Na reunião da Câmara de Vereadores em 01/06/17, os edis cobraram mais celeridade dos secretários municipais para resolver questões como de serviços de saúde, iluminação pública, pavimentação dos distritos e ruas de bairros periféricos e acolhimento aos moradores de rua.
O vereador Aparecido Viana (Cido) relatou a precariedade do atendimento pelo SAMU no distrito de Pindorama e disse que quer saber se a unidade recebe verba do Ministério da Saúde. “A secretária de Saúde sabe da necessidade, mas não toma providência. Está faltando mais respeito ao nosso povo”, reclamou. Já o vereador Evanildo (Vanvan) disse que é um desrespeito não ter serviço de ambulância disponível em Vale Verde nos fins de semana. “A comunidade já tem cerca de 3.000 pessoas. E quando liga para o SAMU, eles acham que é trote.”
Melhorar a iluminação e fazer o patrolamento em ruas de Caraíva foram o pedido do vereador Ronildo Vinhas (Nido), que definiu: “Caraíva está abandonada. Não está bonito não”. Ao assumir a tribuna, a vereadora Ariana Fehlberg fez um desabafo: “Já fiz dois requerimentos sobre iluminação pública. A gente não tem resposta. O distrito está com lâmpadas quebradas, ruas escuras. Quando um vereador faz um requerimento, ele quer uma resposta.”
O crescimento de moradores de rua foi um assunto abordado pelo vereador Rodrigo Borges, que disse estar preocupado com a falta de atendimento adequado. “Não vejo nenhuma autoridade tomando parte nisso. Eles precisam de adaptação, de ressocialização. O vereador cobrou da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social uma providência efetiva para resgate dessas pessoas.
Quem deu boas notícias para a comunidade foi o vereador Wilson Machado, que falou sobre o seu Projeto de Lei nº 016/17, que trata do serviço público de controle reprodutivo de cães e gatos, por meio de uma unidade móvel para castração e promoção de outros cuidados. O projeto, que ainda vai passar pela segunda votação, tem como parceira a ONG A Voz dos Bichos, que marcou presença na sessão da Câmara. A outra boa nova é a produção de alimentos orgânicos por agricultores porto-segurenses. O vereador Wilson convidou os colegas a visitarem as áreas agrícolas da cidade e ressaltou que o processo de certificação do selo orgânico está a caminho. “São mais de 50 entidades envolvidas nesse projeto. No mercado, ainda não diferenciamos o produto, mas já estamos produzindo e vendendo.” Segundo o edil, o objetivo é fornecer, a partir de 2018, alimentos orgânicos para todas as escolas municipais.
Vereadores cobram atuação das secretarias
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