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Marinha abre mais 90 vagas para nível técnico

Brasil 19 de julho de 2019

Estarão abertas, entre os dias 22/07 a 16/08/19, as inscrições para o Concurso Público de Admissão ao Curso de Formação para Ingresso no Corpo Auxiliar de Praças da Marinha, para candidatos que possuam o curso técnico de nível médio ou que venham a concluir o curso no corrente ano.

A taxa de inscrição é de R$75,00 e as inscrições serão realizadas no site www.ingressonamarinha.mar.mil.br, onde também pode ser encontrado o edital. São 90 vagas nas seguintes especialidades: Administração Hospitalar (3), Contabilidade(10), Eletrônica(4), Enfermagem(5), Estatística (6), Gráfica(7), Marcenaria (4), Mecânica (6), Metalurgia (6), Meteorologia(5), Motores (5), Processamento de Dados(17), Química (3), Radiologia Médica (5) e Telecomunicações (4).

Podem se inscrever homens e mulheres, brasileiros ou naturalizados, com 18 anos completos e menos de 25 anos de idade, em 01/01/20, com curso técnico de nível médio relativo à especialidade a que concorre, além de outros requisitos previstos no edital.

O candidato realizará provas de conhecimentos profissionais e redação, de caráter eliminatório. Os aprovados realizarão os Eventos Complementares, como a Inspeção de Saúde, o Teste de Aptidão Física (nadar 25 metros em 50 segundos para os homens e em um minuto para as mulheres e correr o percurso de 2.400 metros em 16 minutos para os homens e em 17 para as mulheres) e Avaliação Psicológica, entre outros.

Concluindo o curso com aproveitamento, em 2020, o candidato será nomeado Cabo do CAP, com remuneração (soldo + gratificações) de cerca de R$3.380,00, além de benefícios como alimentação, auxílio para a aquisição de uniformes, assistência médica e odontológica.


Fonte: Marinha do Brasil - DelPSeguro

Um em cada cinco brasileiros usa celular ao volante, segundo pesquisa

Brasil 25 de junho de 2019

Uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde aponta que um em cada cinco brasileiros admite usar o celular enquanto dirige. O levantamento ouviu mais de 52 mil pessoas entre fevereiro e dezembro de 2018. Até 2016, dirigir usando o celular era uma infração média, mas a quantidade de acidentes levou à alteração do Código de Trânsito Brasileiro e agora a infração é gravíssima. O descumprimento da norma representa perda de sete pontos na carteira e multa de R$ 293,47.

De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), usar celular enquanto dirige aumenta em 400% o risco de acidentes. Digitar mensagem reduz muito o tempo de reação. As multas por usar celular ao volante, no entanto, seguem aumentando. De janeiro a março deste ano, foram 372,3 mil multas em todo o Brasil. O crescimento foi de 24% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registradas 300.087 multas. Os dados são do Denatran.

Em Brasília, as equipes de fiscalização usam câmeras fixas e até equipes com carros descaracterizados pra multar os infratores. O uso de celular ao volante foi a causa de quase a metade do acidentes nas estradas do Distrito Federal no ano passado. No Rio, as multas no primeiro trimestre passaram de 16 mil em 2018 para 20,1 mil neste ano.

O presidente do Detran, Luiz Carlos das Neves, diz que o problema não é a fiscalização, mas a falta de conscientização. “Você pode aumentar a multa, mas o que falta realmente é conscientização, é ter civilidade. É a pessoa saber pensar no outro, conduzir um veículo com segurança e responsabilidade. É isso que tá faltando”, declarou Neves.

Álcool e velocidade

Além dos celulares, dados sobre multas envolvendo o uso de álcool e o excesso de velocidade também foram divulgados pelo Ministério da Saúde. Da população entrevistada, 11,4% (ou 5.973 pessoas) disse já ter recebido multas de trânsito por trafegarem acima da velocidade permitida. Destes, a maior concentração ficou para o Distrito Federal, com 15,6%.

Na combinação de direção e álcool, 5,3% dos entrevistados (ou 2.776) assumiram já ter conduzido veículos motorizados após o consumo de qualquer quantidade de álcool. A maior incidência foi entre os homens, com 9,3%, contra as mulheres, 2%.

A capital do Tocantins, Palmas, teve a maior proporção, com 14,2%. O Recife, em contrapartida, teve o menor índice: 2,2%.


Fonte: Ministério da Saúde

Prazo para pagamento do abono salarial termina em 28 de junho

Brasil 13 de junho de 2019

O prazo para os trabalhadores sacarem o abono salarial relativo ao ano-base 2018 termina em 28 de junho, mas um grupo de mais de 2,2 milhões de pessoas ainda não retirou os valores a que têm direito. Isso significa que ainda há mais de R$ 6,5 bilhões de recursos do abono salarial disponíveis e que ainda não foram sacados, considerando o balanço de todo o Brasil.

A região Sudeste concentra a maior parte das pessoas que têm direito ao abono e ainda não sacaram o dinheiro, com mais de 1,1 milhão de trabalhadores. Isso representa mais de R$ 3,1 bilhões disponíveis, esperando pelo cidadão. A região Norte é a que tem o menor número de pagamentos pendentes, totalizando cerca de 148 mil pessoas e R$ 367 milhões em caixa. Na região Sul, 440 mil trabalhadores ainda não fizeram o saque, e R$ 1,2 bilhão em benefícios ainda estão disponíveis. Já na região Nordeste, 353 mil não retiraram o dinheiro, com um total de aproximadamente R$ 1,2 bilhão à espera dos trabalhadores.A região Centro-Oeste tem quase 235 mil benefícios não pagos, cerca de R$ 603 milhões.

Os valores do abono salarial começaram a ser pagos em 17 de janeiro e, desde então, mais de 22,4 milhões de trabalhadores já retiraram os valores a que tinham direito, somando mais de R$ 17 bilhões liberados. O saque poderá ser realizado em agência bancária.

Público-alvo

Tem direito ao abono salarial calendário 2018/2019 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2018 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Além disso, é importante que os dados do trabalhador tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Os valores são proporcionais ao tempo trabalhado formalmente no ano-base. Quem esteve empregado por todo o ano recebe o equivalente a um salário mínimo (R$ 998); quem trabalhou por apenas 30 dias pode sacar o valor mínimo, que é de R$ 84 – o equivalente a 1/12 do salário mínimo.


Fonte: Ministério do Trabalho

Brasil e Reino Unido iniciam cooperação na saúde pública

Brasil 25 de junho de 2019

 

O Brasil e o Reino Unido serão parceiros em uma cooperação técnica bilateral para o aprimoramento de ações na área de saúde pública. Direcionado a países em desenvolvimento, o programa Saúde Melhor é uma iniciativa de financiamento do governo britânico, cujo lançamento global aconteceu, em Londres, nesta segunda-feira (24), com a presença do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Ligado ao Prosperity Fund - o fundo de cooperação do Governo do Reino Unido -, o programa vai disponibilizar ao Brasil até 14 milhões de libras esterlinas para a execução de projetos, que visam o fortalecimento de áreas estratégicas, como a Atenção Primária à Saúde, uma das principais metas da gestão de Mandetta.  

“O sistema de saúde inglês tem historicamente um nível muito elevado de gestão e organização. Esse trabalho será feito para proporcionar essa troca de expertise. Na Atenção primária, eles são muito fortes. Na parte de epidemiologia, em resistência a antibióticos, eles também são muito fortes”, afirmou o ministro Mandetta, que citou ainda outras áreas em que a parceria Brasil-Reino Unido será importante, como genética e hemoderivados. “Será muito importante essa troca de experiência e de saberes com o sistema de saúde inglês, no qual nosso SUS é inspirado, um sistema público e universal”, finalizou o ministro.

Na cotação de hoje, os recursos para o Brasil, já aprovados pelo governo britânico, equivalem a aproximadamente R$ 75 milhões, que deverão ser utilizados por até quatro anos em outras ações também consideradas prioritárias, como o uso de tecnologias digitais e a incorporação de padrões internacionais de uso de dados; e a evolução de ciclos de pesquisa e a inovação para a incorporação de novas tecnologias e políticas baseadas em evidência.

O Reino Unido é referência mundial em diversas áreas da Ciência, Tecnologia e inovação em Saúde. Técnicos brasileiros e britânicos trabalharão em parceria para a construção de ações de saúde pública de acordo com as áreas consideradas prioritárias. Já os recursos do programa serão executados diretamente pelo Governo Britânico. Além do Brasil, também são beneficiados pelo Prosperity Fund do governo britânico, México, África do Sul, Malásia, Filipinas, Tailândia, Vietnã e Myanmar.

Em Londres, além de participar do lançamento do programa Saúde Melhor, o ministro Luiz Henrique Mandetta também cumpre uma agenda de visitas para conhecer os avanços britânicos na área de saúde pública. 


Fonte: Agência Saúde - Foto: Consulado Britânico 

 

Desmatamento é a questão ambiental mais importante para os brasileiros, aponta pesquisa

Brasil 06 de junho de 2019

Poluição da água foi o segundo tema mais lembrado entre os entrevistados no Brasil, com 44%.

Globalmente, o aquecimento global é considerado o item mais prioritário, com 37% das menções

 

O desmatamento é a questão ambiental mais importante para cinco em cada dez brasileiros (53%), aponta a pesquisa global “Earth Day 2019” da Ipsos. Segundo o estudo, o assunto lidera entre os prioritários para os entrevistados do Brasil. Em seguida estão: poluição da água (44%), lidar com os resíduos que produzimos (36%), aquecimento global (29%) e esgotamento de recursos naturais (23%).

No mundo, o aquecimento global é considerado o tema mais prioritário, mencionado por 37% dos entrevistados. A poluição do ar, com 35%, e como lidar com o lixo que produzimos (34%) aparecem em seguida, e depois a poluição da água (25%). O desmatamento só aparece em 5º lugar no ranking global, com índice de 24%.

“Os brasileiros são bastante enfáticos ao colocar a questão do desmatamento em primeiro plano, um provável reflexo das discussões recentes sobre o tema. O Brasil tem a segunda maior área total de florestas do mundo, atrás apenas da Rússia, onde somente 20% dos entrevistados veem o tema como prioridade”, afirma Karen Klas, diretora de negócios na Ipsos.

Outra questão que aparece com bastante destaque no Brasil quando comparado a outros países são as enchentes. Dois em cada dez brasileiros (18%) dizem que esse tema é importante. O índice é o dobro da média global, de 9%.

“A importância desse tema também não é surpresa dadas as recentes inundações no Brasil. Com questões imediatas exigindo respostas, as opções que se referem ao futuro, como novas fontes alternativas de energia e alimentos nos preocupam menos do que à média global”, ressalta Karen.

Resíduos não-recicláveis

Nove em cada dez brasileiros (89%) estão preocupados com os efeitos que embalagens, sacos plásticos e outros objetos que não podem ser reciclados podem causar no meio ambiente. Globalmente, 81% dos entrevistados estão preocupados com o tema.

Uma boa parte dos brasileiros quer declarar seu apoio por meio das suas escolhas. Seis em cada dez (58%) entrevistados dizem que comprariam mais produtos feitos de material reciclado. O percentual está um pouco acima do resultado global (51%).

 “Mas o sacrifício pessoal dificilmente chega ao ponto de admitirem um desembolso extra, já que somente 12% investiriam recursos próprios para estimular marcas que usam apenas embalagens recicláveis e só 11% estariam dispostos a pagar mais impostos para a melhoria de estações de reciclagem”, diz Karen.

Como reduzir os impactos

Para quase metade dos brasileiros (48%), a principal forma de reduzir os impactos é forçar o governo local a gastar mais com reciclagem para que mais itens possam passar por esse tratamento. O resultado está bem próximo da média global (46%).

Os entrevistados no Brasil acreditam muito mais nas campanhas de conscientização pública (40%) do que o restante do mundo (27%). A responsabilidade por liderar a resolução do problema é distribuída entre fabricantes, governo, distribuidores e consumidores, com um pouco mais de peso para os primeiros.

O estudo foi realizado em 28 países, com 19,5 mil entrevistados, sendo 1.000 brasileiros, entre os dias 22 de fevereiro e 8 de março. A margem de erro é de 3 p.p para o Brasil.


Fonte: Ascom Ipsos - Foto: Google

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