Pais têm que levar os filhos menores de cinco anos para vacinar

 

O dia D de vacinação contra a poliomielite e o sarampo para crianças de 1 ano a menores de 5 anos, em Porto Seguro, foi no sábado, 18/08/18, mas a campanha continua. Todos os 29 postos de saúde do município permanecem vacinando, até 31/08/18.

No Dia D foram aplicadas 1.280 doses, segundo a Secretaria de Saúde. Desde o início da campanha, em 06/08/18, foram aplicadas 12.796 doses no total, o que representa cobertura de 63,26%. O percentual de vacinados aumentou, mas ainda não corresponde à meta, que é de 95% do público alvo, cerca de 10.114 crianças.

Por isso, pais, cuidadores e todos os responsáveis pelas crianças que estão dentro da faixa etária a ser vacinada estão sendo alertados quanto à necessidade de levar os pequeninos aos postos para serem vacinados. Caso eles não sejam vacinados, estarão sujeitos à infecção pelas doenças. A poliomielite, mais conhecida como paralisia infantil, já está erradicada no Brasil, mas as crianças devem continuar a ser imunizadas, já que no mundo ainda há países que sofrem com a doença, que é contagiosa e provocada por um vírus chamado poliovírus. O contágio ocorre pela boca e o vírus se instala no intestino. A transmissão ocorre pelo contato direto pessoa-pessoa, pelas vias fecal-oral ou oral-oral, através de gotículas expelidas ou pela ingestão de água e alimentos contaminados com fezes contendo o vírus. O poliovírus desenvolve a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte.

O sarampo, que também é extremamente contagioso, também pode ser fatal. A doença já estava sob controle, mas no Brasil, recentemente, já foram registrados diversos casos. “O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, é transmitida pela fala, tosse e o espirro, extremamente contagiosa. As duas doenças podem ser prevenidas por meio da vacinação. Para tanto, é imprescindível a participação da família em mobilizar-se junto a Secretaria de Saúde nesta grande luta em prol da vida", disse a coordenadora municipal de imunização, Greciana Maria da Silva, que descreveu o engajamento dos diversos profissionais, a fim de viabilizar a adesão, ainda maior, no número de crianças imunizadas.