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Em setembro, IBGE estima safra baiana de grãos maior que a de 2016

Bahia 10 de outubro de 2017

A estimativa de setembro para a safra baiana de cereais, leguminosas e oleaginosas (também conhecidos como grãos), em 2017, totalizou 8.119.086 toneladas, o que representa um crescimento de 43,3% em relação à safra de 2016 (5.665.096 toneladas). A área a ser colhida com grãos está estimada em 3.050.718 hectares, mantendo-se em crescimento (12,1%) frente a 2016 (2.721.273 ha).

Em relação às informações de agosto, a estimativa de produção baiana de grãos foi revista para cima, com um aumento de 0,8% (+61.690 toneladas), refletindo incremento de 0,9% na previsão área a ser colhida (+28.175 hectares), de um mês para o outro.

Em relação a 2016 (+43,3%), o crescimento previsto para a safra de grãos baiana supera a média nacional (+30,3%), que também teve revisão para cima (+0,5%) de agosto para setembro.

A Bahia se mantém como o oitavo estado produtor de grãos do país, responsável por 3,4% da safra nacional, estimada, em setembro, em 240,9 milhões de toneladas. Mato Grosso permanece na liderança, sendo responsável por pouco mais ¼ da produção (26,2%), seguido pelo Paraná (17,2%) e Rio Grande do Sul (15,1%).

As informações são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado mensalmente pelo IBGE. O grupo de cereais, leguminosas e oleaginosas (grãos) engloba os seguintes produtos: arroz, milho, aveia, centeio, cevada, sorgo, trigo, triticale, amendoim, feijão, caroço de algodão, mamona, soja e girassol.

Incorporadas as revisões nos dados de 2016, em razão da divulgação dos resultados da PAM, e segundo os dados atualizados em setembro deste ano, dos 34 produtos investigados pelo LSPA na Bahia, 13 devem ter safra maior em 2017, na comparação com o ano passado.

As produções que mais devem crescer no estado são as de feijão 2ª safra, que deve mais que quadruplicar (+341,5% ou +129.765 toneladas); milho 2ª safra, que deve mais que duplicar (+151,0% ou +311.127 toneladas); e soja (+57,7% ou +1.878.881 toneladas).

De agosto para setembro, crescem estimativas da 2ª safra de feijão (+18,7%) e da produção de mandioca (19,5%) na Bahia

De agosto para setembro, a estimativa nacional para a 2ª safra de feijão aumentou 3,8%, chegando a 1,256 milhão de toneladas, acompanhando os aumentos no rendimento médio (+0,5%, indo a 1.073 kg/ha) e na área colhida (+3,4%, chegando a 1,171 milhão de hectares).

A Bahia, com um aumento de 18,7% na estimativa da 2ª safra, entre agosto e setembro, foi um dos estados que contribuíram com essa revisão para cima da produção de feijão – ao lado de Minas Gerais (4,2%), São Paulo (11,5%), Mato Grosso (9,9%) e Goiás (47,9%).

No estado, a 2ª safra de feijão deve chegar a 167,8 mil toneladas, mais que quatro vezes o que foi colhido em 2016 (+341,5%), com incrementos na área cultivada (+40,6% em relação a 2016, chegando a 243,5 mil hectares) e no rendimento médio (+155,5% em relação a 2016, chegando a 718 kg/ha).

A estimativa da produção brasileira de mandioca em 2017, 20,8 milhões de toneladas, também foi revisada para cima (+3,3%) entre agosto e setembro, sob influência dos aumentos da produção na Bahia e no Paraná, entre um mês e outro.

De agosto para setembro, a previsão da safra de mandioca foi reajustada na Bahia, com aumento de 21,6% da área a ser colhida (chegando a 192,1 mil hectares) e de 19,5% da produção, que deve alcançar 2,1 milhões de toneladas. Assim, em relação a 2016, espera-se no estado, neste ano, uma produção de mandioca 6,3% maior.

O bom desempenho esperado na lavoura baiana, porém, não deve ser suficiente para que a produção brasileira fique acima do colhido em 2016. A previsão é que a safra nacional de mandioca em 2017 seja 1,5% menor que a do ano anterior, influenciada em grande parte pelas perdas esperadas no Paraná (-19,6%, chegando a 3,1 milhões de toneladas) e no Pará (-0,7%, indo a 4,2 milhões de toneladas), os dois principais produtores. A Bahia tem a terceira maior produção de mandioca do país, respondendo por 10,0% da safra brasileira.

A produção nacional de algodão deve ter aumento de 10,5%, em 2017, frente a 2016, atingindo 3,8 milhões de toneladas. Esse resultado é fruto do incremento de 18,6% no rendimento médio do país, que deve chegar a 4.125 kg/ha neste ano, enquanto a área plantada foi reduzida em 7,4%, totalizando 927,6 mil hectares.

Na Bahia, apesar da melhoria das condições climáticas, após a forte revisão para cima da área plantada (de 257,2 mil para 279,9 mil hectares) e da produção de algodão em 2016 (de 795,2 mil para 878,6 mil toneladas), a safra de 2017 (833,5 mil toneladas) deverá apresentar redução de 5,1% em relação ao ano passado, resultado da retração de 27,1% na área cultivada (que deverá ser de 204,1 mil hectares). O rendimento médio, por outro lado, deve aumentar 27,9%, chegando a 4.084 kg/ha.

A Bahia deverá responder por 21,8% da safra nacional de algodão herbáceo em 2017, com a segunda maior produção, atrás apenas de Mato Grosso (66,4%), que tem estimativa de safra de 2,6 milhões de toneladas neste ano, 16,1% superior à de 2016.

O algodão é o terceiro grão mais importante na Bahia, representando 10,3% da safra de cereais, leguminosas e oleaginosas do estado.

Estimativa da safra de cacau 2017 segue em queda na Bahia e puxa produção nacional para baixo

A estimativa de produção nacional de cacau em setembro é de 213,5 mil toneladas, 4,8% menor que a de agosto (224,2 mil toneladas), em razão de reduções nas áreas plantadas (-2,8%) e a serem colhidas (-3,2%).

Com a revisão para baixo na estimativa de setembro, a safra brasileira de cacau em 2017 (213,5 mil toneladas) deverá ser um pouco menor (0,1%) que a de 2016 (213,8 mil toneladas).

Esses resultados foram influenciados pelas estimativas da Bahia, de agosto para setembro, de quedas de 4,4% na área a ser colhida (chegando a 480 mil hecatres), de 7,1% no rendimento médio (que fica em 195 kg/ha) e de 11,3% na produção (indo a 83,9 mil toneladas).

A Bahia deve ser em 2017 o segundo maior produtor de cacau do país, com 39,3% do total nacional, com uma previsão de safra 27,5% menor que a do ano passado (83,9 mil  frente a 115,8 mil toneladas), resultado de quedas tanto na área a ser colhida (-19,5%, de 596,2 mil para 480 mil hectares) quanto no rendimento médio (-6,7%, de 210 kg/ha para 195 kg/ha).

Assim o estado deverá perder a liderança nesse produto para o Pará, cuja estimativa de safra é de 116,4 mil toneladas em 2017 (54,5% do total).


Fonte: IBGE

MPF convoca estagiários aprovados em seleção pública

Bahia 10 de outubro de 2017

O Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) convoca estagiários de nível superior, habilitados em seleção pública, dos cursos de Direito, Administração e Biblioteconomia para provimento de vagas nas unidades de Salvador, Feira de Santana e Guanambi. Os candidatos aprovados devem comparecer às sedes das respectivas unidades, entre os dias 09 e 16/10/17, das 13h00 às 17h00, portando os documentos constantes no anexo I do edital de convocação.
Confira a íntegra do edital com a lista de convocados.


Fonte: Ascom

MPF na Bahia tem novo procurador-chefe

Bahia 06 de outubro de 2017


O procurador da República Fábio Conrado Loula tomou posse, em 02/10/17, do cargo de chefia do Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA), para o biênio 2017-2019, tendo como substituta a procuradora da República Vanessa Cristina Gomes Previtera Vicente. E na função de procurador Regional Eleitoral na Bahia, assumiu, o procurador Cláudio Alberto Gusmão Cunha. Seu substituto é Ovídio Augusto Amoedo Machado.
Deu posse aos novos procuradores, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em cerimônia realizada na sede da Procuradoria Geral da República, juntamente com todos os procuradores-chefes dos estados brasileiros. Está marcada para 19/10/17, em Salvador, a solenidade na Bahia.


Fonte: Ascom MPF/BA

 

Abertas até 03/11 as inscrições para o programa Mais Futuro

Bahia 06 de outubro de 2017


Estão abertas as inscrições para a segunda etapa do programa Mais Futuro. O edital foi publicado no Diário Oficial em 04/10/17 e o prazo vai até 3 de novembro. As inscrições são feitas no site maisfuturo.educacao.ba.gov.br.
A iniciativa oferece auxílio financeiro para os estudantes das universidades Estadual de Feira de Santana (Uefs), de Santa Cruz (Uesc), do Sudoeste da Bahia (Uesb) e para a Universidade do Estado da Bahia, (Uneb), que estejam em condições de vulnerabilidade socioeconômica, participantes do CadÚnico, além de oportunidades de estágio no setor público.
Os interessados devem estar com o registro atualizado no cadastro centralizado de programas sociais do Governo Federal (CadÚnico). Para fazer essa atualização é preciso ir até o setor responsável pelo CadÚnico ou pelo Bolsa Família na cidade em que mora. Caso não saiba onde fica o local de cadastramento, o interessado pode buscar essa orientação no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo de sua casa. Em muitas localidades, o próprio Cras realiza o cadastramento das famílias.
Os candidatos ao programa também não devem possuir vínculo empregatício e não ter concluído qualquer outro curso de nível superior. O incentivo garante a permanência desses estudantes nas salas de aula e a conclusão dos cursos de graduação. O valor da bolsa é de R$ 300 para quem estuda a até cem quilômetros de onde mora, ou de R$ 600 para os que vivem a uma distância maior, pois para estes há a necessidade de moradia temporária na cidade onde estuda. Estando dentro do perfil do programa, o estudante poderá receber o auxílio desde o primeiro semestre até completar dois terços do curso. No terço final da graduação, os beneficiários terão a opção e prioridade para ingressar em vagas de estágio de nível superior ofertadas por órgãos e secretarias do Governo do Estado.


Fonte: Secom GovBA

Apesar da crise, Bahia teve saldo positivo de empresas ativas, de 2014 para 2015

Bahia 05 de outubro de 2017


Apesar da crise econômica e diferentemente do que ocorreu no país como um todo, em 2015, a Bahia teve saldo positivo de unidades empresariais ativas, ou seja, em relação a 2014, mais empresas entraram no mercado baiano do que saíram.
Enquanto no Brasil, entre 2014 e 2015, a diferença entre unidades empresariais que abriram (entradas) e fecharam (saídas) ficou negativa em 4.417, na Bahia, essa diferença foi positiva em 2.037 empresas. Assim, a Bahia se recuperou um pouco da alta “mortalidade” de unidades empresariais ocorrida entre 2013 e 2014, quando o balanço mostrou que 16.288 empresas fecharam as portas.
A taxa de saída das unidades empresariais no estado caiu de 24,6% em 2014 (quase 1 a cada 4 empresas que estavam ativas em 2013 fecharam em 2014), para 16,3% em 2015. De 2013 para 2014, 55.100 empresas fecharam, número que caiu para 36.878 de 2014 para 2015 (18.222 a menos) e fez com que a Bahia perdesse participação no total de empresas que saem da ativa no país, de 5,4% em 2014 para 4,7% em 2015.
Ainda assim, o número de unidades empresariais ativas na Bahia em 2015 - 226.238, o que corresponde a 4,6% das 4,9 milhões em atividade no país - estava 6,0% abaixo do patamar de 2013, o mais alto da série, quando havia 240.462 empresas atuando no estado.

Saldo positivo de empresas na Bahia é maior entre atividades ligadas a saúde e serviços sociais

De 2014 para 2015, as três atividades com maior saldo positivo de empresas ativas no mercado baiano foram Saúde humana e serviços sociais (+981 unidades empresariais); Atividades profissionais, científicas e técnicas (+342); e Atividades imobiliárias (+293).
No grupo de saúde e serviços sociais, incluem-se, por exemplo, empresas de atendimento hospitalar; serviços móveis de atendimento de urgência; assistência a idosos, portadores de deficiência e imunodeprimidos em residências coletivas ou particulares; entre outros. No grupo de atividades profissionais, científicas e técnicas, estão atividades jurídicas, contábeis, de consultoria em gestão empresarial, serviços de arquitetura, engenharia, publicidade etc.
Por outro lado, as atividades com maiores saldos negativos de empresas em 2015, no estado, foram Comércio, reparação de automóveis e motocicletas (-77); Indústrias de transformação (-66); e Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação (-31).

17% das empresas baianas não sobrevivem mais que um ano

Das 226.238 unidades locais de empresas ativas existentes na Bahia em 2015, 82,8% eram sobreviventes, ou seja, 187.323 estavam em atividade pelo menos há um ano. Esse percentual praticamente não se alterou em relação ao verificado em 2014 (82,7%) e significa que cerca de 17% das empresas na Bahia não sobrevivem nem um ano. Essa taxa de mortalidade está próxima à média nacional: no país como um todo, cerca de 16% das empresas fecharam de 2014 para 2015.
Santa Catarina (87,3%), Rio Grande do Sul (85,9%), Minas Gerais (85,6%), e Espírito Santo (85,5%) são os estados com as maiores taxas de sobrevivência. Por outro lado, Amazonas e Amapá (ambos com 76,7%), Roraima (79,8%) e Maranhão (78,9%) registraram as menores.

As empresas sobreviventes são responsáveis por mais de 95% do emprego empresarial tanto no Brasil como um todo (concentram 96,4% das 33,6 milhões de pessoas ocupadas assalariadas nas unidades empresariais) quanto na Bahia (representam 95,1% do 1,5 milhão de ocupados assalariados em empresas). Das unidades empresariais na Bahia em 2015, 17,2% (38.915) entraram em atividade naquele ano.


Fonte: IBGE

  1. Partiu Estágio convoca quase três mil estudantes
  2. Bahia é o maior produtor de castanha de caju, umbu, piaçava e licuri por extração
  3. Bahia tem 150 municípios no novo mapa do turismo brasileiro
  4. Municípios baianos se destacam com os maiores efetivos de caprinos, ovinos e alevinos do país

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