
Em fevereiro, o Jornal do Sol mostrou o péssimo estado de conservação de calçadas no Centro da cidade. São diversos os exemplos de passeios que funcionam como tudo, menos como área livre para passagem de pedestres.
Há cerca de dois meses, a prefeitura lançou uma cartilha com orientações sobre a construção e utilização das calçadas, esclarecendo quais são as exigências da legislação e as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) sobre o assunto.
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O JDS foi às ruas mais uma vez e constatou que, quem deveria dar o exemplo, está deixando a desejar. Além do registro das muitas calçadas irregulares de prédios particulares, também merecem destaque os passeios de alguns prédios públicos que são um perigo iminente, verdadeiras armadilhas ao exercício da cidadania e à liberdade de ir e vir. Passeios altos e sem rampa de acesso, pastilhas quebradas, calçadas usadas como estacionamento e ocupando o espaço de passagem do pedestre.
O uso inadequado e a construção desordenada destes importantes espaços urbanos são motivo de reclamação por partes de moradores e turistas, e com razão. A informação é confirmada pelo secretário de Desenvolvimento Urbano, Marlus Brasileiro. Ao lançar a campanha de adequação dos passeios, o secretário afirmou que, no início, será uma campanha educativa. Mas depois de 90 dias, será cobrada multa caso as calçadas não atendam à legislação do Código de Obras.
Fotos: Calçadas em frente à Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Embasa, Centro de Cultura, Secretaria de Educação e Lacen.



