JORNAL DO SOL JORNAL DO SOL
  • Notícias
    • Bahia
    • Brasil
    • Cidade
    • Cultura
    • Economia
    • Editais
    • Educação
    • Eleições 2026
    • Esporte
    • Meio Ambiente
    • Polícia
    • Política
    • Saúde
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia e Marketing
    • Turismo
  • Calendário de Eventos
    • Envie Seu Evento
  • CLASSIFICADOS
  • Trombone
  • Memória
    • Capas Impresso
    • Persona
  • Expediente

Água, transporte público e contratos onerosos são criticados na Câmara

Cidade 13 de dezembro de 2018

Os serviços públicos de água e esgoto, prestados pela Embasa, e de transporte coletivo, executados pela Viação Porto Seguro foram alvo de críticas mais uma vez na sessão da Câmara de Vereadores de Porto Seguro, nesta quinta-feira, 13/12/18.

Na reunião, os vereadores destacaram a participação da comunidade na audiência pública sobre o edital da licitação para concessão de serviços de água e esgoto, realizada no dia 12/12, pela prefeitura. Mas o vice-presidente da Casa, Aparecido Viana (PSD), criticou o Município por não ter levado um técnico para explicar os termos de contratação, já que está encerrado o contrato com a Embasa.

Os vereadores favoráveis à substituição da Embasa por outra empresa dizem defender a mudança para ter qualidade no serviço. Mas os contrários afirmam que abrir concessão para uma empresa privada irá aumentar os custos do serviço e reduzir ainda mais a capacidade de fiscalização por parte do município. “A Embasa é um mal necessário, mas queremos que ela permaneça e preste um trabalho melhor. Que seja revisto o tempo de contrato e aumentada a fiscalização”, disse Lázaro Lopes (PP).

Transporte público precário

Já o vereador Élio Brasil (PT) tocou mais uma vez na tecla da precariedade do transporte público e criticou o aumento da tarifa de ônibus, decretado pela prefeita Cláudia Oliveira no dia 10/12/18. “Aumentou a tarifa por quê? Os ônibus estão quebrados, sem cobrador. Temos que cobrar do secretário Fábio (de Serviços Públicos) e o procurador do município Hélio Lima para que façam cumprir o contrato da empresa de ônibus”. O vereador defendeu a regulamentação do transporte alternativo, conhecido como ‘lotação’, já que os trabalhadores precisam chegar ao seu emprego diariamente.

Geraldo Couto (PHS) pegou carona no questionamento e disse que já presenciou por diversas vezes, ônibus quebrados nas ladeiras do Bahianão e do aeroporto. “A frota está sucateada! Uma cidade que recebe turistas do mundo todo passando por este problema... E se acontecer algum acidente grave? O transporte coletivo é necessário principalmente numa cidade operária como Porto Seguro. Quando não atende de forma eficaz, produz um serviço irregular como é o transporte alternativo.”

Contrato além da conta

O vereador Rodrigo (PV) subiu à tribuna para afirmar que o dinheiro público está “indo pelo ralo” em Porto Seguro, com serviços prestados ao município a preços exorbitantes. Citou como exemplo a contrato com a empresa Multiface de jardinagem, cujo valor total é de R$ 1.419.672, dos quais R$ 1.100.000 já foram pagos, segundo o vereador.

Ele afirmou ter feito orçamento no comércio local dos mesmos serviços e a diferença que achou foi de R$ 225.920. “Muitas vezes nós pecamos não passando a informação para as pessoas de como funciona o sistema público”. Ele lamentou o fato de que o TCM aceita o valor de contratação proposto pela prefeitura por ter sido ele referendado pela SINAPI - Índices da Construção Civil, da Caixa Econômica Federal. “Esta é mais uma prova de que o dinheiro público vai para o ralo e nada podemos fazer.”

Projetos aprovados

Dois projetos de lei vindos do Executivo passaram por segunda votação, na sessão desta quinta. O PL nº 028/2018, que dispõe sobre a regularização espontânea de unidades imobiliárias, no que se refere à documentação, tributação, construção e fiscalização destas unidades; e o PL nº 034/2018, que institui o Programa de Recuperação Fiscal – REFIS, de refinanciamento de débitos fiscais de pessoas físicas e jurídicas com o fisco municipal.

Balão intragástrico para perder peso já está disponível em Porto Seguro

Cidade 12 de dezembro de 2018

 

A capixaba Bianca Balarini, 32, encontrou em Porto Seguro um procedimento que está mudando a sua vida. Para ela, que pesava 64 quilos antes de engravidar, tornou-se urgente encontrar um meio de reduzir os 34 quilos adquiridos na gestação. Durante os três primeiros meses de amamentação, Bianca perdeu cerca de 22 kg, mas estava com dificuldade para ficar em paz com a balança. A advogada resolveu então procurar um gastroenterologista para resolver esta questão de forma saudável.

Foi aí que, após algum tempo de procura, optou pela implantação do balão intragástrico. Trata-se de um procedimento menos invasivo do que a cirurgia bariátrica e, consequentemente, mais rápido e indolor. “Acredito que tenho um quadro de compulsão. E o procedimento é também uma maneira de ajudar na reeducação alimentar”, observa.

O especialista em Gastroentelogia e Endoscopia Digestiva Alta, André Engelhardt Lorenzon, que desde o mês de agosto realiza o procedimento em Porto Seguro, explica que o tratamento envolve uma técnica que consiste na implantação de um balão no interior do estômago, ocupando em torno de 40 a 60% do órgão, o que leva à saciedade, facilitando a perda de peso.

É um procedimento indicado para pacientes com excesso de peso e índice de massa corporal (IMC) acima de 27kg/m2. Segundo o médico, pode ser utilizado nos diversos graus de obesidade, inclusive a mórbida. “É uma indicação também para pacientes que precisam emagrecer para fazer a cirurgia bariátrica”. O método é menos invasivo, de rápida execução, sem cortes nem internação.

“O paciente é sedado de forma convencional, e, por via endoscópica, é introduzido um balão de silicone em seu estômago, que é preenchido com soro fisiológico e corante azul”, esclarece Dr. André. Desta forma, já cheio, ele vai dar saciedade precoce ao paciente. Junto com o soro vai o corante azul dimetileno, porque se o balão vazar, o sinal será dado por meio da cor verde na urina do paciente, o que indicará a necessidade de novo procedimento para troca do balão.

Resultados animadores

Bianca passou pelo procedimento no dia 30 de agosto, quando estava com 78 quilos. Ela conta que, além de diminuir a quantidade de alimento ingerido, na primeira semana seguiu uma dieta líquida. Na segunda, já ingeriu alimentos pastosos e na terceira, já pôde se alimentar com uma dieta com proteína, porém pouco calórica. Também voltou a fazer atividade física. “Senti meu corpo desinchar e já perdi cinco quilos. Estou mais animada para fazer exercícios físicos, porque agora vejo os resultados.”

De acordo com cada caso, o paciente pode escolher o tratamento, com duração de seis ou 12 meses. Durante o tratamento, explica o médico, “é muito importante que o paciente seja acompanhado por nutricionista, psicólogo e educador físico”, porque para alcançar o objetivo de emagrecer com saúde, ele terá que adotar algumas mudanças na rotina, como praticar atividade física, ingerir alimentos saudáveis e apenas o necessário para se manter saudável.

É o que está fazendo Bianca, que optou pelo tratamento de um ano, tendo acompanhamento de nutricionista e educador físico e vai iniciar com psicólogo. A colocação do balão intragástrico ainda não entrou na relação de serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e nem pelos planos de saúde. De acordo com Dr. André Lorenzon, não é autorizada a divulgação de valores pelo CRM. Para maiores informações, entrar em contato por WhatsApp (73) 98136-9341.

Prédio do antigo Hotel Fenícia foi interditado pela Defesa Civil

Cidade 11 de dezembro de 2018


A Defesa Civil de Porto Seguro interditou, no fim do dia 10/12/18, todo o prédio onde funcionava o antigo Hotel Fenícia, logo na chegada ao Centro da cidade. A medida aconteceu após a Defesa Civil ter dado prazo de um mês para que a imobiliária responsável pelo prédio tomasse providência com relação ao escoramento da marquise, o que não foi feito.

O prédio tem cerca de 40 anos e fica localizado na Av. 22 de Abril. Abriga em torno de 16 lojas de diversos segmentos, como lanchonetes, agências de turismo, lojas de cosméticos, confecções e utilidades domésticas, além de um estacionamento em uma área atrás das lojas. Todos eles tiveram que fechar as portas devido aos riscos apontados pela Defesa Civil, como fios desencapados, paredes e teto úmidos e rachados, que oferecem riscos de choque elétrico, curto-circuito e desabamento.

Os lojistas, que não querem se identificar, ficaram desapontados com a impossibilidade de continuar trabalhando mas alguns disseram que já era hora de se tomar alguma providência sobre a estrutura do local: “Eu preciso trabalhar pelo pão de cada dia mas entrava aqui com receio de que algo acontecesse, porque nunca vi manutenção no prédio”.

De acordo com a Defesa Civil, as instalações só serão liberadas quando forem realizadas obras de uma reforma com projeto executado por engenheiros e aprovada pelos órgãos de fiscalização. Toda a operação foi feita com o acompanhamento da guarda municipal e isolamento da área.


Fotos: WhatsApp

Oficiais de justiça reclamam da falta de segurança para cumprir mandados

Cidade 11 de dezembro de 2018

Além de auxiliar o juiz em audiências e julgamentos, os oficiais de justiça, servidores do Poder Judiciário, são incumbidos de cumprir decisões judiciais, que podem ser uma simples citação ou intimação, um mandado de prisão, de busca e apreensão de uma criança, desocupação de um imóvel, ou ainda de afastamento de um marido agressor. Em Porto Seguro, oficiais de justiça se queixam de más condições de trabalho, especialmente da falta de segurança e da dificuldade para encontrar os domicílios a que são destinados a comunicação.

Para chamar atenção das autoridades para o assunto, junto com colegas de profissão, a oficial de justiça Shirley Barrack preparou um documentário com texto e fotografias, narrando o cotidiano desses profissionais a serviço da Justiça. Em carta intitulada “O papel do oficial, do ponto de vista extraoficial”, Shirley critica o fato de que a grande extensão da comarca de Porto Seguro esteja a cargo de 17 oficiais de justiça, “protegidos apenas pela camisa de algodão”, buscando cumprir mandados da Justiça Comum e do Sistema dos Juizados Especiais.

“São 2.287 km2 de município, com seus inúmeros e populosos bairros. Só o Baianão tem cerca de 70 mil habitantes e tem ainda os distritos de Vera Cruz, Arraial d’Ajuda, Vale Verde, Trancoso, Caraíva, Aldeia de Barra Velha, Queimados, Boca da Mata etc; alguns paradisíacos, mas com muitas estradas sem pavimentação.”

Ela critica o fato de a “terra-mãe, a caminho dos 519 anos”, não sinalizar grande parte dos logradouros, muitos deles sem localização via no satélite (GPS). “A rara numeração das casas afronta os conhecimentos mais elementares da matemática, pois os números são repetidos e sem sequência lógica”, observa. Segundo a oficial, a população flutuante e desconhecida entre si, típica de cidade turística, torna o trabalho do oficial ainda mais desgastante e infrutífero.

Shirley cita a necessidade do surgimento de “super-oficial”, enfrentando limites e, em alguns casos, assumindo as despesas para executar suas tarefas. Para levar mandados a Barra Velha, por exemplo, “o oficial precisa atravessar de balsa para o Arraial d’Ajuda, viajar durante uma hora até Trancoso e percorrer até Caraíva mais 37 km de estrada de chão, em severas condições, em seu veículo particular e inadequado para o trecho”. Segundo ela, a indenização de transporte fornecida pelo TJ é de apenas R$ 13,07 por mandado.

Ao deixar o veículo às margens do Rio Caraíva, pagam estacionamento, canoa, para atravessar e mais R$ 80 pela viagem de buggy até Barra Velha. “São só 6 km, que duram uma eternidade porque não há estrada, mas um autêntico areal. De lancha sai a 75,00 por pessoa e depende de lotação.”

Risco de vida

Mas a falta de segurança é, sem dúvida, o fator que mais pesa no trabalho dos oficiais. E, segundo Shirley, interfere negativamente no resultado. “Em Caraíva, comunidade com apenas 1000 habitantes, localizada dentro da área de proteção ambiental não havia nenhum militar no posto policial. “A expectativa da comunidade é que a justiça se efetive! E a terra-mãe tem que dar exemplo pro resto do país! Esse oficialato não pode, definitivamente, ser encarado como uma mera relação de trabalho, pra isso já existe o carteiro!”, ressalta.

Os problemas são registrados por servidores de todo o Estado. Dados Sindicato dos Oficiais de Justiça da Bahia (Sindojus) informam que, em 2018, 14 oficiais de justiça na Bahia registraram situação de violência em serviço, muitos deles, mais de uma vez. As ameaças partiram, segundo o sindicato, de pessoas intimadas ou seus familiares, traficantes e até sem-terra. “Fui intimidado pelo réu portando uma pistola à mostra e estava nervoso, me deixando com medo do pior”, disse um oficial que não quis se identificar. Outro oficial afirmou que foi ameaçado, mesmo em companhia da polícia: “ao intimar um agressor de violência doméstica, ele saiu com uma faca na mão. E eu estava com a polícia.” E outro oficial afirmou que foi salvo por um mototaxi que acompanhava a diligência.

De acordo com Itailson Farias da Paixão, presidente do Sindojus, os oficiais de justiça ficam, em grande parte do tempo, vulneráveis. “Quando a gente vai cumprir um mandado mais complexo, uma busca e apreensão de uma criança, um afastamento do lar, uma prisão, a gente já sabe que vai ser necessário usar a força e aí o juiz acaba determinando que a gente vá com a polícia. O resto, a gente vai sempre contar com a sorte”, disse Itailson, citando encontros com pessoas emocionalmente desequilibradas e abordagens feitas por traficantes.

O presidente do sindicato dos oficiais de justiça afirma que, há, desde o dia primeiro de junho de 2016 um processo no Tribunal de Justiça da Bahia referente às normas de segurança, mas ainda sem decisão. “A sensação de impunidade é muito grande nesse país. Nossa situação é extremamente complicada. O TJ sempre alega falta de condições financeiras. A gente pede qualificação na defesa pessoal, por exemplo, e o tribunal diz sempre que não tem condições. Temos uma missão que é nobre, extremamente importante para a sociedade, mas que não conta com estrutura para cumprir nosso papel”, desabafa.

TJ/BA afirma que está buscando valorização dos oficiais de Justiça

Por meio de sua assessoria de Comunicação, o TJ/BA afirmou que tem intensificado um trabalho de valorização do servidor com o acompanhamento de todos os sindicatos representativos inclusive o Sindojus/Bahia. “Já está em fase de conclusão e finalização uma campanha para valorização do oficial de justiça com o fortalecimento do papel desempenhado e do conhecimento adquirido”.

Segundo o TJ, no início de novembro, foi realizado, em feira de Santana, o 1º Seminário de Atualização Legislativa e Procedimental para Oficiais de Justiça. O evento contou com a participação do juiz de Direito Antonio Henrique da Silva, da 2ª Vara Criminal da Comarca de Feira de Santana e Coordenador do Comitê Local da Governança da Política de Gestão de Pessoas do TJ/BA; do diretor do Fórum Des. Filinto Bastos, em Feira de Santana, Dr. Antonio Gomes de Oliveira Neto; do Sindicado dos Oficiais de Justiça do Estado da Bahia - Sindojus/BA, através do seu Presidente, Itailson Farias da Paixão, do Comitê Local da Governança da Política de Gestão de Pessoas do TJ/BA; da Unicorp e do TJ/BA.

Dentre outros assuntos, esteve na pauta a atualização legislativa referente à Lei de Organização Judiciária do Estado da Bahia, Lei dos Juizados Especiais (Lei nº 9.099/95), Processo Civil, Penal e Administrativo, Fazenda Pública, Procedimentos administrativos e correicionais e ferramentas tecnológicas.

Taxistas fazem protesto na Orla Norte

Cidade 07 de dezembro de 2018

Na sexta-feira, 07/12/18, taxistas de Porto Seguro realizaram um protesto na BR 367, Orla Norte, cobrando mais rigor na fiscalização de veículos e motoristas que fazem transporte alternativo na cidade.

Eles querem que a prefeitura tenha mais rigidez no tratamento da questão ligada ao funcionamento do aplicativo Uber e às associações de motoristas que trafegam com passageiros especialmente dos bairros periféricos para o centro da cidade.

O problema tem ganhado grandes proporções e causado desconforto para taxistas, motoristas e especialmente para a comunidade, que depende do serviço de transporte para o trabalho, escola e, muitas vezes, para cuidar da saúde.

Os taxistas afirmam que, enquanto eles são obrigados a manter as taxas e impostos em dia e a mudar de veículo temporariamente, os serviços prestados pelo Uber não são passíveis de tributos nem de avaliação sobre os serviços e veículos, além de oferecerem o serviço sem credenciais e a preços mais baixos.  Ao final do protesto, os taxistas realizaram uma carreata com buzinaço por toda a Orla Norte.


Foto: Namídia News

  1. Prefeitura marca audiência pública sobre concessão de serviços de água e esgoto
  2. Parque Nacional do Pau Brasil receberá investimentos de R$ 7 milhões
  3. ‘O Poder da Autorresponsabilidade’ é tema de treinamento em Porto Seguro
  4. Zona Azul foi aprovada, mas ainda não saiu do papel

Página 132 de 187

  • 127
  • 128
  • 129
  • 130
  • 131
  • 132
  • 133
  • 134
  • 135
  • 136
  • Notícias
    • Bahia
    • Brasil
    • Cidade
    • Cultura
    • Economia
    • Editais
    • Educação
    • Eleições 2026
    • Esporte
    • Meio Ambiente
    • Polícia
    • Política
    • Saúde
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia e Marketing
    • Turismo
  • Calendário de Eventos
    • Envie Seu Evento
  • CLASSIFICADOS
  • Trombone
  • Memória
    • Capas Impresso
    • Persona
  • Expediente