressão de dor em corredores de hospitais e filas nas ruas. Mas o mais endinheirado não será necessariamente o eleito ou o mais votado. Pobres, ricos, feios e bonitos, jovens e maduros, homens e mulheres estarão no tabuleiro, jogando com as pedras da mesma oportunidade.
O que pretendo dizer é que, na campanha municipal deste ano, as desigualdades diminuem, elevando a probabilidade de vermos uma limpeza geral na galeria dos retratos que ali se veem há décadas.
E o que dizer? Primeiro, evitar o óbvio ululante, do tipo de promessas mirabolantes de grandes obras, essa tradição que sai de maneira artificial da boca de candidatos. O momento exigirá criatividade. Que significa encontrar formas simples, diretas, críveis, objetivas, para dizer as coisas. Governar juntos, por exemplo, mas isso não pode ser transmitido com a carcomida locução. O candidato deve ter uma plataforma de conselhos de bairros e comunidades, maneiras de acionar frequentemente esse mecanismo (via agenda de encontros), enfim, demonstrar que efetivamente quer administrar sob o princípio da democracia participativa.
No mais, ouvir o vento do tempo. Ele passa todos os dias por nós. Traz recados. Suave ou forte, exibe em nossos sentidos o retrato da emoção e da razão do povo. Meu saudoso pai, todos os dias, da calçada onde se sentava para conversar com os amigos, às 19 horas, aprumava o faro para sentir o jeitão do tempo. Olhava para o Nascente, via barras de cores nas nuvens, jogava sua impressão para os ouvintes e arrematava: “amanhã, não, mas depois de amanhã vai chover. E fulano não é bom de voto”.



Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP, consultor político e de comunicação - Twitter: @gaudtorquato
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# Nota de pesarSecretaria de Cultura e Turismo de Porto Seguro 02-05-2020 19:18
“A Secretaria de Cultura e Turismo (Sectur) e o Conselho Municipal de Desenvolvimento do Turismo (CMDT), vem por meio dessa, expressar as condolências aos familiares, principalmente à esposa Tatiana e os filhos Pedro e Guilherme, e dos amigos, pelo passamento de William Gama, morador há trinta anos de Arraial d’Ajuda, hoteleiro, participante do trade e cidadão ativo na comunidade, sendo inclusive, presidente da Sociedade Amigos do Arraial de Nossa Senhora d'Ajuda, entre 2016 e 2019.
William era um dos defensores e ajudou a proteger, a desenvolver e foi responsável pela apresentação de um novo projeto urbanístico do Parque Central no distrito. Neste momento de dor, a Secretaria e o CMDT se solidarizam com seus familiares ratificando o voto de pesar pela grande perda e agradecem a dedicação e trabalho prestado à comunidade.”
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# Desafios do isolamento socialReginaldo de Souza Silva 20-04-2020 16:55
“A pandemia já provocou a morte de 118.966 mil pessoas por todo o mundo, 23.577 nos EUA, 17.756 na Espanha, 20.465 na Itália, com cerca de 1.912.923 milhão de casos oficialmente diagnosticados em 193 países.
Segundo o ministro da saúde, as fases mais duras do coronavírus no Brasil serão nos meses de maio e junho. Temos 23.430 casos confirmados e 1.328 mortes pelo COVID-19, com uma taxa de letalidade de 5,5%. Números subestimados, pois não temos testes na maioria das cidades brasileiras e as que têm é o mínimo!
Vários desafios devem ser superados para garantirmos um isolamento social, visando evitar e/ou diminuir as contaminações e por consequência a redução no número de mortes. Alguns desafios como: a falta (de quantidade da estrutura hospitalar e de atendimento na maioria dos municípios brasileiros, de equipamentos de prevenção aos profissionais e pacientes em número adequado e nas regiões e locais que mais necessitam); o uso político (as divergências de quem deve falar, quais caminhos a seguir, o presidente, o ministro, governadores, prefeitos, o comércio, as indústrias, os “líderes” religiosos?); as condições efetivas da população (muitas casas sem infraestrutura adequada ou mínima para manter a família por 24 horas, espaço físico, água, gás, comida, falta de condições econômica para sobrevivência); a convivência e as relações sociais por 24 horas no mesmo espaço (o estresse, o esgotamento, as atividades junto as crianças, jovens e idosos, a cultura das relações sociais).
Agrava-se a situação em cidades com um número expressivo de pessoas que vivem e sobrevivam nas ruas, muitas dependentes de álcool e drogas ou mesmo em situação de risco. A saúde mental deve ser uma das preocupações, pois estudos mostram que mesmo entre as pessoas consideradas saudáveis, o isolamento social crônico traz consequências negativas como risco desenvolver doença coronária, demência, solidão, (social isolation and loneliness in older adults: Opportunities for the health care system. Washington: National Academies of Sciences, Engineering, and Medic, 2020) apud https://revistapesquisa.fapesp.br/2020/04/06/desafios-do-isolamento/.
Segundo, a ONU, as medidas restritivas aumentaram a possibilidade de violência. Precisamos combater e garantir especialmente, os direitos humanos de crianças, adolescentes e mulheres, que tem o aumento do fardo com o trabalho doméstico. Conforme dados boletim ANESP 05/04/20 países como China, França constataram o aumento de denúncias de casos de violência. Muitas vezes, a presença do violador pode constranger a vítima de fazer a denúncia ou buscar ajuda.
O maior desafio é: como manter as pessoas em casa? É comum a veiculação pelas mídias de jogos de futebol, festas, mercados, padarias, feiras, supermercados, grandes redes, portas de bancos, loterias, locais de lazer cheio de pessoas, a grande maioria, sem nenhuma proteção, não respeitando as distancias etc. As pesquisas e o acompanhamento social são tão importantes quanto o papel dos profissionais da saúde, pois são as práticas, as culturas sociais, que mantém ou podem romper com práticas danosas a sociedade.
O maior desafio para garantirmos o isolamento social é conscientizar toda a população para permanecer em casa e sair quando for estritamente necessário. A importância da realização de atividades físicas, ainda que em espaços adaptados na própria casa; o uso das tecnologias para as interações online tais como: um dia da família se encontrar, jogos coletivos entre as crianças e jovens, cultos familiares, ou orações em grupo; troca de receitas, estabelecer rotinas diárias de preparo dos alimentos, limpeza e manutenção da casa, TV., leituras, fazer compras básicas a sobrevivência etc. Pensar em todos é mais do que pensar apenas em uma pessoa ou minha família. Neste momento, “um por todos e todos por um”.
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# Denúncia de desmatamentoAline Gomes alinecglinda01@gmail.com 17-04-2020 19:13
"Absurdo! Como está todo mundo preocupado com o coronavírus, ninguém está vendo que o pessoal está vindo de fora e destruindo a última mata atlântica que temos na cidade. Do lado do Atacadão, fecharam a mata com madeira para ninguém ver e estão cortando a mata toda. Estão aproveitando que estamos trancados e estão destruindo o que é nosso. Cadê a polícia? Onde estão a prefeitura e o Ministério Público? Nós não podemos deixar!"
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# Campanha SolidáriaMarcelo Guimarães do Amaral mgapessoa2015@gmail.com 15-04-2020 15:55
“É com grande alegria que agradeço a todos os colaboradores, muitos deles anônimos, que estão ajudando na Campanha Solidária liderada pelo Rotary e seus parceiros. Uma verdadeira de ação de cidadania e de amor pelo seu próximo. Nós, da Casa Dia, agradecemos de coração as doações recebidas. Eu, Marcelo Amaral, em nome de todos os internos e em nome do fundador desta Casa e atual presidente, Flávio Dias. A todos nosso muito obrigado”.
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# Pesquisa eleitoralUemerson Florêncio 08-04-2020 14:34
“Em diversas partes do mundo, quando se tratam de eleições, você pensa inevitavelmente na chamada corrida eleitoral. Mas jamais se pode esquecer de um movimento estratégico tão importante de efeitos práticos: a pesquisa eleitoral. Afinal, o eleitor tem as suas expectativas, desejos, sonhos e suas percepções sobre os diversos cenários políticos e que devem ser monitorados de forma técnica, imparcial e discreta por meio desta ferramenta competitiva.
A pesquisa eleitoral tem múltiplas finalidades, mas o grupo de interesse deve fazê-la dentro de um conjunto de propósitos vinculados ao objetivo da campanha e da marca ou legado que deseja deixar na história de vida daqueles eleitores que lhe credibilizaram o voto. Entre alguns objetivos deste movimento estratégico, pode-se destacar:
Acompanhar o grau de aceitação ou rejeição quanto a força de um nome – buscar saber como está colocado no ranking de nomes da corrida ou em evidência determinados candidatos ou líderes não competidores;
Mensurar o grau de influência de uma dada liderança política ou não, esta pessoa pode ter um poder extraordinária mas se você subestimar pode ter sérias surpresas;
Avaliar a gestão pública com métricas ponderáveis e estratégicas – o mandato corrente tem ou teve a chance de colocar em práticas muitos projetos políticos, mas não se permitiu por qualquer outro objetivo, daí terá aberto diversas brechas para serem atacadas por parte dos seus adversários;
Monitorar zonas hostis ou amistosas – há regiões de clara oposição por motivos diversos (apoio declarado a outro candidato, oposição ideológica, religiosa, pessoal entre outros).
Garantir a análise de PFOA (potencialidades, fragilidades, oportunidades e ameaças) – se você não se conhece e não conhece o seu território de combate, seus adversários e as suas chances de vitória certamente se surpreenderá com seus próprios equívocos;
Gerar ou revisar os posicionamentos estratégicos no campo do marketing, a serem adotados ou já realizados durante os movimentos internos – da sua equipe ou fora dela em campo;
Assegurar durante o percurso, o reconhecimento da realidade e propor ações táticas que geram vantagem competitiva sem a necessidade de parar outras ações (este momento é completo e delicado quando não é bem orquestrado, recomenda-se monitoramento nos moldes da Khalifa Business);
Construir discursos sólidos e coerentes junto aos diversos públicos (eleitorado);
Acompanhar os passos críticos e bem sucedidos dos adversários (forças contrárias ou grupos de pressão) ao seu projeto político durante a campanha;
Melhorar suas performances, resultados e movimentos junto aos seus eleitores;
Transformar adversários em aliados, entre outros.”
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# Coronavírus e contratos de locaçãoMarcelo Bertoldi 07-04-2020 15:54
"A Lei do Inquilinato possibilita que, ordinariamente, tanto locador quanto locatário pleiteiem a revisão do valor do aluguel, desde que ultrapassados ao menos 3 anos de contrato e sempre que se verifique que tal valor não condiz mais com aquele praticado pelo mercado. Como é previsível que nesse período de tempo possa haver alterações nos valores locatícios, o legislador previu essa possibilidade. Essa regra é absolutamente essencial para que as relações locatícias se desenvolvam com estabilidade e previsibilidade.
Por outro lado, não existe na lei de locação a previsão de revisão diante de fatos inesperados e que tragam para uma das partes uma desproporção abrupta quanto à obrigação assumida contratualmente, como na atual situação vivenciada em decorrência da pandemia do coronavírus.
Não obstante, deve prevalecer a exceção da teoria da imprevisão e da onerosidade excessiva, aplicável aos contratos em geral, que se dá justamente naqueles casos em que se verifica a ocorrência de algo inusitado, completamente surpreendente e que, por conta disso, faz com que o cumprimento do contrato acabe por não ser possível ou então gere a uma das partes um sacrifício desproporcional.
Fácil perceber a possibilidade de isso ocorrer quando se trata de locação de imóvel comercial. Naquela hipótese em que o empreendimento empresarial tiver que reduzir substancialmente sua atividade ou até mesmo fechar o estabelecimento por um período razoável de tempo, superior a 30 dias, em decorrência da pandemia, não há dúvida de que o pagamento de aluguéis em período em que o imóvel, em decorrência de fato inesperado e alheio à vontade das partes, trará ao locatário uma onerosidade excessiva. Diante disso, razoável que locador e locatário encontrem uma medida adequada de redução do valor locatício, de forma a que essa onerosidade seja compartilhada entre ambos.
Caso esse consenso não seja possível, terá o locatário à sua disposição a via judicial, com o manejo de uma ação revisional fundada na teoria da imprevisão."
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# IrresponsabilidadeFrancisco Cancela 01-04-2020 18:31
“O sangue das mortes da pandemia não sairá com álcool em gel. Entidades empresariais de Porto Seguro, seguindo a linha irresponsável e criminosa do antipresidente #Bolsonaro, defendem a retomada das atividades econômicas da cidade. Sem nenhum parâmetro científico ou orientação sanitária adequada, reivindicam a reabertura gradual do comércio e do turismo.
Ignoram que, no cenário mais otimista de recente estudo divulgado pela Universidade Imperial de Londres, com medidas de restrição precoce, a pandemia vai infectar 11 milhões de brasileiros, sendo necessária a hospitalização de mais de 70 mil indivíduos e quase 50 mil mortes. Sem as medidas restritivas, as projeções falam na morte de mais de 1 milhão de pessoas no Brasil.
Esquecem que a maioria da população da cidade não tem os planos de saúde que eles possuem e nem tem condições de ir se tratar numa UTI de um grande hospital em São Paulo. O povo vai ter que ir para UPA e disputar de forma injusta as poucas vagas de UTI do Hospital Luís Eduardo Magalhães.
Antes de se preocupar com a retomada da economia, os empresários poderiam exigir do poder público (unicipal, estadual e federal) medidas reais para garantir os empregos e suas empresas sem colocar a vida das pessoas em risco, como isenção fiscal, suspensão do pagamento da dívida pública, subsídio na folha de pagamento, entre outros.”
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# Carta à gestão municipalEmpresários do turismo e comércio 01-04-2020 18:26
“O Movimento dos Empresários do Turismo e Comércio de Porto Seguro, com o apoio da CDL, da Associação Comercial, da ABIH e da UNI (União de Líderes Empresariais), esclarece, perante a Opinião Pública e à prefeitura do município, as reivindicações e preocupações relativas às condições de bem estar geral de nossa população para preservação da dignidade social, neste momento tão crucial sem precedentes. A preocupação não objetiva somente as ações referentes a saúde, e sim, a apreensão e insegurança em relação aos empregos, à estabilidade das empresas, à subsistência e segurança das famílias e a manutenção da dignidade humana.
Compreende-se a importância do combate ao coronavírus Covid-19 como sendo extremamente necessário, diante da situação peculiar que prejudica a saúde pública e social. Entende-se, de forma coletiva, que o decreto de fechamento dos comércios e proibição de atividades turísticas, da maneira que foi editada, já está gerando transtornos e prejuízos sociais incalculáveis, tais como: desemprego, falência das empresas de diversos setores, falta de assistência bancária à população, salários sem condições de serem quitados e demais prejuízos que incentivam o desvio dos padrões de dignidade humana, a exemplo do aumento do número de roubos, arrombamentos, assaltos, violência doméstica entre outros.
O principal pleito é fomentar gradativamente a reabertura do comércio local, em conformidade com a gestão municipal, reiniciando o giro econômico do município e reduzindo os impactos citados. Cada empresa passa a ser responsável unitária sobre o bem estar e as condições de trabalho das suas equipes, inclusive com penalidades em caso de aglomerações.
Em seguida, limitar a uma programação mínima para que o turismo volte a atuar, apresentando projetos de incentivo e captação de clientes, atraindo-os para que direcionem o olhar ao nosso destino. Os hotéis e estabelecimentos foram obrigados a fechar as portas devido a restrição de acesso às praias, proibição de abertura de bares e restaurantes, impedimento de realização dos roteiros turísticos, inviabilizando qualquer ação comercial de recuperação turística no momento. A gestão municipal, amparada pelo governo Estadual e Federal, deverá elaborar um plano de ação focada em combater o real caos já fixado em Porto Seguro.
Todos os setores da sociedade se unem, em esforços, para compartilhar experiências em busca das melhores soluções que minimizem os efeitos desta crise. Portanto, propõe-se ao Poder Público Municipal, em caráter emergencial, a promoção de um amplo debate junto aos empresários, direcionando alternativas eficazes, dentro das normas estabelecidas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e Ministério da Saúde, que possibilite o retorno gradual do comércio e turismo da região.
Certos de que o Poder Público é consciente, sensível e solidário a tais ameaças que assolam toda a população, com o objetivo de reduzir os impactos negativos na economia da região, diante da quarentena e obrigatoriedade de fechamento dos estabelecimentos, deste meio, solicitamos uma reunião para organização planejada da reabertura do comércio na data do dia 06 de abril de 2020, alinhado com a gestão pública municipal.”
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# Crime contra a humanidadeDaniel Marques 31-03-2020 18:40
“Revoltante, o Governo Federal gastar sem licitação R$ 4,8 milhões em uma campanha genocida chamada “O Brasil não pode parar”. Todos os países do mundo adotaram a quarentena como forma de evitar mortes, disseminação do vírus e superlotação de hospitais. Campanha publicitária só poderia ser realizada em casos extremos e para alertar sobre perigos do coronavírus, nunca para causar mais mortes.
A Câmara e o Senado Federal deveriam considerar o abaixo-assinado feito pelo deputado David Miranda com quase um milhão de assinaturas pedindo o impeachment do presidente Bolsonaro para salvar o Brasil e votar essa matéria com a mesma rapidez que tiveram com a ex-presidente Dilma Roussef. Por outro lado, Justiça Federal está atuando para punir os excessos de qualquer instituição e deveria fazer valer a conduta tipificada no Artigo 268 do Código Penal: “Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa com pena de detenção de um mês a um ano, e multa, e até passível de denúncia como crime de guerra. Sociedade brasileira aguarda uma resposta.”
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# Apelo do turismoGrazielle Ueno Maccoppi 31-03-2020 18:12
“Em tempos incertos de trágico afastamento social e isolamento domiciliar, um dos setores econômicos que mais sofre com as medidas de prevenção e contenção do Covid-19 é o turismo. Estamos falando de um setor responsável por cerca de 10% do Produto Interno Bruto Mundial e que de forma imediata praticamente parou. O setor passou a assumir diretamente as consequências do fechamento dos aeroportos e das fronteiras mundo afora. Sofre com a abrupta interrupção do seu fluxo normal, com o congelamento das vendas e com o enfrentamento dos cancelamentos generalizados em toda a sua cadeia produtiva.
Ainda é incipiente pensar em alternativas que solucionem os problemas do setor, no entanto, destaca-se em meio a tantos desafios o surgimento de um movimento de conscientização direcionada aos consumidores. Em todo o mundo existem campanhas de informação sobre a crise enfrentada pela propagação da pandemia no turismo desde o inicio de 2020, quando surgiram os primeiros casos da doença.
A Organização Mundial do Turismo (OMT), agência vinculada a Organização das Nações Unidas para o Turismo, tem disseminado campanhas de conscientização na cadeia turística em larga escala. No Brasil, iniciativas semelhantes surgiram com a Associação Brasileira das Agências de Viagens e tem se propagado a todos os envolvidos no turismo. A proposta caminha em consonância com a OMT que tem a intenção de levar ao conhecimento do público as conseqüências negativas do cancelamento das viagens e a orientação de promover a remarcação dos serviços já adquiridos.
A idéia central é informar amplamente o consumidor sobre a importância das viagens já compradas ou planejadas para que o setor consiga superar a crise. Neste sentido, qualquer cancelamento dos serviços turísticos já adquiridos gera sérias consequências para toda a cadeia produtiva comprometendo diretamente o futuro do setor. Com esta ação, os empresários esperam sensibilizar o viajante sobre o momento crítico que o setor enfrenta e o cenário de desafios que deverá ser encarado em breve.
Mais uma vez a informação se configura como uma aliada fundamental para o enfrentamento do momento. A informação sobre a remarcação das viagens em detrimento ao cancelamento é um apelo à sensibilização dos turistas em ampla escala. Neste sentido, ações imediatas já foram tomadas pelas companhias aéreas com a isenção de custos para remarcação das passagens nacionais ou internacionais, outros setores trabalham na mesma orientação. Os ajustes de datas e a dilatação dos prazos de remarcação para até um ano são providenciais para que as pessoas aguardem a passagem do estado de emergência e sigam se protegendo adequadamente neste período.
Frente a tantas adversidades ainda é complicado vislumbrar ações positivas, mas elas surgem em todo o mundo. Em um momento como este, se observa como máxima a participação coletiva e o espírito solidário inerentes do ser humano e que por inúmeras razões foram sendo desprezadas ano após ano, geração após geração. Enquanto acompanhamos os esforços dos organismos sanitários e de saúde para contenção dos casos da doença, o espírito de fortalecimento comunitário tem demonstrado que a base da informação e da empatia pode gerar uma comunicação mais assertiva e solidária.
A comunidade do setor segue encorajando os empresários a enfrentar as dificuldades e buscar soluções conjuntamente. Que tenhamos serenidade para enfrentar juntos o desafio da saúde e da sobrevivência e que estejamos fortalecidos e engajados para agir na reciprocidade e no respeito amplo aos recursos do planeta e com o outro.”
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# Aterro sanitárioMarcelo Sampaio marcelosampaio77@gmail.com 31-03-2020 17:59
"Se a prefeitura e o Governo do Estado estão procurando uma nova área para o aterro, porque não estudam a ideia de criar uma empresa de reciclagem de metal, plástico e vidro? Além do lixo orgânico, que poderia ser utilizado como energia para a própria usina, e, além de gerar empregos, diminuiria consideravelmente o impacto ambiental."
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# Escolinha do VitóriaVilson Willamis Barbosa de Araújo Segundo williamsvilson@gmail.com 30-03-2020 15:54
“Thiago, eu já treinei com você e já treinei na escolinha Barcelona, de Adson. Quem fala é Chote. Eu era goleiro eu peço que você me dê essa chance de ser goleiro. Por que daqui pra frente quero ser um goleiro profissional e poder orgulhar minha mãe... Desde já agradeço.”
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# Turismo na mão do STFRepresentantes do trade turístico 28-03-2020 19:13
“Dia 27 de março de 2020, foi impetrada uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI 6357) visando a concessão de liminar autorizando que o governo gaste mais do previsto em suas leis orçamentárias. Se a liminar for concedida pelo relator, ministro Alexandre de Moraes, será possível que o governo edite a famigerada Medida Provisória liberando gastos em políticas públicas visando assegurar os empregos no setor de turismo.
Segundo a Advocacia Geral da União, a medida impactará entre R$ 15 a 20 bilhões em gastos não previstos na Lei de Diretrizes Orçamentárias. O pedido visa abrir uma exceção ao que prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal, de modo a resguardar recursos para a crise pandêmica e suas altíssimas repercussões sociais.
O turismo, por outro lado, clama pela decisão monocrática do ministro (liminar), tendo em vista que foi o setor mais impactado pela crise do Covid-19. A decisão poderá sair logo, logo, já que os autos já estão conclusos para decisão.
Resta apenas a análise do ministro relator. Em caso de demora para a autorização do pedido da AGU, o governo não poderá editar a Medida Provisória que, segundo o trade turístico, é vista como a salvação da total falência do setor. Por crise de receitas, estima-se que, a partir de segunda-feira, a hotelaria e o setor de lazer terão que fazer mais de 100 mil demissões.”

Associação das Empresas de Parques de Diversões do Brasil (ADIBRA)
Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH)
Brazilian Luxury Travel Association (BLTA)
Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA)
Fórum dos Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB)
Resorts Brasil (Associação Brasileira de Resorts)
Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (SINDEPAT)
União Nacional de CVBx e Entidades de Destinos (UNEDESTINOS)
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# Reembolsos de passagensVanessa Laruccia 26-03-2020 20:33
“Com a publicação da Medida Provisória 925/20 em 19/03/20 passaram a vigorar as novas regras de reembolsos e remarcações de passagens aéreas decorrentes do agravamento da pandemia da Covid-19. Para a melhor compreensão, insta esclarecer que se tratam de ‘medidas emergenciais’, conforme disposto no artigo 1º: ‘Esta Medida Provisória dispõe sobre medidas emergenciais para a aviação civil brasileira em razão da pandemia da Covid-19’.
O prazo de 12 meses foi delimitado pelo artigo 3º, conforme segue: ‘O prazo para o reembolso do valor relativo à compra de passagens aéreas será de doze meses, observadas as regras do serviço contratado e mantida a assistência material, nos termos da regulamentação vigente’.
Ademais, ainda no mencionado artigo 3º, tem-se que as regras foram delimitadas nos parágrafos primeiro e segundo, vejamos: §1º ‘Os consumidores ficarão isentos das penalidades contratuais, por meio da aceitação de crédito para utilização no prazo de doze meses, contado da data do voo contratado’, e § 2º ‘O disposto neste artigo aplica-se aos contratos de transporte aéreo firmados até 31 de dezembro de 2020’.
Pois bem, para delimitar o quanto necessário visando a correta implantação da MP, tem-se que um TAC - Termo de Ajustamento de Conduta foi firmado em 20/03/20 entre as companhias aéreas, Secretaria Nacional do Consumidor, órgão do Ministério da Justiça e também da Segurança Pública.
Em síntese, as companhias aéreas terão o prazo de até 12 meses para a devolução ao consumidor adquirente, em relação aos importes de passagens aéreas adquiridas até 31 de dezembro de 2020, independentemente do cancelamento ou não do voo, de modo que a adesão ao crédito para que seja utilizado futuramente é a maneira mais simplificada, desde que conveniente ao adquirente .
Ademais, no referido TAC restou-se ajustado que a aquisição compreendida entre o período de 01/03/20 até 30/06/20, as companhias aéreas deverão remarcar sem qualquer imposição de penalidade de multa e exigir outros custos adicionais, desde que por única vez, guardando relação com os destinos de origem e a validade do bilhete de 01 (um) ano, a contar da data da compra.
Entretanto as demais definições da MP abrangem as passagens aéreas adquiridas até 31/12/20. Assim, o momento é de cautela global, cabendo oportunamente ao consumidor optar pela alternativa que melhor lhe convier, sendo que para o próximo trimestre não estão recomendando, devendo-se adiar para remarcação futura.
Também é importante ressaltar que o consumidor poderá cancelar ou remarcar as passagens através do site, aplicativos ou por intermédio do agente de turismo, conforme o caso, sendo que a maioria dos setores continuam prestando serviços através de atendimentos remotos.
O certo é que, os direitos individuais e coletivos deverão ser resguardados, de modo que eventuais violações e abusos nas relações de consumo devem ser imediatamente registrados, para a oportuna discussão judicial cabível, se não houver solução extrajudicial.
Por fim, recomenda-se seguir as orientações oficiais que estão sendo atualizadas e divulgadas diariamente, a fim de evitar notícias falsas e atuações de golpistas e oportunistas, não devendo fornecer qualquer informação à terceiros que não esteja envolvido diretamente na relação em questão.”
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# Fundo eleitoral e coronavírusDaniel Marques 24-03-2020 21:21
“Se fôssemos um país sério e comprometido com a sobrevivência de sua população, o Governo mudaria a destinação dos R$ 2 bilhões destinados ao fundo eleitoral para a contenção do coronavírus e para o orçamento do SUS. Um deputado federal mineiro estará apresentando um projeto nesse sentido no Congresso Nacional. Mas somente com a pressão da sociedade ele será sancionado. Ressaltando que esses R$ 2 bilhões são suficientes para finalizar as 10 obras paradas dos hospitais regionais no Estado de Minas Gerais e finalizar outros hospitais em todo o país.
Será uma aberração inominável permitir que mais inocentes morram, apenas para patrocinar inútil propaganda política. Lembrando que esse dinheiro já está disponível e previsto no orçamento e não será uma caridade, mas um investimento para a sobrevivência dos políticos e seus eleitores.”
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# Consulado italianoUlisse Baggi 19-03-2020 14:59
“Informo que, devido à situação da difusão do Covid-19 e à medida divulgada pela Polícia Federal, que suspendeu o atendimento ao setor de imigração; e devido às medidas divulgadas pela Prefeitura de Porto Seguro que reduzem o funcionamento das atividades de atendimento ao público, este escritório de correspondente consular atenderá somente por e-mail , ou por telefone 73-3288-0580. Pessoalmente, só em casos de emergência.
Contando com a vossa compreensão,
Atenciosamente
Correspondente consular honorário da Itália em Porto Seguro"
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# Não julgueAdilson Negreiros 16-03-2020 18:08
“João e Maria vinham de famílias abonadas. Conheceram-se na universidade. Quando terminaram a faculdade, João – advogado – foi trabalhar no jurídico da empresa do pai. Maria formou-se em arquitetura e, bem cedo, começou a mostrar suas habilidades como decoradora.
Eles se amavam. Situação financeira bem resolvida, casaram-se. Lua de mel em países da Europa. Na volta, vida que segue: trabalhar. Mas a vida lhes sorria. Quando do terceiro ano de casados, de comum acordo, começaram a pensar em um filho. O dever de casa eles faziam – até com bastante frequência. Mas cadê o Tarcísio? Cadê a Luiza Helena? Passou-se um ano – o quarto de casados – e nada de Maria ficar grávida.
Esqueceram momentaneamente o filho e foram cuidar da viagem. Queriam conhecer um país exótico, escolheram a Costa do Marfim, na África. Logo no segundo dia naquele país, estavam passando por um mercado público, fato inusitado aconteceu: uma menininha preta, vestido surrado, desgarrou-se da mãe e veio, correndo, em direção aos dois. Maria, num impulso, tomou a menina nos braços. E a criança parece ter gostado daquele colinho amigo: em contraste com a pele preta, um sorriso branquinho iluminou o rosto da criança. Rápido qual relâmpago, a ideia perpassou pela cabeça de Maria:
- Que linda criança, João! Vamos tentar adotar?
- Se é o seu desejo. . . – murmurou o marido.
A mãe apareceu. Conversaram em francês (o idioma daquele país). Não havia tanta burocracia como no Brasil. Resultado: a criança viajou com os novos pais. Ironia: foi aqui no Brasil que o casal teve que contornar as maiores dificuldades. De cunho preconceituoso, como por exemplo:
‘Por que não adotaram uma criança branca?’
‘Com tantas crianças pobres, aqui, por que não adotaram uma brasileira?’
Uma das maiores temeridades do ser humano é exatamente essa: fazer julgamento precipitado, sem conhecer, amiúde, os fatos. Como explicar para essas pessoas que ‘foi Deus que colocou a menina no meu colo?’. Como explicar para esses donos da verdade que eles não adotaram uma criança de pele negra? Eles adotaram uma criança, pois, perante Deus somos todos iguais, da mesma cor.
Como Maria não engravidava, um ano depois voltaram àquele país. Desta vez, com um único intuito: adotar uma segunda criança, o Tarcísio. Um irmãozinho para a Luiza Helena. Conseguiram. Três meses após a volta, Maria comunicou, para alegria de todos, que estava grávida."
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# Coronavírus e o cancelamento de passagensLéo Rosenbaum 14-03-2020 18:11
"O mundo está vivenciando uma epidemia do novo coronavírus, detectada em dezembro passado na cidade de Wuhan, na China. O impacto da doença tem afetado a economia como um todo e não poderia ser diferente no turismo. Passageiros e agências de viagens têm se organizado no sentido de minimizar prejuízos e atender a todos de maneira clara, transparente e responsável.
Mas, o que diz a legislação que rege o setor caso o passageiro queira cancelar a passagem por conta da Covid-19? De acordo com a regulamentação da ANAC o passageiro pode desistir da compra, sem qualquer ônus (reembolso integral), em até 24 horas após o recebimento do comprovante da passagem aérea, e desde que a compra ocorra com 7 dias ou mais de antecedência à data do voo. Caso a compra tenha sido feita por meios eletrônicos, o Código de Defesa do Consumidor prevê que o passageiro tem até 7 dias para solicitar o cancelamento.
De acordo com a lei, quando solicitado o reembolso, as companhias aéreas têm que efetuar o pagamento ao passageiro em até 7 dias, contados a partir da data da solicitação e este reembolso será feito ao responsável pela compra da passagem e seguirá o mesmo meio de pagamento utilizado no momento da compra, ou seja, pagamentos feitos via cartão de crédito, a empresa tem até 7 dias para enviar o crédito para a operadora do cartão.
Agora, nos casos em que o pedido de cancelamento da passagem ocorrer após 7 dias da compra, mas com antecedência hábil para que a companhia aérea possa revender os bilhetes, firmou-se o entendimento com base em decisões do TJ/SP do STJ que as companhias aéreas devem reembolsar o bilhete, mesmo se tratando de passagens promocionais, retendo valores de 5% a 20% a título de taxas administrativas, dependendo da particularidade de cada caso.
Os casos de epidemia, como a atual do coronavírus, também seguem a mesma lógica, ainda que numa primeira vista seja considerado como um evento de força maior, que excluiria a responsabilidade da companhia aérea pelos prejuízos.
Para ilustrar, na época da epidemia do H1N1, o TJ/SP (Apelação Cível 0017080-71.2010.8.26.0019) julgou um caso de cancelamento de passagens e pacotes turísticos, entendendo que não é razoável exigir que a empresa aérea devolva a integralidade dos valores pagos pelos requerentes, sendo cabível a retenção do valor correspondente à multa de 20% prevista contratualmente. Entretanto, a cobrança de penalidades adicionais depende de prova do efetivo pagamento pela empresa aos fornecedores internacionais.
Apesar de que a companhia aérea poderia alegar caso fortuito e/ou de força maior que seriam excludentes de sua responsabilidade no caso destas epidemias, a circunstância ensejadora das viagens não pode ser atribuída a qualquer das partes, muito menos ao consumidor.
Importante, também, avaliar, que a 3ª Turma do STJ (REsp 1595731/RO, Quarta Turma, DJe 01/02/2018) recentemente se posicionou quanto a prejuízos do consumidor no cancelamento de viagens e pacotes turísticos, ilustrando que “não se mostra possível falar em perda total dos valores antecipadamente pagos por pacote turístico, sob pena de se criar uma situação que, além de vantajosa para a empresa de turismo (fornecedora de serviços), mostra-se excessivamente desvantajosa para o consumidor”, razão pela qual “deve-se, assim, reconhecer a abusividade da cláusula contratual em questão, seja por subtrair do consumidor a possibilidade de reembolso, ao menos parcial, da quantia antecipadamente paga, seja por lhe estab elecer u ma desvantagem exagerada”.
Por fim, o STJ declarou-se que o cancelamento de pacote turístico contratado constitui risco do empreendimento desenvolvido por qualquer agência de turismo, não podendo esta pretender a transferência integral do ônus decorrente de sua atividade empresarial a eventuais consumidores.
Por fim, é sempre importante lembrar que existe uma desigualdade evidente na relação das cias aéreas e os consumidores, que é a parte vulnerável. Portanto, aqueles que se sentiram prejudicados no momento de cancelar ou adiar uma viagem por conta do Coronavírus devem procurar os órgãos especializados em defesa do consumidor e se o problema não for resolvido, deve recorrer ao Judiciário para reaver seus direitos.”
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# Telefonia robóticaVladimir Cunha 14-03-2020 17:51
“Que mundo mais sem graça este de agora. Tudo robotizado na telefonia. Tu liga ou recebe uma chamada e um robô fala contigo. Digite o número 1, digite o 2 para isso, o 3 para aquilo. E quando recebe uma cobrança, o que é natural e provável vivendo numa sociedade de consumo, a robô lhe informa com aquela voz eletrônica, não registramos o pagamento da fatura x. Digite o que você quer fazer. 1 para parcelar. 2 para pagar à vista...
Antes era mais emocionante. Tu falavas para o interlocutor, geralmente uma mulher de boa voz, que estava com dificuldade momentânea de cumprir este compromisso vencido, que estava desempregado ou no subemprego, contava tua vida para a telecobradora e acabava agendando para mais 30 dias, com juros, é claro, a conta.
Muito diferente de hoje. Era bom dia pra cá, boa tarde pra lá, depois boa noite, passe bem, desculpe o transtorno, quero cumprir este e demais compromissos, tudo de bom, Deus lhe abençoe.
Era diferente mesmo. Não dá para falar para um robô dificuldades humanas: desemprego, depressão, câncer na família, alcoolismo, abandono, preguiça, problemas de logística, mudança de endereço etc. O robozinho não capta estes sentimentalismos e manda tu teclar na opção que mais convém. Convém a ele, o sistema financeiro, é obvio. Como falar de Deus e fé em dias melhores para o robozinho do outro lado da linha? Impossível tarefa.
Mas é assim mesmo, vida moderna, século XXI, correria, ninguém mais tem tempo, principalmente tempo para os outros, mas tempo para si todos acham uma brecha. O egoísmo e a fragilidade da maioria das relações são impressionantes. O mercenarismos dos contatos torna a vida muito vulgar, volátil, obscena, fútil, recheada de mentiras que escondem medos profundos da mente.
Até quando vamos viver para o nada?
O tempo passa e tu te encontras velho, cheio de rugas na frente do espelho, se fazendo perguntas e buscando respostas muitas vezes ludibriantes. E em nome de alguma utopia tu mente pra ti mesmo o quanto é feliz em ter passado toda a vida no mesmo lugar para chegar ao fim de décadas com uma casa tua, um carro teu, uma mulher tua, com os filhos criados e trabalhando, seguindo o processo milenar civilizatório.
Depois dos robôs, o que será que vão inventar para a comunicação dos humanos?
Só Deus e os pesquisadores sabem.”
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# Poluição e coronavírusJeblin Abraão 09-03-2020 15:38
“O poder público tem que fazer um intervenção rápida nesta queima do lixão, pois o ar poluído pela fumaça da queima de um sem número de resíduos é perfeito para agravar problemas pulmonares de idosos, crianças e portadores de doenças respiratórias. Isto é ideal para, em associação com o corona vírus, causar um quadro de letalidade desnecessário. O município e o estado têm que intervir imediatamente apagando este incêndio”.
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# Esquecidos no hospitalMarco Bressan gemasbahia@libero.it 05-03-2020 12:27
“Há cinco dias estou à espera de uma pequena cirurgia no pé no hospital Luiz Eduardo Magalhães. É compreensível e correto que, não sendo um problema tão grave, outras pessoas tenham a prioridade no atendimento. Porém, justo porque não é uma questão tão urgente é absurdo que eu, mais outros internados, sejamos obrigados a ficar num quarto com temperatura média acima de 35º, do meio-dia até à meia-noite, sem nenhum ventilador para amenizar a temperatura. E também sem ter acesso a cadeiras de rodas ou muletas para tentar de ‘fugir’ dessa área sufocada.
A falta de material cirúrgico atrasa o andamento das cirurgias, mas obrigar pacientes que, se estão no hospital, e evidentemente não passam bem, sofram temperaturas impossíveis sem que possam se defender, isso é tortura. Teria mais mil motivos para reclamar: baratas nos quartos e outros, mas sempre fui atendido bem pelo pessoal do hospital, por isso não compreendo o porquê de tanto descaso. Custa tanto assim um ventilador de teto?”
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# Picuinhas e o coronavírusDaniel Marques 04-03-2020 16:29
“Incompreensível que o Governo Federal, senadores e deputados ignorem a epidemia de coronavírus que assola o mundo e prefiram disfarçar o caos iminente com inúteis picuinhas políticas. Diversos países estão com prejuízos humanos e financeiros gigantescos por conta do vírus e estudos comprovaram que o vírus pode sobreviver por nove dias em diversas superfícies mantendo sua capacidade de contaminar outras pessoas.
Nosso governo e autoridades parecem acreditar que essa nova doença é igual as demais, que só matam pobres e excluídos, por isso não adotam protocolos extremos para impedir a entrada de proliferação do vírus no Brasil. Até quando a sociedade suportará ser ludibriada por quem ganha os mais altos salários e benefícios para conduzir o país?”
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# Médicos de antigamenteHumberto Pinho da Silva 27-02-2020 18:58
"Quando nas derradeiras décadas do século passado, escrevi num periódico portuense, crônica sobre os médicos, comparei os atuais aos de outrora – do tempo da minha meninice.
Entre os vários pareceres que, então recebi, um foi do professor doutor José Ruiz Almeida Garrett (médico), tecendo oportunas considerações com as quais concordei quase na totalidade.
Asseverava então, nesse artigo, que o médico-sacerdote quase se perdeu na socialização da medicina. Os médicos tornaram-se funcionários. O que chamamos: “medico da família” não passa de técnico, que atende indiferente a milhares de doentes; doentes que o não escolheram, nem foram escolhidos.
Antigamente, o médico não “dispensava” os doentes, como hoje muitos o fazem, para os hospitais, se podia realizar o tratamento no consultório ou em visita domiciliária. Ainda conheci esses homens excepcionais, verdadeiros sacerdotes. Cuidavam do doente, da família, e quantas vezes preocupavam-se ainda com os seus problemas financeiros, procurando obter emprego, se estavam desempregados.
Um desses, era o velho dr. Pedrosa - meu médico de criança - que morava em Gaia. Levantava-se frequentemente em plena noite para acudir a doente gravemente enfermo, que aflito o chamava pelo telefone. Mas, nem só o dr. Pedrosa Júnior se preocupava com as dificuldades dos seus doentes. O mesmo fazia o pediatra dr. Ferreira Leite. Extenuado, por dia de intenso e árduo trabalho, nunca recusava sua presença na casa dos doentes, mesmo em plena noite, de madrugada.
E o bondoso dr. Rocha Paris, e mais recentemente, o dr. Salvador Ribeiro, ao realizarem visitas domiciliarias, muitas vezes, deixavam debaixo da receita a quantia necessária para adquirirem os medicamentos prescritos.
Compreendo, como observou o prof. Doutor José Garrett, que a medicina socializou-se; e ainda bem, como era desejo do dr. Eugénio Fontes – personagem fictícia de: “Olhai os Lírios do Campo”, do grande gaúcho Érico Veríssimo –, homem bom e grande humanista.
Mas foi pena que esses antigos médicos, tão humanos, tenham desaparecido quase para sempre. Foi pena… Não eram apenas médicos. Eram amigos, companheiros presentes nas horas difíceis dos seus doentes, deixando sempre palavras tranquilas, animadoras e confortantes. Verdadeiros e dedicados sacerdotes da medicina.”
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# Preços abusivosFlavio Lopes da Costa flavio.lopes@cartoriopostal.com.br 03-02-2020 22:00
"São um absurdo os valores impostos pelos donos destes estabelecimentos à beira-mar. O Procon deveria intervir, pois os donos destes estabelecimentos nem moram no Brasil, grande parte. A tendência deste modelo de negócio é afundar, pois até um navio afunda com um furo no seu casco."
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# Construa pontes, derrube murosAdilson de Negreiros 29-01-2020 18:16
“Se você não sabe fazer um amigo, pelo menos não faça um inimigo. Seja sensato! O planeta já está até aqui de violência, desentendimento e mortes. Construa pontes entre você e o seu próximo, ao invés de construir muros. Pontes atraem, aproximam pessoas de boa vontade. Muros isolam, afastam você do seu mundo. Precisamos da humildade, da tolerância e da compreensão de todos para almejarmos um mundo melhor.
Construir pontes é fácil, e você pode fazê-las de mil maneiras diferentes: com um simples sorriso, com um sincero ‘eu te amo’, ou ainda com um ‘eu gosto de você’ para aquele seu amigo de todas as horas. Pode construir pontes sendo compreensivo, sendo amável, um cavalheiro, enfim.
A humanidade está construindo mais muros do que pontes? Ao que parece, sim. Os homens brigam, se desentendem. Impera o mal, a covardia e a maldade. Homens matam por causa de um celular, por causa de míseros dez reais.
Crianças já chegam sem vida aos hospitais, com hematomas e sinais de agressão por todo o corpo. E quando me refiro a crianças, são seres, um com dois anos de vida, outro um recém-nascido, com apenas dois meses. Onde está a centelha divina, inerente a cada ser humano, que agride um recém-nascido até a morte?
Mais e mais crimes contra a mulher. Parece que os homens sem alma estão em conluio – um conluio sinistro – para agredir e assassinar mais e mais mulheres. Nunca se cometeu tantos feminicídios no Brasil quanto nos dias de hoje.
Um crime por motivo de ambição, de vingança, ciúmes, até que é razoável. Desde sempre existiu e vai existir. Mas, mulher ser agredida e morta porque pediu licença para passar, queria levar a vida sozinha? E morreu. Elas morrem todos os dias, às centenas. É muita ignorância.
Aquele que sistemática, continuamente agrediu verbal ou fisicamente a companheira (esposa ou namorada), não se admire se, agora, ela quer ir embora. Quer liberdade, paz. Ninguém gosta de agressões, falta de respeito e ameaças.
Mergulhamos em um tempo de banalização da morte. Qualquer motivo mais corriqueiro é o suficiente para agredir e matar. Amor é a palavra que, definitivamente, foi riscada do dicionário. Perdão, paz, idem, idem. E o que dizer das crianças que recém desembarcam neste planeta turbulento e já são enviadas de volta, lá para o céu?
Vou terminar essa mensagem com uma frase do saudoso poeta Vinicius de Morais. Tem tudo a ver: ‘A vida é a arte do encontro embora haja tanto desencontro pela vida’.”
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# Importunação de vizinhoZelinda Teixeira Batista 27-01-2020 19:38
“Sou aposentada, tenho 70 anos e moro em Porto Seguro há 45. Moro na Rua Manoel Dias, no bairro Lagoa Grande (Areião). Construí minha casa neste endereço, no terreno que ganhei quando era varredora de rua. Na época, comprei material aos poucos para fazer a casa, e também ganhei alguns sacos de cimento. Hoje, faz 37 anos que moro na minha casa, que construí com muito sacrifício.
Há seis anos sofro com vizinhos que me importunam jogando pedra no meu telhado. Quando passo para ter acesso à minha porta, nunca sei o que pode vir de lá. Já fomos à justiça para tentar resolver o problema mas não resolveu nada. E eles falam que não fazem nada de errado. Eles moram no local há mais de 20 anos. É uma família grande.
Eu quero a palavra paz. E não vou sair da minha casa. Quero paz e amor. Eles têm que respeitar os meus direitos como eu respeito o deles.”
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# Fila no INSS envergonha o BrasilJúlio César Cardoso 23-01-2020 17:29
“A vergonhosa fila no INSS, testemunhada por todos nós, é o retrato de um Brasil dominado pela má administração política aqui reinante há muito tempo. É a demonstração categórica da forma irresponsável como os governos conduzem áreas públicas importantes, minadas de indicações políticas.
Agora, se aqueles que padecem nas filas em busca de seus direitos fossem todos políticos, a situação de operosidade do instituto decerto seria bem outra. Este é um país de difícil solução, que ainda vai se arrastar por muitas décadas para tratar com dignidade os seus concidadãos. Entra governo, sai governo e o desrespeito com os beneficiários da previdência social continua o mesmo.
Noutro país, que prima pelas instituições e respeita os seus contribuintes, jamais um instituto da responsabilidade de um INSS trataria com tanta negligência os seus beneficiários. É muito cômodo para os ‘ilustres’ membros do governo virem tergiversar, alegando que a estrutura do INSS está defasada e que precisa de tempo para se adequar. Só que isso não vem de hoje, e o órgão não pode prejudicar, sob pretexto algum, direitos de qualquer trabalhador, pois assim agindo está se apropriando de dinheiro dos segurados.
Por outro lado, é muito confortável ao presidente do INSS, Renato Vieira, e ao secretário da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, virem afirmar que a situação da fila do INSS só deve ser absolutamente regularizada em seis meses. É aquele negócio: ‘pimenta nos olhos dos outros é refresco’. Só que neste ínterim, certamente, muitos falecerão sem receber o que têm direito.
Por isso, o Brasil está muito longe de ser considerado uma nação séria. País que é comandado pela corja política incompetente – preocupada apenas com os seus interesses, interesses de parentes e amigos – e que só se dá conta do caos nas instituições públicas depois de eclodir o problema.”
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# 28 anos de Jornal do SolMiguel Cunha 15-01-2020 17:20
“Parece que foi ontem quando chegou em minhas mãos o Jornal do Sol número 01, em 1991. O tempo passa e hoje leio com muita satisfação a edição número 415, que marca os 28 anos do trabalho maravilhoso iniciado pelos então jovens Alex e Hilda. Ao longo dessas décadas, eles transformaram em realidade, com credibilidade, amor e persistência, este meio de comunicação fiel e autêntico. Leio com muita atenção todas as notícias, inclusive as propagandas.
Hoje quero parabenizar os colunistas do Jornal do Sol, em especial o artigo “A elegância da alma”. Parabéns Mariana Guerra, que foi verdadeiramente elegante em seu texto. Congratulo também todos que contribuem para o fortalecimento deste importante meio de comunicação da Terra Mater do Brasil, os colunistas Antônio Tamarri, Maria Luiza e o Chef Caio Silva; a redatora Alexandra Soares; os leitores que participam do Trombone; e os anunciantes e assinantes, fundamentais para que o Jornal do Sol possa continuar existindo ainda por muito e muito tempo! Feliz Ano Novo!”
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# Exemplo comunistaDaniel Marques 06-01-2020 19:57
“Excelente o trabalho desenvolvido nos dois governos de Flávio Dino do PC do B no Maranhão, fazendo exatamente o oposto do que dizem sobre os comunistas e permitindo uma vida digna para o povo. Com os velhos políticos, aquele era um dos Estados mais atrasados e miseráveis do Brasil. Os partidos comunistas e socialistas que as raposas da política criticam, são os menos envolvidos em corrupção e os que mais defendem os pobres, a natureza, os animais e os excluídos da sociedade.
Tais políticos vermelhos já sabem que a riqueza e o desenvolvimento devem ser uma consequência de um povo com poder de compra ao invés de servir apenas para aumentar os lucros dos milionários. Uma pena que a péssima educação do eleitor brasileiro o impede de eleger Flávio Dino presidente do Brasil. Nunca tivemos um presidente comunista e essa é a melhor e única chance, mesmo que para isso tenhamos que suportar Luciano Huck como seu vice."
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