
Cerca de 150 mil peças e fragmentos encontrados no quintal do Museu de Arqueologia de Porto Seguro (MAP) passam por seleção e higienização. O conjunto reúne vestígios atribuídos aos períodos pré-colonial, colonial e pós-colonial, cuja interpretação depende de análise especializada e contexto arqueológico.
A Superintendência de Cultura e Patrimônio Histórico da prefeitura acompanha os trabalhos. O museu mantém parcerias com ACERVO, L’Occitane, Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). As peças estão sob a guarda da ACERVO, instituição sem fins lucrativos com mais de duas décadas de atuação patrimonial.

Na etapa seguinte, a catalogação permitirá identificar, documentar e organizar os materiais. Depois, a curadoria orientará uma nova exposição permanente no MAP, ampliando o acesso público ao patrimônio.

Entre os materiais relatados estão cerâmicas associadas à tradição Tupi, fragmentos de faiança portuguesa e louças mais recentes. Essa diversidade permite investigar diferentes momentos da ocupação do território. Ainda não há prazo para concluir os estudos.

“Preservar esse patrimônio é valorizar nossa história. Apoiamos cada etapa para aproximar a população desse conhecimento e fortalecer a memória de Porto Seguro”, afirma o superintendente de Cultura, Herculano Assis.

Com informações e fotos da Ascom PMPS
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