Diário Oficial do Estado encerra edição impressa na Bahia

Com o objetivo de diminuir custos e atualizar ainda mais os serviços, além de seguir uma tendência mundial de preservação da natureza, desde a terça-feira, dia 21 de setembro, o Diário Oficial do Estado passa a ter apenas a versão digital. O acesso às edições novas e antigas está liberado através da plataforma Diário Oficial On – Line (DOLL).

No Brasil, diversos estados e a União já deixaram de imprimir seus Diários Oficiais. Na Bahia, o DOE circulava há 107 anos, com a primeira edição divulgada no dia 7 de setembro de 1914. Além das informações oficiais do estado, o Diário, publicado exceto aos domingos e segundas-feiras, tem como objetivo comunicar e validar assuntos de interesse da sociedade.

Novidade

Outra novidade é a possibilidade de o leitor obter a edição do diário certificada. Segundo o diretor-geral da Empresa Gráfica da Bahia (Egba), Roberto Brito, o diário oficial on-line é uma evolução, pois há uma preocupação com o meio ambiente. A inovação também permite que o diário seja visto pelo celular, inclusive com certificação digitalizada e validade jurídica.

“Vejo de uma importância capital nós acompanharmos a evolução dos tempos e por isso estamos on-line com o diário oficial. A decisão vai trazer uma economia importante, uma vez que toneladas de papel são gastas para imprimir as tantas edições do Diário Oficial”, explicou.

Fake news

Notícias falsas sobre a ideia de que os governos estaduais sejam responsáveis pelo aumento dos preços de combustíveis, fez com que, na segunda-feira, 20/09/21, o governador Rui Costa reafirmasse a importância de combater a disseminação das fake news.

“A busca pela verdade e a defesa da estabilidade institucional nos levam a, mais uma vez, lutar contra a prática perigosa de distorcer os fatos. Pedimos, novamente, um esforço conjunto e providências urgentes no combate à prática desonesta da disseminação de Fake News, sejam elas relacionadas aos preços dos combustíveis ou a quaisquer outros assuntos da vida nacional”, salientou.

Rui e mais 19 governadores, assinaram uma carta que contesta a versão de que os preços dos combustíveis estejam elevados em função do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). No documento, os governadores afirmam que, nos estados, o ICMS é o mesmo nos últimos 12 meses, período em que a gasolina registrou aumento de 40%, em média. 


Com informações da Secom –GovBA  (Fotos: Camila Souza)

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