Fruticultura mantém crescimento e evita queda da Bahia em ranking de produção agrícola


Em 2016, em virtude, sobretudo das condições climáticas, a Bahia perdeu participação no valor total da produção agrícola nacional, passando de 6,5% para 4,9%, mas se manteve como o 7º estado em valor da produção.
A área colhida com lavouras na Bahia, fossem elas temporárias ou permanentes, caiu 10,2%, passando de 4,8 mil para 4,4 mil hectares em 2016, enquanto o valor total da produção agrícola no estado teve recuo de 5,1%, indo para R$ 15,7 bilhões aproximadamente.
No país como um todo, embora a área colhida tenha tido leve queda de 0,7%, o valor da produção agrícola total cresceu 20,0% de 2015 para 2016, indo a R$ 317,5 bilhões. São Paulo é o estado com maior participação nesse valor (16,4% ou R$ 52,1 bilhões), seguido de Mato Grosso (13,8% ou R$ 43,7 bilhões).
Na Bahia, a queda do valor da produção agrícola em 2016 foi resultado do desempenho negativo das lavouras temporárias, dentre as quais as mais importantes são as de cereais, leguminosas e oleaginosas - mais conhecidas como grãos.
No estado, as lavouras temporárias tiveram queda total de 12,6% no valor de produção (chegando a R$ 9,3 bilhões em 2016), com redução de 14,1% na área colhida (que foi de cerca de 3 mil hectares em 2016).
Já as lavouras permanentes baianas, representadas sobretudo pelas frutas, tiveram resultado positivo de um ano para o outro, com aumento do valor da produção na ordem de 8,5%, indo a R$ 6,3 bilhões, e leve variação positiva, de 0,2%, na área colhida (que chegou a 1,3 mil hectares em 2016).
Assim, a Bahia se manteve em 2016 o terceiro estado com maior valor da produção de lavouras permanentes, atrás apenas de Minas Gerais (R$ 16,7 bilhões) e São Paulo (R$ 12,5 bilhões).
Continuou também sendo o segundo estado em produção de frutas. São Paulo lidera, respondendo por 30,9% do valor nacional das frutíferas (R$ 10,3 bilhões), com destaque para as culturas da laranja (59,2% desse valor), banana (13,8%) e limão (8,4%). A Bahia participou com 12,2% do valor da fruticultura (R$ 4,1 bilhões), sendo banana (34,8% desse total), mamão (16,2%) e maracujá (9,3%) as principais dentro do estado.
Em 2016, o valor da produção nacional de frutas foi avaliado em R$ 33,3 bilhões, 26,0% maior que o de 2015.
São Desidério perde liderança e cai dez posições no ranking do valor da produção agrícola nacional
Em razão da perda de 1/3 (33,5%) no valor de sua produção, que caiu de cerca de R$ 2,8 bilhões para cerca de R$ 1,6 bilhão, entre 2015 e 2016, o município de São Desidério, no Oeste baiano, perdeu a liderança nacional no valor total da produção agrícola, caindo dez posições no ranking, que passou a ser liderado por Sorriso (MT), com R$ 3,2 bilhões.
Formosa do Rio Preto, que era o oitavo município em valor de produção em 2015, também teve perdas (-18,1%) e passou para a 17a posição no ano passado.

De 2015 para 2016, Barreiras e Luis Eduardo Magalhães deixaram o ranking dos 20 principais municípios brasileiros em valor total da produção agrícola, no qual ocupavam respectivamente a 17ª e a 20ª posições.
Com aumento de 143,5% na produção de manga, Juazeiro sobe posições no ranking da fruticultura nacional
Juazeiro teve um ganho de quase 1/3 no valor da fruticultura (+33,5%) e subiu duas posições no ranking brasileiro, passando do nono para o sétimo lugar entre 2015 e 2016, com uma produção de frutas estimada em cerca de R$ 240,1 milhões.
A produção de mangas mais que duplicou em Juazeiro de 2015 para 2016: cresceu 143,5% e chegou a 108.900 toneladas. Com isso, o município passou de quarto a segundo principal produtor de mangas do país, se aproximando da líder Petrolina (180.180 toneladas). As mangas de Juazeiro representam 10,8% do total produzido no país. Com o crescimento da safra, Juazeiro ultrapassou os municípios baianos de Livramento de Nossa Senhora e Don Basílio, que eram, em 2015, respectivamente, o segundo e o terceiro maiores produtores de manga do país.
Outros três municípios baianos aparecem entre os 20 com maiores valores de produção de frutas no país: Wenceslau Guimarães (12a posição, com R$ 211,8 milhões), Bom Jesus da Lapa (19a posição, com R$ 159,8 milhões) e Rio Real (20a posição, com R$ 152,7 milhões).
Em 2015, Wenceslau Guimarães nem aparecia entre os 20 municípios com maior valor da produção de fruticultura - ocupava a posição 34 -, mas pouco mais que duplicou seu valor de produção (+116,7% em relação a 2015), bastante concentrada na banana. Embora de um ano para o outro a quantidade de bananas produzidas não tenha sido alterada (115,9 mil toneladas), houve um aumento do valor da fruta, de R$ 93,9 milhões para R$ 207,9 milhões.
A banana também é o destaque de Bom Jesus da Lapa, que manteve a liderança nacional na produção da fruta em 2016, apesar de uma redução de 6,4% na quantidade produzida (que passou de 171 mil toneladas em 2015 para 160 mil toneladas no ano passado).
Bahia supera Minas Gerais e se torna 2º maior produtor de laranja do país
Entre 2015 e 2016, apesar de uma queda de 2,7% na produção, a Bahia colheu cerca de 1,1 milhão de toneladas de laranja, superando Minas Gerais (961,2 mil toneladas) e se tornando o segundo estado produtor de laranjas do país (com 6,5% do total), atrás de São Paulo, que responde por 74,5% da produção nacional e teve uma safra de 12,8 milhões de toneladas em 2016.
Rio Real (com 345 mil toneladas) e Inhambupe (com 256 mil toneladas) se mantiveram entre os 20 principais municípios produtores, sendo que Rio Real ganhou uma posição, assumindo a 5a colocação em 2016, em virtude de um aumento de 6,8% na safra em relação a 2015.
Cacau tem queda em 2016 (-24,5%), mas Bahia se manteve como principal produtor
De 2015 para 2016, a safra brasileira de cacau teve queda de 21,7%, chegando a 213,8 mil toneladas. Apesar da redução de 24,5% no total colhido, a Bahia, com 115,8 mil toneladas, manteve-se na liderança da produção nacional, respondendo por 54,1% do total.

No estado estão 10 dos 20 municípios com maior produção de cacau no país, ainda que o líder seja Medicilândia (PA), com uma safra de 30.510 toneladas em 2016, 14,27% de todo o cacau produzido no país. Ilhéus, com produção de 8.430 toneladas (3,94% do total), fica em segundo lugar no ranking nacional.
São Desidério perde liderança na produção de algodão, mas Jaborandi entra no ranking dos 20 maiores produtores
Entre 2015 e 2016, pelo segundo ano consecutivo, a produção brasileira de algodão herbáceo apresentou decréscimo: caiu 13,6%, de 4,1 milhões para cerca de 3,5 milhões de toneladas, com perdas em todos os principais estados produtores.
O baixo índice pluviométrico e as altas temperaturas reduziram em 10,4% o rendimento médio nacional, que ficou em 3.477kg/ha.
A seca foi a principal causa do recuo de 26,6% na produção na Bahia - bem mais intenso que a média nacional e que a queda de 3,6% na produção do líder, Mato Grosso. Deixaram de ser plantados 15,8% da área e o rendimento médio do estado decaiu 11,3%.
Ainda assim, a Bahia continua sendo o segundo principal produtor de algodão herbáceo no país, com uma safra de cerca de 879 mil toneladas em 2016, 25,4% do total nacional, participação um pouco menor que a verificada em 2015 (29,4%).
São Desidério deixou, em 2016, de ser o maior município brasileiro produtor de algodão herbáceo, em razão da queda de 27,3% na produção, que passou de 477,3 mil toneladas (11,7% da produção nacional), em 2015, para 346,8 mil toneladas no ano passado (10,0% do total produzido no país). Foi ultrapassado por Sapezal (MT), que ocupava a 2a posição em 2015, com 10,8% da produção nacional, e assumiu a liderança em 2016, com 15,0% de participação, após um aumento de 18,1% na produção, que chegou a 520,4 mil toneladas no ano passado.
Em 2016, Luis Eduardo Magalhães deixou o ranking dos 20 maiores produtores de algodão do país (ocupava a 9ª posição), caindo para 24º lugar. Em compensação, Jaborandi, com aumento de 23,5% da sua produção (que chegou a 47,3 mil toneladas), entrou em 20o lugar nesse grupo, que representa 77,0% da produção nacional de algodão.
Com safra 27,8% menor, Bahia deixa de configurar entre os principais estados produtores de soja
Ao lado do algodão, a soja foi umas das culturas com maiores perdas em 2016, na Bahia. Com uma queda de 27,8% na produção deste importante grão, em relação a 2015, o estado colheu, no ano passado, 3,3 milhões de toneladas de soja e deixou de figurar entre os seis principais produtores nacionais, sendo superado por Minas Gerais (produção de 4,7 milhões de toneladas).
Ainda assim, mesmo com recuos de produção que resultaram em perdas de participação na safra nacional, Formosa do Rio Preto (9o lugar) e São Desidério (11o) mantiveram-se entre os 20 municípios com maior produção de soja no país, em 2016, com produções de 814,8 mil toneladas e 791,7 mil toneladas. Em 2015, eles ocupavam a 6ª e a 5ª posições, respectivamente.

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