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Colecionador eunapolitano lembra 50 anos da viagem do homem à Lua

Cidade 20 de julho de 2019

A Lua é o principal assunto desta semana em que a odisseia no ser humano ao satélite natural da Terra completa 50 anos. Em Eunápolis, um colecionar relembra a data da primeira alunissagem, em 20 de julho de 1969, exibindo publicações daquele feito, que até hoje divide o senso comum. Segundo pesquisas, uma em cada quatro pessoas não acredita neste fato.

O jornalista Paulo Roberto Barbosa, dono de uma invejável coleção de objetos antigos, que inclui moedas e cédulas nacionais e de outros países, mostra o exemplar da Revista Fatos e Fotos, que na edição de julho de 1969 apresentou os primeiros detalhes e a cobertura da descida em solo lunar.

A revista, da editora Abril, que publicou os primeiros resultados científicos da exploração da Lua, curiosamente contém um encarte especial [um disco em vinil] que reproduz os diálogos dos três astronautas da Missão Apollo 11 – Neil Arsmstrong, Michell Colins e Buzz Audrin. Esse exemplar é apenas um dos itens curiosos da vasta coleção deste jornalista, há mais de 20 anos radicado em Eunápolis.


Todo o acervo contém máquinas de escrever antigas, máquinas de costura e de fotografia, gravadores, relógios antigos de parede, de bolso e pulso [entre eles um teria pertencido a um dos cangaceiros do Bando do Lampião], revólveres fabricados durante a 1ª Guerra Mundial e até uma baioneta de origem alemã que certamente foi usada pelos nazistas.

Amante da boa música, a coleção não podia deixar de conter uma antiga radiola estereofônica Semp (sigla para Sociedade Eletromercantil Paulista) e dezenas de discos de vinil (os antigos bolachões de PVC também chamados PL).

Moedas e cédulas

No entanto, o que mais chama a atenção é a coleção de moedas antigas cunhadas pela Casa da Moeda do Brasil. São mais de mil exemplares. Algumas de peças raras como a moeda de 1.000 Réis, Comemorativa do Centenário da Independência do Brasil (1822-1922), cunhada pela Casa da Moeda, no Rio de Janeiro, em bronze alumínio. Ela tem diâmetro de 26,7 mm e pesa 8 gramas, com espessura de 2,20 mm.

Paulo Barbosa explica que desta moeda foram cunhadas 16.698 mil unidades. Nela, é possível distinguir, no anverso, os bustos de Bom Pedro I e do presidente Epitácio Pessoa, envolvidos pela inscrição ACCLAM DA INDEPENDÊNCIA ** X PRESID. DA REPUBLICA – BRASIL. E no reverso, a tocha com dois ramos, um com coroa e outro com o barrete frígio da liberdade, o valor de 1.000 Réis e as datas 1822 e 1922 – 7 de Setembro, 1º centenário da independência.

Outra curiosidade é o trio de moedas comemorativas do Centenário da Abolição da Escravatura no Brasil. São três moedas de aço inox com diâmetro de 31,0 mm [maiores que as atuais moedas de 1 Real] e pesa, cada uma, 9,95 gramas. No anverso de cada delas, temos as inscrições: “Mulher Negra – Homem Negro e Criança Negra CENTENÁRIO DA ABOLIÇÃO, 1888 1988 e AXÉ. No reverso foi cunhado o valor, o dístico do Brasil e as estrelas. Todas são de valor inestimável para colecionadores.

O colecionador conta que foram cunhadas 200 mil exemplares de cada um delas, mas não chegaram a entrar em circulação, sendo apenas edição para colecionados.

Barbosa também possui exemplares de 500 Réis e a de 2 mil Réis, cujo material é composto 90% de prata e 10% de cobre e se orgulha de ter conseguido, em 2016, a linha completa de moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro, inspirada em cada uma das modalidades esportivas da competição.

Essa série de moedas foi lançada em ouro, prata e linha de circulação comum, depois de muitos anos que o Real não tinha novos modelos lançados de cédulas de moedas.

Criança curiosa

Segundo ele, a ideia de colecionador aflorou quando ainda era criança, na cidade de Ubá, em Minas Gerais. “Mamãe lavava roupas e papai era puxador de enxada e recebiam muitas pessoas na roça, onde havia uma espécie de clareira, aonde os cavaleiros guardavam animais e apetrechos”. Paulo conta que, ainda menino, se disponha a tomar conta dos objetos e ajudar os montadores, e assim ia ganhando moedas ou pequenos objetos, hoje de grande valor, que ele guardou ao longo dos anos.

Assim nasceram as primeiras coleções. Quando adolescente, ele passou a “correr atrás dessas preciosidades”. Já adulto, chamou a sua atenção o fato de que o Brasil, frequentemente, mudava de moeda. Assim, Paulo Barbosa resolveu guardar as cédulas emitidas pelo governo Brasil desde o início da República até os dias atuais.

Para que a coleção esteja completa, ele deseja somente um exemplar da cédula de 50 mil Cruzeiros Reais, emitida em 1993, com a efígie de uma baiana.

A moeda no brasil

A primeira moeda legitimamente brasileira foi cunhada em território nacional na Antiga Casa da Moeda da Bahia, em 1694. De lá pra cá nosso dinheiro mudou nove vezes, perdendo dezenas de zero por conta da inflação galopante no passado. Somente com o Plano Real, em 1994, a moeda se estabilizou. Basta dizer que resiste inclusive a toda essa corrupção politica e empresarial da atualizada. A taxa de desvalorização tem sido lenta.

A moeda do Império (1833-1888) era o Real, mas se baseavam no sistema monetário português. E o real era conhecido como “réis”.

Na República (1889-1942) a moeda continuou sendo o real, o governo emitiu novas cédulas. Mil réis era praticamente o nome da moeda, já que ela valia mil dos antigos reais do império. O montante equivalente a mil réis era chamado de conto de réis, ou seja, um milhão de reais do império.

O Cruzeiro (1942-1967) foi criado em 1942 substituindo o mil réis, que gerava certa confusão por conta das frações serem em milésimos. Com o Cruzeiro, foi a primeira vez que a moeda nacional teve Centavos, facilitando as transações. Um Cruzeiro equivalia a mil vezes o Mil Réis, ou um Conto de Réis.

De 1967 a 1970 tivemos no país o Cruzeiro novo que utilizou as mesmas cédulas do cruzeiro, mas com um carimbo mostrando seu novo valor. Foram cortados três zeros da moeda, e 1.000 Cruzeiros passaram a valer 1 Cruzeiro Novo.

O dinheiro brasileiro volta a se chamar Cruzeiro de 1970 a 1986, no período da ditadura militar. Desta vez com novas cédulas. Seu valor foi alterado, a moeda foi se desvalorizando e novas cédulas de valor muito maior foram sendo criadas. Em 1986, o último ano de circulação dessa moeda, já existem notas de 100 mil Cruzeiros. Um horror.

O Cruzado (1986-1989) teve curta duração. O padrão das cédulas, neste período, continuou o mesmo, mas a moeda perdeu três zeros e 1 mil Cruzeiros passaram a valer 1 Cruzado. Durante os primeiros meses da mudança, as antigas cédulas de cruzeiros foram carimbadas com o novo valor em Cruzados.

O Cruzado Novo veio substituir o Cruzado, na segunda reforma monetária do governo do presidente José Sarney. A moeda perdeu três zeros em relação à sua antecessora, e mais uma vez as notas receberam um carimbo com o novo valor do período de transição. Em seguida, novas cédulas foram criadas.

Cruzeiro (1990-1993) – Pela terceira vez, nossa moeda recebe o nome de Cruzeiro, na reforma monetária de 1990, mas mantendo o valor de seu antecessor, o Cruzado Novo. A hiperinflação fez a moeda se desvalorizar rapidamente em apenas três anos, já havia cédulas de 500 ml Cruzeiros.

O Cruzeiro Real (1993) foi instituído em 93, cortando três zeros da moeda anterior, e aproveitando algumas de suas notas, devidamente carimbadas com o novo valor.

Real (a partir de 1994) Em julho de 1994 foi criada uma moeda para definitivamente frear a hiperinflação, Durante a transição, todos os preços passaram a ser especificados em URV (Unidade Real de Valor), que valia CR$ 2.750,00 (valor em cruzeiros reais). Quanto o real foi instituído definitivamente, passou a valor 1 URV, ou seja, CR$ 2.750,00. Foi a primeira vez na história do dinheiro no Brasil que a mudança da moeda nã foi com um valor redondo, como por exemplo, retirar três zeros.

Suas cédulas passaram a exibir animais da fauna brasileira em uma face e a efígie da república na outra, já que a galeria de heróis brasileiros estava escassas depois de tantas mudanças anteriores.


Rose Marie Galvão (DRT 219-BA)

 

 

 

 

 

 

 

 

ONG em Caraíva garante proteção para animais abandonados

Cidade 20 de julho de 2019

Há um exército de pessoas pelo mundo que dedicam seu tempo para cuidar de animais que vivem abandonados pelas ruas. E foi por amor aos animais que nasceu o projeto “Caraíva Proteção Animal”, idealizado por Gabriela Scarceli e Thaís Peral. A iniciativa, que também conta com a participação de diversos colaboradores e simpatizantes desta nobre causa, começou de uma maneira despretensiosa e foi surpreendida por um crescimento visível, que tomou uma proporção bem maior do que a expectativa inicial. “Não começamos essa iniciativa pensando em ter um projeto e sim em cuidar destes animais que precisavam de ajuda”, relata Gabi Scarceli.

Thais Peral chegou em Caraíva em 2015, mas muito antes de sua chegada ao vilarejo já exercia a função de protetora dos animais, atuando inicialmente em uma ONG em Arraial D’Ajuda chamada “Anjos D’Ajuda” e logo percebeu a condição ruim que os animais apresentavam em Caraíva. E sua paixão por animais fazia com que toda vez que precisava sair para suas atividades pessoais um novo bicho se “apresentava” e ela não hesitava em recolher o animal para receber os devidos cuidados e ser castrado.

O primeiro animal que Gabi Scarceli cuidou foi um cachorro que estava com a orelha caindo por causa de bicheira e por conta própria ela o levou ao veterinário. “Como eu já conhecia a Thais, acabamos nos unindo. O encontro entre Thais e Gabi não poderia ser melhor e resultou na iniciativa de realizar o grande Mutirão de Castração de Animais no ano de 2017 que resultou em 115 castrações, e num avanço progressivo em 2018, quando foram realizadas 135 castrações em Caraíva e na Aldeia indígena Xandó outros 35 animais foram castrados.

“Nosso objetivo é prioritariamente fazer a castração, manter o controle dos animais que já residem aqui e expandir esse trabalho pelos arredores de Caraíva, como a Aldeia Xandó, Jambreiro, Nova Caraíva e outras localidades”. Apesar do foco ser a castração, elas também cuidam da vacinação, fazendo campanhas particulares ou junto à prefeitura, uma vez que o serviço público só oferece as vacinas contra a raiva animal.  

Castração e proteção

Hoje, o Caraíva Proteção Animal possui três frentes: a castração, o bem-estar dos bichos e o combate aos maus tratos dos animais de grande e pequeno porte. Um grupo de voluntários formados por Thais Peral, Gabi Scarceli,Tatá e Alethea Costa  integram a equipe de base. Mas o grupo faz questão de lembrar e agradecer a todos que se envolveram e ainda se envolvem diretamente com o projeto. Os chamados “protetores dos animais” são importantes para a iniciativa, sem deixar de mencionar os pousadeiros locais, moradores e turistas que ajudam a causa a continuar crescendo e alcançando um número cada vez maior de animais protegidos.

“Nossa maior dificuldade em manter o projeto é a parte financeira, pois os grandes mutirões custam em torno de R$ 15.000. Hoje estamos com uma proposta para a realização do próximo mutirão de castração no qual estamos participando de um financiamento coletivo que é o Vakinha on line com o limite de R$ 20.000 para serem captados até agosto”, explica Thais.

Para contribuir, basta acessar o link do financiamento coletivo - https://www.vakinha.com.br/vaquinha/mutirao-de-castracao-caraiva-protecao-animal ou curtir e acompanhar as ações da iniciativa pelas redes sociais (Instagram @caraivaprotecaoanimal e Facebook/caraivaprotecaoanimal).


Elô Ribeiro

Empreendedoras de Porto Seguro falam sobre suas definições de sucesso

Cidade 17 de julho de 2019

Recentemente, fiz um minicurso de educação financeira com a economista Sônia Remor. Tive muitos insights durante o percurso, mas um me chamou bastante a atenção. Antes de começar a passar os conceitos e práticas de finanças, ela pediu que as estudantes (sim, o curso é somente para mulheres) criassem suas próprias definições sobre “o que é uma vida de sucesso”, “o que é ser bem-sucedida na vida”, dentre outros.

Sinceramente, até então, nunca havia pensado naquilo. Assim como a maioria das pessoas, estudamos, trabalhamos para conquistar isso ou aquilo sem nem pensar muito no “porquê”. Por esta razão, muitas pessoas nunca estão satisfeitas, mesmo quando conseguem a carreira, a família, a viagem ou companheiro (a) que buscaram por tanto tempo. Simplesmente porque moldaram seus sonhos e conceitos com base na vida de outras pessoas.

Principalmente na era digital em que vivemos. Vemos os sorrisos e histórias das pessoas nas redes sociais e acreditamos que aquilo é felicidade, é sucesso. Em seguida, tentamos nos encaixar, de qualquer forma, nos padrões e conceitos reais ou não, vendidos e, muitas vezes, não vividos por estas pessoas.

Criei os meus próprios conceitos e isso mudou completamente minha vida e percepção das coisas. Desde então, incentivo todas as pessoas que conheço a criar seu próprio conceito de sucesso, riqueza, felicidade!

Acredite: talvez você já seja um grande sucesso e nem se deu conta disso. Então, ouvimos algumas empreendedoras da região sobre “o que é e sucesso” e, em seguida, se elas a se consideravam pessoas de sucesso.  As respostas vão te inspirar!

Roseane Duarte, dentista

“Sucesso é quando a pessoa consegue equilibrar a vida em todas as áreas. Estar bem no emocional, familiar e financeiro. Estou na trilha do sucesso. Acredito que já consegui alcançar 75% e continuo melhorando a cada dia"

Maiza Souza, chef de cozinha e empresária

“Sucesso para mim é ver a satisfação no olhar do cliente após o serviço prestado. É ter a família reunida em um almoço de domingo. É ter amigos, mesmo que distantes, mas mantendo os laços. Master forex and CFDs with TradeFT’s help. Forex CFD Basics . Start currency trading smart. Com certeza, me considero bem-sucedida! Construí uma carreira com todas as adversidades que uma mulher pode encontrar dentro de uma cozinha, que ainda é um lugar dominado pelos homens, mas, me sinto feliz”

 

 

 

 

 

 

Márcia Teixeira, Relações públicas e gerente de marketing do grupo Hills

“Sucesso é fazer o que gosta e poder viver disso com tranquilidade. Ter ao lado quem a gente ama. Ter saúde e paz. Se amar. Eu estou no caminho e falta muito pouco para ser um sucesso completo!”

 

 

 

 

 

Thais Barbosa, artesã

“Sucesso é quando eu atinjo um objetivo planejado, em qualquer aspecto da vida. Pode ser algo bem simples, cumprir uma tarefa. Considero-me uma pessoa de sucesso, me desenvolvendo cada dia mais”.

 

 

 

 

 

 

 

Chrys Alegra, Rede Bacana de Hotéis

“Sucesso, é fazer com excelência qualquer coisa que se proponha a fazer! É acreditar em si mesma! Me considero otimista. Já vivi mais da metade de minha vida. Se olhasse para trás... sim... tive sucesso, vivi uma boa vida”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Michele Marques, cabeleireira

“Sucesso pra mim é ser uma mulher forte, independente, realizada, sem se preocupar com imposição da sociedade. Por toda a minha trajetória de vida, chegar aonde cheguei, considero ter obtido sucesso”.

 

 

 

 

Márcia Virgínia Peixinho, professora

“Ter sucesso é um conjunto: realização de sonhos, metas, realizações pessoais...  Ninguém é 100 %, mas me considero uma pessoa realizada”

 

 

 

 

 

Bruna Stamato, escritora

“O sucesso está ligado à paz de espírito, é sobre ser e não necessariamente ter. Ninguém compra sucesso. É aquele cansaço recompensador no final de um dia, quando a gente vai dormir agradecendo e acorda motivada. Uma pessoa de sucesso é aquela que é verdadeiramente feliz fazendo o que gosta, independente do saldo bancário. Eu me considero, sim, uma pessoa de sucesso.”

 

 

 

 


Kássia Luana é consultora de comunicação, imagem e vendas. Contatos fone (73) 99832-4856 (WhatsApp)

 

Coral Vivo lança e-book informativo sobre o Concurso de Foto Sub

Cidade 20 de julho de 2019

 

Gratuito, traz as fotos submetidas ao júri, entrevistas e dados sobre o Recife de Fora

O Concurso Coral Vivo de Foto Sub acaba de ganhar um livro digital e gratuito, que mostra toda a beleza da rica biodiversidade do sul da Bahia. Com 165 páginas, ele apresenta, além das fotografias submetidas aos júris técnico e popular, detalhes da realização da competição, entrevistas com os campeões das duas divisões e com os jurados, e identificação das espécies fotografadas. São transmitidas também informações sobre o Parque Natural Municipal do Recife de Fora, que é uma unidade de conservação de Porto Seguro (BA) e uma das áreas prioritárias do Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Ambientes Coralíneos (PAN Corais).

Realizada no final de março, auge do El Niño, a competição teve como Categoria Temática o branqueamento de corais. Assim, o e-book apresenta dados preliminares de estudo da Rede de Pesquisas Coral Vivo, que compara os efeitos do branqueamento no El Niño em fevereiro de 2016 com os mesmos pontos em 2019. O Concurso Coral Vivo de Foto Sub foi realizado pelos projetos patrocinados pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, Coral Vivo e Meros do Brasil, pela Associação Brasileira de Imagens Subaquáticas (Abisub) e pela Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Porto Seguro (BA). O público pode adquirir gratuitamente o livro digital pelo: http://coralvivo.org.br/arquivos/documentos/E-book-Concurso-Coral-Vivo-de-Foto-Sub.pdf

Nas entrevistas, tanto as duplas campeãs quanto os jurados contam um pouco sobre como começaram a se interessar por fotografia subaquática, lugares que mais gostam de mergulhar no Brasil, assim como curiosidades e desafios do Concurso Coral Vivo de Foto Sub. Durante a realização, aconteceu uma tempestade tropical, que deixou as águas mais turvas e com correntezas, e eles relatam isso e outros detalhes.

Sobre o Recife de Fora em Porto Seguro

A Secretaria de Meio Ambiente de Porto Seguro (BA) é o órgão gestor do Parque Natural Municipal do Recife de Fora. Ele foi criado em 1997, tem 17,5km², e fica a 5 milhas náuticas da costa. Essa unidade de conservação tem visitação diária limitada a 400 pessoas em trecho específico, tendo o restante da área protegida.

Sobre a Abisub

A Associação Brasileira de Imagens Subaquáticas (Abisub) tem como proposta integrar fotógrafos de todo país promovendo eventos estaduais e nacionais de fotografia e videografia subaquática com intuito de compartilhar experiências e conhecimento entre fotógrafos de vários níveis de habilidades, dos mais experientes aos que querem iniciar no universo das imagens subaquáticas.

Sobre o Projeto Coral Vivo

O Projeto Coral Vivo trabalha com pesquisa, educação, políticas públicas, comunicação e sensibilização para a conservação e sustentabilidade socioambiental dos ambientes coralíneos do Brasil. É realizado por 14 universidades e institutos de pesquisa, e é o coordenador executivo do PAN Corais, que engloba 18 áreas do MA a SC e 52 espécies ameaçadas de extinção: peixes e invertebrados. Tem base e centro de visitantes no Arraial d'Ajuda Eco Parque,em Porto Seguro (BA). O Coral Vivo integra a Rede Biomar, junto com os projetos Albatroz, Baleia Jubarte, Golfinho Rotador e Tamar, patrocinados pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental. O Coral Vivo tem o co-patrocínio do Arraial d’Ajuda Eco Parque, e contou com o apoio do Arraial d’Ajuda Eco Resort durante o Concurso Coral Vivo de Foto Sub.

Sobre o Projeto Meros do Brasil

O Projeto Meros do Brasil atua em âmbito nacional para a conservação dos meros (Epinephelus itajara) e dos ambientes marinhos e costeiros associados. O Projeto desenvolve ações de pesquisa, educação e comunicação ambiental por meio de uma rede de colaboração que envolve 60 instituições governamentais, ONGs e a sociedade civil. É patrocinado pela Petrobras e está presente em nove estados brasileiros: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Pernambuco e Pará. Atualmente, os meros são tidos como um símbolo de conservação e proteção marinha no país.


Fonte: Ascom Coral Vivo - Fotos: Luiz Magina, Jorge Louzada, Marcelo Prim, Peu Guerbas, Ulisses Turati, Luiz Cassino 

Associação Comercial propõe atuação mais próxima do empresariado

Cidade 09 de julho de 2019

 

A Associação Comercial de Porto Seguro está de cara nova. Recentemente, tomou posse a diretoria para o triênio de 2019/2021 e entre os planos, está o de trabalhar de forma mais atuante na defesa dos interesses da classe empresarial, com serviços e produtos que agregam valor aos associados. Incluem-se nesse objetivo consultorias, cursos e palestras, segundo informou a presidente Valéria Ferraz. Também estão entre as tarefas mais desafiadoras da entidade a retomada da credibilidade diante dos empresários e do poder público municipal.

Para Valéria, que comanda a diretoria junto com Geovson Magno (vice-presidente) e Rodrigo Trevisol (diretor secretário), a mudança da sede para um local mais central e de fácil acesso, foi um dos maiores desafios encontrados pela diretoria nesse início de gestão. O novo endereço da ACEPS fica na rua Saldanha Marinho, 63 - salas 1 e 2, no Centro, próximo à Travessia das Balsas.

Para resgatar os sócios antigos e atrair novos associados, a ACEPS criou núcleos de empresas, cuja função é conhecer as dificuldades dos segmentos e trabalhar de forma conjunta. “Em cada núcleo criado há um diretor ou coordenador que atua junto ao grupo, reunindo-se quinzenalmente para discutir ações de interesse comum”, afirma Valéria. Um exemplo é o Conselho da Mulher Empreendedora (CME), que vai realizar o Workshop Porto Noivas nos dias 28 e 29/07/19.

O núcleo visa unir e fortalecer as mulheres de iniciativa, incentivar a sua participação em atividades empresariais, promover capacitação e aperfeiçoamento, além de apoiar e realizar eventos de cunho empresarial, sócio cultural e filantrópico. Outros núcleos são: Unidos por Eventos; Cultura; Beleza e Estética; Pet Shops e Clínicas Veterinárias; Restaurantes; Reparadores e Mecânicas. Outros 16 associados compõem núcleos e conselhos de Administração e Fiscalização.

Novos associados

Desde o início de sua gestão, a nova diretoria reduziu a mensalidade de R$ 50 para R$ 30, dobrou o número de associados, e está promovendo cursos em parceria com eles. Em maio foi iniciada uma série de visitas para apresentar a nova direção e se colocar à disposição do empresariado. Segundo Valéria, ao assumir a presidência, ACEPS estava com 25 associados. Atualmente, com este trabalho de resgate, o número já passou do dobro. A presidente assegura que empresas que se associam recebem ainda outras vantagens, como assessoria jurídica consultiva gratuita, além de todos os serviços com descontos e informações que auxiliam o gestor no dia a dia de sua empresa.

Quando perguntada sobre a criação da Zona Azul, o estacionamento rotativo público com cobrança de taxas, cujo decreto foi feito recentemente, mas ainda não está em vigor, a presidente afirma que prefere não emitir ainda opinião sobre este tema, já que não há um consenso da diretoria. “Mas sabemos que toda forma de organização tem o objetivo de ajudar”, adianta.

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