Veracel divulga edital para contratação de analista de operações florestais júnior

A Veracel Celulose divulgou edital para contratação de analista de operações florestais júnior - Coordenação Manejo Florestal. Os requisitos são: formação superior em engenharia florestal, agrônoma, agrícola, elétrica ou de produção; vivência em estatística; conhecimento avançado em softwares de análises de dados (R, Phyton; PowerBI); conhecimento do Pacote Office (Word, Excel, PowerPoint e Outlook); fluência no idioma inglês é fator diferencial.

Os interessados às vagas devem cadastrar currículo até o dia 02/07/20. Para se cadastrar às vagas, o candidato deve acessar www.vagas.com.br/veracel.  Depois, é só localizar a opção “Conheça as nossas vagas”, clicar no título da vaga para ter acesso às informações detalhadas e como candidatar-se. Depois, clicar em “Candidatura”. A candidatura à vaga só é possível após o cadastro das informações no site. Todas as vagas também são destinadas a candidatos com deficiências.


Fonte: Ascom Veracel

Sebrae vai preparar empresas para buscar investidores

Com inscrições abertas, Capital Empreendedor prepara empreendedores para captação de recursos.

A startup dos biólogos Leonardo Foti e Maria Luiza Ferreira dos Santos foi selecionada na edição de 2019 e agora recebe mentorias

 

Um dos desafios para empresas inovadoras e startups é o acesso ao crédito para alavancar os negócios. Para auxiliar os empreendedores, estão abertas as inscrições para o Programa Capital Empreendedor, iniciativa do Sebrae para preparar negócios inovadores no âmbito de investimentos de risco.

As inscrições serão gratuitas. Os interessados receberão, após o lançamento nacional do programa, no dia 23/06/20, acesso para jogar o game Capital Empreendedor. Os 30 melhores classificados serão selecionados para participar do programa, com duração até o final do ano.

Elizandro Ferreira, consultor do Sebrae/PR, detalha que o Programa é destinado a startups em fase de tração e empresas inovadoras que buscam investimentos externos para crescer.

“Elas serão selecionadas por meio do game e de banca de validação, que avaliarão o potencial da empresa e entendimento dos gestores sobre capital de risco. Serão avaliados também o perfil e o nível de maturidade dos negócios”, esclarece Elizandro.

No decorrer do Programa, haverá um novo corte. Dez, dos 30 empreendimentos capacitados, seguirão para a segunda etapa, com mentorias em modelos de negócios e comportamental.

As melhores classificadas no Paraná terão direito a participar da fase final, chamada Circuito de Investimento, em São Paulo, no mês de novembro. Na etapa, os participantes, já com conhecimento robusto sobre como receber investimentos, terão a chance de apresentar seus negócios a investidores experientes do mercado. Das quatro empresas de maior destaque no Paraná que participaram da edição 2019, três receberam aportes após o circuito final.

A Hyla Biotec, de Curitiba, foi uma das startups finalistas de 2019. Fundada pelos biólogos Leonardo Foti e Maria Luiza Ferreira dos Santos, a empresa surgiu de um projeto da Fundação Oswaldo Cruz - Foti é funcionário do Instituto Carlos Chagas, unidade técnico-científica da FioCruz no Paraná.

Os pesquisadores desenvolveram um equipamento que consegue identificar a presença de um tumor por meio de um biomarcador presente no sangue em até vinte minutos (o tipo de câncer não é especificado e nem a sua localização, o que requer exames mais aprofundados).

“Somos da área técnica e participar do Capital Empreendedor nos ajudou na parte de negócios. Não tínhamos conhecimento da gestão financeira, por exemplo. Foi importante para desenvolvermos habilidades empresariais”, analisa Foti.

O empreendedor ressalta que as mentorias ajudaram a empresa a avançar e dialogar com o mercado. “Temos tido conversas importantes com possíveis investidores e fundos de investimento”, completa.

Etapa Paraná

A forma de funcionamento do Programa Capital Empreendedor será apresentada nas seis regionais do Sebrae/PR, de 12 a 19 de junho, com lives sobre o que é o Capital Empreendedor.

Oeste: 12/06 - 8h – Cascavel e região

Sul: 15/06 - 18h – Pato Branco e região

Centro: 17/06 - 19h – Ponta Grossa e região

Leste: 18/06 - 14h – Curitiba e Litoral

Norte: 18/06 - 18h – Londrina e região

Noroeste: 19/06 - 18h – Maringá e região


Fonte: Ascom Sebrae

Sebrae lança campanha para ajudar MEI superar crise

Pesquisa mostra que 58% tiveram que suspender suas vendas

durante a pandemia e 31% mudaram a forma de funcionamento

 

 

Atingidos pela crise provocada pelo coronavírus, os microempreendedores individuais (MEI) contam com apoio específico do Sebrae para superar o período da pandemia. A partir de segunda-feira, 18/05/20, o Sebrae lança a campanha “MEI - Reinvente, Repense, Recrie”. A principal iniciativa um ambiente exclusivo para o MEI no site do Sebrae. Acesso no link aqui.

Em virtude do isolamento social para conter o avanço da Covid-19, muitos deles precisaram paralisar temporariamente suas atividades. De acordo com pesquisa do Sebrae, 58% tiveram que suspender suas vendas durante a pandemia e 31% mudaram a forma de funcionamento. O ambiente on-line do MEI trará ferramentas para que a categoria possa se reinventar e continuar em operação, por meio de mudanças estratégicas e planejadas, além de auxiliar aqueles que buscam se formalizar.

Serão ofertados cursos on-line gratuitos, lives, palestras, oficinas, consultorias especializadas, atendimentos via chat e email, divulgação de cases de sucesso na crise, textos, cartilhas e e-books com dicas de temas voltados para mercado, finanças e legislação, crédito, marketing e vendas e materiais para segmentos específicos como alimentação, moda, beleza, entre outros.

Por meio do portal é possível receber notificações sobre novidades por meio do WhatsApp e acessar os principais canais de contato do Sebrae em cada um dos estados para tirar dúvidas, receber orientações e realizar consultorias especializadas.

“O MEI é o futuro do trabalho, é a alternativa ao desemprego, é uma oportunidade de geração de renda. Esta campanha é um reconhecimento do Sebrae ao papel fundamental que esses 10 milhões de empreendedores têm em nossa economia”, avalia o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Ambiente on-line especializado

A consultora de negócios do Sebrae/PR, Carla Selva, explica que o portal oferece aos microempreendedores individuais conteúdos e orientações para auxiliar no momento de crise e no futuro próximo.

“O Sebrae sempre esteve ao lado do MEI. É preciso visualizar que precisarão também estar preparados quando esse cenário acabar e o mundo dos negócios estará diferente e mais digital. Por isso, o ambiente foi criado de acordo com as demandas e traz conteúdo para auxiliar e sugerir novos caminhos”.

No Paraná, são 628.383 de MEI, um total de 6,2% do país. Ao todo, 44% deles são do setor de serviços e 27% do setor de comércio, seguidos por construção, indústria e agropecuária. Apesar da pandemia do novo Coronavírus, 61.513 novos empreendedores buscaram a formalização como MEI, em 2020, em todo o Paraná, sendo 55% deles do setor de serviços.


Fonte: Assessoria de Imprensa Sebrae

Governo sanciona lei que cria programa de apoio às microempresas

O Governo Federal sancionou a lei que cria o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O objetivo é garantir recursos para os pequenos negócios e manter empregos durante a pandemia do novo coronavírus no país. A lei abre crédito especial no valor de R$ 15,9 bilhões e foi publicada no Diário Oficial de 19/05/20.

Pelo texto, aprovado no fim de abril pelo Congresso, micro e pequenos empresários poderão pedir empréstimos de valor correspondente a até 30% de sua receita bruta obtida no ano de 2019. Caso a empresa tenha menos de um ano de funcionamento, o limite do empréstimo será de até 50% do seu capital social ou a até 30% da média de seu faturamento mensal apurado desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso.

As empresas beneficiadas assumirão o compromisso de preservar o número de funcionários e não poderão ter condenação relacionada a trabalho em condições análogas às de escravo ou a trabalho infantil. Os recursos recebidos do Pronampe servirão ao financiamento da atividade empresarial e poderão ser utilizados para investimentos e para capital de giro isolado e associado, mas não poderão ser destinados para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios.

As instituições financeiras participantes poderão formalizar as operações de crédito até três meses após a entrada em vigor desta lei, prorrogáveis por mais três meses. Após o prazo para contratações, o Poder Executivo poderá adotar o Pronampe como política oficial de crédito de caráter permanente com o objetivo de consolidar os pequenos negócios.

Deverá ser aplicada ao valor concedido a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 3%, acrescidos de 1,25%. O prazo para pagamento do empréstimo será de 36 meses. Os bancos que aderirem ao programa entrarão com recursos próprios para o crédito, a serem garantidos pelo Fundo Garantidor de Operações (FGO-BB) em até 85% do valor.

Os empréstimos poderão ser pedidos em qualquer banco privado participante e no Banco do Brasil, que coordenará a garantia dos empréstimos. Outros bancos públicos que poderão aderir são a Caixa Econômica Federal, o Banco do Nordeste do Brasil, o Banco da Amazônia e bancos estaduais. É permitida ainda a participação de agências de fomento estaduais, de cooperativas de crédito, de bancos cooperados, de instituições integrantes do Sistema de Pagamentos Brasileiro, das fintechs e das organizações da sociedade civil de interesse público de crédito.

Quatro vetos

Um dos trechos vetados previa que os bancos deveriam conceder o financiamento no âmbito do Pronampe, mesmo que a empresa tivesse anotações em quaisquer bancos de dados, públicos ou privados, de restrição ao crédito, inclusive protesto.

Para o governo, essa medida contraria o interesse público, bem como os princípios da seletividade, da liquidez e da diversificação de riscos, ao possibilitar que empresas que se encontrem em situação irregular, bem como de insolvência iminente, tomem empréstimo, em potencial prejuízo aos cofres públicos. Além disso, com dispositivo proposto, as instituições financeiras poderiam direcionar as operações de crédito sob garantia do Pronampe para o pagamento de dívidas de suas próprias carteiras.

Acesso ao crédito

De acordo com pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria da Fundação Getulio Vargas, cresceu em 8 pontos percentuais a proporção de empresários que buscaram crédito entre 7 de abril e 5 de maio deste ano. O levantamento mostra ainda que 90% das empresas de micro e pequeno porte registram queda nas receitas.

Entretanto, o mesmo estudo mostra que 86% dos pequenos empresários que buscaram crédito para manter seus negócios não conseguiram ou ainda têm seus pedidos em análise. Desde o início das medidas de isolamento no Brasil, apenas 14% daqueles que solicitaram crédito tiveram sucesso.

A pesquisa, realizada entre 30 de abril e 5 de maio, ouviu 10.384 microempreendedores individuais (MEI) e donos de micro e pequenas empresas de todo o país. Essa é a terceira edição de uma série iniciada pelo Sebrae no mês de março, pouco depois do anúncio dos primeiros casos da doença no país.

O levantamento da entidade confirma uma tendência já identificada em outras pesquisas do Sebrae, de que os donos de pequenos negócios têm, historicamente, uma cultura de evitar a busca de empréstimo. Mesmo com a queda acentuada no faturamento, 62% não buscaram crédito desde o começo da crise. Dos que buscaram, 88% o fizeram em instituições bancárias. Já entre os que procuraram em fontes alternativas, parentes e amigos (43%) são a fonte de empréstimos mais citada, seguidos de instituições de microcrédito (23%) e negociação de dívidas com fornecedores (16%).

Para o Sebrae, esse comportamento pode ter diversas razões, entre elas as elevadas taxas de juros praticadas pelas instituições financeiras, o excesso de burocracia ou a falta de garantias por parte das pequenas empresas.

Analisando a procura de crédito junto aos agentes financeiros, a 3ª Pesquisa do Impacto do Coronavírus nos Pequenos Negócios mostrou que os mais demandados, desde o início da crise, foram os bancos públicos (63%), seguidos dos bancos privados (57%) e cooperativas de crédito (10%). Entretanto, avaliando a taxa de sucesso desses pedidos, o estudo do Sebrae apontou que as cooperativas de crédito lideram na concessão de empréstimos (31%). Na sequência, aparecem os bancos privados (12%) e os públicos (9%).

A pesquisa completa está disponível no site do Sebrae.

 


Fonte e foto: Agência Brasil

“Empresários Unidos” promovem live com Desenbahia sobre linhas de créditos

O grupo denominado “Empresários Unidos - BPS” promove segunda-feira, 18/05/20, às 16h, uma live com o tema “Como conseguir uma linha de crédito e enfrentar a crise?”. O debate será transmitido pelo Instagram no endereço @empresariosunidosbps. Participam Helder Falk, Gerente Regional da Desenbahia; e Vinícius Brandão, empresário hoteleiro de Porto Seguro. A live tem o apoio do grupo “Comerciantes Unidos do Bahianão”.

De acordo com Falk, para as pequenas empresas, “no momento o principal financiamento da Desenbahia tem sido para capital de giro, com juros a partir de 0,7% ao mês”. A Agência de Fomento do Estado da Bahia tem financiado também investimentos. No site da Desenbahia é possível encontrar diversos categorias de financiamento, inclusive com apoio do BNDES.

As finalidades de algumas modalidades são apoiar as micro, pequenas, médias empresas, além de empreendedores individuais, através da concessão de empréstimo de capital de giro ou visando à manutenção e geração de empregos. Existem linhas apoiadas pelo BNDES e podem ter prazo total de até 60 meses, incluindo carência de até 24 meses. Pelo site é possível simular financiamentos.

Grupos no WhatsApp

Esses grupos empresariais surgiram a partir da situação de isolamento social imposto para o combate à pandemia do novo coronavírus. Os principais objetivos são reivindicar a reabertura gradual do comércio e aproximar a classe empresarial da cidade. Eles têm dialogado com o poder público e contam com representantes da CDL, Associação Comercial e UniLíderes. Para além dos fins iniciais, estão se mobilizando também em ações voluntárias de solidariedade e promovendo debates de interesse da classe.

Onde tem empresário #tememprego!

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