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Brasileiros dizem que o Nordeste é a região que mais aproveita o potencial turístico

Brasil 09 de agosto de 2017


O Brasil tem um enorme potencial turístico, mas em algumas regiões sua percepção é maior do que em outras. Os nordestinos são os que mais reconhecem o valor de sua região para a atividade turística, uma vez que 44,2% avaliaram como alto ou muito alto o potencial local, seguido do Sudeste (42,3%), Sul (32,6%) e Centro-Oeste e Norte (32,2). Os entrevistados nas regiões Norte e Centro-Oeste foram os que menos identificaram o valor de suas regiões para o turismo (35,2). Os dados são de uma pesquisa encomendada pelo Ministério do Turismo.
Ainda segundo o estudo, oito em cada dez brasileiros acreditam que o potencial turístico do país é de médio para muito alto, mas 59,8% entendem que esse potencial não é aproveitado de forma adequada. Novamente, para os entrevistados, o Nordeste desponta como a região que mais aproveita seu potencial (39,6%). Em segundo lugar aparece o Norte e Centro-Oeste (32,7%), seguido do Sudeste (32,3%) e Sul (20,1%).
Mesmo assim, 41,9% dos entrevistados acreditam que o turismo no Brasil aumentou nos últimos anos. “O Ministério do Turismo tem realizado uma série de ações para investir na infraestrutura dos destinos nacionais, assim como na qualificação de quem está na linha de frente do atendimento o turismo. Queremos posicionar o Brasil entre os grandes destinos mundiais”, afirmou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.
Campanhas publicitárias
Para divulgar os atrativos brasileiros, o Ministério do Turismo tem realizado uma série de campanhas publicitárias. Em dezembro de 2016, a campanha de verão foi lançada com o slogan: “O verão chegou. E espera por você no Nordeste”.
Em maio foi a vez da Amazônia com a campanha “Descubra uma nova Amazônia”, com o objetivo de gerar identificação apresentando a multiplicidade da região por meio de experiências turísticas nos segmentos de natureza, ecoturismo e aventura, bem como apresentar as manifestações culturais e a rica gastronomia da região. Está prevista para agosto o lançamento da campanha da região Sul e até o final do ano as demais regiões serão contempladas com peças publicitárias segmentadas.
Sobre a pesquisa
A pesquisa foi realizada de 17 a 23/03/17 pelo Instituto FSB Pesquisa. Foram ouvidas 2002 pessoas com mais de 16 anos em todas as regiões do país para avaliar a opinião da população brasileira acerca do turismo no Brasil, assim como observar quais são as vantagens e prejuízos, além de identificar oportunidades de promoção do turismo no país.

Congresso de Testemunhas de Jeová reúne cerca de 3.500 pessoas

Brasil 04 de agosto de 2017


De 28 a 30/07/17, o Congresso “Não desista!” reuniu cerca de 3.500 testemunhas de Jeová no Centro de Convenções da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). A denominação, que passa por conflitos de aceitação na Rússia e, considerando os desafios dos tempos atuais em pelos quais passam pessoas em todo o mundo, tratou do tema como uma forma de encorajamento para a perseverança e otimismo para o futuro.

Por meio de vídeos foram apresentadas as mais diversas situações vida, mostrando como aplicar a Palavra de Deus diariamente, especialmente no círculo familiar. Teve destaque o filme “Lembre-se da mulher de Ló", cuja referência bíblica fica no livro de Lucas, capítulo 17, que ressaltou a importância dos valores espirituais como prioridade na vida cristã.


Fonte: Ascom TJ

Marcio Atalla comenta dados do IBGE sobre sedentarismo

Brasil 10 de julho de 2017


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou recentemente o último levantamento sobre a prática de esportes e atividades físicas na população de 15 anos ou mais, apresentando um dado alarmante: mais da metade da população brasileira está sedentária. A discussão sobre o que pode ser feito para que esse quadro seja pelo menos minimizado volta à tona. O preparador físico Marcio Atalla comenta o tema e fala sobre como começar um movimento favorável à saúde.
Sabe-se que a qualidade de vida se resume a uma somatória de hábitos relacionados à alimentação e prática de exercícios físicos. Porém, a situação atual dos brasileiros, que estão cada vez mais obesos (de acordo com o Vigitel 2016) e sedentários (conforme a pesquisa do IBGE), mostra que eles estão indo na direção contrária a um estilo de vida saudável.
Atalla afirma que “essa é a oportunidade de mudarmos o cenário do país e investirmos na saúde, para mais tarde colhermos os frutos de uma população mais sadia, disposta e independente, pois se continuarmos nesse caminho, os danos serão cada vez mais difíceis de serem reparados”.


O sedentarismo tem um custo violento, estimado em 68 bilhões de dólares por ano. Além de afetar a saúde, há um impacto em diversos outros âmbitos, como a economia dos países, o que mostra a importância de se repensar sobre o que é feito atualmente com foco na prevenção e voltar-se à medicina primária.
“O problema vai além de medidas superficiais e insuficientes, como sobretaxar ou reduzir ingredientes dos produtos. São necessárias boas políticas de saúde pública para munir as pessoas de informação, principalmente sobre prevenção e educação. Com a mudança da previdência, por exemplo, em 2040, cerca de 30% da população terá acima de 60 anos e se essa mesma parcela chegar até lá doente e sem autonomia, o quadro ficará insustentável”, conclui.

Como a população enxerga e justifica o sedentarismo

A falta de tempo é uma das frases mais utilizadas por aqueles considerados sedentários (38,2%), seguida de 35% que alegam não gostar de se exercitar. Atalla explica que “o não gostar de exercício é muito natural. Olhando para a evolução das espécies, o ser humano nunca fez atividade física por prazer, mas por necessidade. É uma questão de encontrar o que gosta: talvez não seja a caminhada e sim a natação. Ou a aula de dança. Com certeza, cada pessoa tem um tipo de atividade que agrade, basta descobrir qual é”.
Em relação à falta de tempo, essa é uma realidade, principalmente em grandes centros urbanos, mas pode ser adaptada. “É preciso ter em mente que para deixar de ser sedentário, não precisa começar a andar todos os dias durante uma hora. A mudança é feita aos poucos e de diversas maneiras”, diz Atalla.
Subir as escadas do lugar onde se mora ou trabalha, nem que seja, no início, poucos andares; se programar para a cada uma hora sentado, se levantar e circular para que o corpo não se acostume com a inércia; optar por estacionar o carro em vagas mais distantes do local de destino, entre outros, são atitudes que começam a fazer uma importante diferença na saúde.

Movimento na terceira idade

Segundo o IBGE, a população acima de 60 anos é a que menos se exercita, o que não se relaciona apenas com limitações da idade. Essas pessoas afirmam não se sentirem acolhidas em ambientes como a academia, que, para elas, são locais destinados ao público jovem.
Atalla conta que em sua intervenção em Jaguariúna, onde colocou em prática um projeto com foco na mudança do estilo de vida da população, algumas ações foram destinadas à terceira idade, fazendo com que fosse possível que essa geração também se movimentasse mais: “Propusemos que, após assitir à TV ou fazer outro tipo de atividade que não exigisse movimento, num período de aproximadamente uma hora, essas pessoas se levantassem e andassem pela casa durante seis minutos. No final do dia, elas juntavam mais de 40 minutos de movimento e nem percebiam!”.
Depois adquirir o hábito e reconhecer os ganhos fica mais fácil se movimentar. A primeira melhora é na disposição e no condicionamento cardiovascular, que se vê em uma ou duas semanas. Já com relação a ganhos mais efetivos, em até dois meses nota-se grandes melhoras nos índices glicêmicos, diminuição da pressão arterial, entre outros.

Responsabilidade e equilíbrio

Grande parte da população brasileira não tem condição financeira para investir parte de sua economia na atividade física. Porém, nem sempre tem por perto parques públicos que estejam preparados para recebê-las. Com isso, esse público quase nunca é estimulado a sair do sedentarismo.
Além do movimento, a alimentação tem um papel fundamental quando se trata de um estilo de vida mais saudável. Assim como o sedentário não deve de um dia para o outro começar a participar de maratonas, as pessoas também não devem acreditar em radicalismos com relação à alimentação. Dietas restritivas, excluir um ingrediente especificamente ou se restringir a comer apenas determinados alimentos não fará com que o estilo de vida se torne saudável.
“Aumentar o consumo de hortaliças, vegetais e frutas e diminuir o de gorduras e açúcar não vem contribuindo com a diminuição da obesidade. Por outro lado, sobretaxar alimentos ou políticas de redução de ingredientes, por exemplo, também não resolve. Já temos exemplos em outros países que tentaram esse tipo de ação e não deu certo. O problema é profundo e envolve educação populacional, o que não se faz da noite para o dia. Às vezes, determinado alimento até então “vilanizado” por exemplo, será o que vai dar um pouco mais de energia para o filho de alguém de baixa renda que só tem condições de consumir isso no momento. É preciso olhar o todo e não os detalhes. O trabalho feito em Jaguariúna é exemplo dessa realidade”, afirma o especialista.

Marinha abre 90 vagas para nível técnico

Brasil 28 de julho de 2017

Estarão abertas, de 01 e 31/08/17, as inscrições para o Concurso Público de Admissão ao Curso de Formação para Ingresso no Corpo Auxiliar de Praças da Marinha, para candidatos que possuam o curso técnico de nível médio ou que venham a concluir o curso antes de 25/06/18 .

As inscrições serão realizadas no site www.ingressonamarinha.mar.mil.br, onde também pode ser encontrado o edital. A taxa de inscrição é de R$60,00.

São 90 vagas nas especialidades: Contabilidade(9), Desenho de Arquitetura(4), Estatística(4), Eletrônica(4), Enfermagem(5), Estruturas Navais(10), Gráfica (5), Geodésia e Cartografia (5),  Marcenaria (5),  Metalurgia (10), Meteorologia(5), Motores (6), Processamento de Dados (12) e Química (6).

Entre os principais requisitos para inscrição estão: ser brasileiro nato ou naturalizado, de ambos os sexos, ter 18 anos completos e menos de 25 anos de idade em 01/01/18, ter concluído o curso técnico de nível médio relativo à especialidade a que concorre e estar registrado no órgão fiscalizador da profissão (quando existir).

O candidato realizará provas de conhecimentos profissionais e redação, de caráter eliminatório. Sendo aprovado nas demais etapas do concurso, será matriculado no Curso de Formação como Praça Especial, que tem a duração de 17 semanas, no grau hierárquico de Grumete. Concluindo o curso com aproveitamento, em 2018, será nomeado Cabo do CAP, com remuneração (soldo+gratificações) de cerca de R$3.100,00, além de benefícios como alimentação, alojamento, auxílio-fardamento, assistência médica e odontológica. 

IBGE divulga nova divisão territorial com foco nas articulações regionais

Brasil 05 de julho de 2017

A Divisão Regional do Brasil em Regiões Geográficas Imediatas e Regiões Geográficas Intermediárias 2017 apresenta um novo quadro regional vinculado aos processos sociais, políticos e econômicos sucedidos em território nacional desde a última versão da Divisão Regional do Brasil publicada na década de 1990. Seu objetivo é atualizar as articulações das cidades entre si, em termos de circulação de pessoas, serviços e informações, por exemplo, e com isto subsidiar o planejamento e gestão de políticas públicas em níveis federal e estadual e disponibilizar recortes para divulgação dos dados estatísticos e geocientíficos do IBGE para os próximos dez anos.

O novo recorte das Regiões Geográficas incorpora as mudanças ocorridas no Brasil ao longo das últimas três décadas, a partir de duas escalas: as Regiões Geográficas Intermediárias e as Regiões Geográficas Imediatas, que anteriormente eram conhecidas como Mesorregiões e Microrregiões Geográficas, respectivamente. Esta nova forma de enxergar o território não altera ou substitui a divisão político-administrativa do território em municípios, Unidades da Federação e Grandes Regiões; trata-se de mais uma opção, uma construção do conhecimento geográfico, delineada pela dinâmica dos processos de transformação ocorridos recentemente e operacionalizada a partir de elementos como rede urbana e fluxos de gestão, entre outros, capazes de distinguir espaços regionais em escalas adequadas.

As Regiões Geográficas Imediatas têm na rede urbana o seu principal elemento de referência. Essas regiões são estruturadas a partir de centros urbanos próximos para a satisfação das necessidades imediatas das populações, tais como: compras de bens de consumo, busca de trabalho, procura por serviços de saúde e educação e prestação de serviços públicos, como postos de atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do Ministério do Trabalho e de serviços judiciários, entre outros.

As Regiões Geográficas Intermediárias correspondem a uma escala intermediária entre as Unidades da Federação e as Regiões Geográficas Imediatas. Elas articulam as Regiões Geográficas Imediatas de funções urbanas de maior complexidade, como serviços médicos especializados ou grandes universidades.

A Divisão Regional do Brasil em Regiões Geográficas Imediatas e Regiões Geográficas Intermediárias 2017 buscou incorporar novos atores ao processo de delimitação das Regiões Geográficas, incluindo o conhecimento local das diferentes formas de organização do espaço brasileiro. Para isto, contou com a participação de órgãos de planejamento estaduais por meio de uma parceria mediada pela Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística (Anipes), e com o trabalho de unidades do IBGE em todo o território nacional.


Fonte: IBGE

  1. PIS-Pasep 2017 começa a ser pago no fim de julho
  2. Índices de Preços ao Produtor varia - 0,12% em abril
  3. Levantamento aponta percentual de empresas devedoras de FGTS nos últimos 5 anos
  4. JBS é condenada em R$ 38,6 milhões por demissão em massa

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