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Inscrições para concurso de Praça da Marinha vão até dia 16/08

Brasil 07 de agosto de 2019

Continuam abertas, até 16 de agosto, as inscrições do concurso para o Corpo Auxiliar de Praças da Marinha (CAP), com oferta de 90 vagas de ensino médio técnico destinado a candidatos com 18 e menos de 25 anos no dia 1º de janeiro de 2020 e para ambos os sexos.

O aprovado passará pelo Curso de Formação com duração de até 17 semanas no Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA) e, após isso, será graduado Cabo, com rendimentos de R$ 3.388,83, sendo R$ 2.627 de soldo, R$ 420,32 (16%) de adicional de habilitação e R$ 341,51 (13%) de adicional militar.

As inscrições devem ser feitas no site www.ingressonamarinha.mar.mil.br ou nas Organizações Responsáveis pela Execução Local (OREL), nos dias úteis, das 8h30 às 16h30. A taxa é de R$ 75 e há possibilidade de solicitação de isenção.

O concurso será feito por meio de diversas etapas, sendo a primeira uma prova objetiva com 50 questões somente da área a que concorrer e redação, previstas para a segunda quinzena de outubro. Os classificados dentro de até três vezes o número de vagas serão convocados para os Eventos Complementares, que englobam Verificação de Dados Biográficos, Inspeção de Saúde, Teste de Aptidão Física (natação e corrida), Verificação de Documentos, Avaliação Psicológica e Heteroidentificação. Caso o candidato seja aprovado, será convocado a realizar o Curso de Formação.

 



Fonte e ilustração: OREL Com2ºDN - Serviço de Recrutamento Distrital

Marinha abre mais 90 vagas para nível técnico

Brasil 19 de julho de 2019

Estarão abertas, entre os dias 22/07 a 16/08/19, as inscrições para o Concurso Público de Admissão ao Curso de Formação para Ingresso no Corpo Auxiliar de Praças da Marinha, para candidatos que possuam o curso técnico de nível médio ou que venham a concluir o curso no corrente ano.

A taxa de inscrição é de R$75,00 e as inscrições serão realizadas no site www.ingressonamarinha.mar.mil.br, onde também pode ser encontrado o edital. São 90 vagas nas seguintes especialidades: Administração Hospitalar (3), Contabilidade(10), Eletrônica(4), Enfermagem(5), Estatística (6), Gráfica(7), Marcenaria (4), Mecânica (6), Metalurgia (6), Meteorologia(5), Motores (5), Processamento de Dados(17), Química (3), Radiologia Médica (5) e Telecomunicações (4).

Podem se inscrever homens e mulheres, brasileiros ou naturalizados, com 18 anos completos e menos de 25 anos de idade, em 01/01/20, com curso técnico de nível médio relativo à especialidade a que concorre, além de outros requisitos previstos no edital.

O candidato realizará provas de conhecimentos profissionais e redação, de caráter eliminatório. Os aprovados realizarão os Eventos Complementares, como a Inspeção de Saúde, o Teste de Aptidão Física (nadar 25 metros em 50 segundos para os homens e em um minuto para as mulheres e correr o percurso de 2.400 metros em 16 minutos para os homens e em 17 para as mulheres) e Avaliação Psicológica, entre outros.

Concluindo o curso com aproveitamento, em 2020, o candidato será nomeado Cabo do CAP, com remuneração (soldo + gratificações) de cerca de R$3.380,00, além de benefícios como alimentação, auxílio para a aquisição de uniformes, assistência médica e odontológica.


Fonte: Marinha do Brasil - DelPSeguro

Brasil e Reino Unido iniciam cooperação na saúde pública

Brasil 25 de junho de 2019

 

O Brasil e o Reino Unido serão parceiros em uma cooperação técnica bilateral para o aprimoramento de ações na área de saúde pública. Direcionado a países em desenvolvimento, o programa Saúde Melhor é uma iniciativa de financiamento do governo britânico, cujo lançamento global aconteceu, em Londres, nesta segunda-feira (24), com a presença do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Ligado ao Prosperity Fund - o fundo de cooperação do Governo do Reino Unido -, o programa vai disponibilizar ao Brasil até 14 milhões de libras esterlinas para a execução de projetos, que visam o fortalecimento de áreas estratégicas, como a Atenção Primária à Saúde, uma das principais metas da gestão de Mandetta.  

“O sistema de saúde inglês tem historicamente um nível muito elevado de gestão e organização. Esse trabalho será feito para proporcionar essa troca de expertise. Na Atenção primária, eles são muito fortes. Na parte de epidemiologia, em resistência a antibióticos, eles também são muito fortes”, afirmou o ministro Mandetta, que citou ainda outras áreas em que a parceria Brasil-Reino Unido será importante, como genética e hemoderivados. “Será muito importante essa troca de experiência e de saberes com o sistema de saúde inglês, no qual nosso SUS é inspirado, um sistema público e universal”, finalizou o ministro.

Na cotação de hoje, os recursos para o Brasil, já aprovados pelo governo britânico, equivalem a aproximadamente R$ 75 milhões, que deverão ser utilizados por até quatro anos em outras ações também consideradas prioritárias, como o uso de tecnologias digitais e a incorporação de padrões internacionais de uso de dados; e a evolução de ciclos de pesquisa e a inovação para a incorporação de novas tecnologias e políticas baseadas em evidência.

O Reino Unido é referência mundial em diversas áreas da Ciência, Tecnologia e inovação em Saúde. Técnicos brasileiros e britânicos trabalharão em parceria para a construção de ações de saúde pública de acordo com as áreas consideradas prioritárias. Já os recursos do programa serão executados diretamente pelo Governo Britânico. Além do Brasil, também são beneficiados pelo Prosperity Fund do governo britânico, México, África do Sul, Malásia, Filipinas, Tailândia, Vietnã e Myanmar.

Em Londres, além de participar do lançamento do programa Saúde Melhor, o ministro Luiz Henrique Mandetta também cumpre uma agenda de visitas para conhecer os avanços britânicos na área de saúde pública. 


Fonte: Agência Saúde - Foto: Consulado Britânico 

 

Um em cada cinco brasileiros usa celular ao volante, segundo pesquisa

Brasil 25 de junho de 2019

Uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde aponta que um em cada cinco brasileiros admite usar o celular enquanto dirige. O levantamento ouviu mais de 52 mil pessoas entre fevereiro e dezembro de 2018. Até 2016, dirigir usando o celular era uma infração média, mas a quantidade de acidentes levou à alteração do Código de Trânsito Brasileiro e agora a infração é gravíssima. O descumprimento da norma representa perda de sete pontos na carteira e multa de R$ 293,47.

De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), usar celular enquanto dirige aumenta em 400% o risco de acidentes. Digitar mensagem reduz muito o tempo de reação. As multas por usar celular ao volante, no entanto, seguem aumentando. De janeiro a março deste ano, foram 372,3 mil multas em todo o Brasil. O crescimento foi de 24% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registradas 300.087 multas. Os dados são do Denatran.

Em Brasília, as equipes de fiscalização usam câmeras fixas e até equipes com carros descaracterizados pra multar os infratores. O uso de celular ao volante foi a causa de quase a metade do acidentes nas estradas do Distrito Federal no ano passado. No Rio, as multas no primeiro trimestre passaram de 16 mil em 2018 para 20,1 mil neste ano.

O presidente do Detran, Luiz Carlos das Neves, diz que o problema não é a fiscalização, mas a falta de conscientização. “Você pode aumentar a multa, mas o que falta realmente é conscientização, é ter civilidade. É a pessoa saber pensar no outro, conduzir um veículo com segurança e responsabilidade. É isso que tá faltando”, declarou Neves.

Álcool e velocidade

Além dos celulares, dados sobre multas envolvendo o uso de álcool e o excesso de velocidade também foram divulgados pelo Ministério da Saúde. Da população entrevistada, 11,4% (ou 5.973 pessoas) disse já ter recebido multas de trânsito por trafegarem acima da velocidade permitida. Destes, a maior concentração ficou para o Distrito Federal, com 15,6%.

Na combinação de direção e álcool, 5,3% dos entrevistados (ou 2.776) assumiram já ter conduzido veículos motorizados após o consumo de qualquer quantidade de álcool. A maior incidência foi entre os homens, com 9,3%, contra as mulheres, 2%.

A capital do Tocantins, Palmas, teve a maior proporção, com 14,2%. O Recife, em contrapartida, teve o menor índice: 2,2%.


Fonte: Ministério da Saúde

Prazo para pagamento do abono salarial termina em 28 de junho

Brasil 13 de junho de 2019

O prazo para os trabalhadores sacarem o abono salarial relativo ao ano-base 2018 termina em 28 de junho, mas um grupo de mais de 2,2 milhões de pessoas ainda não retirou os valores a que têm direito. Isso significa que ainda há mais de R$ 6,5 bilhões de recursos do abono salarial disponíveis e que ainda não foram sacados, considerando o balanço de todo o Brasil.

A região Sudeste concentra a maior parte das pessoas que têm direito ao abono e ainda não sacaram o dinheiro, com mais de 1,1 milhão de trabalhadores. Isso representa mais de R$ 3,1 bilhões disponíveis, esperando pelo cidadão. A região Norte é a que tem o menor número de pagamentos pendentes, totalizando cerca de 148 mil pessoas e R$ 367 milhões em caixa. Na região Sul, 440 mil trabalhadores ainda não fizeram o saque, e R$ 1,2 bilhão em benefícios ainda estão disponíveis. Já na região Nordeste, 353 mil não retiraram o dinheiro, com um total de aproximadamente R$ 1,2 bilhão à espera dos trabalhadores.A região Centro-Oeste tem quase 235 mil benefícios não pagos, cerca de R$ 603 milhões.

Os valores do abono salarial começaram a ser pagos em 17 de janeiro e, desde então, mais de 22,4 milhões de trabalhadores já retiraram os valores a que tinham direito, somando mais de R$ 17 bilhões liberados. O saque poderá ser realizado em agência bancária.

Público-alvo

Tem direito ao abono salarial calendário 2018/2019 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2018 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Além disso, é importante que os dados do trabalhador tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Os valores são proporcionais ao tempo trabalhado formalmente no ano-base. Quem esteve empregado por todo o ano recebe o equivalente a um salário mínimo (R$ 998); quem trabalhou por apenas 30 dias pode sacar o valor mínimo, que é de R$ 84 – o equivalente a 1/12 do salário mínimo.


Fonte: Ministério do Trabalho

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