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Marinha abre 1.300 vagas para fuzileiro naval

Brasil 02 de março de 2018

 

Estão abertas, até 30/03/18, as inscrições para o Concurso Público de Admissão ao Curso de Formação de Soldado do Corpo de Fuzileiros Navais, para 2019.

Além de outros requisitos, o candidato deverá ser brasileiro nato, do sexo masculino, ter mais de 18 anos e menos de 21 anos, em 01/01/19, e ter concluído o ensino médio.

As inscrições poderão ser realizadas no site www.marrinha.mil.br/cgcfn/, onde também poderá ser encontrado o edital com as informações completas ou no Grupamento de Fuzileiros Navais de Salvador- Avenida da França nº 1300 – Comércio Salvador-BA, CEP: 40010-000, tel: (71) 3415-2689 ou (71) 3507-3815. A taxa de inscrição é de R$30,00.

A primeira etapa do concurso consiste em um exame de escolaridade, com provas de Português e Matemática. Os aprovados na etapa inicial passarão ainda por verificação de dados biográficos e documentos, teste psicológico, inspeção de saúde e teste de suficiência física.

O candidato aprovado realizará o Curso de Formação, em regime de internato, com a duração de 17 semanas, no Rio de Janeiro ou Brasília. Durante o curso, além de serem proporcionadas alimentação, uniforme e assistência médico-odontológica, o candidato perceberá remuneração atinente à sua graduação, como ajuda de custo para suas despesas pessoais.

Mais informações: (71) 3415-2689/3507-3815


Fonte: Ascom Marinha do Brasil

PRF registra aumento de infrações e redução de acidentes nas BR em 2017

Brasil 05 de fevereiro de 2018


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou o aumento de 4,8% no número de infrações de trânsito nas rodovias federais. Em contrapartida, informou que houve redução de 7,5% no número de acidentes em 2017.
O balanço de 2017, divulgado pela PRF, mostra uma redução nos índices que medem a violência no trânsito em rodovias federais. Em comparação a 2016, o órgão registrou uma redução de 2,7% no número de óbitos, 3,5% de feridos e de 7,5% no número de acidentes nas rodovias federais.
O balanço do órgão também apontou aumento expressivo na apreensão de armas, drogas, cigarros contrabandeados e madeira ilegal. A PRF trabalha num contexto de constante aumento anual da frota nacional de veículos. Dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) apontam um aumento de quase três milhões de veículos de 2016 para 2017.
O resultado, segundo a PRF, é reflexo da estratégia operacional com campanhas de educação para o trânsito, operações pontuais em épocas de intensificação de deslocamentos, tal como férias e festas de final de ano, e reforços de policiamento em pontos críticos nas rodovias de todo o país. No ano passado, a PRF também contabilizou quase seis milhões de autos de infração emitidos durante fiscalizações nas estradas que cortam o país.
Confira todos os números, tabelas e gráficos do balanço no link: http://bit.ly/2DrvWsZ


Fonte: Nucom PRF

 

Marinha abre 1000 vagas para nível médio

Brasil 05 de fevereiro de 2018

 

Estão abertas, até o dia 02/03/18, as inscrições para o Concurso Público de Admissão às Escolas de Aprendizes-Marinheiros (CPAEAM/2018). São 1.000 vagas e o candidato, além de outros requisitos, deve ser brasileiro nato ou naturalizado do sexo masculino, possuir o Ensino Médio, ter 18 anos completos e menos de 22 anos de idade no dia 01/01/19. O valor da taxa de inscrição é de R$ 40,00.
O candidato fará uma prova escrita objetiva de conhecimentos. Os classificados nesta primeira fase participarão ainda de etapas, com caráter eliminatório, como inspeção de saúde e teste de aptidão física.
Ao serem aprovados em todas as fases do concurso, os candidatos realizarão a formação militar em uma das quatro Escolas de Aprendizes-Marinheiros, localizadas em Fortaleza (CE), Recife (PE), Vitória (ES) e Florianópolis (SC).
O curso de formação de Marinheiros tem a duração de 48 semanas, em regime de internato. Nesse período, os jovens recebem alimentação, alojamento, ajuda para aquisição de uniformes, assistência médico-odontológica e remuneração como grumete. Após o curso e promoção a Marinheiro, terá início o Estágio Inicial(EI), com duração de dois anos, em unidades da Marinha do Brasil. Os Marinheiros aprovados no EI, plenamente adaptados à carreira naval, permanecerão no Serviço Ativo da Marinha (SAM).
Todas as informações necessárias relativas ao concurso estão no edital publicado no site www.ingressonamarinha.mar.mil.br.


Fonte: Marinha do Brasil

 

Um em cada cinco candidatos do Encceja teve nota mínima nas provas

Brasil 05 de fevereiro de 2018

 

O resultado do Encceja Nacional do ensino médio foi divulgado no dia 05/02/18 as notas do ensino fundamental, e do exame aplicado a pessoas privadas de liberdade serão divulgados em março.
Dos quase meio milhão de participantes presentes em todas as provas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja Nacional) do ensino médio em 2017, só 20,8% conseguiram a nota mínima exigida para obterem o certificado de conclusão do ensino médio. Esse foi o primeiro ano em que o Encceja voltou a aplicar a prova para esse nível de ensino, depois que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deixou de ser usado para esse fim.
As concultas ao resultado do Encceja Nacional são individuais. Os candidatos precisam informar o CPF e a senha cadastrada para verem suas notas no site enccejanacional.inep.gov.br.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) afirmou que os resultados do Encceja Nacional do ensino fundamental, e do exame aplicado às pessoas privadas de liberdade, deve ser divulgado em 30/03/18.

Mais de 100 mil certificados

De acordo com dados divulgados pelo Inep, o Encceja Nacional do ensino médio teve 1.272.279 inscritos, mas só 492.613 estiveram presentes em todas as quatro provas. Destes, 102.638 conseguiram a nota mínima exigida para conseguir a certificação em todas as quatro áreas do conhecimento.

Encceja Nacional do ensino médio

Os números podem ser maiores, já que o Encceja permite que os candidatos usem notas de edições diferentes do exame para conseguir o certificado de conclusão do ensino médio. Além disso, os candidatos podem solicitar uma declaração parcial de proficiência nas áreas em que tenham atingido a nota mínima de 100 pontos.
No caso da prova de linguagens, é preciso ao mesmo tempo ter a pontuação mínima de 100 na prova objetiva e a nota mínima de 5 na redação. Caso contrário, "não há certificação e será necessário refazer a prova de linguagens e redação", diz o boletim divulgado pelo Inep.

Encceja x Enem

O número de candidatos habilitados em todas as áreas para obterem o certificado de conclusão do ensino médio é mais alto que os registrados no Enem 2016. Naquele ano, o último desde 2009 em que o Enem também serviu para isso, 1.076.092 participantes fizeram o Enem com esse objetivo, mas só 83.434 (ou 7,7%) tiveram nota mínima em todas as provas.
Nos últimos nove anos, a quantidade de pessoas interessadas em obter o certificado de conclusão do ensino médio por meio de um exame do governo federal aumentou mais de seis vezes.

Como funciona o Encceja

O Encceja é realizado todos os anos pelo Inep para estudantes jovens e adultos que não concluíram as etapas da educação básica na idade regular. Ele tem várias modalidades e oferece dois tipos de habilitação: a do ensino fundamental e a do ensino médio. Semelhante ao Enem, ele tem quatro provas objetivas e uma redação, mas é aplicado em um único dia, de manhã e à tarde.
Além de ser realizado no formato conhecido como Encceja Nacional, para qualquer adulto que cumpra os requisitos, o Encceja também é aplicado para pessoas privadas de liberdade e para brasileiros no exterior.
Porém, não é o governo federal quem emite os certificados de conclusão do ensino fundamental ou médio, ou as declarações parciais de proficiência. Quem faz isso são as secretarias estaduais de Educação ou os institutos federais. Os candidatos, na hora em que se inscrevem para o Encceja, escolhem qual órgão será responsável pela emissão do documento.


Fonte: G1

Desemprego recua em dezembro, mas taxa média anual é a maior desde 2012

Brasil 30 de janeiro de 2018

 


Apesar da queda na taxa de desocupação entre o 3º e o 4º trimestre, de 12,4% para 11,8%, 2017 foi o pior ano para o mercado de trabalho no país desde 2012. Com uma taxa média de 12,7%, o desemprego atingiu o maior nível da série histórica. Em relação a 2014, quando a taxa média de desocupação atingiu o menor patamar (6,8%), a diferença foi de 5,9 p.p. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada hoje pelo IBGE.
De 2014 para 2017, foram quase 6,5 milhões de desempregados a mais, um crescimento de 96,2%, chegando a 13,2 milhões de pessoas. O Coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, explicou que, nesses três anos, o país perdeu muitos postos de trabalho, sobretudo formalizados. “O número de trabalhadores com carteira assinada, que já chegou a 36,6 milhões em 2014, agora ficou em 33,3 milhões. Em três anos, perdemos 3,3 milhões de postos de trabalho com carteira”. Já em relação a 2016, a queda no número de trabalhadores com carteira foi de quase um milhão de pessoas.
Só de 2016 para 2017, o número de trabalhadores sem carteira de trabalho no setor privado cresceu 5,5%, o que representa 560 mil trabalhadores. Em relação a 2014, o aumento médio foi de 3,2%, ou 330 mil pessoas. Já o número de trabalhadores por conta-própria cresceu 0,7% no último ano, um contingente de 159 mil pessoas. Em três anos, o aumento foi de 6,5% ou 1,3 milhão de trabalhadores nesta categoria.
Grupamentos de atividades expressivos, como agricultura, indústria e construção, foram os que mais perderam trabalhadores. “Nesses 3 anos, a queda na agricultura foi de 10,4%, na indústria, -11,5%, e na construção, -12,3%. Parte desses postos foram compensados em grupamentos que têm um processo de inserção mais voltado para a informalidade, como comércio, outros serviços e alojamento e alimentação”, explicou Cimar.
Os resultados confirmam que em relação a 2014, o comércio apresentou aumento de 0,5% no número de trabalhadores, outros serviços, de 7,0% e alojamento e alimentação, de 21,4%. Isso ocorre, segundo Cimar, porque durante períodos de crise, os serviços de alimentação, principalmente, funcionam como uma espécie de válvula de escape. “Você pode ficar sem comprar, sem viajar, sem reformar a casa, mas sempre terá que se alimentar. Por isso, quando as pessoas ficam sem emprego, migram para esse setor, pois é nele que se abrem oportunidades”, explicou.
Já a média anual do rendimento dos trabalhadores em 2017 ficou em R$ 2.141, uma alta de 2,4% em relação a 2016. Entretanto, em relação a 2014, ano em que se observou o maior rendimento da série, o quadro foi de estabilidade.
“Além da inflação baixa registrada em 2017, a saída de pessoas com rendimentos mais baixos deveria elevar a média do rendimento, mas, como também houve queda entre as populações que ganham mais, o rendimento em 2017 ficou no mesmo patamar do de 2014”, concluiu Cimar.


Fonte: IBGE

  1. Em fevereiro, motoristas já podem tirar CNH digital
  2. Deputados gastam R$ 114 milhões em publicidade
  3. Governo divulga calendário de pagamento do PIS/Pasep para trabalhadores com mais de 60
  4. Segundo IBGE, despesas com saúde no Brasil atingiram 9,1% do PIB em 2015

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