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Fábrica da vassouras recicladas abre novos horizontes para a Casa Dia

Cidade 14 de agosto de 2018

“Só por hoje, estou limpo”. Ouvir essa frase vinda de um dependente químico não tem preço. Melhor ainda é quando os internos da Casa Dia, no Arraial d´Ajuda, têm uma oportunidade de geração de renda e inclusão social. Isso vem se tornando possível através do incremento da fábrica de vassouras com cerdas de garrafas pet recicladas da Casa Dia, visando dar sustentabilidade financeira à uma instituição que presta relevantes serviços à comunidade.

Com esse espírito, somando preservação do meio ambiente e ganho social, o Rotary Club de Porto Seguro se propôs, em outubro de 2017, a desenvolver junto à Casa Dia um plano de negócios para a fábrica, com assessoria do Sebrae. Menos de um ano depois, o interno Regis apresentou, com muito orgulho, durante reunião ordinária do Rotary, o protótipo da vassoura denominada “Casa Limpa”: 100% reciclada, com cerdas de garrafas pet; capa do plástico recozido; e cabo, taco e cunha de eucalipto reflorestado.

Regis é um dos representantes da Casa Dia no projeto, responsável pelo novo negócio e desenvolvimento de produtos. “Nós já tínhamos um maquinário para a fabricação de vassouras com garrafas pet, mas o Rotary veio trazer os instrumentos para evoluirmos”, conta Mauro Pasturczak, coordenador interno da Casa Dia, participante desde o início da empreitada. Em poucos dias, as 150 primeiras vassouras fabricadas foram rapidamente adquiridas por empresários da cidade. “De certa forma já está funcionando, dando frutos, mas ainda é só um começo”, diz, consciente.

Plano de negócios

Mauro lembra a chance proporcionada pelo Rotary de participar de um curso sobre gerenciamento de negócios, no Sebrae. O Plano de Negócios, construído em conjunto, incluiu pesquisa de mercado, análise da concorrência, estudo de viabilidade econômica, composição de custos e preço, desenvolvimento de produtos, busca de fornecedores e planejamento de marketing.

Como resultado, além da vassoura básica, outros produtos estão sendo criados, como o vassourão de gari; escova para vasos sanitários; e artesanato com as sobras da garrafa pet - tampa, gargalo e fundo, como aparadores de panelas, cestos, tapetes, abajours e tapetes. Para o recolhimento das garrafas, serão envolvidas as escolas e os hotéis all inclusive. A partir daí, está prevista uma agenda de palestras educativas de conscientização ambiental e prevenção em relação ao perigo do consumo de tabaco, drogas e álcool, através da experiência de pessoas que passaram pela Casa Dia.

Reforma necessária

O próximo passo é fazer a reforma do galpão na sede da Casa Dia, onde funciona a linha de montagem. A obra está orçada em R$ 12 mil só de material de construção. “Vamos elaborar uma campanha de doação do material junto aos empresários do setor para viabilizar a reforma. Com isso, vamos dar melhores condições e mais segurança aos internos envolvidos nessa laborterapia. Esperamos contar com essa adesão dos comerciantes”, conclama Alex Cunha, presidente do Rotary Club de Porto Seguro e um dos incentivadores do projeto.

A capacidade de produção da fábrica ainda é limitada, mas a estratégia é introduzir a vassoura nos principais hotéis, pousadas, restaurantes e comércio da cidade. “A gente espera, com a ajuda de Deus e de todos os colaboradores da Casa Dia, chegar um pouquinho mais à frente, conseguir que a Casa Dia possa fazer desse retorno das vassouras uma forma de se auto sustentar”, diz esperançoso Mauro.

“Essa parceria com o Rotary vem dando muito certo, não só no aspecto financeiro, mas também no apoio de logística, de ideias, de boa vontade. Uma maneira nova também da Casa Dia perceber que as pessoas estão dispostas a nos ajudar”, conta Mauro. “Eu só tenho a agradecer ao Rotary por abrir essa porta, mas os desafios só estão começando. Mesmo que os gestores do Rotary mudem, torcemos que o projeto continue e que venham outras ideias”, resume Regis.

Mas o importante mesmo é que Regis, que tanto tem se dedicado a essa iniciativa, e todos os outros internos da Casa Dia, possam reafirmar, em alto e bom som: “só por hoje, e a cada dia, estou limpo”.

Conheça mais a Casa Dia

A Casa de Apoio ao Dependente Químico do Arraial d´Ajuda - Casa Dia foi fundada em junho de 2007. É uma instituição sem fins lucrativos, cujo objetivo é acolher dependentes químicos em regime de internato. Sua terapia consiste em levar ao conhecimento desse público em clara vulnerabilidade social os “12 Passos” utilizados nas irmandades anônimas.

A intenção é criar o interesse e reinserir o interno, no menor espaço de tempo, novamente no convívio social. Sempre passando por muitas dificuldades financeiras, e sustentada por doações de pessoas físicas e jurídicas, incluindo o Rotary Club, em 2010 conseguiu sua sede própria. Ao longo desses 11 anos, atendeu cerca de 4.000 pessoas. Possui estatuto e personalidade jurídica legalizadas.

Atualmente abriga 20 internos e oferece como laborterapia a criação de peixes, artesanato, viveiro de mudas, horta orgânica e a fabricação de vassouras com reciclagem de garrafas pet.

Autores locais fazem noite de autógrafos na Feira do Livro

Cidade 13 de agosto de 2018

Atendendo a convite da Prefeitura de Porto Seguro, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, escritores locais membros da Academia de Letras de Porto Seguro participaram, dia 11/08, de uma noite de autógrafos na Feira do Livro, montada na Passarela do Descobrimento.  Apresentando também suas obras para o público, participaram do evento os autores Alda Andreia Therkovisky, George Setúbal e Romeu Fontana. Obras de outros membros da Academia também foram expostas no estande da entidade.

"Esse tipo de iniciativa é uma forma de despertar a curiosidade das pessoas, divulgando os autores locais e permitindo o acesso à leitura. E os preços aqui também são muito interessantes", disse a escritora Alda Andreia, que apresentou cinco títulos de sua autoria.  Romeu Fontana autografou seu mais recente livro, "Porto Seguro – Memória Photográphica", que traz fotos comparativas, do seu arquivo pessoal e outras cedidas por antigos moradores.

Autografando seu romance autobiográfico "Só por uma noite", George Setúbal também elogiou a ação e o trabalho desenvolvido pela Academia de Letras, que tem o empresário Cícero Sena como presidente e da qual George é vice- presidente. "Meu livro fala sobre espiritualidade, fé, amizade, drogadição e recuperação", observa o autor, que também já foi dependente químico. "Procure ajuda", aconselha às pessoas que desejam se libertar das drogas, lembrando que a cidade possui um grupo dos Narcóticos Anônimos, que se reúne às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 20 h, no Hospital Regional, à rua Cova da Moça. 

A participação dos escritores locais na Feira de Livros foi incentivada pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, que esteve representada pelo superintendente de Cultura, Eráclito Santana. "Estamos sempre dispostos a apoiar iniciativas como esta. Temos autores excepcionais em nossa cidade, e esta é uma excelente oportunidade de difundir o belo trabalho realizado por eles", enfatizou. No estande da Academia de Letras de Porto Seguro foram expostos ainda livros de autores como Cícero Sena, Roberto Martins, Isabel Belasco, João Sena e Allyson de Matos.

Ascom – Prefeitura de Porto Seguro

Mães dedicadas fazem a diferença na vida de seus filhos especiais

Cidade 08 de agosto de 2018

Se ser mãe já é um grande desafio, gerar filhos com limitações físicas ou neurológicas exige ainda mais de mulheres. Muitas delas ainda não conseguem emprego ou são obrigadas a abrir mão de trabalhar. Algumas rifam objetos para conseguir bancar o tratamento dos filhos. A maioria lida sozinha com a situação e tem que arcar com a compra de fraldas, leite, plano de saúde, medicamentos...

 Adriana, 42, Miriam, 35 e Cássia, 43, são batalhadoras e dedicadas, que encaram uma rotina de cuidados com seus filhos. Em comum, elas também têm a luta, a dificuldade de diagnóstico e a bênção de não se lamentar nem esmorecer diante das barreiras. Conheça um pouco da história dessas mães, escolhidas justamente por serem especiais.

 

Apesar do susto inicial, Adriana nunca rejeitou a filha

Adriana de Matos, 42, dona de casa, casada, tem um filho de 19 anos do primeiro casamento e uma menina do segundo. A pequena Karina, 2, tem Síndrome de Down, que só foi descoberta na hora do parto, mesmo a mãe tendo feito pré-natal completo. Segundo Adriana, na ultrassonografia morfológica não apareceram sinais da síndrome.

A surpresa a deixou sem saber o que fazer. “Levei um susto na hora do parto, mas em nenhum momento rejeitei minha filha. Eu me preocupava em como iria cuidar dela. Tive amor do mesmo jeito. Tenho amigos com filhos com Down, mas nunca havia me aprofundado para saber como lidar com a situação. Eu chorava muito de emoção. Meu medo era de perdê-la. Mas coloco tudo nas mãos do Senhor”.

A Síndrome de Down ocorre quando as pessoas têm 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população, e a formação se dá na concepção. Pessoas com a síndrome podem ter características semelhantes e estar sujeitas a uma maior incidência de doenças, mas suas personalidades diferem. Além disso, o aprendizado ocorre no tempo de cada indivíduo.

Depois da dificuldade em diagnosticar a síndrome enquanto estava grávida, Adriana teve que encarar a falta de informações. “Karina tem um grau leve da síndrome. A médica disse que a diferença em relação às outras crianças é que ela vai aprender as coisas mais lentamente, no tempo dela”. O conhecimento veio da avó, que conhecia a Apae e indicou para Adriana. “Temos muito apoio da Apae. É muito bom. Me sinto à vontade. Aqui tenho convivência com outros pais na mesma situação, e minha filha conhece outras crianças e é onde ela não se sente diferente. Está aqui desde os três meses de idade. É muito esperta, anda, gosta de comer e foi se desenvolvendo mais rápido, com fonoaudióloga, fisioterapia”, comemora a mãe.

Miriam, a mãe do pequeno grande Davi

Miriam da Cruz é mãe de Davi, 3, e dona de casa. Teve uma gravidez tranquila, acompanhada com o pré-natal. O menino nasceu de parto normal e a mãe afirma que a falta de oxigenação no cérebro do bebê causou-lhe paralisia cerebral. Davi teve convulsões no primeiro dia de vida e só saiu do hospital após 21 dias de nascido, tendo sido alimentado por sonda durante uma semana. “Saí de lá com medo. Os médicos disseram que o bebê teria muitas dificuldades no aprendizado e que seria lento”.

Segundo Miriam, Davi tem também microcefalia. Ela conta que nos últimos meses de gravidez chegou a relatar ao médico sobre uma coceira pelo corpo, o que poderia indicar zica, chicungunha ou dengue, mas o médico teria afirmado que aquilo era coisa de gestante.

Davi passou por eletroencefalograma e o neuro teria dito à mãe que o bebê não teria sequelas, o que deixou Miriam com expectativas positivas em relação à saúde do filho. Mas a pediatra teria dito que o bebê não era normal. Cinco meses depois, uma tomografia confirmou a paralisia e a microcefalia. E foi quando ela ouviu do neuro: “sua criança vai ser especial.”

Entre os desafios para a família estão os gastos com medicações, suplementos e plano de saúde. Miriam enfrenta dificuldades em marcar as consultas, que são feitas trimestralmente. “Prefiro pagar a ter que esperar. Tem mães que ficam seis meses sem conseguir, por causa da agenda do médico, que atende o município todo”. No ano passado, pela consulta com especialista ela pagou R$ 350.

Para a locomoção, ela comprou para Davi um carrinho adaptado. “Ele tem alteração da deglutição e o carro ajuda na postura. Me desloco sempre de ônibus, ou o marido me traz, quando pode.” Mesmo assim, ela sofre com os ônibus cujos elevadores não funcionam. “Motoristas não ajudam, só os que eu conheço”.

A Apae, grande parceira de Miriam é considerada por ela uma segunda família. “Se eu pudesse vir mais de duas vezes na semana, eu viria. Todos os profissionais são muito atenciosos. Davi não sorria. Começou com fisioterapia, e agora já sorri. Comemora pequenos progressos. Sou por conta dele direto. Meu marido trabalha fora e eu faço tudo em casa”, resume, sem lastimar.  

Cássia: após a luta, chegam as recompensas

Mãe de André Luiz, 15, e Isabelly Victória, 13, a policial militar Cássia Bonfim, de 43 anos, também tem uma história de luta intensa. Ela conta que, quando pequeno, André levantou suspeitas de hiperatividade na escola e em casa. E Belly, como chama carinhosamente a filha, aos oito anos de idade e após quatro anos de pesquisa, foi diagnosticada em Salvador com autismo de grau leve.

André fez acompanhamento durante cerca de três meses. “A dificuldade aqui com especialistas era terrível”, testemunha a policial. Aos 12 anos, a escola fez um relatório pedindo à família que o levasse a um especialista, pois seria possível que o pequeno tivesse transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, conhecido como (TDAH). Com o diagnóstico incerto, as dúvidas persistiam e a família não tinha como tratar adequadamente a situação.

Cássia conta que, ao apresentar baixo rendimento escolar e mostrar sinais de rebeldia, teve que levar o menino a Salvador. A mesma neurologista que diagnosticou a filha com autismo, o diagnosticou com sintomas de abandono e melancolia. Há dois anos, a mãe dela, com quem tinham forte ligação, faleceu. Para ambos, uma perda muito drástica. Mas, atualmente, a rotina tem melhorado e os frutos estão sendo colhidos. “Ele está superando normalmente e é muito inteligente. É um ótimo aluno.”

 

Conciliação e reconciliação

Depois que descobriu o autismo na filha, o tratamento continuou em Salvador. Cássia e o marido tiveram que encontrar alternativas, se revezando para acompanhar os filhos. O cansaço e o estresse levaram a relação do casal a um desgaste e isto causou uma separação. A reconciliação veio após cinco meses, quando optaram por abraçar os desafios juntos. Desde 2015, Cássia trabalha durante um turno que possibilite estar com os filhos na maior parte do tempo.

“Isabelly progrediu muito. Se eu não falar que ela tem autismo hoje em dia, não dá pra perceber, porém, alguns assuntos que ela fala parecem bem infantis, fora do contexto”, diz a mãe. “Em Porto Seguro o tratamento é muito complicado, tudo é absurdamente caro.” O Centro de Atendimento Especializado realiza um bom trabalho, segundo Cássia, mas já apresenta necessidade de ampliar a estrutura e contratar mais profissionais.

Os avanços vieram gradativamente. “É difícil aceitar no começo pelo medo de não ter capacidade, mas Deus nos capacita através de nossas próprias bênçãos (os filhos)! Cada família tem uma experiência e uma dificuldade. E uma coisa é certa: fomos abençoados por Deus! O propósito d’Ele para conosco foi de muito amor. Mudamos o nosso sentimento e essa é a ideia. Hoje podemos dizer que somos diferentes e até melhores.”

Asfaltamento da Estrada da Balsa divide opiniões

Cidade 09 de agosto de 2018

Dúvidas são sobre o tipo de material e outros aspectos, como a drenagem pluvial

 

A Prefeitura de Porto Seguro já iniciou a recomposição dos passeios da Estrada da Balsa, no Arraial d'Ajuda, mas ainda não começou a pavimentação da estrada. Previsto no TAC (Termo de Ajuste de Conduta), que envolve também a requalificação da Travessia das Balsas, o serviço será executado pela empresa Pavinorte Premoldados e vai custar cerca de R$ 1,2 milhão. Segundo o secretário de Obras, José Carlos Cruz de Souza, a cobertura do piso, que liga o Apaga Fogo ao Arraial d´Ajuda será de asfalto e as obras serão  iniciadas ainda nessa mês de junho, com previsão de serem concluídas no mês de novembro.

Aguardada há muito tempo, inclusive em função da má conservação da estrada atual, a intervenção divide opiniões entre a comunidade do distrito, sobretudo quanto ao tipo de material a ser utilizado. Pairam dúvidas também sobre como a forma como o serviço será realizado. Para o empresário suíço Pierre Faure, da Pousada Água Marinha, localizada na Estrada da Balsa, o asfaltamento já deveria ter sido feito há mais tempo. “É uma vergonha esta estrada. Tem problemas de inundação quando chove, na frente da pousada fica uma poça, gerando transtornos na chegada e saída dos hóspedes. Mas antes de asfaltar tem que resolver a falta de drenagem da água da chuva”, alerta.

Já, a moradora Bernadete do Firmamento acha que o asfaltamento vai descaracterizar o distrito e tornar a estrada mais perigosa. “Arraial é muito pequenininho. Colocar asfalto vai tirar o charme do distrito. Além disso, a galera que desce em alta velocidade pela ladeira da Santa vai oferecer um perigo ainda maior. Já vi acidentes horríveis acontecerem aqui por causa disso. E também não é viável pavimentar sem fazer a drenagem pluvial.”

Contra o asfalto

Um abaixo assinado eletrônico está sendo organizado por moradores. A manifestação tem como destinatários a prefeitura e os Ministérios Públicos Federal e Estadual. As pessoas que assinam protestam contra a pavimentação da Estrada da Balsa com asfalto e sem drenagem. Diz o cabeçalho do abaixo-assinado. “As ruas do Arraial d'Ajuda necessitam de pavimentos rústicos e boa drenagem, não de asfalto. Vamos juntos preservar o estilo e as características do Arraial. Se você é contra pavimentar a Estrada da Balsa com asfalto, assine esse abaixo-assinado”.

O documento virtual está no link https://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/36174, criado em 1º de junho, com mais de 130 assinaturas. E cobra que a pavimentação aconteça de maneira adequada, cumprindo-se as cláusulas contidas no TAC, assinado em 21/07/2016 pela prefeitura, MPF, MP-BA, empresas de travessia Rio Buranhém Navegação, RioNave, Observatório Social e Câmara Municipal.

Dentre as reivindicações, são citados alguns pontos das cláusulas do TAC: remoção de solo impróprio à base ou barro existente com substituição por material de boa resistência devidamente compactado; instalação de tubulação adequada ao projeto de esgoto pluvial e de acordo com as normas e especificações; bocas de lobo em tijolo maciço com fundo de laje em concreto com dimensões, reboco e cobertura especificados no projeto; assentamento de meio fio de concreto pré-moldado, entre outras.

Em abril de 2016, a prefeitura pavimentou cerca de 600 metros lineares, totalizando 5 mil metros quadrados, no trecho próximo à saída da balsa. Na época, afirmou que já haviam sido realizados 1.500 metros lineares nos trechos mais desgastados e que estavam previstos outros 2.000 metros lineares para asfaltar toda a estrada.

Conforme publicado no Diário Oficial em 15/05/2017, o serviço de pavimentação que acaba de ser contratado também será com concreto betuminoso usinado a quente (asfalto). A contratação inclui drenagem pluvial e recuperação do passeio da estrada da balsa, sob o valor total de R$ 1.197.059,43.

Senac promove Feira de Profissões com inscrições gratuitas

Cidade 08 de agosto de 2018

 

Inspirado nas tendências de mercado, o Senac promove a 2ª edição da Feira de Profissões na Costa do Descobrimento. A feira acontece no Centro de Eventos do Senac Porto Seguro, em Taperapuan, e contempla palestras, oficinas e workshops. As inscrições são gratuitas e as vagas são limitadas. O evento acontece nos dias 09/08 (8h00 às 20h00) e 10/08 (8h00 às 20h00).

Quem se interessar por assuntos relacionados a Redes Sociais, Gastronomia e Gestão, já pode marcar na agenda, pois o Senac preparou uma extensa programação nessas áreas com direcionamento para o mercado de trabalho.

Para os que gostam da área de tecnologia através das mídias digitais, serão apresentadas palestras para empreendimento de beleza em redes sociais, como ganhar dinheiro com vídeos no Youtube e impulsionar reservas diretas no setor de hotelaria. Além disso, serão realizados workshops na área de Beleza e Estética.

As inscrições são feitas pelo fone: (73) 3162-7300 ou na hora, sendo sujeito a lotação. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.ba.senac.br/FeiraDeProfissoes


Fonte: Ascom Senac

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